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Outro atentado terrorista em Jerusalém!

 Dois palestinos armados mataram a tiros e machadadas
quatro judeus que rezavam dentro de uma sinagoga,
deixando ainda outros feridos.

Pelo menos quatro civis israelenses morreram em um ataque a uma sinagoga e a uma yeshiva (escola talmúdica) contíguas em Har Nof, a oeste de Jerusalém, na manhã desta terça-feira (18/nov). Dois agressores, armados com machados e facas, foram mortos pela polícia pouco depois, segundo confirmou o porta-voz da força policial, Micky Rosenfeld, que qualificou o incidente como “um ataque terrorista”.

Os grupos radicais palestinos Hamas e Jihad Islâmica COMEMORARAM O ATENTADO e PEDIRAM MAIS AÇÕES SEMELHANTES. Pouco depois, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, condenou o atentado, ao qual afirmou que vai responder com “mão de ferro”. Ele disse que, para isso, vai se reunir ainda esta tarde com altos representantes de segurança do país.

“Este é o resultado direto dos incentivos do Hamas e de Abu Mazen [o presidente palestino Mahmoud Abbas], incentivos que a comunidade internacional está ignorando de maneira irresponsável”, afirma um comunicado oficial do Governo israelense.

Abbas respondeu com outra nota à imprensa, na qual condena o crime explicitamente, algo que tinha evitado fazer até agora diante da quantidade de incidentes violentos que têm ocorrido em Israel nas últimas semanas.

O jornal Yedioth Ahronoth afirma que os responsáveis pelos ataques empunhavam revólveres, machados e facas, e entraram no complexo que abriga os dois edifícios religiosos antes do início das orações das 7h (3h em Brasília). Eles entraram no local onde está a sinagoga, que funciona diariamente, e atiraram contra as dezenas de fieis que já tinham começado a rezar. Além dos mortos, outros oito israelenses ficaram feridos, quatro deles gravemente.
A polícia ainda não confirmou, mas testemunhas afirmam que os invasores eram árabes que trabalham no bairro, um como faxineiro da sinagoga e outro em um supermercado em uma rua próxima. O carro no qual chegaram a Har Nof, um Skoda branco, está sendo neste momento analisado pela polícia, que está coletando evidências.

O templo e a yeshiva ficam no edifício Gabriel Safdié, na rua Har Shimon Agassi. Abraham, um jovem venezuelano residente no bairro há 10 anos, acredita que os autores do ataque escolheram o local porque “aqui ainda não chegou a vigilância extra imposta em outras áreas de Jerusalém”, quase 3.000 agentes mobilizados depois dos últimos atentados e enfrentamentos religiosos na Esplanada das Mesquitas (ou Monte do Templo, para os judeus).


“Aqui não tinha patrulhas nem pessoas armadas. Era um lugar fácil”,
lamenta o rapaz.


Alida, uma adolescente nascida em Har Nof, conta que saiu para a rua ao escutar os gritos dos fieis. Ela mora em frente à sinagoga. Seu pai viu o ocorrido e se escondeu em casa “correndo”. “É a primeira vez que acontece algo assim neste bairro. Até agora eu me sentia segura”, diz.

Neste momento, a mobilização policial na região é pequena, depois de ter-se pensado, a princípio, que poderia haver um terceiro agressor. Psicólogos estão no local, mas os moradores se mostram mais calmos e recusam seus serviços. Apenas um pequeno grupo começou a lançar gritos de “morte aos árabes” na porta do templo.

Fontes citadas pelo jornal Haaretz afirmam que os dois autores do ataque eram primos, e dizem que, após o atentado, a polícia israelense foi a suas casas em um bairro de Jerusalém Oriental e comunicaram suas mortes, provocando enfrentamentos com moradores palestinos.

Desde o princípio, a polícia e a imprensa qualificaram o incidente como um atentado terrorista. Pouco depois, o site do Yedioth Ahronoth reproduziu um comunicado no qual o grupo radical palestino Hamas (considerado como uma organização terrorista pelos Estados Unidos e pela União Europeia) comemorou o atentado. A nota afirma que o ataque é a vingança pela morte do motorista de ônibus Yusuf Hassan al Ramuni, encontrado enforcado em terminal viário de Jerusalém na noite de domingo. A polícia defende que ele se suicidou, baseada nos resultados da autópsia, mas sua família rejeita a afirmação. O Hamas diz ainda que o ataque também é uma resposta aos “atuais crimes israelenses em Al Aqsa”, a Esplanada das Mesquitas, e convoca novas ações.

O incidente ocorre após várias semanas de tensão entre israelenses e palestinos em Jerusalém, com uma série de atos terroristas e ataques a judeus que custou cinco vidas no último mês. Pelo menos 10 palestinos, incluindo os autores dos ataques, morreram nessa onda de violência. O medo de um novo levante palestino, uma terceira Intifada, se espalhou por Israel e pela comunidade internacional desde o início dessas agressões. O Reino Unido e a França foram os primeiros a condenar o ataque. O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou se tratar de um ato de “puro terror” e exigiu que os líderes palestinos rechacem o ocorrido.

Uri Maklef, vice-porta-voz do Knesset (Parlamento israelense) e membro do partido Judaísmo Unido da Torá, ao qual pertence o rabino da congregação atacada na terça-feira, pediu mão firme contra os terroristas, exigindo que se peça “ao Governo e às forças de segurança uma nova maneira de pensar”, já que os apelos por calma “não adiantaram”. “É preciso restringir de alguma maneira os movimentos dos árabes em Jerusalém”, afirmou.

Fonte: Jornal El País, entre outros.

EUA: Ataques a Centros Judaicos no Kansas Deixaram Três Mortos

Policiais investigando atentado no Centro da Comunidade Judaica em Overland Park,
no Kansas, no domingo, 13 de abril (Foto: John Sleezer / AP Photo).

Um dos ataques ocorreu em um centro comunitário, o outro em um centro para idosos, no Kansas.
Suspeito foi detido e gritou 'Heil Hitler!', dizem agências de notícias.

Três pessoas morreram no domingo (13/abril) depois que um homem abriu fogo em dois centros judeus diferentes nos arredores de Kansas City, nos Estados Unidos, um dia antes do início das festividades da Páscoa judaica.

O suspeito já foi detido, segundo a agência de notícias EFE. O nome dele é Frazier Glenn Cross, 73 anos, também conhecido como Frazier Glenn Miller, membro do fórum neonazista Vanguard News Network.

Frazier tem laços de longa data com grupos de supremacia branca e com núcleos antissemitas, de acordo com o Southern Poverty Law Center (SPLC), que rastreia atividades de grupos que estimulam o ódio racial e religioso. Nascido em Aurora, no Missouri, Frazier já foi líder da Ku Klux Klan e havia enviado até o momento mais de 12.000 mensagens ao fórum neonazista desde que se uniu ao grupo, segundo apurou o SPLC.

O primeiro tiroteio aconteceu em um centro comunitário judaico e o segundo aconteceu em Village Shalom, um centro residencial para a terceira idade de religião judaica, segundo relatórios policiais citados pelas cadeias de televisão local.

O rabino Herbert Mandl, capelão da polícia de Overland Park, informou à rede CNN que o primeiro tiroteio, no centro comunitário da periferia de Kansas City, aconteceu por volta das 13h locais, quando jovens participavam de um teste para um concurso de cantores.

O suspeito perguntou aos candidatos se eles eram judeus antes de abrir fogo, segundo Mandl. Duas pessoas foram mortas, entre elas um adolescente. Setenta e cinco pessoas estavam no teatro do centro comunitário, a maioria crianças, mas os responsáveis pela instituição destacaram que o incidente aconteceu no estacionamento, segundo o canal KCTV.

O centro judaico anunciou que fecharia as portas até terça-feira (15). "Nossos corações estão com as famílias que sofreram perdas neste dia trágico", publicou a instituição em sua página na internet. "Nossa profunda gratidão a todos aqueles, em Kansas City e no mundo, que expressaram sua simpatia, preocupação e apoio", acrescentou.

Segundo tiroteio

Quinze minutos após o primeiro atentado, o atirador dirigiu até a casa para idosos, onde matou uma mulher de 70 anos. Ele também atirou contra outras duas pessoas, sem atingi-las. A polícia prendeu o suspeito em uma escola primária em Overland Park. Segundo a emissora local KSHB, afiliada da NBC, ele gritava "Heil Hitler!" enquanto era escoltado. O chefe de polícia Douglass não confirmou esta versão.

Uma porta-voz do Hospital Regional Overland Park confirmou que um jovem de 14 anos deu entrada no hospital em estado grave após ter sofrido um ferimento por tiro, segundo a agência de notícias Reuters.

Atentado no Líbano

Pelos frutos se conhece a árvore:



(Photo via L'Orient-Le Jour Facebook page)


(Photo via @NMSyria)


(Photo via @Jeanassy)


(Photo via @Jeanassy)


(Photo via @Actualidad - source: AFP)


(Photo via @Jeanassy)


(Photo via @Jeanassy)


(Photo via @Jeanassy)


(Photo via @YorgoElBittar)


(Photo via @JourinKeelo)


(Photo via @Yasmineryan)


(Photo via @Chadyaj)


(Photo via @YorgoElBittar)


(Photo via @YorgoelBittar)


(Photo via @Diaydi)


(Photo via @Arabear)

 
 
 
Explosion Rocks Achrafieh
 

Link relacionado:
- Alta autoridade de segurança morre em atentado na capital do Líbano
 http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2012/10/alta-autoridade-de-seguranca-morre-em-atentado-na-capital-do-libano.html

Sinais dos Tempos: Mais 2 ataques contra igrejas no Quênia

A igreja atacada neste domingo, no Quênia: 17 pessoas morreram
(Chris Mann/AP)
Pelo menos 17 pessoas perderam a vida, este domingo, em atentados contra duas igrejas cristãs na cidade queniana de Garissa, próximo da fronteira com a Somália, durante a reunião dominical.
 
O ataque foi perpetrado por seis homens encapuçados que lançaram granadas e abriram fogo no interior dos templos. Nenhuma organização reivindicou por enquanto os atentados, mas a polícia suspeita de ligações ao grupo Al Shabab.
 
A cidade de Garissa situa-se a uma centena de quilômetros do campo de refugiados somali de Dadaab, onde foram sequestrados na sexta-feira, quatro trabalhadores humanitários estrangeiros.
Esta área serve de base de apoio às incursões do exército do Quénia contra as milicias Al Chabaab.

 
Sobrevivente de um dos atentados islâmicos cometidos neste domingo no Quênia

Fonte: Euro News.

Obs: O Quênia é cenário de ataques desde que enviou tropas ao sul da Somália (em outubro do ano passado) para ajudar a combater os terroristas do grupo Al Shabab. Forças de segurança que patrulham o setor queniano da fronteira também passaram a ser regularmente alvos de ataques.


Links relacionados:
- Terror da Al Qaeda ganha reforço dos somalis do Al Shabab
- Embaixada dos EUA no Quênia emite alerta de ataques extremistas
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2012/06/120623_quenia_alerta_eua_jp_rn.shtml
  
- Trabalhadores humanitários são sequestrados no Quênia
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2012/06/120629_quenia_sequestro_lgb_rn.shtml
  
- Radicais islâmicos atacam cristãos na Índia

- Os cristãos da India estão sendo alvo de violentos ataques

Sinais dos Tempos: Atentados Muçulmanos contra Igrejas na Nigéria

Curiosos se aglomeram ao redor da igreja Shalom, no norte da cidade de Kaduna
Foto: Reuters

Trinta e seis pessoas morreram e cerca de cem ficaram feridas em atentados praticados neste domingo contra cinco igrejas do estado de Kaduna (norte da Nigéria) e em violentas manifestações de cristãos realizadas depois do ataque, indicou uma autoridade da Agência Nacional de Situações de Emergência (NEMA).

Segundo a polícia, 16 pessoas foram mortas em explosões em três igrejas. Além disso, um membro da Cruz Vermelha na cidade de Kaduna indicou à AFP que os serviços de emergência tinham conseguido "recuperar até o momento os corpos de 20 pessoas" mortas em tumultos, em grande parte queimadas.

Cinco atentados a bomba, incluindo um suicida, atingiram neste domingo de manhã igrejas cristãs de Zaria e em Kaduna, as duas principais cidades do estado de Kaduna, em uma região regularmente sacudida pela violência atribuída ao grupo islamita Boko Haram. Um cessar-fogo de 24 horas foi imediatamente decretado no estado pelas autoridades locais. "Atentados suicidas atingiram igrejas nos bairros de Wusasa e Sabongari, de Zaria, assim como o bairro de Trikania, em Kaduna", indicou um porta-voz da polícia do Estado, Aminu Lawan.

Outros dois ataques atingiram em seguida duas igrejas de Kaduna, nos bairros de Nassarawa e Barnawa, no sul da cidade, segundo um porta-voz da NEMA, Aliyu Mohammed. Em Zaria, as explosões atingiram a catedral católica de Cristo Rei e a igreja evangélica da Boa Nova. Em Kaduna, a igreja de Sharon ficou bastante danificada, nas áreas do sul desta cidade de maioria cristã. Esses ataques não foram reivindicados, mas o grupo islamita Boko Haram, autor de diversos atentados tendo como alvo os cristãos, havia declarado recentemente que manteria os ataques a igrejas.

Um fiel do bairro de Wusasa, em Zaria, disse que "muitas pessoas na igreja tinham ficado feridas". Em Sabongari, na mesma cidade, um morador indicou que a igreja tinha ficado seriamente danificada. "É evidente que há mortos, por causa do tamanho dos estragos e do fogo", disse Mahmud Hamza à AFP. Um outro morador afirmou que viu de longe "corpos aparentemente sem vida sendo retirados da igreja".

Multidões de cristãos revoltados saíram às ruas para se vingar dos muçulmanos em uma área majoritariamente cristã da cidade de Kaduna, capital do estado de mesmo nome. Compostos essencialmente de jovens cristãos, os grupos montaram barricadas em uma grande estrada em direção à capital federal Abuja, principalmente nas localidades de Trijania, Gonin Gora e Sabon Tasha, parando carros e separando os muçulmanos. Um correspondente da AFP viu dois corpos de pessoas linchadas.

Já no domingo passado, atentados reivindicados pelos islamitas do Boko Haram tinham atingido duas igrejas do centro e do nordeste da Nigéria, deixando quatro mortos, incluindo um terrorista suicida, e cerca de cinquenta feridos. Um porta-voz dos islamitas havia declarado que esses ataques tinham como objetivo mostrar que o grupo permanece ativo, apesar das operações de repressão das forças de segurança. "O Estado nigeriano e os cristãos são nossos inimigos e lançaremos ataques contra o Estado e seu aparato de segurança, assim como contra as igrejas até que atinjamos o nosso objetivo de formar um Estado islâmico no lugar do Estado laico", disse.

O Boko Haram intensifica desde meados de 2009 os atentados, principalmente nas cidades do norte, de maioria muçulmana, que deixaram mais mil mortos. Esses ataques têm como alvo principalmente membros das forças de segurança, autoridades do governo e locais de culto cristãos. A Nigéria, país do populoso da África com cerca de 160 milhões de habitantes, está dividido entre um norte majoritariamente muçulmano e um sul cristão mais rico, graças ao petróleo.

Fonte: Portal Terra.

Atirador mata quatro pessoas em escola judaica na França

Antes do ataque, duas sinagogas em Paris já haviam recebido ameaças

Três crianças e um adulto morreram durante um atentado a uma escola em Toulouse, no sul da França, nesta segunda-feira (19/03). É o pior ataque a uma instituição judaica na França nos últimos 30 anos. Os mortos são um professor e dois filhos dele, de 3 e 6 anos, e a filha de 10 anos do diretor da escola Ozar Hatorah. Um jovem de 17 anos ficou gravemente ferido.

O ataque está sendo investigado pela Promotoria Pública de Paris, que é responsável por casos de terrorismo. Promotores vão abrir três processos para investigar as ligações entre o tiroteio ocorrido na escola nesta segunda-feira e outros dois episódios ocorridos na semana passada envolvendo ataques a tiros contra soldados franceses.

Há poucos dias, na mesma região, três soldados (muçulmanos de origem norte-africana) foram assassinados em dois episódios distintos mas possivelmente conectados em que o atirador passou de motocicleta e fez os disparos do meio da rua. Os soldados e as vítimas da escola teriam sido atingidos por balas de mesmo calibre. Um quarto soldado, gravemente ferido, era negro originário das Antilhas Francesas.

Estudantes se reúnem na entrada da escola após o ataque

As semelhanças entre os ataques aumentaram as especulações de que se trata de crimes racistas em série. Por meio de nota, os promotores de Paris afirmaram que abrirão os inquéritos de assassinato e tentativa de assassinato para investigar suspeitas de que os episódios estejam relacionados com uma associação terrorista.

Tragédia nacional

O presidente Nicolas Sarkozy foi a Toulouse com seu ministro da Educação e um representante de organizações judaicas na França. Ele qualificou o caso como uma "tragédia nacional" e pediu que todas as escolas francesas façam um minuto de silêncio nesta terça-feira, em homenagem às vítimas.

De acordo com testemunhas, por volta das 8h (horário local) desta segunda-feira um homem armado desceu da moto e abriu fogo contra as crianças e adultos reunidas em frente à escola. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

Perita trabalha na cena do crime em frente à escola judaica Ozar Hatorah, em Toulouse

Diversas autoridades israelenses manifestaram-se repudiando o ataque. O ministro israelense do Exterior, Avigdor Lieberman, afirmou estar "profundamente chocado" com o ataque.

"Apenas uma pessoa possessa pelo mal demoníaco poderia conduzir um assassinato terrível contra crianças numa escola", disse Lieberman por meio de um comunicado. "Confiamos nas autoridades francesas para o esclarecimento deste crime e para que os executores sejam levados à Justiça."

O presidente da União dos Estudantes Judeus da França, Jonathan Hayoun, pediu às autoridades um reforço na segurança nas escolas judaicas do país e nas sinagogas. Hayoun acredita que "discursos antissemitas e racistas criam um clima de insegurança para os judeus na França".

Revisão: Alexandre Schossler
MSB/afp/rtr/dpa

Links relacionados:
- Assassino em série da França seria paranóico racista
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- Ataque contra escola judaica ‘feriu toda a França’, diz Sarkozy
- Autoridades temem ação de serial killer em ataques na França
- França caça autor de ataques contra escola judaica e soldados
- França: ligação entre morte de militares e tiroteio em colégio

Bomba mata cientista nuclear em Teerã; Irã acusa Israel

Carro do cientista nuclear Mustafa Ahmadi Roshan, 32 anos,
foi coberto com uma lona após a explosão em Teerã
(Foto: AFP)

O cientista nuclear iraniano e professor universitário Mostafa Ahmadi Behdast Roshan, 32 anos, morreu nesta quarta-feira após uma bomba explodir em seu carro no norte de Teerã, informou a imprensa local. A explosão, que feriu outras duas pessoas, aconteceu no bairro de Seyed Khandan, próximo a uma universidade, Se testemunhas, o artefato foi colocado no veículo por um indivíduo que estava em uma motocicleta.

Imediatamente após o atentado, o vice-governador de Teerã acusou Israel pela morte do cientista. "Israel é responsável por este atentado, o método se parece com o utilizado nos atentados contra os cientistas nucleares iraniano", declarou o vice-governador Safal Ali Baratloo, de acordo com o canal árabe Al-Alam.

Segundo divulgou a agência Irna, os deputados iranianos condenaram o ataque e gritaram palavras de ordem como "morte aos Estados Unidos", "morte a Israel" e "morte aos hipócritas", depois de o vice-presidente do Parlamento, Seyed Shahabedin Sadr, anunciar que agentes "da arrogância mundial martirizaram outro importante professor universitário".

Roshan era professor da Universidade Tecnológica de Teerã e supervisionava a usina de enriquecimento de urânio de Natanz, na província de Isfahan. Ela é a principal instalação de enriquecimento de urânio do país, com 8 mil centrífugas. A morte de Roshan acontece exatamente dois anos depois do falecimento de Majid Shahriari, um famoso cientista nuclear iraniano, em outro atentado.

Outra imagem do carro do cientista iraniano Mustafa Roshan

Tensão nuclear

O atentado ocorre em um momento de especial tensão internacional pelo programa nuclear iraniano. Na última segunda-feira, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou que o Irã começou a produzir urânio enriquecido a 20% em sua nova planta de Fordo, a 160 quilômetros de Teerã.

Até agora, o Irã havia purificado urânio até esse nível - considerado um passo prévio ao urânio altamente enriquecido para bombas atômicas - só em Natanz. Grande parte da comunidade internacional acusa o regime iraniano de esconder, sob seu programa civil, outro de natureza clandestina e ambições bélicas cujo objetivo seria produzir armas atômicas, o que Teerã nega.

As suspeitas se centram, principalmente, no programa de enriquecimento de urânio do Irã, país que advertiu que sob nenhum conceito renunciará a este direito. Na segunda-feira, durante visita a Venezuela, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, declarou que as acusações sobre os supostos planos de seu país de construir bombas são "motivos parar rir" e escondem a intenção de evitar o desenvolvimento do Irã.

Histórico de atentados

A morte de Roshan acontece dois anos depois da morte, em janeiro de 2010, de Majid Shahriari e Massoud Ali Mohammadi, dois conhecidos cientistas nucleares iranianos, também em atentados. Em outro desses ataques, em novembro de 2010, Fereydoon Abbsi Davani ficou ferido, pesquisador vinculado a poderosa Guarda Revolucionária iraniana, que após o atentado foi nomeado chefe do Organismo para a Energia Atômica iraniano.

Em agosto, o cidadão iraniano Majid Jamali-Fashi admitiu ter recebido ajuda dos serviços secretos israelenses (Mossad) para perpetrar o atentado com moto-bomba contra Mohammadi, especialista em partículas nucleares. Jamali-Fashi foi condenado à morte.

Fonte: Portal Terra.

Link relacionado:
- Quatro cientistas iranianos assassinados em dois anos

Palestino rouba táxi e fere 7 pessoas em Tel Aviv


ISRAEL - Sete pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave, esta madrugada quando um palestino de Nablus roubou um táxi, atropelou vários policiais e apunhalou transeuntes no sul de Tel Aviv, informa a polícia local.

Cinco dos feridos são policiais, enquanto os outros dois são um guarda privado de segurança do local e um civil.

A polícia assegura que se trata "definitivamente de um atentado terrorista" que aconteceu por volta das 2h (horário local) perto do popular clube noturno Haoman 17, no qual cerca de mil jovens participavam de uma festa.

O autor foi identificado pela polícia como um palestino na faixa dos 20 anos e natural da cidade de Nablus, no norte do território ocupado da Cisjordânia.

O agressor tomou um táxi em Jafa, perto de Tel Aviv, do qual expulsou à força o motorista para se dirigir rumo ao citado clube noturno, onde frequentemente se podem ver dezenas de jovens fazendo fila em frente à porta.

Perto do local, a polícia tinha postado uma viatura, contra a qual o palestino jogou o veículo.

Depois saiu do automóvel e apunhalou transeuntes enquanto gritava "Allahu akbar" (Alá é grande), geralmente proferido por fundamentalistas islâmicos em seus atentados, antes de ser rendido.

Enquanto isso, o Exército aumentou sua presença em torno da Faixa de Gaza e na fronteira com o Egito, após receber informação de que um membro da Jihad Islâmica cruzou da faixa para o Sinai para perpetrar um atentado em Israel.



Ps: E ainda tem gente que acredita que o Islã é uma religião de paz... (como diria o Robin: "Santa Ingenuidade, Batman!").

Terrorista norueguês NÃO é cristão fundamentalista


Em mais uma demonstração de precipitação e preconceito, a maioria esmagadora da imprensa internacional apressou-se em classificar o terrorista norueguês Anders Behring Breivik, que matou mais de 90 pessoas no final de semana, como “fundamentalista cristão”, quando o seu manifesto de 1.500 páginas, divulgado recentemente, mostra exatamente o contrário.

Breivik afirma que não é religioso, declara ter dúvidas sobre a existência de Deus e que não ora, coloca a cultura cristã no mesmo nível de importância da cultura pagã dos antigos nórdicos e diz que em relação ao cristianismo é apenas pragmático, apoiando nele apenas aquilo que poderia servir estrategicamente à sua ideologia tresloucada.

Em seu manifesto, Breivik ainda faz elogios a Charles Darwin, cujas teorias evolutivas se chocam com as afirmações da Bíblia. Diz ele:

“Quanto à Igreja e à Ciência, é essencial que a Ciência tenha uma prioridade incontestável sobre os ensinamentos bíblicos. A Europa sempre foi o berço da Ciência, e deve sempre continuar a ser assim. Quanto à minha relação pessoal com Deus, acho que não sou um homem profundamente religioso. Sou, em primeiro lugar, um homem de lógica. No entanto, eu sou um apoiador de uma Europa cristã monocultural”.

O terrorista norueguês declara ainda que não encontra apoio para suas ideias violentas em qualquer uma das igrejas cristãs, sejam elas a católica ou as protestantes, e diz que deseja vê-las todas reformadas para adequarem-se à sua visão de mundo. Escreve Breivik:

“Espero que a futura liderança de uma hegemonia cultural europeia conservadora na Europa vá garantir que a liderança da Igreja atual seja substituída e os sistemas, reformados. [...] Temos que ter uma liderança da Igreja que apóia uma Cruzada futura com a intenção de libertar os Balcãs, Anatólia e criar três estados cristãos no Oriente Médio. Devem ser feitos esforços para facilitar a desconstrução da Igreja Protestante, cujos membros devem converter-se de volta ao Catolicismo. A Igreja Protestante teve um papel importante uma vez, mas seus objetivos originais foram realizados e têm contribuído para reformar a Igreja Católica também. Europa deve ter uma Igreja unida conduzida por um papa justo e não-suicida, que estaja disposto a lutar pela segurança de seus súditos, especialmente no que diz respeito a atrocidades islâmicas”.

Breivik demonstra muito orgulho pela cultura pagã nórdica, para qual dá o mesmo status de importância à cultura cristã. Escreve ele:

“Estou muito orgulhoso de minha herança Viking”.

Destaca até o orgulho que tem pelo seu nome de origem Viking:

“Meu nome, Breivik, é um nome local a partir do norte da Noruega, e pode ser datado de antes mesmo da era Viking. Behring é um nome pré-cristão germânico, que é derivado de Behr, da palavra germânica para Bear (ou ‘os que são protegidos pelo urso’)”.

E voltando a falar sobre o cristianismo, ele diz que defende “uma reforma do protestantismo que o conduza a ser absorvido pelo catolicismo”.

Da mesma forma como aconteceu com o terrorista norte-americano Timothy McVeigh, autor dos terríveis atentados a bomba em Oklahoma City (EUA) no final dos anos 90, e que chegou a ser tratado pela mídia internacional inicialmente como “fundamentalista cristão”, mas que afirmou categoricamente que não tinha nenhuma crença religiosa, era ateu e depositava a sua fé apenas na ciência, o mesmo ocorre agora com Breivik, que sequer é membro ou congregou alguma vez em alguma igreja cristã em sua vida, esposa crenças que se chocam frontalmente com a fé cristã e prega a desconstrução das igrejas protestantes e católicas para adequá-las à sua ideologia, mas foi classificado pela imprensa como “fundamentalista cristão” porque defende uma “cruzada contra o Islã”.

Sobre sua crença em Deus, Breivik afirma que era até pouco tempo um “agnóstico moderado” e que hoje se considerada apenas alguém “moderadamente religioso”, mas diz que “nunca” orou.

Em uma seção de perguntas e respostas de seu manifesto, Breivik se pergunta: “Quais devem ser nossos objetivos civilizacionais? Como você imagina uma Europa perfeita?”. Sua resposta: “Lógica e pensamento racionalista (com um certo grau de darwinismo nacional) devem ser os fundamentos de nossas sociedades. Apoio a propagação do pensamento racional coletivo, e não necessariamente em um nível pessoal”. Sim, o tal “fundamentalista cristão”, como foi erroneamente pintado Breivik, declara com todas as letras que os fundamentos que ele defende para a formação de uma sociedade ideal são “a lógica e o pensamento racionalista com um certo grau de darwinismo social”. Isso é simplesmente a antítese do pensamento cristão: racionalismo e darwinismo social.

Breivik também faz questão de deixar claro que seu apoio a certos valores da cultura cristã são fruto de conveniência política e pragmatismo, em vez de compromisso religioso ou fé: “A minha escolha [por apoiar certos aspectos da cultura cristã] não tem nada a ver com o fato de que não estou orgulhoso das minhas próprias tradições e herança. Minha escolha foi baseada puramente no pragmatismo. Todos os europeus estão neste barco juntos, então temos de escolher uma plataforma mais moderada que possa apelar a um grande número de europeus – preferencialmente 50% deles, realisticamente até 35%”.

Breivik também afirma ser membro da maçonaria, o que a maioria dos cristãos considera ser uma organização que se choca com a fé cristã. Mais especificamente, ele chama a si mesmo um “cavaleiro justiceiro”, uma espécie de cruzado, e explica o que isso significa:

“Como esta é uma guerra cultural, a nossa definição de ser um cristão não constitui necessariamente que você é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus. Ser um cristão pode significar muitas coisas: que você acredita e quer proteger a herança cristã da Europa cultural, o patrimônio cultural europeu, nossas normas (códigos morais e as estruturas sociais incluídos), as nossas tradições e nossos sistemas políticos modernos, que são baseados no cristianismo (protestantismo, catolicismo e cristianismo ortodoxo) e no legado do iluminismo europeu – a razão é a nossa fonte primária de autoridade e legitimidade. Não é necessário que você tenha um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus, a fim de lutar pela nossa herança cultural cristã e estilo europeu. Em muitos aspectos, nossas sociedades modernas e o secularismo europeu são resultado da cristandade europeia e do iluminismo. Portanto, isso é essencial para entender a diferença entre uma ‘teocracia fundamentalista cristã’ – tudo que não queremos – e uma sociedade secular europeia, com base em nossa herança cultural cristã – o que queremos). Então, não, você não precisa ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus para lutar por nossa herança cultural cristã. Basta que você seja um agnóstico ou um cristão ateu: um ateu que quer preservar pelo menos o básico do legado cultural europeu cristão – feriados cristãos, Natal e Páscoa. O PCCTS, os Cavaleiros Templários, portanto, não são uma organização religiosa, mas, sim, uma ordem militar ‘culturalista’ cristã”.

Mais de uma vez, Breivik faz questão de frisar que não é motivado pela fé cristã. E ressalta:

“Eu não vou fingir que sou uma pessoa muito religiosa, pois isso seria uma mentira. Eu sempre fui muito pragmático e influenciado pelo meu ambiente secular. No passado, eu lembro que eu costumava pensar: ‘A religião é uma muleta para as pessoas fracas. Por que acreditar em um poder superior se eu tiver confiança em mim mesmo? Patético’. Talvez isso seja verdade para muitos casos. A religião é uma muleta para muitas pessoas fracas, algumas pessoas abraçam a religião por razões de auto-ajuda, como uma fonte para delinear sua força mental (para alimentar o seu estado emocional fraco, por exemplo, durante a doença, a pobreza, a morte etc). Como não sou hipócrita, eu vou dizer diretamente que essa é a minha agenda também. No entanto, eu ainda não senti a necessidade de pedir a Deus força”.

Por Silas Daniel para o CPAD News, com informações do World Net Daily


Notícia relacionada:

- Assassino de Oslo queria vinho e prostitutas antes do massacre
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,assassino-de-oslo-queria-vinho-e-prostitutas-antes-do-massacre,749559,0.htm

Atentado em Jerusalém

Diversas pessoas foram retiradas do local em macas

A explosão ocorreu perto da principal entrada de Jerusalém por uma bomba detonada a distância, colocada próxima à estação do onibus, em um telefone público. O atentado aconteceu por volta das 15h no horário em Israel, em torno de 10h no horário de Brasília.

São em torno de 31 feridos, 5 em estado grave, 5 em estado médio, e os demais com ferimentos leves, infelizmente uma senhora de 59 anos foi vitima fatal deste atentado. A explosão abalou prédios a centenas de metros de distância e feriu dezenas de pessoas que estavam dentro de um ônibus da linha 174 - ou próximo a ele.

O motorista havia parado para pegar passageiros em um ponto entre a estação central e o Centro de Convenções Internacional de Jerusalém, na entrada ocidental de Jerusalém.

A explosão ocorre em um momento de tensão na fronteira da Faixa de Gaza, com um aumento do número de foguetes palestinos lançados contra o território israelense e ataques aéreos em represália.

Fazia quatro anos que não havia um grande atentado terrorista em Israel. O último aconteceu há em 6 de março de 2008, quando um palestino atacou um centro de estudos talmúdicos em Jerusalém Ocidental - Yeshivat Merkaz Harav, deixando oito mortos e nove feridos.


Fonte: Koshermap.


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"Tirem todas as armas dos árabes e a guerra deixará de existir. Tirem todas as armas de Israel e Israel é quem deixará de existir."