Alabaster Box

TEVE OU NÃO TEVE UM PROJETO?

Issus coleoptratus

Acreditava-se que mecanismos de engrenagem eram resultado da criatividade humana. Mas agora foi provado o contrário. Descobriu-se uma estrutura similar a uma engrenagem com rodas dentadas num inseto — a ninfa do Issus coleoptratus, encontrado em jardins em toda a Europa.*

A ninfa desse inseto pode alcançar uma velocidade de 3,9 metros por segundo em apenas dois milésimos de segundo. Isso submete seu corpo a uma força quase 400 vezes maior do que a força da gravidade! Esse inseto pode sumir de vista num piscar de olhos. Para um salto como esse, é necessário que as duas pernas traseiras dele exerçam exatamente a mesma força ao mesmo tempo. Qual é o segredo por detrás dessa façanha?

Analise o seguinte: cientistas descobriram dentes de engrenagem onde as pernas traseiras se juntam ao corpo do inseto. Quando ele salta, os dentes de uma perna se encaixam nos dentes da outra, fazendo com que as duas pernas estejam perfeitamente sincronizadas. Se não houvesse essa sincronia, o salto se tornaria um giro descontrolado.

A engrenagem do Issus coleoptratus

Quando animais maiores saltam, seu sistema nervoso comanda a sincronização das pernas. Mas para a ninfa do Issus coleoptratus, os pulsos neurais seriam muito lentos. Por isso, ela possui essa engrenagem.

"Quando pensamos em engrenagens, geralmente as associamos a máquinas projetadas pelo homem", diz o escritor e pesquisador Gregory Sutton. Ele acrescenta que a razão disso é que "não procuramos o suficiente".

O que você acha? Será que a engrenagem da ninfa do inseto Issus coleoptratus é resultado da evolução? Ou teve um projeto?

* O inseto perde essa engrenagem na transição para a fase adulta.

Fonte: http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/102015287

Ps: Outros sites informam que, para esse inseto pular, essa engrenagem biológica gira a 50.000 "dentes" por segundo!



Links relacionados:

- Creature with interlocking gears on legs discovered
http://www.foxnews.com/science/2013/09/14/creature-with-interlocking-gears-on-legs.html

- Found: The First Mechanical Gear in a Living Creature
http://www.popularmechanics.com/science/animals/a9449/the-first-gear-discovered-in-nature-15916433/

- Functioning ‘mechanical gears’ seen in nature for the first time
http://www.cam.ac.uk/research/news/functioning-mechanical-gears-seen-in-nature-for-the-first-time

- Gearing up to jump: insect leg cogs
http://www.thenakedscientists.com/HTML/science-news/news/1000317/

- Gears evolved in nature long before humans 'invented' them
http://www.theguardian.com/science/2013/sep/13/gears-evolved-nature

- Insect leg cogs a first in animal kingdom
http://www.nature.com/news/insect-leg-cogs-a-first-in-animal-kingdom-1.13723

- Insect Mechanical Gears Discovered In Nature: How Are Organic Gears Used? [PHOTO, VIDEO]
http://www.isciencetimes.com/articles/6055/20130913/insect-mechanical-gears-discovered-nature-organic-used.htm

- Interacting Gears Synchronize Propulsive Leg Movements in a Jumping Insect
http://www.sciencemag.org/content/341/6151/1254.full  (usuário: BAROBID, senha: BAROBID)

- Mechanical gears in jumping insects
https://www.youtube.com/watch?v=Q8fyUOxD2EA

- Nature outdoes engineers again: High-speed 'mechanical gears' discovered for the first time on the hind legs of a plant hopping insect
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2418912/Baby-Issus-bug-discovered-high-speed-mechanical-gears-legs.html

- Researchers find gears in nature – on planthopper insects
http://articles.latimes.com/2013/sep/14/science/la-sci-leg-gears-20130914

- The First Gear Discovered in an Insect
http://interestingengineering.com/the-first-gear-discovered-in-an-insect/

- This Insect Grows Its Own Microscopic Gears to Move Absurdly Fast
http://gizmodo.com/this-insect-grows-its-own-microscopic-gears-to-move-abs-1302488227
http://www.gizmodo.com.au/2013/09/this-insect-grows-its-own-microscopic-gears-to-move-absurdly-fast/

- This insect is the first known creature gifted by nature with ‘mechanical gears’
http://www.zmescience.com/research/insect-issus-mechanical-biological-gears0423423/

- Tiny Gears Power Leaping Liftoffs
http://www.scientificamerican.com/article/tiny-gears-power-leaping-liftoffs/

- Toothed gears in jumping insects
http://creation.com/toothed-gears-jumping-insects

- Unique insect has working gears in its legs
https://www.youtube.com/watch?v=sNw5FwNd4GU

- Working Gears Evolved in Plant-Hopping Insect - by Scientific American (vídeo legendado)
https://www.youtube.com/watch?v=xQk-lP2R04Y
http://www.scientificamerican.com/article/gears-insect-plant-hopper-burrows/
http://www.scientificamerican.com/video/working-gears-evolved-in-plant-hopp2013-09-12/

- Zoologger: Transformer insect has gears in its legs
https://www.newscientist.com/article/dn24192-zoologger-transformer-insect-has-gears-in-its-legs/
 

Projeto de lei propõe o fim da circulação e uso de dinheiro em espécie no Brasil


No dia 19/11/2015 haverá uma audiência pública no congresso brasileiro para discutir o Bitcoin, na qual eu Rodrigo Batista, estarei presente representando o Mercado Bitcoin.

Contudo, essa discussão acontecerá como parte de um projeto muito maior, que afetará a todos os brasileiros. O projeto de lei em discussão visa extinguir o dinheiro em espécie no Brasil.  Diz o primeiro artigo: fica extinto o dinheiro em espécie e proibida sua produção, circulação e seu uso em transações financeiras.

Segue abaixo o projeto de lei na íntegra, que tem apenas 3 artigos e uma justificativa sobre os motivos da lei (os grifos são todos meus). O autor do projeto é o deputado Reginaldo Lopes.
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PROJETO DE LEI Nº , DE 2015 (Do Sr. Reginaldo Lopes)

Extingui a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, e determina que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º fica extinto o dinheiro em espécie e proibida sua produção, circulação e seu uso em transações financeiras.
Parágrafo único: é permitida a posse de cédulas de dinheiro para fins de registro histórico.

Art. 2º Fica proibida a cobrança por empresas bancárias e de crédito, de percentual em transações de debito.

Art. 3º Esta lei entra em vigor em 5 anos a partir da data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

Em um primeiro momento pode parecer improvável o fim do dinheiro em espécie, mas analisando com mais critério esta ideia podemos verificar a grande importância do tema. Mais comuns a cada dia que passa, transações feitas digitalmente (seja em sites de banco, máquinas de cartão de débito/crédito, celulares) poderão, daqui a alguns anos, fazer com que cédulas de moedas caiam no esquecimento, sem falar que terroristas, sonegadores, lavadores de dinheiro, cartéis de drogas, assaltantes, corruptos estariam na mira fácil do controle financeiro.

A tecnologia proporciona todas as condições para que pagamentos, inclusive de pequenos valores possam ser feitas sem a necessidade de se portar dinheiro em espécie.

É muito mais simples do que parece. O Governo Federal possui o cadastro nacional para programas sociais (Cadastro Único), que é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda. Estão inscritos nesse cadastro 50 milhões de pessoas e para receber os benefícios são utilizados cartões magnéticos.

Em 2008, 33% das transações no Brasil eram feitas com cartões e, em 2012, esse número correspondia a 37%. A utilização de cheques caiu de 14% a 6%; já os débitos diretos subiram de 6% para 19 % do total das transações sem dinheiro em espécie. Em termos de movimentações financeiras sem dinheiro, o Brasil continua sendo o terceiro maior país no ranking global, atrás dos Estados Unidos e da Europa, revela a 10ª edição do World Payments Report, elaborado pela Capgemini e pelo Royal Bank of Scotland (RBS).

Em 2015, 7 bilhões das 47bilhões de transações financeiras realizadas por “mobile” — os pagamentos móveis — serão liquidadas fora do sistema bancário convencional. O volume é 1.160% maior do que em 2011, quando totalizava 600 milhões de transações. Na época, esses 600 milhões representavam 8,5% do total de transações por mobile, que estavam em 7 bilhões. Isso, representará 15%. Ou seja, a parte realizada por “não-bancos” — empresas como Pay Pal, PagSeguro, Mercado Pago e outros — cresceu duas vezes mais no período. Os números e previsões são da consultoria francesa Capgemini,e estão na 10ª edição do WorldPayments Report.

O percentual de brasileiros com conta bancária subiu de 37% para 51%, entre 2008 e 2012, revela pesquisa divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio/RJ). Já segundo o Banco Central o número de cartões de débito ativos em 2013 apresentou crescimento de 9,8%, terminando o último ano em 106,2 milhões. Já a soma de todos os cartões débito e credito existentes em 2012 somaram 704 milhões de unidades, mais de três por habitantes segundo a ABECS ( Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).

Diante destes números é fácil perceber que em alguns anos todo brasileiro economicamente ativo possa possuir uma conta bancaria e um cartão de crédito e não ficaria difícil extinguir o dinheiro em espécie. Com este cenário é fácil perceber a inevitável tendência para a real possibilidade de que em alguns anos possa se viabilizar esta proposta.

Os primeiros benefícios desta proposta e talvez os mais importantes são o combate a violência, a corrupção, a lavagem de dinheiro e o trafico de drogas. Como toda transação financeira poderá ser rastreada ficarão quase impossíveis as praticas destes Crimes, pois toda transação seria oficializada através de transações bancárias e as despesas pessoais através do cartão de crédito ou débito. Para a compra ambulante, doações, compras de passagens e tudo mais, bastaria haver caixas eletrônicos, maquinas de cartões, telefones celulares e outros dispositivos que possam ser criados para realizar as operação de uma conta para outra.

Outro fato importante é que diminuiríamos todos os controles de fiscalizações, poderia os tributos federais, estaduais e municipais serem calculados através dessa movimentação. A sonegação iria ser eliminada e haveria uma possibilidade maior do controle fiscal, condição necessária para uma boa reforma fiscal e tributária.

Eliminaríamos práticas de crimes como assaltos a bancos, arrombamentos de caixas eletrônicos, assaltos a postos de gasolina, sequestros, saidinhas de banco e violência em geral.

Gastos com emissão de moeda, notas, transportes de valores não seriam mais necessários e algumas mudanças culturais teriam que acontecer.

Claramente muitos ajustes deverão ser feitos e será necessário o desenvolvimento de algumas soluções para dar praticidade à proposta, mas serão ajustes pontuais e com a tecnologia atual seria fácil atender as demandas para implantação.

Com a diminuição da sonegação que praticamente será eliminada os governos poderão prever e gerenciar melhor os orçamentos públicos. A Reforma tributária poderá realmente sair do papel. Como haverá uma arrecadação maior poderá haver uma redução de impostos, a simplificação dos tributos. A tributação poderá ser progressiva, onde se tribute mais as grandes rendas e o lucro capital ao invés da tributação dos salários e do faturamento como é atualmente. É possível diminuir os impostos indiretos que criam esta política tributária regressiva e que penalizam o assalariado trabalhador deste país.

Diante das inúmeras variáveis desta equação muitas perguntas surgirão e deverá haver ajustes e desenvolvimentos de algumas soluções.

Pode ser um caminho inevitável e alguns exemplos internacionais começam a se despontar. A Noruega, por exemplo, caminha para ser o primeiro país a extinguir o dinheiro em espécie pela cultura econômica criada como política de governo, pois, apenas em 4% das transações no país são utilizados dinheiro em espécie. A Suécia também caminha para esta proposta, pois também estão abaixo dos 4%, as transações com dinheiro em espécie no país.

O governo israelense anunciou a criação de uma comissão que estudará as maneiras de como eliminar o dinheiro que circula no país com o objetivo de buscar a melhor maneira para impedir que os cidadãos soneguem seus impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Gabinete do Primeiro Ministro.

Portanto é necessária a formalização de uma política governamental com o intuito de buscar a efetivação desta proposição Legislativa. A Câmara Federal como precursora de políticas inovadoras para a sociedade brasileira deve buscar o debate desta proposta estabelecendo uma política de Estado propondo a extinção do dinheiro em espécie que pode trazer muitos benefícios à sociedade e colocar nosso país em outro patamar da organização fiscal, tributária e do combate à violência, sonegação, trafico de drogas e corrupção.

O projeto original pode ser baixado clicando aqui.




Ps: Sinal dos tempos...

"E [a besta] faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome."
(Apocalipse 13:16-17)



Jesus e a Natureza de Deus

“MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, 
se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.”
(1º João 2:1)

De acordo com a História, um dos tópicos mais controvertidos entre os que afirmam seguir a Bíblia tem sido a natureza de Jesus e sua relação com o Pai. Nos primeiros cinco séculos após a encarnação de Cristo, os cristãos passaram pelas chamadas "controvérsias cristológicas": vários grupos defendiam visões completamente diferentes com respeito à natureza de Jesus Cristo e do ser divino. Isso talvez não nos cause nenhum espanto. Satanás desejaria mais do que nunca introduzir entre os discípulos erros no que se refere à natureza de Deus, sendo esses erros básicos e extremamente prejudiciais. Além disso, qualquer ser humano que tente compreender a natureza de Deus está lidando com um assunto muito mais profundo que ele mesmo. É natural tentar reduzir Deus às condições humanas e começar a analisá-lo de acordo com as limitações humanas.

Mesmo hoje, há acirradas controvérsias entre os supostos seguidores do Senhor Jesus no que diz respeito à natureza e ao conceito da divindade. Neste artigo não pretendemos abranger todas, nem esgotar o estudo de uma delas, mas apresentar certos princípios bíblicos que nos orientarão diante das várias doutrinas acerca de Jesus.

É importante começar qualquer estudo com a postura correta. Precisamos sempre estar dispostos a submeter os nossos conceitos ao significado imparcial dos textos bíblicos. Consultar a Bíblia para tentar provar o que já decidimos ser a nossa crença é perigoso e muitas vezes leva a equívocos. Se as nossas concepções nos obrigam a torcer as Escrituras para que se encaixem ao que pensamos, então devemos abandonar os nossos conceitos. Nem tudo na Bíblia nos parecerá sábio e razoável. A sabedoria de Deus não se sujeita à nossa avaliação. Por causa das nossas limitações, a sabedoria de Deus às vezes parece tola. Não é necessário que tudo tenha sentido para nós nem que tudo seja coerente, mas pela fé devemo-nos submeter ao que a Palavra de Deus claramente afirma sem rodeios (estude 1 Coríntios 1-2).

Jesus é Deus

Vários grupos negam a absoluta divindade de Cristo. Os testemunhas de jeová, por exemplo, negam que Jesus seja Deus com d maiúsculo. Segundo eles, ele é um deus, um arcanjo muito elevado, mas não é igual a Deus Pai. Os teólogos modernos muitas vezes ensinam que Jesus era um grande homem, um mestre maravilhoso e um grande profeta , mas não Deus na verdade. A Bíblia ensina que Jesus é Deus.

Há vários "porém" que devem ser ligados a essa afirmação. Quando Jesus se fez carne, passou a ser humano. Participou da nossa natureza; submeteu-se à experiência humana. Assim, experimentou a fome, a sede, o cansaço. Nas palavras de Paulo: "pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz" (Filipenses 2:6-8). É importante entendermos que, quando Jesus se fez homem, não deixou de ser Deus. Ele era Deus vivendo como homem. Mas restringiu-se a forma e a limitações muito diferentes da natureza de sua existência eterna. Ao afirmar que Jesus é Deus, então, não estamos tentando negar a realidade de Jesus ter-se tornado um ser humano verdadeiro.

Afirmar que Jesus é Deus não é afirmar que ele é o Pai. O próximo subitem deste artigo discutirá exatamente essa questão.

Seria válido admitir já de início neste estudo que se acha revelada nas Escrituras uma nítida diferença entre o papel do Pai e o do Filho. Uma delas é que foi o Filho que se fez carne, não o Pai. Mas, o que é mais fundamental, o Pai parece ser revelado na Palavra como o planejador e diretor, e o Filho, como o concretizador. O Filho submeteu-se à vontade do Pai. Nesse sentido, Jesus afirmou: "O Pai é maior do que eu" (João 14:28). Entendemos que, de acordo com as Escrituras, o marido deve ser o cabeça da esposa, e ela deve submeter-se ao marido. Mas isso não significa que o marido seja superior em essência; simplesmente tem um papel de autoridade. Tanto marido quanto mulher são plena e igualmente humanos. Da mesma forma, a liderança do Pai e a submissão do Filho não implicam diferença de natureza. Ambos são plena e igualmente divinos.

O Testemunho das Escrituras

A Bíblia deixa bem claro que Jesus é Deus. "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Isaías 9:6). O menino que haveria de nascer se chamaria "Deus Forte".1

Em João 1:1: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus". Aqui o Verbo é Jesus (veja João 1:14). Jesus não só estava com Deus, mas era Deus. Isso parece confuso a princípio. Mas analise este exemplo simples. Meu nome é Gary Fisher. O nome de minha esposa é Sandra Fisher. Se ela estivesse aqui comigo agora, seria possível dizer: "Sandra está com Fisher e Sandra é Fisher". No primeiro caso, Fisher refere-se a mim especificamente; no segundo, é usado como o nome da família em que (no meu caso) há quatro membros. Jesus estava com Deus (o Pai) e era ele mesmo Deus (também compartilhava da natureza de ser Deus).

"Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!" (João 20:28). Tomé dirigiu-se a Jesus dizendo: "Senhor meu e Deus meu". Tomé estava errado? Jesus não achou que estivesse, pois disse: "Porque me viste, creste? Bem-aventurados são os que não viram e creram" (João 20:29). Essa passagem é uma comprovação tão forte da divindade de Cristo, que já se inventaram inúmeras explicações para recusá-la. Por exemplo, Tomé estava apenas manifestando o seu espanto, como alguém hoje, que talvez dissesse: "Ó, meu Deus do céu". Mas isso implicaria dizer que Tomé estava usando o nome de Deus em vão. No entanto, Jesus o elogiou por isso. Outros acreditam que Tomé estava chamando Jesus seu Senhor e depois voltando-se ao Pai, dizendo "Deus meu". Mas o texto diz: "Respondeu-lhe Tomé". Tomé estava reconhecendo que Jesus era seu Deus.

Examine estes textos: "Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre" (Romanos 9:5). "Aguardando a bendita esperança e a manifestão da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tito 2:13). "Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo" (2 Pedro 1:1). Todos se referem a Jesus como Deus.

Jesus afirmou ser Deus em várias ocasiões. Em João 5:17, ele disse: "Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também". Os judeus entenderam devidamente a afirmação de Jesus como uma indicação de que ele era igual a Deus (João 5:18). Em João 10:30, Jesus declarou: "Eu e o Pai somos um". Jesus fez a ousada declaração em João 14 de que vê-lo significava ver o Pai: "Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe: Senhor mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" (João 14:7-9). (Veja também as afirmações de Jesus em João 8:56-59, as quais serão discutidas numa seção posterior deste artigo.)

Jesus aceitava ser adorado

Somente Deus deve ser adorado. Adorar a criatura é idolatria e é terminantemente proibido nas Escrituras (veja Romanos 1:25). O próprio Jesus afirmou: "Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto" (Mateus 4:10) ao citar Deuteronômio 6:13 em resposta à tentação de Satanás. Em nenhum lugar das Escrituras um homem justo aceitou ser adorado. Pedro recusou-se a permitir que Cornélio se curvasse diante dele (Atos 10:25-26). Paulo e Barnabé ficaram abismados quando o povo de Listra se preparou para adorá-los como deuses. Tomaram imediatamente uma atitude: "Porém, ouvindo isto, os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgando as suas vestes, saltaram para o meio da multidão, clamando: Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas cousas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra o mar e tudo o que há neles" (Atos 14:14-15). Os anjos são seres celestes superiores aos homens, mas nem mesmo eles aceitam ser adorados (Apocalipse 19:10; 22:8-9).

É bem notável, então, que Jesus tenha aceitado a adoração do homem. Quando Jesus acalmou a tempestade, "os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!" (Mateus 14:33). Jesus não os repreendeu por louvá-lo. O cego que Jesus curou em João 9 o adorou (João 9:38). Várias vezes os discípulos adoraram a Jesus após a ressurreição, e Jesus jamais deu a entender que aquilo não era certo (Mateus 28:9,17). Jesus na realidade ensinou de modo claro: "Que todos honrem o Filho do modo por que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou" (João 5:23). Nenhum homem justo e nenhum anjo do céu (nem o mais exaltado) jamais pediu que os homens os honrassem da mesma forma que honram ao Pai. Se Jesus não fosse Deus, então João 5:23 seria uma das blasfêmias mais audaciosas que jamais foram proferidas por lábios humanos.

Os cristãos primitivos adoravam a Jesus: "O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém" (2 Timóteo 4:18). "Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno" (2 Pedro 3:18). Repare na surpreendente semelhança da adoração oferecida ao Pai com a oferecida ao Filho. Falando do Pai, Pedro disse: "A ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém." (1 Pedro 5:11). Mas, em referência ao Filho, João escreveu: "A ele a glória e o dóminio pelos séculos dos séculos. Amém" (Apocalipse 1:6). Deus ordenou que mesmo os anjos devem adorar ao Pai: "E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem" (Hebreus 1:6).
Todas as hostes celestes adoram a Jesus do mesmo modo que adoram o Pai. Os quatro seres viventes e os 24 anciãos "E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra" (Apocalipse 5:9-10). O texto prossegue: "Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. E os quatro seres viventes respondiam: Amém; também os anciãos prostararam-se e adoraram" (Apocalipse 5:11-14).

Essas declarações de adoração a Jesus Cristo constituem a mais forte prova de sua divindade. As Escrituras declaram, sem hesitar, que somente Deus deve ser adorado, mas Jesus é adorado no céu pelas mais elevadas criaturas celestes. Jesus é até ligado ao Pai na mesma declaração de louvor. Paulo escreveu a verdade: "Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2:9-11).

“Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem,
que está em pé à mão direita de Deus.”
(Estêvão, conf. Atos 7:56)

Afirmações indiretas

Há muitas coisas que Jesus fez que somente Deus é capaz de fazer. Jesus perdoou os pecados dos homens, mas somente Deus pode perdoar pecados (veja Marcos 2:1-12; Lucas 7:36-50). Ele afirmou ser capaz de dar vida (João 5:21; 10:28; 17;2) e de julgar o mundo (Mateus 7:23; 16:27; 25:31-46; João 5:22-27), habilidades que pertencem exclusivamente a Deus. Jesus criou o mundo (João 1:1-3, 10) e o sustém (Colossenses 1:17). Jesus fez afirmações que implicavam a sua onipresença (Mateus 18:20; 28:20) e onisciência (Marcos 12:25;Mateus 9:4; 12:25; veja também Apocalipse 2:23; 1 Reis 8:39). Ele afirmou ser maior que o templo, maior que Jonas e maior que Salomão (Mateus 12:6, 41-42). Ele afirmou não ter pecado (João 8:46). Tudo isso o põe sem dúvida na categoria de Deus.

Jesus ensinou que vê-lo era ver o Pai (João 12:45; 14:9), que crer nele era crer no Pai (João 12:44) e que conhecê-lo era conhecer o Pai (João 8:19; 14:7). Ele disse que quem o recebe, recebe o Pai (Marcos 9:37); que quem o honra, honra o Pai (João 5:23); mas quem o rejeita e o odeia, rejeita e odeia o Pai (Lucas 10:16; João 15:23). Qual mero homem, qual arcanjo poderia fazer afirmações como essas?

O que Jesus disse refletia a noção da sua própria importância. Ele disse que era a luz do mundo, o pão da vida, a ressurreição e a vida e o único caminho para o Pai (João 6;35; 8:12; 11:25; 14:6). Ele disse que as coisas que estavam escritas no Antigo Testamento foram escritas a seu respeito (Lucas 24:27, 44; João 5:39, 46). Ele disse que, quando o Espírito Santo viesse, ele o glorificaria (João 14:26; 15:26; 16:14). Jesus mostrou que era imprescindível ir a ele, ouvi-lo, crer nele, confessá-lo e segui-lo (Mateus 11:28-30; João 6:45; 18:37; 8:24; 11:25; Mateus 10:32-33; João 8:12; 10:27). Ele nos ensinou a perder a vida por amor a ele (Lucas 9:24) e amá-lo mais que ao pai, à mãe, à esposa, aos filhos e à própria vida (Mateus 10:37; Lucas 14:26). Fazendo uso de uma metáfora ousada, Jesus disse que devemos comer a sua carne e beber o seu sangue para que possamos ter vida (João 6:51-58). O Senhor deixou a ceia em memória dele, para que nunca viéssemos esquecê-lo (Lucas 22:19). Ele ensinou que a sua vidaseria entregue em resgate por muitos (Mateus 20:28; 26:28; João 10:15; 12:32).

Ou Jesus era um egoista arrogante, ou era Deus. Diante de suas afirmações ousadas, não há meio-termo. "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6). "Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra" (Mateus 28:18).

Jesus é o Deus revelado no Antigo Testamento

Há duas palavras traduzidas por "Senhor" no Antigo Testamento. Uma delas significa simplesmente senhor, mestre, amo. A outra é geralmente escrita em letras maiúscula e significa "Eu Sou", ou seja, aquele que existe por si mesmo, o eterno. Esse "SENHOR" tem origem numa palavra hebraica de quatro letras: "YHWH". Mas os judeus não pronunciavam a palavra; eles simplesmente diziam "SENHOR" sempre que a encontravam na leitura da Bíblia. Eles criam que "YHWH" fosse santo demais para ser proferido por seres humanos. Assim, a maioria das traduções da Bíblia simplesmente traduz "YHWH" por SENHOR. Poucas traduzem por "Jeová". Essa palavra é importante no entendimento da natureza de Cristo, porque é uma palavra que só se aplica a Deus. Uma palavra como senhor, que é tão comum, poderia ser usada em respeito a um superior. Mas a palavra "YHWH" (SENHOR, ou Jeová, Eu Sou) só poderia ser empregada corretamente em referência ao único e verdadeiro Deus.

Jesus disse que ele é YHWH, Eu Sou: "Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse EU SOU." (João 8:58).2 Era uma declaração chocante, e os judeus pegaram pedras ali mesmo para apedrejar Jesus por blasfêmia (João 8:59). Muitos textos aplicam profecias sobre Jeová (o "SENHOR") a Jesus. João Batista ia preparar o caminho para o "SENHOR" (Isaías 40:3; veja Mateus 3:3; Marcos 1;3; Lucas 3:4-5). A glória do "SENHOR", vista por Isaías, era uma visão da glória de Jesus (Isaías 6; João 12:37-43). Não são casos isolados. Várias afirmações sobre o SENHOR no Antigo Testamento são aplicadas a Jesus no Novo.3 Jesus também é Deus Jeová, o SENHOR.

Jesus não é o Pai

Algumas pessoas tomam as evidências apresentadas acima e ensinam que Jesus é a mesma pessoa que o Pai. Elas acreditam que o Pai e o Filho não passam de manifestações diferentes da mesma pessoa. Eles fazem uso da seguinte ilustração: um homem pode ser ao mesmo tempo pai e filho. Isso é verdade. Eu sou tanto pai, como filho. Mas eu não sou o meu próprio pai, nem sou o meu filho. A Bíblia revela três pessoas diferentes que compõem o único Deus.

Há inúmeros textos que mostram a diferença entre a pessoa do Pai e a do Filho. "Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho" (2 João 9). "Tanto o Pai como o Filho" leva a entender a existência de dois seres. Jesus afirmou ter duas testemunhas: ele mesmo e o Pai. "Se eu julgo, o meu juizo é verdadeiro, porque não sou eu só, porém eu e aquele que me enviou. Também na vossa lei está escrito que o testemunho de duas pessoas é verdadeiro. Eu testifico de mim mesmo, e o Pai, que me enviou, também testifica de mim." (João 8:16-18). Se Jesus fosse a mesma pessoa que o Pai, haveria uma só testemunha, mas Jesus disse claramente que havia duas. (Veja também 1 João 2:22; 1 Coríntios 8:16).

"Replicou-lhes Jesus: Se Deus fosse, de fato, vosso pai, certamente, me havíeis de amar; porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou" (João 8:42). O Pai enviou o Filho. O Filho não se enviou. Portanto, o Pai não é o Filho.

Jesus muitas vezes orou ao Pai (Lucas 23:34, 46). Estava Jesus orando a si mesmo? Ele ensinou os discípulos a orar: "Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome" (Mateus 6:9), estando ele próprio na terra. "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco" (João 14:16). Se o Pai, o Filho e o Espírito Santo são todos uma só pessoa, então Jesus orou a si mesmo e pediu que enviasse a si mesmo.

O Pai reconhecia o Filho: "E eis uma voz dos céus,que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mateus 3:17). Será que o Pai estava simplesmente falando para si a respeito de si mesmo? Jesus disse que, se ele glorificasse a si mesmo, a sua glória não seria nada (João 8:54).

"Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou" (João 6:38). Jesus veio fazer a própria vontade, ou não? Se respondermos que sim, contrariamos Jesus. Se dizemos que não (a resposta correta), então admitimos que Jesus e o Pai são pessoas distintas, porque Jesus de fato veio fazer a vontade do Pai. (Veja também João 8:29).

O Filho retornou ao Pai no céu (João 16:28; 20:17). Se Jesus é o Pai, ele já estava no céu antes de subir para junto de si mesmo. Jesus retornou ao céu para entrar na presença de Deus (Hebreus 9:24). Mas ele já estava na sua própria presença. Se o Filho e o Pai são a mesma pessoa, por que Jesus tinha de ir para o céu para entrar na presença dele próprio?

Vários textos mostram que Jesus está assentado à direita de Deus (Colossenses 3:1). Seria uma grande façanha alguém sentar à direita de si mesmo!

Jesus disse que somente o Pai sabia o momento exato de sua vinda; isso nem mesmo ele sabia (Mateus 24:36). Se Jesus era o Pai, então ele sabia algumas coisas que não sabia?

Quando Jesus retornar, ele entregará o seu reino de volta ao Pai e se sujeitará ao Pai (1 Coríntios 15:24-28). Será que Jesus entregará o reino a si mesmo e se submeterá a si mesmo?

As Escrituras ensinam com uma clareza inconfundível a distinção entre o Pai e o Filho.

A natureza da divindade

Deus é uno (Deuteronômio 6:4; Isaías 40-48; Marcos 12:29; 1 Timóteo 1:17; Tiago 2:19; 4:12, etc.).  A natureza de sua unidade é o assunto em pauta. Com base mesmo no que se evidenciou acima, deve estar claro que a unidade de Deus é uma união, não uma unidade absoluta. A palavra equivalente a Deus no Antigo Testamento (elohim) é uma formação no plural. A palavra equivalente a um, empregada em referência a Deus no Antigo Testamento (echad) também é uma forma plural. Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança . . ." (Gênesis 1:26). A quem se refere esse "nossa"? Somos criados à imagem de Deus, mas há mais de uma pessoa que compôs Deus. Atente para essas afirmações: "Então, disse o SENHOR Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal; assim, que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente" (Gênesis 3:22). "Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro" (Gênesis 11:7). Desde os primeiros capítulos da Bíblia, vemos Deus revelado como uma unidade plural (veja também Isaías 6:8). Existe até mesmo diálogos registrados entre Deus e Deus na Bíblia: veja Salmos 110:1, por exemplo.

Em que sentido o Pai e o Filho são um? São uma só pessoa? Ou são um em unidade e em propósito? Observe atentamente João 17:20-23: "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim." Esse texto ensina que os cristãos devem ser um como o Pai e o Filho são um. Os cristãos devem passar a ser uma só pessoa? Ou será que devem ser um em unidade e em propósito? Já que a unidade que os cristãos devem ter não é a de ser uma só pessoa, então a unidade do Pai e do Filho não significa que são a mesma pessoa. A Bíblia muitas vezes trata de coisas que são unas. Marido e mulher são um (Mateus 19:4-6; Efesios 5:31). O que planta e o que rega são um (1 Coríntios 3:6-8). Os cristãos são um (1 Coríntios 12:14). E também o Pai e o Filho (e o Espírito Santo) são um.

Embora nos tenhamos concentrado principalmente no Pai e no Filho, as Escrituras mostram que o Espírito Santo também é uma pessoa divina. O Espírito Santo é revelado como um ser pessoal. Ele faz o que somente uma pessoa pode fazer: fala (1 Timóteo 4:1); ensina(João 14:26); reprova (João 16:8); orienta (Gálatas 5:18); intercede (Romanos 8:26); chama (Atos 13:2); pensa (Romanos 8:27; 1 Coríntios 2:10-11); toma decisões (Atos 13:12; 15:28). Os sentimentos que tem só uma pessoa pode ter: é alvo de mentiras (Atos 5:3); é resistido (Atos 7:51); é desprezado (Hebreus 10:29); fica entristecido (Efésios 4:30); fica irado (Isaías 63:10); é blasfemado (Mateus 12:31). O Espírito Santo tem características divinas: é onisciente (1 Coríntios 2:10-11) e onipresente (Salmo 139:7-10).

O Novo Testamento une Pai, Filho e Espírito Santo de modo impressionante. Muitos textos mencionam os três: "A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós" (2 Coríntios 13:13). "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo" (Mateus 28:19). "Eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas." (1 Pedro 1:2; veja também Romanos 15:30; 1 Coríntios 12:4-6; 6:11; 2 Corìntios 1:20-21; Gálatas 4:6; Efésios 2:18; 3:14-17; 5:18-20; 1 Tessalonicenses 5:18-19; 2 Tessalonicenses 2:13; Tito 3:4-6; 1 João 4:13-14; Judas 20-21; Apocalipse 1:4-5). Embora a Bíblia em momento algum apresente uma definição teológica de Deus, é possível entender alguns aspectos de seu ser estudando a revelação dada nas Escrituras. O que podemos concluir é: Deus é o nome dado à natureza divina, a há três seres que partilham dessa mesma natureza divina: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

- por Gary Fisher

BRASIL - UMA REPÚBLICA SOCIALISTA?


Por Dom Aloísio Roque Oppermann*

Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito.

O socialismo sempre fascinou a mente humana porque parece ser mais justo e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores. Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. NÃO É CAPAZ DE RESPEITAR O QUE É INERENTE AO SER HUMANO, QUE É A SUA LIBERDADE. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, PRECISA SE IMPOR À FORÇA. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.

No Brasil alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas) são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “Eu avisei!”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.

* Texto de D. Aloísio, Arcebispo emérito de Uberaba/MG, falecido em 26 de abril deste ano (2015), publicado no site da CNBB em 20/11/2014.

Fonte: http://www.puggina.org/artigo/convidados/uma-republica-socialista/1863

Arqueólogos afirmam terem descoberto ruínas de Sodoma e Gomorra

Após 10 anos de pesquisa, equipe comemora achado




por Jarbas Aragão


Uma equipe de arqueólogos liderada pelo professor Steve Collins da Universidade Southwest Trinity, Estados Unidos, passou 10 anos com um projeto de estudos e escavações. Finalmente encontraram o que estavam procurando: as ruínas das antigas cidades de Sodoma e Gomorra. Segundo a Bíblia, elas foram destruídas por uma intervenção direta de Deus.

Collins e sua equipe desenvolve seu projeto de escavação em Tall el-Hammam, ao sul de Israel. Segundo publicaram em artigo na revista Popular Archeology, descobriram a localização de Sodoma, que eles chamam de “mina de ouro”.

O local mencionado em Gênesis era uma cidade-estado que dominava a região do sul do Vale do Jordão. Pouco se conhece dela além do que diz a tradição judaica. “A equipe de arqueólogos desenterrou várias estruturas monumentais antigas e artefatos que estão revelando muito sobre a região durante a Idade do Bronze”, disse Collins.

Desde 2005 ele mantém os trabalhos, mas somente agora encontraram indícios concretos de que esse pode ter sido o local da cidade, pois estão cruzando referências com ruínas de outras cidades antigas próximas. “O Tall el-Hammam parece satisfazer o critério sobre Sodoma exigido”, disse ele. Ele acredita ser uma questão de tempo até comprovar que na mesma região encontrará Gomorra.

Eles disponibilizaram diversas fotos no site do projeto. Contudo, para essa descoberta ser reconhecida, precisa que passe pelo crivo da Autoridade de Antiguidades de Israel.

No Antigo Testamento, são mencionados os reinos de Sodoma e Gomorra e outras três conhecidas como as “Cidades da Planície”. Elas ficavam na região sul da terra de Canaã.  Também existe menção a elas no Alcorão e livros apócrifos judaicos.


Com informações de Christian Today.
 
Fonte: Gospel Prime.

O Bobo da Corte e o Bastão de Ouro


Uma vez, há muito tempo, havia um rei
que vivia muito alegre em sua corte,
assim como todos os seus súditos.

Mas entre todas as pessoas do seu reino,
de quem ele mais gostava era o bobo da corte!

Quando o rei ficava preocupado
com os problema de Estado,
o pequeno bobo sempre conseguia
que ele risse.

Um dia, o rei teve uma brilhante ideia.
Convocou o bobo da corte
para comparecer ao seu quarto.
O rei segurava um pequeno bastão de ouro
e entregou-o para o pequeno bobo,
dizendo:

- Meu amigo,
quando você encontrar um bobo mais bobo do que você,
deve dar-lhe de presente esse bastãozinho de ouro!

E assim o pequeno bobo da corte
saiu à procura do bobo mais bobo
que ele próprio.

Ele passou por todos os vilarejos,
perguntando a um e a outro.

Enquanto isso, no castelo,
sua alteza real ficara gravemente enfermo.
 
Então o pequeno bobo da corte foi chamado de volta,
para visitar o rei quase à morte.

- Olá, meu pequeno amigo! - disse o rei moribundo.
Estou de partida para uma jornada muito longa,
da qual jamais voltarei.
(Ele referia-se à sua morte!)

- Vossa alteza... estais preparado
para essa jornada? - perguntou o bobo.

- Não... Não estou - respondeu o rei.

- Então, devo presentear vossa alteza
com este bastão de ouro!

Por fim, o bobo da corte encontrara o bobo
mais bobo que ele próprio.

E quanto a você? Você está preparado
para a SUA próxima jornada?

Ou você também irá receber
o bastão de ouro do bobo da corte?


Jarro de 3.000 anos com nome de personagem bíblico é encontrado

Artefato tem o nome 'Eshbaal Ben Shaul', rei bíblico contemporâneo do rei Davi. Descoberta mudou o entendimento dos pesquisadores sobre o antigo Reino da Judeia

Arqueólogos israelenses descobriram e recuperaram os pedaços de uma vasilha de 3.000 anos com uma inscrição da época do bíblico rei Davi em uma escavação no Vale do Elah, região central de Israel, informou a Autoridade de Antiguidades de Israel nesta terça-feira. Trata-se da quarta inscrição deste tipo descoberta até o momento, que data do século X a.C., no Reino da Judeia.

Os pedaços do recipiente de argila foram localizados em 2012 em escavações em Khirbet Qeiyafa, próximas à cidade israelense de Beit Shemesh e onde, segundo o relato bíblico, aconteceu a mítica batalha entre Davi e Golias. Nos fragmentos foram descobertas inscrições que despertaram a curiosidade dos pesquisadores Yosef Garfinkel, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, e Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel. Ao recuperar e juntar os pedaços - um verdadeiro quebra-cabeças -, os arqueólogos encontraram recentemente o nome "Eshbaal Ben Beda" em letras antigas.

"Trata-se da primeira vez que aparece o nome Eshbaal em uma inscrição antiga no país. Eshbaal Ben Shaul, que governou Israel na mesma época que Davi, é citado pela Bíblia", afirmou Garfinkel. Ele acrescentou que Eshbaal foi "assassinado e decapitado e sua cabeça levada a Davi em Hebron". "É interessante destacar que o nome Eshbaal aparece na Bíblia, e agora também em um documento arqueológico. Este nome só foi usado durante a era do rei Davi. O nome Beda é único e não aparece em inscrições antigas ou na tradição bíblica", reforçou.

Os pesquisadores salientaram que a descoberta de inscrições dos dias do mítico rei hebraico é um fenômeno muito recente. "Há uns cinco anos, não conhecíamos nenhuma inscrição datada no século X a.C. do Reino da Judeia. Isto muda totalmente nosso entendimento da expansão da escritura no reino e agora fica claro que estava muito mais estendida do que pensávamos ", justificaram. No lugar das escavações foram encontradas também uma fortificação, duas portas, um palácio e armazéns, além quartos e salas de culto, que faziam parte de um assentamento datado do final do século XI e princípios do X a.C.

(Com agência EFE)

Fonte: Revista Veja.

O Islã e a Matança de Inocentes


Por Denis MacEoin

“Nenhuma religião admite a matança de inocentes”. – Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, 10 de setembro de 2014.

“O islamismo é uma religião de paz”. – David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido, 13 de setembro de 2014.

“Existe um lugar para a violência no islamismo. Existe um lugar para a jihad (guerra santa) no islamismo”. – imã Anjem Choudary, do Reino Unido, CBN News, 5 de abril de 2010.

Lamentavelmente, é impossível reinterpretar o Corão de uma maneira “moderada”. A interpretação moderna mais famosa, de Sayyd Qutb (morto em 1966), ideólogo da Fraternidade Muçulmana, leva o leitor cada vez mais ao território político, no qual a jihad é a raiz da ação.

Somente na Índia, entre 60 e 80 milhões de hindus podem ter sido assassinados pelos exércitos muçulmanos entre os anos 1000 e 1525.

Antes que o Estado Islâmico decapitasse o terceiro ocidental, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que: “O ISIL não é islâmico. Nenhuma religião admite a matança de inocentes”.

Bem, não exatamente!

Com que freqüência – a despeito do atual espetáculo do Estado Islâmico [EI, IS, ISIL ou ISIS] na Síria e no Iraque – ouvimos os políticos ou os líderes eclesiásticos dizendo que o islamismo é uma religião de paz; que o extremismo islâmico é uma inovação moderna, um profundo desvio de algum “verdadeiro” islamismo imaginado, e até mesmo que seu próprio nome, a palavra “islã”, significa “paz”!

Não são apenas os muçulmanos que dizem que o islamismo é uma religião de paz: alguns políticos ocidentais e líderes eclesiásticos também repetem isso.

Foi o que enfatizou o primeiro-ministro britânico, David Cameron, no dia 13 de setembro de 2014, na BBC, em resposta à decapitação pelo ISIS do agente humanitário britânico David Haines.

O ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse[1] o mesmo mais de uma vez,[2] inclusive em um discurso[3] que fez no dia 7 de setembro de 2001.

Da mesma forma, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair afirmou: “Não existe um problema com o islamismo. Para aqueles dentre nós que o estudamos, não há dúvida sobre sua natureza verdadeira e pacífica”.[4]

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não questionava nada antes, assim como não questiona nada agora. Em novembro de 2010, em Mumbai, na Índia, ele disse: “A religião [o islamismo] ensina a paz, a justiça, a imparcialidade e a tolerância. Todos nós reconhecemos que essa grandiosa religião não pode justificar a violência”.[5]

O papa Francisco I fez declarações semelhantes: “Tendo-nos deparado com episódios desconcertantes de fundamentalismo violento, nosso respeito aos verdadeiros seguidores do islamismo deveria nos levar a evitar generalizações odiosas, pois o islamismo autêntico e a leitura adequada do Corão se opõem a toda forma de violência”.[6]

O islamita britânico Anjem Choudary, entretanto, em uma entrevista à CBN News,[7] em 2010, rejeitou categoricamente tais interpretações do islamismo:

“Não se pode dizer que o islamismo seja uma religião de paz”, disse ele. “Porque islã não significa paz. Islã significa submissão. Portanto, o muçulmano é uma pessoa que se submete. Existe um lugar para a violência no islamismo. Existe um lugar para a jihad no islamismo”.

Choudary está certo. Embora a palavra árabe para paz, salam, e a palavra árabe para submissão, islam, venham da mesma raiz de três consoantes, elas têm significados bastante distintos e vêm de diferentes formas verbais. Ninguém que saiba a língua árabe cometeria o erro de tomar uma palavra pela outra.

Islã não significa “paz”. Islã significa “submissão”. Sua raiz, salam, significa paz, mas não no sentido ocidental da palavra. A palavra significa a paz que prevalecerá no mundo assim que a humanidade se converter ao islã, embora ainda esteja em discussão a qual das suas ramificações.[8]

O curioso é que ninguém, que eu saiba, tem colocado muita ou qualquer ênfase na história inicial do islamismo. Por qualquer critério, essa história inicial demonstra tristemente que o islamismo jamais foi uma religião de paz e que os jihadistas modernos, especialmente os salafistas, buscam sua inspiração diretamente nas ações das primeiras três gerações da fé: os “salaf” (antepassados/ancestrais), os companheiros do profeta, seus filhos e seus netos. O que é preocupante, ou deveria ser, é que essas figuras servem como modelos construtivos para os muçulmanos atualmente.

O Corão está repleto de injunções para lutar a jihad; os próprios radicais modernos dizem que tiram sua inspiração de lá. Há estimativas de cerca de 164 versos sobre a jihad[9] no Corão. E esses não incluem inúmeras passagens ordenando ou descrevendo a guerra santa na Hadith, ou seja, na biografia do profeta. Alguns exemplos (traduções do autor) incluem:

“Deixem que aqueles que vendem a vida deste mundo pela vida por vir lutem da maneira de Deus; quer ele seja morto ou viva vitoriosamente, lhe daremos uma poderosa recompensa” (4.74).

“Lançarei medo nos corações dos incrédulos. Portanto, cortem a cabeça deles e cortem as pontas de todos os dedos deles” (8.12).

“Matem os incrédulos onde quer que vocês os encontrem; levem-nos cativos e os deixem sitiados; e montem tocaias contra eles, fazendo-os cair em emboscadas” (9.5).

Lamentavelmente, é impossível reinterpretar o Corão de uma maneira “moderada”. A mais famosa tafsir (interpretação) moderna do livro sagrado é uma obra de vários volumes intitulada In the Shade of the Qu’ran [À Sombra do Corão]. Ela foi escrita por Sayyd Qutb (morto em 1966), ideólogo da Fraternidade Muçulmana, freqüentemente considerado como o pai do moderno radicalismo. Sua interpretação leva o leitor cada vez mais ao território político, no qual a jihad é a raiz da ação.

O Corão contém muitos versos pacíficos e moderados, e esses poderiam muito bem ser usados para criar uma reforma genuína – alguma coisa que vários reformadores sinceros tentaram fazer. Mas há algo que chama a atenção. Todos esses versos moderados foram escritos na fase inicial da carreira de Maomé, quando ele morava em Meca e aparentemente tinha decidido seduzir as pessoas. Quando se mudou para Medina, em 622 d.C., tudo mudou. Logo ele se tornou um líder religioso, político e militar. Durante os dez anos seguintes, como suas propostas religiosas às vezes não eram bem-vindas, seus versos pacíficos deram lugar aos versículos da jihad e aos seus discursos (ou conversações filosóficas) intolerantes contra os judeus, os cristãos e os pagãos. Quase todos os livros de tafsir pressupõem que os versos escritos mais tarde revogam os que foram escritos mais cedo. Isto significa que os versos pregando amor por todos já não são mais aplicáveis, exceto com relação aos companheiros muçulmanos. Os versos que ensinam a jihad, a submissão e as doutrinas relacionadas continuam formando a base para a abordagem de muitos muçulmanos aos não-crentes.

Um problema é que ninguém pode mudar o Corão de forma nenhuma. Se o livro contém a palavra direta de Deus, então a remoção de um simples til ou de um ponto acima ou abaixo de uma letra seria uma blasfêmia da pior espécie.[10] Qualquer mudança sugeriria que o texto na terra não combina com a tábua no céu – a “Mãe do Livro”, da forma como Maria é a Mãe de Cristo – pois esse é o Corão original eterno. Se um ponto pudesse ser mudado, talvez outros pudessem ser mudados, e palavras longas poderiam ser substituídas por outras palavras. O próprio Corão condena os judeus e os cristãos por terem manipulado seus livros sagrados, de forma que nem a Torá nem os Evangelhos podem ser considerados como a Palavra de Deus. O Corão nos pega em uma armadilha por sua absoluta imutabilidade.

O pecado que ataca os políticos, líderes eclesiásticos e multiculturalistas ocidentais modernos é sua pronta aceitação da ignorância e a promoção de sua própria ignorância à categoria de erudição. O islã é um dos tópicos mais importantes da história humana, mas quantas crianças ouvem detalhes como os mencionados acima em suas aulas de história? Quantos livros-texto pintam uma figura honesta sobre como o islamismo começou e como ele teve continuidade como um pano de fundo para a maneira que ele prossegue hoje?

Além disso, a quantos verdadeiros especialistas é negado o contato com governos e políticos para que mentiras não se tornem a base de decisões governamentais no Ocidente? Quantas vezes a verdade será sacrificada por causa de fábulas, enquanto os extremistas muçulmanos bombardeiam, atiram e decapitam em seu caminho para o poder?

Esses fatos não vêm de relatos modernos do Ocidente; eles estão lá nos textos que alicerçam o islamismo, nas histórias de al-Waqidi e de al-Tabari. Ninguém está inventando isso. Os muçulmanos que evitam sua própria história deveriam ser confrontados por ela em todas as futuras discussões.

Infelizmente, até muitos muçulmanos moderados ainda falham em ver a realidade por detrás de alguns aspectos elementares de sua própria religião. Logo após os atentados em Londres, em 7 de julho de 2005, o jornal The Guardian perguntou a várias pessoas sobre suas visões a respeito dos ataques. Um jovem e simpático líder muçulmano disse que ficou horrorizado com os assassinatos cometidos por quatro de seus correligionários. Ele afirmou que, se pelo menos os jovens lessem o Corão, eles se voltariam contra todas as formas de extremismo violento.

Todos os combatentes jihadistas do mundo constantemente lêem e citam o Corão, onde eles encontram mais do que suficientes justificativas para os ataques violentos contra os não-muçulmanos, apóstatas e “hipócritas” (munafiqun – uma palavra tomada diretamente do Corão, significando algo semelhante a apóstatas, ou pessoas que abandonaram a fé).

Não considerando o Corão, os seis livros do Hadith e a biografia do profeta (o Sira) representam um mundo nascido em violência. Maomé, depois de mudar sua residência para Medina, levou seus seguidores a batalhas e a ataques a áreas tribais. Ele lutou em conflitos importantes como as batalhas de Badr, Uhud e al-Khandaq. Ibn Ishaq, seu biógrafo, diz que ele lutou em vinte e sete batalhas. Além disso, ele enviou tenentes a caravanas de invasão – as invasões são conhecidas como ghazwat. Cerca de 100 dessas invasões aconteceram principalmente para chamar os árabes ao islamismo. Se eles se desviassem da fé verdadeira, os “apóstatas”, como os pagãos, deveriam ser combatidos até aceitarem o islamismo ou serem mortos – como estamos vendo atualmente no Estado Islâmico (EI).

Maomé ordenou e apoiou cerca de quarenta e três assassinatos de oponentes, inclusive de vários poetas, que o haviam desafiado em versos. Mais conhecidas são suas represálias contra três tribos judaicas, duas das quais foram expulsas de Medina, enquanto que os homens da terceira, a Banu Qurayza, foram condenados à morte por Sa’d ibn Mu’adh, cujo julgamento foi endossado por Maomé. Mais de 900 homens da tribo – inclusive meninos de treze anos para cima – foram decapitados; as mulheres e crianças foram vendidas como escravas, ou algumas das mulheres foram feitas concubinas dos homens muçulmanos.[11] O período de Medina não foi nada mais do que rodadas de violência sobre violência, todas ordenadas e realizadas pelo “Profeta da Paz”.

Maomé morreu no ano 632 d.C., e deveria ser sucedido por seu sogro Abu Bakr (morto em 634), tido pelos sunitas como o primeiro califa, ou por seu genro Ali, tido pelos xiitas como o primeiro dos doze imãs – desta forma provocando o primeiro cisma do islamismo, entre os sunitas e os xiitas, nos dias da morte de Maomé.

A primeira tarefa à qual Abu Bakr se dedicou como califa foi lançar uma série de ataques através da Península Arábica. As tribos dos beduínos, que tinham seguido seu costume de suprimir sua lealdade quando o líder de uma tribo associada morresse, aparentemente creram que sua fidelidade ao islamismo havia terminado quando Maomé partiu deste mundo. Abu Bakr tratou isto como uma apostasia e enviou aliados para forçarem os homens das tribos a voltarem para o aprisco do islamismo. Essas Guerras dos Ridda resultaram em quinze batalhas. Quando as coisas tinham sossegado, Abu Bakr enviou exércitos muçulmanos para conquistarem o Iraque (uma província do Império Persa Sassânida) e o Levante (parte do Império Bizantino Cristão).

Quando Abu Bakr, já um homem velho, morreu de febre, em agosto de 634 d.C., foi sucedido por Umar ibn al-Khattab (morto em 644). Sob seu governo, o Império Sassânida inteiro e dois terços do Império Bizantino foram conquistados pelo islamismo. Batalha após batalha, derramamento de sangue após derramamento de sangue. Em 644 d.C., um grupo de persas, irados por causa da conquista, conspirou para matar Umar e foi bem sucedido quando um ex-escravo, mais conhecido como Abu Lu’lu’, o assassinou durante as orações.

Embora o terceiro dos quatro “Califas Corretamente Guiados”, Uthman ibn Affan (morto em 656), já estivesse com 65 anos em sua ascensão, durante seu reinado aconteceram batalhas para conquistar ou alinhar a metade do mundo conhecido. Suas conquistas se estenderam até o Paquistão moderno, o Irã, o Afeganistão, o Azerbaijão, o Daguestão, o Turcomenistão e a Armênia. A Sicília e Chipre foram capturadas. Os exércitos [islâmicos] entraram no Norte da África e mais tarde na Península Ibérica e no Sul da Itália.

Já no final de sua vida, entretanto, Uthman tornou-se impopular para muitos. Medina, onde ele tinha sua capital, tornou-se um ninho de intrigas e distúrbios. Em 656, uma revolta armada teve início e 1.000 rebeldes, com ordem para assassinar o califa, partiram do Egito para Medina. Alguns entraram em sua casa e o assassinaram; depois, os defensores do califa se voltaram contra os rebeldes e a luta armada estourou. A religião da paz continuava em marcha.

Uthman foi seguido pelo genro de Maomé, Ali (morto em 661), o último dos quatro Califas Rashidun (Guiados Corretamente). Quase que imediatamente, Ali foi envolvido em uma rixa que terminou em guerra civil. Ele enfrentou a esposa do profeta, A’isha, na Batalha do Camelo em 656, quando 10.000 foram mortos. Ele também enfrentou as forças de Mu’awiya (mais tarde o primeiro dos Califas Omíadas) em Siffin (657), onde Ali perdeu 25.000 homens e Mu’awiya perdeu 45.000. Ali foi assassinado em sua capital, Kufa, por um muçulmano extremista, durante as orações, em 661.

Os omíadas tomaram o poder e estabeleceram sua capital de longa duração, Damasco. Mas a violência prosseguiu rapidamente. Em 680, quando Yasid (morto 683), filho de Mu’awiya, assumiu o califado, um neto de Maomé, Husayn, filho de Ali, rebelou-se e levantou forças para atacar Yazid. Os dois lados se encontraram em Karbala, em 680. Na luta, Husayn, sua família e seus seguidores, todos pereceram. Isto marca o momento mais crucial na cisão entre a minoria xiita (para quem Husayn é o terceiro dos imãs) e a maioria sunita.

O restante da história islâmica é marcada pelas jihads anuais, guerras entre diferentes governos e impérios muçulmanos. Somente na Índia, entre sessenta e oitenta milhões de hindus podem ter sido assassinados durante os séculos de invasões dos exércitos muçulmanos, desde o ano 1000 até o ano 1525.[12] Será que isso é algo que deva ser esquecido?

Enquanto o Corão estiver nas prateleiras de todas as mesquitas e livrarias muçulmanas, homens e mulheres jovens, em suas thawbs e hijabs, podem encontrar nele a perfeita justificativa para continuarem suas empreitadas no caminho da jihad e da matança de inocentes. (Denis MacEoin – www.gatestoneinstitute.org – Beth-Shalom.com.br)

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Denis MacEoin se formou com um B.A. e um mestrado em Língua Inglesa e Literatura no Trinity College, Dublin (Irlanda), seguido por um segundo M.A. de 4 anos em persa, árabe e Estudos Islâmicos em Edimburgo e um doutorado em Estudos Persas/Islâmicos em Cambridge (Grã-Bretanha). Ele lecionou Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade de Newcastle, escreveu vários livros e numerosos artigos acadêmicos, bem como muitos textos jornalísticos. Recentemente, produziu relatórios sobre literatura de ódio, a sharia (lei islâmica), e as escolas islâmicas.

Notas:
http://georgewbush-whitehouse.archives.gov/news/releases/2001/09/20010917-11.html
http://www.danielpipes.org/blog/2007/10/bush-returns-to-the-religion-of-peace
https://www.youtube.com/watch?v=9–ZoroJdVnA
http://www.westcoasttruth.com/western-dhimmi-politicians–-the-black-heart-series-by-ralph-ellis.html
http://www.hindustantimes.com/india-news/mumbai/islam-great-but-distorted-by-few-extremists-obama/article1-623013.aspx
http://exlaodicea.wordpress.com/2014/01/10/pope-francis-and-the-religion-of-peace/
http://www.cbn.com/cbnnews/world/2010/March/UK-Muslim-Leader-Islam-Not-a-Religion-of-Peace/
Ver?http://www.religioustolerance.org/faisal01.htm;?http://www.al-islami.com/islam/religion–of–peace.php;http://d1.islamhouse.com/data/en/ih–books/single/en–Islam–Is–The–Religion–Of–Peace.pdf;http://www.studymode.com/essays/Islam-a-Religion-Of-Peace-212736.html
http://www.answering-islam.org/Quran/Themes/jihad–passages.html
O ponto, ou?nuqta, é de enorme importância no xiismo, pois o imã Ali afirmou que ele é o ponto debaixo da letra b no início da primeira palavra do Corão, bismillah, o que faz dele o primeiro de todos os seres criados. Seitas tais como os Nuqtavis e os Babis no Irã têm atribuído significados profundos a isso. Pode ser um ponto, mas ele pode significar um mundo de coisas.
Ver William Montgomery Watt,?Muhammad at Medina [Maomé em Medina], pp. 208-216, Oxford, 1956, o estudo definitivo sobre esse período. O autor foi aluno de Watt nos anos 1970.
K.S. Lal,?Growth of Muslim Population of Medieval India (1000-1800) [O Crescimento da População Muçulmana da Índia Medieval (1000-1800)].

Extraído de Revista Notícias de Israel janeiro de 2015, revista mensal com artigos sobre Israel, profecias bíblicas, e notícias internacionais comentadas.

Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/isla_matanca_inocentes.html

EUA: Evangélica é presa por se negar a assinar certidão de casamento gay

Tabeliã americana só será solta se negar sua fé

A tabeliã americana Kim Davis desafiou a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos e afirmou que não iria emitir licenças de casamento para casais gays. Sua justificativa é que ela responde a um poder maior: Deus.

Durante dois meses, Kim, que trabalha para o condado de Rowan, em Kentucky, alegou que suas crenças religiosas justificavam sua recusa. O caso gerou polêmica e ela foi vítima de ativistas gays, que pediam sua prisão.

Na segunda (31/08), a Suprema Corte rejeitou o pedido de ordem de emergência que permitiria que Kim negasse licenças de casamento para casais do mesmo sexo. Ele enfrenta a ordem de um juiz federal que a obriga a emiti-las.

Em julho, o vídeo que mostra Kim negando atender o pedido de um casal gay chamou atenção para a postura dela. Poucos dias depois, ativistas gays entraram com uma ação civil federal contra ela. Segundo o jornal The New York Times, há vários funcionários que se recusam a casar pessoas do mesmo sexo mesmo depois de o Supremo Tribunal ter legalizado estas uniões, em junho passado.

Ontem (2/9), Davis desafiou o tribunal e recusou novamente casar pessoas do mesmo sexo. Perante várias câmaras de televisão, a norte-americana defendeu agir “sob a autoridade de Deus”.

Na manhã de hoje (3), o juiz federal David Bunning ordenou que Davis seja presa. Ela só poderá ser solta quando concordar em emitir as licenças de casamento, conforme manda a lei.

Kim Davis

“A corte não aceitará a desobediência intencional de sua ordem legalmente estabelecida. Se você der às pessoas a oportunidade de escolher quais normas seguir, isso potencialmente causa problemas”, afirmou Bunning durante a audiência.

A corte estava cheia de ativistas, que celebraram a sua prisão. Eles pedem que o mesmo ocorra com todos os que se negarem a casar gays.

Nos Estados Unidos, a certidão de casamento é feita por funcionários públicos ligados ao sistema judiciário. Na cidade onde Kim Davis trabalha, o escrivão é eleito pelo povo. E só pode ser retirado do cargo por um impeachment.

O caso promete render muita polêmica ainda. Ela afirma que um cristão não pode negar aquilo o que crê mesmo que seu trabalho o obrigue. Convertida em 2011, Kim afirma ser uma cristã convicta. Ela defende que “isto nunca foi uma questão gay ou lésbica. Trata-se do casamento e da palavra de Deus”, escreveu em uma nota lida pelos seus advogados.

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Links relacionados:

- Pastores nos EUA são proibidos por governo de chamar o homossexualismo de “pecado”
http://noticias.gospelprime.com.br/pastores-proibidos-chamar-homossexualismo-pecado/

- Casal cristão se nega a alugar salão para casamento gay nos EUA e fecha após pressão
http://noticias.gospelprime.com.br/casal-cristao-fecha-empresa-casamento-gay/

- Casal cristão terá de pagar indenização de 150 mil dólares a casal gay por “discriminação”
http://gif15.blogspot.com.br/2015/08/casal-cristao-tera-de-pagar-indenizacao.html

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Adendo: Kim Davis foi libertada na última terça-feira, dia 8 de setembro.

Por que liberais estão atacando esse padeiro gay?

Esse padeiro compreende como poucos
a definição da palavra "Liberdade"
Por Candice Thomas

22 de julho de 2015 - Padeiros cristãos, como Aaron e Melissa Klein, de Oregon - os quais foram condenados recentemente a pagar 135 mil dólares para um casal de lésbicas depois de se recusarem a assar um bolo de "casamento" para elas - estão sendo defendidos por uma pessoa improvável: um padeiro gay chamado Jesse Bartholomew.

Bartholomew recentemente postou um vídeo na sua página do Facebook onde ele entrega um discurso de dois minutos apontando diretamente para a comunidade gay e lésbica, acusando-a de utilizar táticas fascistas, destinadas a SILENCIAR a oposição conservadora.

"Oi gente", disse Bartholomew no vídeo. "Meu nome é Jesse e eu asso bolos de casamento para ganhar a vida, e eu nem posso te dizer o quanto estou repugnado com minha camarada comunidade gay e lésbica - que eles iriam descer tão baixo a ponto de forçar alguém que não concorde com eles a fazer um bolo pra eles. E antes que você possa vir me culpar e dizer que eles TÊM que fazer - não, eles NÃO TEM que fazer. ELES NÃO TEM QUE FAZER UM BOLO PRA VOCÊS."

Bartholomew toca em um dos principais argumentos dos conservadores - incluindo os Klein: a de que, por causa da Primeira Emenda (direito à liberdade de religião), eles devem ter o direito de recusar os seus serviços para um casamento gay.

No caso dos Klein, eles não negaram o serviço para o casal que entrou com uma queixa contra eles porque elas eram lésbicas - provavelmente eles já tinham prestado serviço para o casal e para as famílias do casal em outros eventos, não matrimoniais, mas se recusaram a fazer esse bolo de casamento específico porque discordavam do casamento em si. Eles afirmaram que isso não deveria ser qualificado como "discriminação" nos termos da lei.

Mas Bartholomew, a partir de sua curiosa posição dentro da comunidade gay, levou sua crítica um passo mais longe: POR QUE UM CASAL GAY AINDA IRIA QUERER QUE SEU BOLO DE CASAMENTO FOSSE FEITO, COMO PRIMEIRA OPÇÃO, POR ALGUÉM QUE É CONTRA O SEU CASAMENTO?

"VOCÊS SÃO ESTÚPIDAS?", ele pergunta para sua audiência. "Essa é a parte mais pessoal do casamento de vocês. Seus convidados irão comer esse bolo. Ele irá aparecer nas fotos, vocês irão digerir ele em seus estômagos... NÃO HÁ OUTROS PADEIROS ALÉM DESSES AÍ?"

Ele terminou seu vídeo lançando um ataque diretamente sobre as táticas da esquerda liberal - onde houve um silenciamento injusto da oposição, ao invés de um debate aberto e honesto (sem falar no respeito), tornando-se o novo normal.

"É claro e simples", disse Bartholomew. "Vocês estão INTIMIDANDO alguém, vocês estão FORÇANDO alguém, vocês estão sendo uns nazistas e forçando alguém a fazer um bolo de casamento amaldiçoado para vocês, enquanto que há centenas de outros gays e lésbicas [padeiros] que ficariam felizes em fazer o serviço. Vocês deviam se envergonhar!



Alguns comentários interessantes a respeito do vídeo:

"Parem de arruinar a vida das pessoas que não concordam com vocês!"

"O governo supostamente deveria ser para o povo pelo povo, e não o contrário."

"Muitos elogios para Jesse Bartholomew. Eu o aplaudo por seu senso comum. Obrigado por sua fala, senhor."

"Eu tenho uma pergunta para aqueles que estão intimidando os padeiros a assarem bolos para elas: vocês têm certeza que é sábio ser tão desagradável para as pessoas que estão fazendo algo que você vai comer? Se eu estivesse sendo intimidado pelos homossexuais, e eles me processassem a fim de "forçar-me a assar o bolo", esse bolo iria conter alguns ingredientes bastante interessantes. Eu poderia ter um resfriado ruim e "acidentalmente" espirrar na massa algumas vezes. Isso é apenas uma das muitas coisas que poderiam acontecer "acidentalmente de propósito". Me entende?"

:-)

Casal cristão terá de pagar indenização de 150 mil Dólares a casal gay por “discriminação”

Melissa e Aaron, donos da extinta confeitaria
"Sweet Cakes" ("Bolos Doces")

Aaron e Melissa Klein, proprietários da confeitaria Sweet Cakes, no estado Oregon, foram forçados a fechar seu negócio após se recusarem a fazer um bolo de casamento para um casal gay em 2013.

Eles afirmavam que isso violaria as suas convicções religiosas e acabaram sendo processados por Rachel e Laurel Bowman-Cryer, casal de lésbicas que se sentiu humilhado pela recusa. A pressão da comunidade LGBT foi tão grande que, sentindo-se ameaçados, os Klein optaram por encerrar as atividades.

Rachel e Laurel Bowman-Cryer, casal de lésbicas

Quase dois anos depois, o tribunal do Oregon condenou Aaron e Melissa a indenizar Rachel em 75.000 dólares enquanto Laurel ganhou outros 60.000 – totalizando cerca de 400 mil reais. Elas alegavam que precisavam ser ressarcidas por “danos emocionais”. Rachel alega ter ficada acamada por conta de uma depressão em consequência do ocorrido.

Brad Avakian, Comissário do Escritório de Trabalho e Indústria do Oregon, emitiu as notificações, alegando que os proprietários da confeitaria eram culpados de “discriminação”.

“Permitir que os inquiridos, uma empresa com fins lucrativos, negue quaisquer serviços para qualquer pessoa por causa de sua orientação é uma violação da lei”, afirma o veredito.


Contudo, isso não é tudo. Os Klein ficaram conhecidos no Oregon por causa do incidente e diversas vezes deram declarações à imprensa, alegando que preferiam “obedecer a Deus do que a homens”. Também justificaram sua recusa por seguirem princípios cristãos. Agora, o Estado quer impedi-las de usar “justificativas religiosas”.

A família Klein continua fazendo bolos, mas em casa, não mais numa loja. Alegam não ter dinheiro para pagar o processo e que já sofreram prejuízos demais. Também não estão satisfeitos pela maneira como o governo do Oregon lidou com seu caso.

Resultado: confeitaria fechada

Melissa escreveu em sua página do Facebook: “De acordo com o estado de Oregon não temos mais liberdade de religião nem liberdade de expressão. Não vamos desistir dessa luta, e não seremos silenciados. Nós defendemos a verdade de Deus, a Palavra de Deus e a liberdade para todos. Estamos aqui para obedecer a Deus, não ao homem, e não vamos conformar com este mundo. Se tivéssemos que perder tudo valeria a pena pelo o nosso Senhor, que deu seu único filho, Jesus, por nós! Deus vencerá essa luta!”.

Melissa e Aaron Klein

Aaron Klein disse ao canal Fox News que eles planejam recorrer da decisão e que não irão pagar. A advogada dos Klein, Anna Harmon, disse que a tentativa de calar seus clientes “é mais uma prova de que o Estado está tentando forçar as empresas a se conformar politicamente com aquilo que eles não concordam”.

Casal Klein

Este não é o único caso de empresas de cristãos que são processadas por se negarem a aceitar encomendas para casamentos gay. A pressão tem ocorrido em vários estados americanos, quase sempre equiparando esse tipo de “discriminação” com racismo.

Com informações de Christian Post (1) (2).

Extraído de: Gospel Prime.

Pergaminho hebraico de 1.500 anos é decifrado graças à tecnologia

Foto mostra os textos original e o decifrado do que se acredita ser o início do livro de Levítico em pergaminhos de 1500 anos, encontrados no Mar Morto
(Foto: AFP Photo/Gali Tibbon)

Da France Presse

Encontrado em 1970, material tem 8 versículos já conhecidos da Bíblia. Escaneamento tridimensional permitiu a leitura do fragmento de 7 cm.
As novas tecnologias permitiram, pela primeira vez, decifrar um dos mais antigos pergaminhos hebraicos existentes, de 15 séculos de idade, encontrado perto do Mar Morto - informaram especialistas israelenses e americanos nesta segunda-feira (20).

O deteriorado pergaminho foi encontrado em 1970, entre as cinzas de uma sinagoga em Ein Gedi, perto do Mar Morto. Até agora, os investigadores tinham sido incapazes de lê-lo, em razão de seu estado precário.

"A mais avançada tecnologia nos permitiu desvendar o pergaminho, que fazia parte de uma Bíblia de 1.500 anos de idade", explicou Pnina Shor, da Autoridade Israelense de Antiguidades, em coletiva de imprensa em Jerusalém.

Quando foi descoberto, o texto não pôde ser decifrado, afirmou Sefi Porat, membro da equipe que extraiu o pergaminho queimado, há 45 anos.

Lena Liebman, do laboratório de conservação dos pergaminhos do Mar Morto, mede um fragmento de pergaminho queimado na segunda (20), em laboratório em Jerusalém
(Foto: AFP Photo/Gali Tibbon)

O fragmento, de sete centímetros de comprimento, que se parece com um pedaço de carvão, contém os oito primeiros já conhecidos versículos do livro de Levítico da Bíblia, que descreve as regras dos sacrifícios rituais, relatou Pnina Shor, aparentemente sem grandes diferenças com relação ao texto bíblico atualmente utilizado.

Os especialistas fizeram um escaneamento tridimensional, que foi, então, enviado para o Departamento de Informática da Universidade de Kentucky. A instituição desenvolveu um programa de imagem digital que possibilitou a projeção das primeiras imagens legíveis na semana passada.

Como seriam as 95 teses de Lutero nos dias atuais?


Prof° Pedro Carbone Filho

Se Martinho Lutero estivesse vivo e resolvesse reescrever suas 95 teses a serem afixadas na porta principal da Catedral de São Pedro (Vaticano) e de outros templos de grandes cidades do mundo católico romano, como seriam elas?

Talvez assim:

1- A Igreja Católica Apostólica Romana passa a denominar-se simplesmente “Igreja Cristã”, partindo do pressuposto de que se a Igreja é de Cristo dispensa o qualificativo “apostólica”; ademais, caso insistisse no termo “católica” (universal), não seria cabível o adjetivo “romana” e vice-versa;

2- A Igreja de Roma renuncia à pretensão de ser “a Santa Madre Igreja”, considerando-se que esse privilégio caberia à Igreja Cristã de Jerusalém, onde os cristãos se congregaram pela primeira vez (Atos cap. 1 e 2);

3- Assim, reconhece todas as igrejas verdadeiramente cristãs como “coirmãs” e não como “deficientes”, abdicando da pretensa condição de “única igreja cristã verdadeira” ou de “único caminho para a salvação”, vez que essa prerrogativa cabe ao próprio Cristo, como caminho, verdade e vida (João 14:6);

4- A Igreja deixa de ter um chefe político-religioso (papa), que renuncia imediatamente ao seu cargo e ao seu poder temporal;

5- O papa também renuncia aos seus atuais títulos, direitos e prerrogativas, como por exemplo: “Vigário de Cristo na Terra”, “Vigário de Deus”, “Suces-sor de Pedro”, “Sumo Pontífice”, “Cabeça ou Chefe do Colégio dos Bispos”, “Primaz da Itália”, “Soberano Supremo da Igreja e do Mundo”, “Soberano do Vaticano”, “Bispo Universal” e outros semelhantes, reconhecendo o Espírito Santo como único líder espiritual;

6- Como não há provas históricas suficientes para afirmar que Pedro foi bispo em Roma (e muito menos o primeiro papa), ou que tenha originado a chamada “sucessão apostólica”, essas pretensões serão eliminadas dos documentos oficiais e oficiosos da Igreja;

7- A Igreja abre mão de qualquer suposta autoridade do papa sobre a “igreja militante, purgante e triunfante”, inclusive sobre as almas dos fiéis mortos, no sentido de ligar ou desligar, visto que após a morte ocorre imediatamente o juízo divino (Heb 9: 27) e os vivos não têm o poder de interferir no destino dos mortos;

8-Fica sem efeito o decreto da “Infalibilidade Papal” promulgado por Pio IX em 1870, relativo à palavra do papa “ex-cathedra”, considerando-se que todos os líderes religiosos, assim como os demais seres humanos, são falíveis e pecadores;

9- Fica abolida a doutrina da “supremacia universal da jurisdição de Roma”, tendo em vista o conceito neotestamentário de “igrejas” – assembleias locais, autônomas e independentes, sem governo centralizado;

10- Considera-se revogado o atual sistema jurisdicional de dioceses e arquidioceses, passando as congregações a ser livres, autônomas e independentes entre si para decidirem seus destinos e escolherem seus líderes pelo voto democrático;

11- A Igreja abre mão do tratado que lhe permitia governar o Estado do Vaticano como país independente; portanto, esse território será incorporado à cidade de Roma, passando a ser administrado como um museu religioso e cultural aberto a toda a população;

12- Fica abolido o Código de Direito Canônico, passando a se reger única e exclusivamente pela orientação de Cristo e dos Apóstolos nas Sagradas Escrituras. As igrejas locais poderão ter seus estatutos e regimentos internos que não poderão contrariar o espírito nem a letra da Palavra de Deus;

13- Todo o rígido sistema hierárquico (papa, cardeais, arcebispos, bispos, padres, monges, abades, freiras, madres superioras, etc) fica cancelado, devendo os líderes locais ser denominados bispos (ou pastores) e diáconos, a critério de cada paróquia;

14- Também fica extinto o sistema de hierarquia, titulação, distinção ou dife-renciação entre templos (capela, igreja matriz, sé, catedral, basílica maior ou menor, etc), considerando-se o exposto no item anterior;

15- Os líderes locais não mais serão considerados nem chamados sacerdotes, visto que o sacerdócio e os sacrifícios foram abolidos por Jesus Cristo, nosso Único Sacerdote e Mediador;

16- Não mais serão usados: báculos, mitras, barretes, tiaras, coroas, tronos, anéis, casulos, mesetas, estolas, batinas, mantos, paramentos, escapulários, pálios, sobrepelizes, roquetes, faixas, solidéus, luvas de seda, sapatos de pelica, papamóveis ou quaisquer outros objetos que denotem privilégio, distinção ou hierarquia entre os líderes religiosos;

17- Também não mais serão utilizados trajes especiais e formas de tratamento que promovam qualquer tipo de distinção ou discriminação entre clérigos e leigos, pois todos são iguais em Cristo;

18- Fica reestabelecido o sacerdócio universal de todos os crentes, confor-me preceituado na Primeira Carta de Pedro, cap. 2: 9;

19- A Igreja reconhece estar alicerçada sobre o fundamento de Cristo e dos Apóstolos e não somente sobre Pedro (I Cor. 3: 11);

20- A Igreja concorda com a separação entre Igreja e Estado e abre mão do status de “igreja oficial” nos países em que porventura detenha esse privilé-gio, recusando qualquer subvenção dos poderes públicos e ombreando-se com os demais sistemas religiosos;

21- Em decorrência, reconhece o direito de todos os povos à plena liberdade religiosa, de consciência, de opinião, de imprensa, de pensamento e de expressão;

22- É definitivamente extinta a Santa Inquisição criada em 1184, que ainda sobrevivia disfarçada sob a forma de “Santo Ofício” ou “Congregação para a Doutrina da Fé”;

23- Também são extintas todas as ordens religiosas e outras organizações semelhantes criadas pela Igreja;

24- As missas cedem seu lugar aos cultos, como na igreja primitiva, com ênfase na pregação do evangelho;

25- A Igreja reconhece que o sacrifício de Cristo foi suficiente para consumar a salvação (Hebreus 9:22-28 e 10:8-14), não havendo necessidade de tentar repeti-lo de forma incruenta através das missas;

26- Em consequência, passa a ensinar a doutrina da salvação pela graça mediante a fé somente, sem concurso de obras (batismo, missas, sacramentos, penitências, caridade, etc), conforme Efésios cap. 2;

27- Somente ingressarão na igreja as pessoas regeneradas, isto é, as que se arrependeram dos seus pecados e creram em Cristo como único e suficiente Salvador Pessoal, após batismo por imersão;

28- Ficam, pois, abolidos o batismo infantil (instituído em 416) e o batismo mediante outras formas (oficializado no Século XIII), além do batismo de si-nos, de prédios, igrejas, residências, etc;

29- Os líderes religiosos de ambos os sexos são desobrigados do celibato obrigatório decretado em 1079, ficando a critério pessoal a decisão de casarem-se ou de permanecerem solteiros (as);

30- Os líderes que, em virtude do matrimônio, foram afastados de suas fun-ções, serão reintegrados ao ministério pastoral, caso assim o solicitem às igrejas locais;

31- A Igreja reconhece que o culto a Maria e aos santos é prática espírita, pois está-se invocando os mortos; mesmo que exista a possibilidade de tal comunicação, ela é proibida e condenada pela Bíblia;

32- Em decorrência, fica abolido o culto a Maria, aos santos e aos anjos, mesmo sob a forma de festas, comemorações, veneração, dulia ou hiperdulia. Os verdadeiros santos continuarão a ser objeto de reverência, e suas vidas servirão de exemplo para os fiéis;

33- Também ficam proibidos: cânticos, orações, preces, ladainhas, rezas ou súplicas dirigidas a Maria, aos anjos e aos santos mortos, como por exem-plo as rezas denominadas “Ave Maria” e “Salve Rainha”;

34- Todas as rezas, terços, novenas, rosários e outras formas mecânicas e repetitivas de proferir orações são doravante consideradas contrárias aos ensinos de Cristo no Sermão da Montanha. Os fiéis deverão orar seguindo o modelo do “Pai Nosso”;

35- Não mais serão beatificadas ou santificadas pessoas vivas ou mortas, sendo considerados nulos os processos em andamento. Assim, todos os verdadeiros crentes são santos, conforme ensina a Palavra de Deus (I Pedro 1:15 e 16);

36- Qualquer tipo de idolatria, manifesta ou disfarçada sob a forma de veneração, fica terminantemente proibida, devendo ser retirados dos templos os ícones, crucifixos, imagens, relíquias de santos e outros objetos perante os quais as pessoas possam se ajoelhar;

37- Os livros apócrifos (ou deuterocanônicos) e outros acréscimos, autorizados oficialmente pelo Concílio de Trento (1546), serão expurgados da Bíblia, posto que não foram divinamente inspirados e nunca fizeram parte do cânon do Velho Testamento;

38- Todo o sistema de indulgências instituído em 1190 será definitivamente cancelado;

39- O dogma da transubstanciação, ou seja, da suposta transformação dos elementos da ceia no corpo e no sangue de Jesus após abençoados pelo ministrante, é substituído pela Ceia do Senhor, de caráter memorial, conforme as palavras do próprio Cristo: “Fazei isto em memória de mim” ;

40- A Ceia do Senhor (não mais “eucaristia” ou “comunhão”) deverá ser celebrada sempre mediante a utilização dos dois elementos (pão e vinho), que serão distribuídos a todos os crentes;

41- Considera-se extinto o uso da chamada “hóstia”, instituída em lugar do pão por volta do ano 1200;

42- Assim, fica sem efeito a elevação e adoração da hóstia, determinada pelo Papa Honório III em 1220;

43- O dogma do purgatório, decretado em 593 por Gregório I, é considerado nulo;

44- Também fica cancelado o dogma da Dormição e Assunção de Maria (proclamado em 1950 pelo papa Pio XII);

45- O dogma da “Imaculada Conceição de Maria”, decretado em 1854, é revogado, ou seja, a igreja ensinará que Maria foi concebida em estado de pecado original como os demais seres humanos;

46- A Igreja anuncia o fim da confissão auricular decretada em 1216; doravante os fiéis confessarão seus pecados diretamente a Deus;

47- Reconhece, portanto, que nenhum líder religioso, nem o papa, tem poder para conceder a absolvição dos pecados, mesmo após cumpridas as penitências impostas;

48- Fica proibido o uso de água benta (água misturada com um pouco de sal e abençoada por sacerdote), óleo santo e ramos bentos;

49- Também são vedadas as velas de cera e círios (de origem pagã e utilizados pelo romanismo desde o ano 320);

50- Não mais serão oficiadas rezas pelos mortos, missas de corpo presente, missas de 7º dia, de 30º dia, de um ano, etc, pois também são de origem pagã, inócuas e contrárias aos ensinos bíblicos;

51- Não mais serão observados jejuns durante os dias da Quaresma e nas sextas-feiras (decretados no ano 998);

52- Fica cancelada a prática do “beija-pé” ou “beija-mão” do papa e de qual-quer líder religioso (decretada em 709 pelo Papa Constantino);

53- O Colégio dos Cardeais (em vigor desde 927) será desativado e substituído por convenções ou congressos abertos a todos os fiéis;

54- A igreja não mais ensinará sobre a classificação de pecados (mortais e veniais);

55- Ficam proibidas as devoções ao Divino Pai Eterno, Sagrado Coração de Jesus, Coração de Maria, Corpus Christi, Via Crucis, Rosário, Cristo Rei, Imaculada Conceição, etc, por configurarem idolatria;

56- Será repelida qualquer menção ao conceito da regeneração batismal, tendo em vista a suficiência do sacrifício de Cristo e a doutrina da salvação pela graça mediante a fé;

57- Cada indivíduo poderá interpretar as Escrituras por si próprio, sem depender do chamado “magistério oficial da Igreja”, que, a propósito, deixará de existir;

58- Fica cancelado o Dogma da Virgindade perpétua de Maria, decretado no ano 649, durante o Concilio de Latrão;

59- A igreja condena a intolerância e perseguição a quaisquer grupos religiosos (cristãos ou não cristãos, minoritários ou majoritários);

60- Fica abolido o conceito de “sacramento”, inexistente nas Escrituras; portanto o dogma dos “sete sacramentos” (eucaristia, batismo, crisma, ordenação, matrimônio, extrema-unção e penitência) passa a ser considerado anti-bíblico;

61- A igreja cancelará os anátemas lançados sobre a Reforma Protestante durante o Concílio de Trento, bem como outros constantes dos decretos papais, dirigidos àqueles que discordassem dos seus dogmas;

62- A igreja não mais ensinará o dogma da pretensa “autoridade de Pedro como detentor das chaves do Reino e da Igreja”, tendo em vista o conteúdo de Mateus 18:18;

63- Para elidir qualquer reivindicação de supremacia ou dominação por trás do chamado “ecumenismo”, esse movimento será desativado e desestimulado;

64- A Igreja pedirá publicamente perdão aos judeus, muçulmanos e demais cristãos pelo sangue derramado na Inquisição, nas Cruzadas, guerras santas, Noite de São Bartolomeu, etc;

65- Nem a extrema-unção (adotada em 526), nem o viático serão administrados aos doentes e moribundos; os fiéis deverão apenas orar pelos enfermos;

66- Não será admitido o uso do latim nas missas, nem mesmo em ocasiões solenes;

67- Penitências não mais serão exigidas nem admitidas: os fiéis deverão experimentar sincero arrependimento e abandonar o pecado;

68- A igreja repudia qualquer contaminação ou influência do paganismo sobre a pureza das doutrinas bíblicas e veda qualquer cumplicidade e co-participação no sincretismo religioso espírita e pagão;

69-Não será permitida nem patrocinada qualquer modalidade de romaria e de procissões de imagens (terrestres, marítimas ou fluviais);

70- A igreja lamenta ter emitido, no passado, decreto proibindo a leitura da Bíblia; doravante os fiéis serão estimulados ao estudo das Escrituras;

71- Todos os catecismos serão cancelados, a igreja determinará o uso da Bíblia como única regra de doutrina, fé e prática;

72- A igreja não mais adotará o uso dos “credos”; para fins teológicos serão considerados válidos apenas o Credo dos Apóstolos e o de Niceia;

73- É abolido o sinal da cruz, considerado superstição;

74- Também é proibido o culto à cruz, relíquias e imagens (vigente desde o ano 786);

75- A igreja passar a glorificar única e exclusivamente a Deus, a Cristo e ao Espírito Santo, que é o Consolador, Mestre e Orientador da Igreja prometido por Cristo;

76- A igreja não estimulará a vida religiosa reclusa em mosteiros ou claustros;

77- A cerimônia do lavapés não mais será obrigatória;

78- A igreja reconhece o princípio da “sola scriptura” e considera a Bíblia como única fonte de revelação; destarte a chamada “tradição apostólica” se resume aos escritos constantes do Novo Testamento, sendo desprezada a “tradição oral” e outros acréscimos posteriores aos pontos de doutrina;

79- Não mais serão empregados, em relação a Maria, por serem contrários às Escrituras, epítetos tais como: Nossa Senhora, Mãe de Deus, Mãe da Igreja, Rainha das Famílias, Rainha do Céu, Mãe de todas as graças, Mãe do Criador, Intercessora, Imaculada, Virgem das Virgens, Rainha dos Anjos, Rainha dos Profetas e dos Patriarcas, Rainha dos Apóstolos, Rainha dos Confessores, Rainha dos Mártires, Rainha de todos os Santos;

80- São condenados e proibidos os cultos a “Madonas” e “Nossas Senhoras” – Aparecida, de Lourdes, de Nazaré, de Fátima, do Perpétuo Socorro, de Guadalupe, da Conceição, do Rosário, do Carmo, da Candelária, da Penha, de Caravaggio, dos Navegantes, das Graças, das Dores e tantas outras;

81- Será abolida qualquer referência a Maria como “co-redentora”, visto que o nosso único e suficiente Redentor é Cristo;

82- A igreja condena a instituição de padroeiros de profissões, de cidades, países, instituições, etc;

83- Fica extinto o calendário litúrgico católico – Ano Mariano, Jubileu, quaresma, semana santa, etc;

84- Não mais serão emitidos os “Nihil obstat”, “imprimatur” e autorizações semelhantes;

85- Será abolida a comemoração do Dia de Finados, dias santos, isto é, consagrados aos santos e anjos, mantendo-se apenas o Natal e o Domingo da Ressurreição;

86- Será banido o uso do latim em documentos da igreja; somente as lín-guas oficiais de cada país serão admitidas;

87- Os 10 mandamentos serão ensinados como preceituados na Bíblia (Êxodo 20) e não como consta nos catecismos católicos (excluindo o mandamento que proíbe a idolatria);

88- Os fiéis estão proibidos de fazer promessas ou votos aos chamados “santos” e/ou aos anjos;

89- Qualquer reverência feita perante líderes religiosos que configure adoração (especialmente genuflexão) será terminantemente proibida;

90- O patrimônio imobiliário não consistente de templos, residências de religiosos, seminários, escolas, creches, asilos, museus, orfanatos e outros imóveis de uso constante da Igreja será alienado e a renda reverterá em benefício de obras missionárias ou assistenciais;

91- Os museus poderão ser doados às respectivas comunidades, ou a universidades e organizações (governamentais ou não) para uso de todos os cidadãos, a critério da (s) congregação (ões) de cada cidade;

92- Deverão ser instituídas escolas dominicais em todas as igrejas e os cha-mados “cristãos nominais” deverão ser evangelizados visando sua conversão genuína e sua participação ativa no Reino de Deus;

93- Será desestimulada e condenada toda e qualquer ligação com práticas animistas (acender velas, portar círios e talismãs), espíritas ou pagãs (horóscopos, mapa astral);

94- A liturgia será simplificada a fim de não mais se permitir cerimonialismo, luxo, pompa, farisaísmo, ostentação e rígidos rituais nos cultos;

95- Enfim, a Igreja deixa de ser “mariocêntrica” para ser cristocêntrica, assim como a igreja primitiva, adotando os lemas do Apóstolo Paulo: “Para mim o viver é Cristo” (Fil. 1:21a) e “Porque resolvi nada saber entre vós, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado” (I Cor. 2:2).
Fonte: Rocha Ferida.