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Gritando "Alá é grande", motorista atropela 12 pessoas na França


Um motorista atropelou de propósito doze pessoas, duas estão em estado grave, na cidade de Dijon, a 300 quilômetros de Paris, na França, neste domingo.

Segundo fontes da polícia, gritando em árabe "Alá é grande" (“Allahu Akbar”) e “em nome das crianças da Palestina”, o condutor primeiro atingiu quatro pessoas. Alguns minutos depois ele teria atingido sete pessoas, de acordo com o jornal local “Le Bien Public“. Toda a ação teria durado meia hora.

As autoridades francesas trabalham com a hipótese que seja um atentado terrorista e um ato de islamismo radical, e já transferiram as investigações para a célula antiterrorista de Paris.

O motorista, um homem de 40 anos, fugiu após os ataques mas foi acabou preso pela polícia. De acordo com o porta-voz do Ministério do Interior, Pierre-Henry Brandet, o agressor aparenta ser desequilibrado e estaria fazendo tratamento em um hospital psiquiátrico.

O primeiro ministro da França, Manuel Valls se manifestou via twitter.

“Solidariedade às vítimas de Dijon e apoio às famílias”.

Os ataques ocorrem um dias após um homem — também gritando “Alá é grande” — entrar em uma delegacia de polícia de Joué-lès-Tours, no Centro-oeste da França, e esfaquear três policiais antes ser morto pelos agentes. Os policiais feridos estão fora de perigo.

Em um comunicado, a União de mesquitas da França condenaram a agressão. Eles pediram aos jovens franceses para “não se equivocarem de inimigos e de combate”.


Outra notícia relacionada:

- Homem que atacou polícias numa esquadra era um francês convertido ao islão
http://observador.pt/2014/12/21/homem-que-atacou-policias-numa-esquadra-era-um-frances-convertido-ao-islao/#

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Comentário do blog

O fruto não cai longe do pé...
Ou como ensinava aquele grande sábio que nasceu há cerca de 2 mil anos atrás: "Pelos frutos os conhecereis."

Toda árvore que produz frutos bons é considerada uma árvore boa, assim como toda árvore que produz frutos ruins é considerada uma árvore ruim.

Não se pode colher figos de espinheiros, nem uvas de espinhos, pois não existe árvore boa que produza frutos ruins, nem árvore ruim que produza frutos bons.

Pelo fruto se conhece a árvore. Se a árvore produz bons frutos é porque é uma árvore boa, mas se a árvore produz frutos ruins (como espinhos, ervas daninhas - e homicídios por motivos religiosos...) é porque é uma árvore ruim e seu destino é ser rejeitada, separada e no final lançada ao fogo.

Ativista do Femen simula aborto e urina em frente ao altar de uma igreja em Paris

 
As palavras "344 cadelas" se referem às mulheres
que assinaram pedido para descriminalizar o aborto

PARIS - Uma ativista que disse pertencer ao grupo feminista Femen simulou nesta sexta-feira (20) um aborto antes de urinar em frente ao altar da igreja da La Madeleine em Paris, indicaram fontes concordantes, no dia seguinte a uma ação parecida na Praça São Pedro.

A ativista, com os seios expostos, se dirigiu para o altar na manhã desta sexta-feira (20) no momento que cerca de dez integrantes de um coral ensaiavam.

Segundo o padre, a jovem depositou um pedaço de fígado de boi representando um feto antes de urinar nas escadas do altar.

Ela deixou a igreja sem pronunciar uma única palavra.

Segundo um fotógrafo da AFP, as palavras "344 cadelas" estavam escritas em sua barriga, em referência ao manifesto das 343 mulheres que assinaram na França um pedido pela descriminalização do aborto e pela legalização da interrupção voluntária da gravidez em abril de 1971.

Em suas costas estava escrito "Christmas is aborted" (O Natal está abortado).

Uma investigação policial foi iniciada depois que o padre apresentou uma queixa contra a ativista.

Na quinta-feira, uma ucraniana do Femen tirou sua camisa na Praça São Pedro, no Vaticano, para protestar contra a condenação do aborto pela Igreja Católica.

"Christmas is canceled, Jesus is aborted" ("O Natal está cancelado, Jesus foi abortado", teria gritado ele várias vezes, com os seios à mostra exibindo a mesma frase pintada com letras coloridas.

Sarcozy: Qualquer pessoa que consultar páginas na internet que promovam a violência será castigada penalmente


Após a morte do terrorista muçulmano Mohamed Merah (que primeiro assassinou três soldados e depois três crianças e um rabino em uma escola judaica de Toulouse, na França), o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou nesta quinta-feira (22/03) que pretende instituir leis que aumentem as punições para quem fizer apologia ao terrorismo e incitar ódio e violência pela internet.

"A partir de agora, QUALQUER pessoa que CONSULTAR páginas na internet que promovam a violência será castigada penalmente", afirmou Sarkozy no palácio do Eliseu.

E acrescentou:
"Qualquer pessoa que se deslocar para o estrangeiro para seguir trabalhos de doutrinamento de ideologias que levam ao terrorismo será castigada penalmente".

E sobre as prisões francesas estarem cheias de imigrantes muçulmanos oriundos das ex-colônias do norte da África, Sarcozi afirmou também:
"Com o primeiro-ministro (François Fillon), pedi ao ministro da Justiça que realize uma reflexão profunda sobre a propagação destas ideologias no âmbito carcerário".

Fonte: Último Segundo.

Uma curiosidade: atualmente vivem na França cerca de 5 milhões de muçulmanos (a maior comunidade da Europa ocidental).

Atirador mata quatro pessoas em escola judaica na França

Antes do ataque, duas sinagogas em Paris já haviam recebido ameaças

Três crianças e um adulto morreram durante um atentado a uma escola em Toulouse, no sul da França, nesta segunda-feira (19/03). É o pior ataque a uma instituição judaica na França nos últimos 30 anos. Os mortos são um professor e dois filhos dele, de 3 e 6 anos, e a filha de 10 anos do diretor da escola Ozar Hatorah. Um jovem de 17 anos ficou gravemente ferido.

O ataque está sendo investigado pela Promotoria Pública de Paris, que é responsável por casos de terrorismo. Promotores vão abrir três processos para investigar as ligações entre o tiroteio ocorrido na escola nesta segunda-feira e outros dois episódios ocorridos na semana passada envolvendo ataques a tiros contra soldados franceses.

Há poucos dias, na mesma região, três soldados (muçulmanos de origem norte-africana) foram assassinados em dois episódios distintos mas possivelmente conectados em que o atirador passou de motocicleta e fez os disparos do meio da rua. Os soldados e as vítimas da escola teriam sido atingidos por balas de mesmo calibre. Um quarto soldado, gravemente ferido, era negro originário das Antilhas Francesas.

Estudantes se reúnem na entrada da escola após o ataque

As semelhanças entre os ataques aumentaram as especulações de que se trata de crimes racistas em série. Por meio de nota, os promotores de Paris afirmaram que abrirão os inquéritos de assassinato e tentativa de assassinato para investigar suspeitas de que os episódios estejam relacionados com uma associação terrorista.

Tragédia nacional

O presidente Nicolas Sarkozy foi a Toulouse com seu ministro da Educação e um representante de organizações judaicas na França. Ele qualificou o caso como uma "tragédia nacional" e pediu que todas as escolas francesas façam um minuto de silêncio nesta terça-feira, em homenagem às vítimas.

De acordo com testemunhas, por volta das 8h (horário local) desta segunda-feira um homem armado desceu da moto e abriu fogo contra as crianças e adultos reunidas em frente à escola. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

Perita trabalha na cena do crime em frente à escola judaica Ozar Hatorah, em Toulouse

Diversas autoridades israelenses manifestaram-se repudiando o ataque. O ministro israelense do Exterior, Avigdor Lieberman, afirmou estar "profundamente chocado" com o ataque.

"Apenas uma pessoa possessa pelo mal demoníaco poderia conduzir um assassinato terrível contra crianças numa escola", disse Lieberman por meio de um comunicado. "Confiamos nas autoridades francesas para o esclarecimento deste crime e para que os executores sejam levados à Justiça."

O presidente da União dos Estudantes Judeus da França, Jonathan Hayoun, pediu às autoridades um reforço na segurança nas escolas judaicas do país e nas sinagogas. Hayoun acredita que "discursos antissemitas e racistas criam um clima de insegurança para os judeus na França".

Revisão: Alexandre Schossler
MSB/afp/rtr/dpa

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França dissolve grupo islamita radical adepto da luta armada


O ministro do Interior francês, Claude Guéant, anunciou nesta segunda-feira a dissolução de um grupo islamita radical por apologia à luta armada e garantiu a expulsão nos próximos dias de um imame pelo teor antissemita de seus sermões.

"Não podemos permitir em nosso país um grupo formar pessoas para a luta armada com intuito terrorista", afirmou Guéant à imprensa.

O grupo dissolvido, o Forsane Alizza, foi fundado em 2010 e tinha um site onde divulgava vídeos incitando a violência, revelou o político.

A Polícia considerou que o grupo propagava uma teoria na qual incentivava "à luta armada por motivos religiosos".

Seu fundador, Mohammed Achamlane, é contra a lei que proíbe a burca e por causa disso queimou publicamente um exemplar do Código Penal francês em agosto.

O ministro do Interior anunciou a expulsão do imame tunisiano Mohammed Hammami por ter feito um discurso antissemita em sua sala de culto do 11º distrito de Paris.

De acordo com Guéant, o imame convocou aos presentes à cerimônia "agredir mulheres adúlteras até a morte".

O "Le Figaro" publicou que Hammami convencia seus fiéis a "não colocar dinheiro nos bancos porque isso beneficia os judeus".

Fonte: Folha.

O Início do Fim: UNIÃO FISCAL EUROPÉIA

Europa está próxima de criar união fiscal,
afirma Angela Merkel

Os países que formam a União Européia estão agora prestes a criar um novo Tratado que definirá a criação de um MINISTÉRIO DE FINANÇAS SUPRA-NACIONAL para CONTROLAR A ECONOMIA DE TODOS OS PAÍSES DA ZONA DO EURO.

A notícia foi dada pela primeira-ministra alemã, Angela Merkel. Seu colega francês, Nicol Sarkozy, recordou nesta última quinta-feira que o Banco Central Europeu é independente e continuará sendo, mas que diante do risco deflacionista que ameaça a Europa, o BCE atuará.

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