Alabaster Box
Mostrando postagens com marcador perseguição religiosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador perseguição religiosa. Mostrar todas as postagens

Cheios de "Boas Intenções", Querem Proibir os Cristãos de Evangelizar!

 


Em 24/04/2024, o Presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), junto com mais alguns conselheiros designados pelo Ministério da Justiça, emitiu uma resolução PROIBINDO O PROSELITISMO RELIGIOSO nos presídios!


Não seria muita coincidência que, em 2023, a FUNAI tenha emitido uma portaria bem parecida, só que PROIBINDO TERMINANTEMENTE O PROSELITISMO RELIGIOSO nas aldeias de índios yanomanis? Nada de roupas, objetos ou "mídias de conotação religiosa" (como Bíblias, por exemplo...) chegando perto das aldeias.


Para pensar: a quem interessa atrapalhar ao máximo a missão que Jesus Cristo deu, de pregar o evangelho a toda criatura? A qual ideologia pertence esse tipo de "plataforma de governo"?

🤔


Ps: Ontem foram os índios, hoje são os presos, amanhã poderão ser as crianças nas escolas, e não deve parar por aí. A perseguição religiosa contra os cristãos tende a piorar muito nos últimos tempos, antes da volta de Jesus Cristo e do início da Grande Tribulação sobre a Terra, mesmo em países até então considerados "cristãos" - e também por culpa destes, ou pelo menos de uma boa parte deles, por elegeram lobos para governá-los, não enxergando o perigo quando este se aproxima.


(Como costumam dizer de uns tempos para cá: "Daqui pra frente, vai ser só pra trás...".)

😓


_________________________


Links relacionados:


https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-34-de-24-de-abril-de-2024-556521006


https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/coes/coe-yanomami/publicacoes-tecnicas/decretos-e-portarias/portaria-conjunta-funai-sesai.pdf/view


Proclamação do Evangelho Agora é Ilegal no Paquistão

TVs cristãs são fechadas pelo governo

O governo do Paquistão fez mudanças na legislação e fechou 11 emissoras de televisão cristãs, alegando que as transmissões são “ilegais”. Mushtaq Anjum, um líder cristão paquistanês que trabalha com mídia, lamentou: “Os cristãos não terão mais espaço em canais de televisão.” Para ele, trata-se de uma lei discriminatória.

A perseguição aos cristãos no Paquistão está aumentando rapidamente nos últimos anos. O extremismo islâmico é generalizado no país. Ataques religiosos contra os fiéis e lugares de culto não muçulmanos são comuns.

A medida regulatória emitida pela Autoridade Paquistanesa de Regulamentação da Mídia Eletrônica resultou no fechamento dos canais que transmitem programas de teor cristão em língua urdu, tanto evangélicos quanto católicos.

Isso inclui canais pagos e os que transmitem pela internet. Desde setembro estão proibidos de operar no país God Bless Tv, Barkat Tv, Praise Tv, Zindagi Tv, Shine Tv, Jesus Tv, Healing Tv, Khushkhabari Tv, assim como a Tv Rede Católica Diocesana de Lahore.

Anjum e outros líderes pedem a intervenção de Kamran Michael, o ministro federal cristão, para que ele se pronuncie sobre esse “atentado contra a liberdade de praticar a própria religião”. Eles lembram que Muhammad Ali Jinah, considerado o fundador do Paquistão, sempre defendeu uma sociedade livre e não um país islâmico.

Estatística crescente

A perseguição religiosa em solo paquistanês só aumentou no último ano. O governo atual já mostrou que não se importa com as minorias religiosas num país onde 98% da população se declara muçulmana. Por causa da proximidade com o Afeganistão, grupos como Talibã e Al Qaeda possuem bases fortes no país.

A ONG Movimento de Solidariedade e Paz no Paquistão publicou um relatório onde denuncia que, em média, 700 jovens cristãs são sequestradas, violadas e forçadas a casar com islâmicos a cada ano.

A radicalização é comprovada de diferentes maneiras, incluindo o extermínio de cães por conta de preceitos religiosos. No mês passado, as chamadas leis anti-blasfêmia puniram um adolescente cristão com a prisão.

Seu crime foi ter clicado no botão “curtir” de uma foto “imprópria” da Kaaba no Facebook. O local é o ponto mais sagrado do mundo para os fiéis muçulmanos.

Com informações de Agência Fides

Fonte: GospelPrime.

Aluno é expulso por dizer que homossexualismo é pecado

Cursando pós-graduação, cristão foi acusado de “ofender alguns colegas"

por Jarbas Aragão

Natural do Camarões, Felix Ngole, 38, vive na Inglaterra desde 2003, quando conseguiu asilo político. Desde então obteve dois diplomas universitários e trabalhou como professor. Pai de quatro filhos, ele cursava o mestrado da Universidade de Sheffield, para se tornar assistente social.

Recentemente manifestou sua opinião contrária ao casamento gay no Facebook. Para sua surpresa, acabou sendo expulso da universidade, após a reclamação de colegas homossexuais.

A direção entendeu que ele “ofendeu alguns colegas”. Felix foi informado que sua postura afetava “a sua aptidão para a prática do serviço social” e precisou devolver sua carteira de estudante.

A postura particular na rede social envolveu comentários apoiando Kim Davis, uma funcionária de um cartório no Kentucky, que acabou presa por se recusar a emitir licenças de casamento para pessoas do mesmo sexo em setembro de 2015.

Em seu perfil, Felix lembrou que a prática homossexual é contra o ensino da Bíblia, citando um verso de Levítico, que a descreve como uma “abominação”.

O portal Gospel Prime entrou em contato com o estudante. Felix Ngole afirma não estar arrependido e que a postura da universidade infligiu “tanto a liberdade de religião quanto a liberdade de expressão”. Explicou que está apelando da decisão e que os cristãos não devem ter medo de mostrar suas convicções publicamente.

É possível notar nas mensagens enviadas a ele e comentários no Facebook que muitos alunos discordam da atitude da Universidade e que Felix está sendo perseguido por suas convicções em um país que no passado já foi berço de grandes movimentos cristãos, mas hoje prefere se render ao politicamente correto.

Ao jornal inglês Daily Mirror, Felix deixa claro que: “A universidade insiste que meu ponto de vista é discriminatório, mas sou eu quem está sendo discriminado por causa da minha expressão de fé”.

Ele é incisivo: “Eu me pergunto se a universidade teria tomado alguma atitude se um aluno muçulmano que acredita na lei da sharia, com o seu ensinamento sobre mulheres e homossexualidade, tivesse feito comentários sobre isso em sua página no Facebook. Acredito que não”.

Conta ainda que passou por uma audiência disciplinar, onde foi-lhe dito que havia feito opções que poderiam afetar sua capacidade de trabalhar como assistente social. Em sua defesa, alegou que suas crenças sobre casamento e ética sexual refletiam a compreensão bíblica, compartilhada por milhões em todo o mundo. Mesmo assim, está impedido de se formar.

Andrea Williams, da ONG Centro Legal Cristão, que está ajudando na defesa do estudante explica: “Não há evidências que as opiniões de Felix interfiram no seu trabalho… Infelizmente, este é mais um caso de cristãos sendo ‘castrados’ na arena pública, e sofrendo censura por expressar seus pontos de vista. “

Fonte: Gospel Prime.

O Islã e a Matança de Inocentes


Por Denis MacEoin

“Nenhuma religião admite a matança de inocentes”. – Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, 10 de setembro de 2014.

“O islamismo é uma religião de paz”. – David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido, 13 de setembro de 2014.

“Existe um lugar para a violência no islamismo. Existe um lugar para a jihad (guerra santa) no islamismo”. – imã Anjem Choudary, do Reino Unido, CBN News, 5 de abril de 2010.

Lamentavelmente, é impossível reinterpretar o Corão de uma maneira “moderada”. A interpretação moderna mais famosa, de Sayyd Qutb (morto em 1966), ideólogo da Fraternidade Muçulmana, leva o leitor cada vez mais ao território político, no qual a jihad é a raiz da ação.

Somente na Índia, entre 60 e 80 milhões de hindus podem ter sido assassinados pelos exércitos muçulmanos entre os anos 1000 e 1525.

Antes que o Estado Islâmico decapitasse o terceiro ocidental, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que: “O ISIL não é islâmico. Nenhuma religião admite a matança de inocentes”.

Bem, não exatamente!

Com que freqüência – a despeito do atual espetáculo do Estado Islâmico [EI, IS, ISIL ou ISIS] na Síria e no Iraque – ouvimos os políticos ou os líderes eclesiásticos dizendo que o islamismo é uma religião de paz; que o extremismo islâmico é uma inovação moderna, um profundo desvio de algum “verdadeiro” islamismo imaginado, e até mesmo que seu próprio nome, a palavra “islã”, significa “paz”!

Não são apenas os muçulmanos que dizem que o islamismo é uma religião de paz: alguns políticos ocidentais e líderes eclesiásticos também repetem isso.

Foi o que enfatizou o primeiro-ministro britânico, David Cameron, no dia 13 de setembro de 2014, na BBC, em resposta à decapitação pelo ISIS do agente humanitário britânico David Haines.

O ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse[1] o mesmo mais de uma vez,[2] inclusive em um discurso[3] que fez no dia 7 de setembro de 2001.

Da mesma forma, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair afirmou: “Não existe um problema com o islamismo. Para aqueles dentre nós que o estudamos, não há dúvida sobre sua natureza verdadeira e pacífica”.[4]

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não questionava nada antes, assim como não questiona nada agora. Em novembro de 2010, em Mumbai, na Índia, ele disse: “A religião [o islamismo] ensina a paz, a justiça, a imparcialidade e a tolerância. Todos nós reconhecemos que essa grandiosa religião não pode justificar a violência”.[5]

O papa Francisco I fez declarações semelhantes: “Tendo-nos deparado com episódios desconcertantes de fundamentalismo violento, nosso respeito aos verdadeiros seguidores do islamismo deveria nos levar a evitar generalizações odiosas, pois o islamismo autêntico e a leitura adequada do Corão se opõem a toda forma de violência”.[6]

O islamita britânico Anjem Choudary, entretanto, em uma entrevista à CBN News,[7] em 2010, rejeitou categoricamente tais interpretações do islamismo:

“Não se pode dizer que o islamismo seja uma religião de paz”, disse ele. “Porque islã não significa paz. Islã significa submissão. Portanto, o muçulmano é uma pessoa que se submete. Existe um lugar para a violência no islamismo. Existe um lugar para a jihad no islamismo”.

Choudary está certo. Embora a palavra árabe para paz, salam, e a palavra árabe para submissão, islam, venham da mesma raiz de três consoantes, elas têm significados bastante distintos e vêm de diferentes formas verbais. Ninguém que saiba a língua árabe cometeria o erro de tomar uma palavra pela outra.

Islã não significa “paz”. Islã significa “submissão”. Sua raiz, salam, significa paz, mas não no sentido ocidental da palavra. A palavra significa a paz que prevalecerá no mundo assim que a humanidade se converter ao islã, embora ainda esteja em discussão a qual das suas ramificações.[8]

O curioso é que ninguém, que eu saiba, tem colocado muita ou qualquer ênfase na história inicial do islamismo. Por qualquer critério, essa história inicial demonstra tristemente que o islamismo jamais foi uma religião de paz e que os jihadistas modernos, especialmente os salafistas, buscam sua inspiração diretamente nas ações das primeiras três gerações da fé: os “salaf” (antepassados/ancestrais), os companheiros do profeta, seus filhos e seus netos. O que é preocupante, ou deveria ser, é que essas figuras servem como modelos construtivos para os muçulmanos atualmente.

O Corão está repleto de injunções para lutar a jihad; os próprios radicais modernos dizem que tiram sua inspiração de lá. Há estimativas de cerca de 164 versos sobre a jihad[9] no Corão. E esses não incluem inúmeras passagens ordenando ou descrevendo a guerra santa na Hadith, ou seja, na biografia do profeta. Alguns exemplos (traduções do autor) incluem:

“Deixem que aqueles que vendem a vida deste mundo pela vida por vir lutem da maneira de Deus; quer ele seja morto ou viva vitoriosamente, lhe daremos uma poderosa recompensa” (4.74).

“Lançarei medo nos corações dos incrédulos. Portanto, cortem a cabeça deles e cortem as pontas de todos os dedos deles” (8.12).

“Matem os incrédulos onde quer que vocês os encontrem; levem-nos cativos e os deixem sitiados; e montem tocaias contra eles, fazendo-os cair em emboscadas” (9.5).

Lamentavelmente, é impossível reinterpretar o Corão de uma maneira “moderada”. A mais famosa tafsir (interpretação) moderna do livro sagrado é uma obra de vários volumes intitulada In the Shade of the Qu’ran [À Sombra do Corão]. Ela foi escrita por Sayyd Qutb (morto em 1966), ideólogo da Fraternidade Muçulmana, freqüentemente considerado como o pai do moderno radicalismo. Sua interpretação leva o leitor cada vez mais ao território político, no qual a jihad é a raiz da ação.

O Corão contém muitos versos pacíficos e moderados, e esses poderiam muito bem ser usados para criar uma reforma genuína – alguma coisa que vários reformadores sinceros tentaram fazer. Mas há algo que chama a atenção. Todos esses versos moderados foram escritos na fase inicial da carreira de Maomé, quando ele morava em Meca e aparentemente tinha decidido seduzir as pessoas. Quando se mudou para Medina, em 622 d.C., tudo mudou. Logo ele se tornou um líder religioso, político e militar. Durante os dez anos seguintes, como suas propostas religiosas às vezes não eram bem-vindas, seus versos pacíficos deram lugar aos versículos da jihad e aos seus discursos (ou conversações filosóficas) intolerantes contra os judeus, os cristãos e os pagãos. Quase todos os livros de tafsir pressupõem que os versos escritos mais tarde revogam os que foram escritos mais cedo. Isto significa que os versos pregando amor por todos já não são mais aplicáveis, exceto com relação aos companheiros muçulmanos. Os versos que ensinam a jihad, a submissão e as doutrinas relacionadas continuam formando a base para a abordagem de muitos muçulmanos aos não-crentes.

Um problema é que ninguém pode mudar o Corão de forma nenhuma. Se o livro contém a palavra direta de Deus, então a remoção de um simples til ou de um ponto acima ou abaixo de uma letra seria uma blasfêmia da pior espécie.[10] Qualquer mudança sugeriria que o texto na terra não combina com a tábua no céu – a “Mãe do Livro”, da forma como Maria é a Mãe de Cristo – pois esse é o Corão original eterno. Se um ponto pudesse ser mudado, talvez outros pudessem ser mudados, e palavras longas poderiam ser substituídas por outras palavras. O próprio Corão condena os judeus e os cristãos por terem manipulado seus livros sagrados, de forma que nem a Torá nem os Evangelhos podem ser considerados como a Palavra de Deus. O Corão nos pega em uma armadilha por sua absoluta imutabilidade.

O pecado que ataca os políticos, líderes eclesiásticos e multiculturalistas ocidentais modernos é sua pronta aceitação da ignorância e a promoção de sua própria ignorância à categoria de erudição. O islã é um dos tópicos mais importantes da história humana, mas quantas crianças ouvem detalhes como os mencionados acima em suas aulas de história? Quantos livros-texto pintam uma figura honesta sobre como o islamismo começou e como ele teve continuidade como um pano de fundo para a maneira que ele prossegue hoje?

Além disso, a quantos verdadeiros especialistas é negado o contato com governos e políticos para que mentiras não se tornem a base de decisões governamentais no Ocidente? Quantas vezes a verdade será sacrificada por causa de fábulas, enquanto os extremistas muçulmanos bombardeiam, atiram e decapitam em seu caminho para o poder?

Esses fatos não vêm de relatos modernos do Ocidente; eles estão lá nos textos que alicerçam o islamismo, nas histórias de al-Waqidi e de al-Tabari. Ninguém está inventando isso. Os muçulmanos que evitam sua própria história deveriam ser confrontados por ela em todas as futuras discussões.

Infelizmente, até muitos muçulmanos moderados ainda falham em ver a realidade por detrás de alguns aspectos elementares de sua própria religião. Logo após os atentados em Londres, em 7 de julho de 2005, o jornal The Guardian perguntou a várias pessoas sobre suas visões a respeito dos ataques. Um jovem e simpático líder muçulmano disse que ficou horrorizado com os assassinatos cometidos por quatro de seus correligionários. Ele afirmou que, se pelo menos os jovens lessem o Corão, eles se voltariam contra todas as formas de extremismo violento.

Todos os combatentes jihadistas do mundo constantemente lêem e citam o Corão, onde eles encontram mais do que suficientes justificativas para os ataques violentos contra os não-muçulmanos, apóstatas e “hipócritas” (munafiqun – uma palavra tomada diretamente do Corão, significando algo semelhante a apóstatas, ou pessoas que abandonaram a fé).

Não considerando o Corão, os seis livros do Hadith e a biografia do profeta (o Sira) representam um mundo nascido em violência. Maomé, depois de mudar sua residência para Medina, levou seus seguidores a batalhas e a ataques a áreas tribais. Ele lutou em conflitos importantes como as batalhas de Badr, Uhud e al-Khandaq. Ibn Ishaq, seu biógrafo, diz que ele lutou em vinte e sete batalhas. Além disso, ele enviou tenentes a caravanas de invasão – as invasões são conhecidas como ghazwat. Cerca de 100 dessas invasões aconteceram principalmente para chamar os árabes ao islamismo. Se eles se desviassem da fé verdadeira, os “apóstatas”, como os pagãos, deveriam ser combatidos até aceitarem o islamismo ou serem mortos – como estamos vendo atualmente no Estado Islâmico (EI).

Maomé ordenou e apoiou cerca de quarenta e três assassinatos de oponentes, inclusive de vários poetas, que o haviam desafiado em versos. Mais conhecidas são suas represálias contra três tribos judaicas, duas das quais foram expulsas de Medina, enquanto que os homens da terceira, a Banu Qurayza, foram condenados à morte por Sa’d ibn Mu’adh, cujo julgamento foi endossado por Maomé. Mais de 900 homens da tribo – inclusive meninos de treze anos para cima – foram decapitados; as mulheres e crianças foram vendidas como escravas, ou algumas das mulheres foram feitas concubinas dos homens muçulmanos.[11] O período de Medina não foi nada mais do que rodadas de violência sobre violência, todas ordenadas e realizadas pelo “Profeta da Paz”.

Maomé morreu no ano 632 d.C., e deveria ser sucedido por seu sogro Abu Bakr (morto em 634), tido pelos sunitas como o primeiro califa, ou por seu genro Ali, tido pelos xiitas como o primeiro dos doze imãs – desta forma provocando o primeiro cisma do islamismo, entre os sunitas e os xiitas, nos dias da morte de Maomé.

A primeira tarefa à qual Abu Bakr se dedicou como califa foi lançar uma série de ataques através da Península Arábica. As tribos dos beduínos, que tinham seguido seu costume de suprimir sua lealdade quando o líder de uma tribo associada morresse, aparentemente creram que sua fidelidade ao islamismo havia terminado quando Maomé partiu deste mundo. Abu Bakr tratou isto como uma apostasia e enviou aliados para forçarem os homens das tribos a voltarem para o aprisco do islamismo. Essas Guerras dos Ridda resultaram em quinze batalhas. Quando as coisas tinham sossegado, Abu Bakr enviou exércitos muçulmanos para conquistarem o Iraque (uma província do Império Persa Sassânida) e o Levante (parte do Império Bizantino Cristão).

Quando Abu Bakr, já um homem velho, morreu de febre, em agosto de 634 d.C., foi sucedido por Umar ibn al-Khattab (morto em 644). Sob seu governo, o Império Sassânida inteiro e dois terços do Império Bizantino foram conquistados pelo islamismo. Batalha após batalha, derramamento de sangue após derramamento de sangue. Em 644 d.C., um grupo de persas, irados por causa da conquista, conspirou para matar Umar e foi bem sucedido quando um ex-escravo, mais conhecido como Abu Lu’lu’, o assassinou durante as orações.

Embora o terceiro dos quatro “Califas Corretamente Guiados”, Uthman ibn Affan (morto em 656), já estivesse com 65 anos em sua ascensão, durante seu reinado aconteceram batalhas para conquistar ou alinhar a metade do mundo conhecido. Suas conquistas se estenderam até o Paquistão moderno, o Irã, o Afeganistão, o Azerbaijão, o Daguestão, o Turcomenistão e a Armênia. A Sicília e Chipre foram capturadas. Os exércitos [islâmicos] entraram no Norte da África e mais tarde na Península Ibérica e no Sul da Itália.

Já no final de sua vida, entretanto, Uthman tornou-se impopular para muitos. Medina, onde ele tinha sua capital, tornou-se um ninho de intrigas e distúrbios. Em 656, uma revolta armada teve início e 1.000 rebeldes, com ordem para assassinar o califa, partiram do Egito para Medina. Alguns entraram em sua casa e o assassinaram; depois, os defensores do califa se voltaram contra os rebeldes e a luta armada estourou. A religião da paz continuava em marcha.

Uthman foi seguido pelo genro de Maomé, Ali (morto em 661), o último dos quatro Califas Rashidun (Guiados Corretamente). Quase que imediatamente, Ali foi envolvido em uma rixa que terminou em guerra civil. Ele enfrentou a esposa do profeta, A’isha, na Batalha do Camelo em 656, quando 10.000 foram mortos. Ele também enfrentou as forças de Mu’awiya (mais tarde o primeiro dos Califas Omíadas) em Siffin (657), onde Ali perdeu 25.000 homens e Mu’awiya perdeu 45.000. Ali foi assassinado em sua capital, Kufa, por um muçulmano extremista, durante as orações, em 661.

Os omíadas tomaram o poder e estabeleceram sua capital de longa duração, Damasco. Mas a violência prosseguiu rapidamente. Em 680, quando Yasid (morto 683), filho de Mu’awiya, assumiu o califado, um neto de Maomé, Husayn, filho de Ali, rebelou-se e levantou forças para atacar Yazid. Os dois lados se encontraram em Karbala, em 680. Na luta, Husayn, sua família e seus seguidores, todos pereceram. Isto marca o momento mais crucial na cisão entre a minoria xiita (para quem Husayn é o terceiro dos imãs) e a maioria sunita.

O restante da história islâmica é marcada pelas jihads anuais, guerras entre diferentes governos e impérios muçulmanos. Somente na Índia, entre sessenta e oitenta milhões de hindus podem ter sido assassinados durante os séculos de invasões dos exércitos muçulmanos, desde o ano 1000 até o ano 1525.[12] Será que isso é algo que deva ser esquecido?

Enquanto o Corão estiver nas prateleiras de todas as mesquitas e livrarias muçulmanas, homens e mulheres jovens, em suas thawbs e hijabs, podem encontrar nele a perfeita justificativa para continuarem suas empreitadas no caminho da jihad e da matança de inocentes. (Denis MacEoin – www.gatestoneinstitute.org – Beth-Shalom.com.br)

____________

Denis MacEoin se formou com um B.A. e um mestrado em Língua Inglesa e Literatura no Trinity College, Dublin (Irlanda), seguido por um segundo M.A. de 4 anos em persa, árabe e Estudos Islâmicos em Edimburgo e um doutorado em Estudos Persas/Islâmicos em Cambridge (Grã-Bretanha). Ele lecionou Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade de Newcastle, escreveu vários livros e numerosos artigos acadêmicos, bem como muitos textos jornalísticos. Recentemente, produziu relatórios sobre literatura de ódio, a sharia (lei islâmica), e as escolas islâmicas.

Notas:
http://georgewbush-whitehouse.archives.gov/news/releases/2001/09/20010917-11.html
http://www.danielpipes.org/blog/2007/10/bush-returns-to-the-religion-of-peace
https://www.youtube.com/watch?v=9–ZoroJdVnA
http://www.westcoasttruth.com/western-dhimmi-politicians–-the-black-heart-series-by-ralph-ellis.html
http://www.hindustantimes.com/india-news/mumbai/islam-great-but-distorted-by-few-extremists-obama/article1-623013.aspx
http://exlaodicea.wordpress.com/2014/01/10/pope-francis-and-the-religion-of-peace/
http://www.cbn.com/cbnnews/world/2010/March/UK-Muslim-Leader-Islam-Not-a-Religion-of-Peace/
Ver?http://www.religioustolerance.org/faisal01.htm;?http://www.al-islami.com/islam/religion–of–peace.php;http://d1.islamhouse.com/data/en/ih–books/single/en–Islam–Is–The–Religion–Of–Peace.pdf;http://www.studymode.com/essays/Islam-a-Religion-Of-Peace-212736.html
http://www.answering-islam.org/Quran/Themes/jihad–passages.html
O ponto, ou?nuqta, é de enorme importância no xiismo, pois o imã Ali afirmou que ele é o ponto debaixo da letra b no início da primeira palavra do Corão, bismillah, o que faz dele o primeiro de todos os seres criados. Seitas tais como os Nuqtavis e os Babis no Irã têm atribuído significados profundos a isso. Pode ser um ponto, mas ele pode significar um mundo de coisas.
Ver William Montgomery Watt,?Muhammad at Medina [Maomé em Medina], pp. 208-216, Oxford, 1956, o estudo definitivo sobre esse período. O autor foi aluno de Watt nos anos 1970.
K.S. Lal,?Growth of Muslim Population of Medieval India (1000-1800) [O Crescimento da População Muçulmana da Índia Medieval (1000-1800)].

Extraído de Revista Notícias de Israel janeiro de 2015, revista mensal com artigos sobre Israel, profecias bíblicas, e notícias internacionais comentadas.

Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/isla_matanca_inocentes.html

EUA: Evangélica é presa por se negar a assinar certidão de casamento gay

Tabeliã americana só será solta se negar sua fé

A tabeliã americana Kim Davis desafiou a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos e afirmou que não iria emitir licenças de casamento para casais gays. Sua justificativa é que ela responde a um poder maior: Deus.

Durante dois meses, Kim, que trabalha para o condado de Rowan, em Kentucky, alegou que suas crenças religiosas justificavam sua recusa. O caso gerou polêmica e ela foi vítima de ativistas gays, que pediam sua prisão.

Na segunda (31/08), a Suprema Corte rejeitou o pedido de ordem de emergência que permitiria que Kim negasse licenças de casamento para casais do mesmo sexo. Ele enfrenta a ordem de um juiz federal que a obriga a emiti-las.

Em julho, o vídeo que mostra Kim negando atender o pedido de um casal gay chamou atenção para a postura dela. Poucos dias depois, ativistas gays entraram com uma ação civil federal contra ela. Segundo o jornal The New York Times, há vários funcionários que se recusam a casar pessoas do mesmo sexo mesmo depois de o Supremo Tribunal ter legalizado estas uniões, em junho passado.

Ontem (2/9), Davis desafiou o tribunal e recusou novamente casar pessoas do mesmo sexo. Perante várias câmaras de televisão, a norte-americana defendeu agir “sob a autoridade de Deus”.

Na manhã de hoje (3), o juiz federal David Bunning ordenou que Davis seja presa. Ela só poderá ser solta quando concordar em emitir as licenças de casamento, conforme manda a lei.

Kim Davis

“A corte não aceitará a desobediência intencional de sua ordem legalmente estabelecida. Se você der às pessoas a oportunidade de escolher quais normas seguir, isso potencialmente causa problemas”, afirmou Bunning durante a audiência.

A corte estava cheia de ativistas, que celebraram a sua prisão. Eles pedem que o mesmo ocorra com todos os que se negarem a casar gays.

Nos Estados Unidos, a certidão de casamento é feita por funcionários públicos ligados ao sistema judiciário. Na cidade onde Kim Davis trabalha, o escrivão é eleito pelo povo. E só pode ser retirado do cargo por um impeachment.

O caso promete render muita polêmica ainda. Ela afirma que um cristão não pode negar aquilo o que crê mesmo que seu trabalho o obrigue. Convertida em 2011, Kim afirma ser uma cristã convicta. Ela defende que “isto nunca foi uma questão gay ou lésbica. Trata-se do casamento e da palavra de Deus”, escreveu em uma nota lida pelos seus advogados.

_________

Links relacionados:

- Pastores nos EUA são proibidos por governo de chamar o homossexualismo de “pecado”
http://noticias.gospelprime.com.br/pastores-proibidos-chamar-homossexualismo-pecado/

- Casal cristão se nega a alugar salão para casamento gay nos EUA e fecha após pressão
http://noticias.gospelprime.com.br/casal-cristao-fecha-empresa-casamento-gay/

- Casal cristão terá de pagar indenização de 150 mil dólares a casal gay por “discriminação”
http://gif15.blogspot.com.br/2015/08/casal-cristao-tera-de-pagar-indenizacao.html

_____________

Adendo: Kim Davis foi libertada na última terça-feira, dia 8 de setembro.

Por que liberais estão atacando esse padeiro gay?

Esse padeiro compreende como poucos
a definição da palavra "Liberdade"
Por Candice Thomas

22 de julho de 2015 - Padeiros cristãos, como Aaron e Melissa Klein, de Oregon - os quais foram condenados recentemente a pagar 135 mil dólares para um casal de lésbicas depois de se recusarem a assar um bolo de "casamento" para elas - estão sendo defendidos por uma pessoa improvável: um padeiro gay chamado Jesse Bartholomew.

Bartholomew recentemente postou um vídeo na sua página do Facebook onde ele entrega um discurso de dois minutos apontando diretamente para a comunidade gay e lésbica, acusando-a de utilizar táticas fascistas, destinadas a SILENCIAR a oposição conservadora.

"Oi gente", disse Bartholomew no vídeo. "Meu nome é Jesse e eu asso bolos de casamento para ganhar a vida, e eu nem posso te dizer o quanto estou repugnado com minha camarada comunidade gay e lésbica - que eles iriam descer tão baixo a ponto de forçar alguém que não concorde com eles a fazer um bolo pra eles. E antes que você possa vir me culpar e dizer que eles TÊM que fazer - não, eles NÃO TEM que fazer. ELES NÃO TEM QUE FAZER UM BOLO PRA VOCÊS."

Bartholomew toca em um dos principais argumentos dos conservadores - incluindo os Klein: a de que, por causa da Primeira Emenda (direito à liberdade de religião), eles devem ter o direito de recusar os seus serviços para um casamento gay.

No caso dos Klein, eles não negaram o serviço para o casal que entrou com uma queixa contra eles porque elas eram lésbicas - provavelmente eles já tinham prestado serviço para o casal e para as famílias do casal em outros eventos, não matrimoniais, mas se recusaram a fazer esse bolo de casamento específico porque discordavam do casamento em si. Eles afirmaram que isso não deveria ser qualificado como "discriminação" nos termos da lei.

Mas Bartholomew, a partir de sua curiosa posição dentro da comunidade gay, levou sua crítica um passo mais longe: POR QUE UM CASAL GAY AINDA IRIA QUERER QUE SEU BOLO DE CASAMENTO FOSSE FEITO, COMO PRIMEIRA OPÇÃO, POR ALGUÉM QUE É CONTRA O SEU CASAMENTO?

"VOCÊS SÃO ESTÚPIDAS?", ele pergunta para sua audiência. "Essa é a parte mais pessoal do casamento de vocês. Seus convidados irão comer esse bolo. Ele irá aparecer nas fotos, vocês irão digerir ele em seus estômagos... NÃO HÁ OUTROS PADEIROS ALÉM DESSES AÍ?"

Ele terminou seu vídeo lançando um ataque diretamente sobre as táticas da esquerda liberal - onde houve um silenciamento injusto da oposição, ao invés de um debate aberto e honesto (sem falar no respeito), tornando-se o novo normal.

"É claro e simples", disse Bartholomew. "Vocês estão INTIMIDANDO alguém, vocês estão FORÇANDO alguém, vocês estão sendo uns nazistas e forçando alguém a fazer um bolo de casamento amaldiçoado para vocês, enquanto que há centenas de outros gays e lésbicas [padeiros] que ficariam felizes em fazer o serviço. Vocês deviam se envergonhar!



Alguns comentários interessantes a respeito do vídeo:

"Parem de arruinar a vida das pessoas que não concordam com vocês!"

"O governo supostamente deveria ser para o povo pelo povo, e não o contrário."

"Muitos elogios para Jesse Bartholomew. Eu o aplaudo por seu senso comum. Obrigado por sua fala, senhor."

"Eu tenho uma pergunta para aqueles que estão intimidando os padeiros a assarem bolos para elas: vocês têm certeza que é sábio ser tão desagradável para as pessoas que estão fazendo algo que você vai comer? Se eu estivesse sendo intimidado pelos homossexuais, e eles me processassem a fim de "forçar-me a assar o bolo", esse bolo iria conter alguns ingredientes bastante interessantes. Eu poderia ter um resfriado ruim e "acidentalmente" espirrar na massa algumas vezes. Isso é apenas uma das muitas coisas que poderiam acontecer "acidentalmente de propósito". Me entende?"

:-)

Casal cristão terá de pagar indenização de 150 mil Dólares a casal gay por “discriminação”

Melissa e Aaron, donos da extinta confeitaria
"Sweet Cakes" ("Bolos Doces")

Aaron e Melissa Klein, proprietários da confeitaria Sweet Cakes, no estado Oregon, foram forçados a fechar seu negócio após se recusarem a fazer um bolo de casamento para um casal gay em 2013.

Eles afirmavam que isso violaria as suas convicções religiosas e acabaram sendo processados por Rachel e Laurel Bowman-Cryer, casal de lésbicas que se sentiu humilhado pela recusa. A pressão da comunidade LGBT foi tão grande que, sentindo-se ameaçados, os Klein optaram por encerrar as atividades.

Rachel e Laurel Bowman-Cryer, casal de lésbicas

Quase dois anos depois, o tribunal do Oregon condenou Aaron e Melissa a indenizar Rachel em 75.000 dólares enquanto Laurel ganhou outros 60.000 – totalizando cerca de 400 mil reais. Elas alegavam que precisavam ser ressarcidas por “danos emocionais”. Rachel alega ter ficada acamada por conta de uma depressão em consequência do ocorrido.

Brad Avakian, Comissário do Escritório de Trabalho e Indústria do Oregon, emitiu as notificações, alegando que os proprietários da confeitaria eram culpados de “discriminação”.

“Permitir que os inquiridos, uma empresa com fins lucrativos, negue quaisquer serviços para qualquer pessoa por causa de sua orientação é uma violação da lei”, afirma o veredito.


Contudo, isso não é tudo. Os Klein ficaram conhecidos no Oregon por causa do incidente e diversas vezes deram declarações à imprensa, alegando que preferiam “obedecer a Deus do que a homens”. Também justificaram sua recusa por seguirem princípios cristãos. Agora, o Estado quer impedi-las de usar “justificativas religiosas”.

A família Klein continua fazendo bolos, mas em casa, não mais numa loja. Alegam não ter dinheiro para pagar o processo e que já sofreram prejuízos demais. Também não estão satisfeitos pela maneira como o governo do Oregon lidou com seu caso.

Resultado: confeitaria fechada

Melissa escreveu em sua página do Facebook: “De acordo com o estado de Oregon não temos mais liberdade de religião nem liberdade de expressão. Não vamos desistir dessa luta, e não seremos silenciados. Nós defendemos a verdade de Deus, a Palavra de Deus e a liberdade para todos. Estamos aqui para obedecer a Deus, não ao homem, e não vamos conformar com este mundo. Se tivéssemos que perder tudo valeria a pena pelo o nosso Senhor, que deu seu único filho, Jesus, por nós! Deus vencerá essa luta!”.

Melissa e Aaron Klein

Aaron Klein disse ao canal Fox News que eles planejam recorrer da decisão e que não irão pagar. A advogada dos Klein, Anna Harmon, disse que a tentativa de calar seus clientes “é mais uma prova de que o Estado está tentando forçar as empresas a se conformar politicamente com aquilo que eles não concordam”.

Casal Klein

Este não é o único caso de empresas de cristãos que são processadas por se negarem a aceitar encomendas para casamentos gay. A pressão tem ocorrido em vários estados americanos, quase sempre equiparando esse tipo de “discriminação” com racismo.

Com informações de Christian Post (1) (2).

Extraído de: Gospel Prime.

Após quase 50 anos, acaba proibição de Bíblias em Cuba

 Mais de 80 mil exemplares chegaram à ilha no último mês

por Jarbas Aragão

Após a reaproximação dos Estados Unidos e Cuba, surgiu uma oportunidade rara para os missionários. Há quase 50 anos Bíblias não eram encontradas nas livrarias cubanas. Um cristão tinha acesso a elas apenas pela rede de igrejas subterrâneas. Agora essa situação mudou.

Este mês, a International Missions Board (IMB), maior agência missionária dos Estados Unidos, enviou 83.000 bíblias para a ilha caribenha. Há relatos que existem extraoficialmente cerca de 1200 igrejas evangélicas em Cuba. O regime comunista dos irmãos Castro proibia a abertura de templos “não registrados”.

O IMB relata que este é um tempo de crescimento dos evangélicos.  A nação comunista proibiu a distribuição da Bíblia abertamente em 1969.  Até recentemente as bíblias que chegavam até os cubanos precisavam ser contrabandeadas e seguidamente eram apreendidas pelas autoridades. Centenas de missionários já foram presos e extraditados por tentarem levar literatura bíblica escondida desde a década de 1960.
 
 
Segundo David Isais, que faz parte da Comissão Bíblia de Cuba (CBC), o ministério Revival Fires [Fogo do Avivamento] pretende entregar pelo menos 250 mil bíblias em Cuba este ano. O seu objetivo é que as ofertas possibilitem atenderem o pedido de 1 milhão feito por pastores cubanos. Isais explica que o governo está fazendo um programa experimental que pode ser interrompido a qualquer momento se a distribuição “criar muitos problemas”.

A Comissão Bíblica de Cuba serve como “ligação” entre o governo e as igrejas em Cuba há mais de seis décadas. Para ele é um grande alívio essa liberdade. Algumas igrejas têm apenas uma ou duas bíblias para toda a congregação e muitos pregadores cubanos precisam dividir um mesmo exemplar para estudar e pregar.

A CBC firma que foram autorizados a colocar bíblias não só nas igrejas, mas também em escolas, prisões e bibliotecas. Sua expectativa é que a ampla distribuição da Palavra de Deus gere um avivamento entre os cubanos. Com informações CBN e Joplin Globe

Fonte: GospelPrime.

Estado Islâmico executa mais 30 cristãos etíopes na Líbia


Uma nova execução bárbara de cristãos, perpetrada pelo Estado Islâmico, foi anunciada pelo grupo terrorista no último domingo, 19 de abril. No vídeo, um porta-voz dos extremistas diz que a perseguição aos seguidores de Cristo continuará até que se convertam ao islamismo.

Segundo as agências internacionais, a autenticidade do vídeo ainda está sendo avaliada, mas o material segue os padrões de propaganda usados anteriormente. Nele, é possível presumir que 30 cristãos foram assassinados decapitados ou com um tiro na cabeça.

“Nossa batalha é a batalha entre a fé e a blasfêmia, entre a verdade e a falsidade […]. O derramamento de sangue muçulmano nas mãos da religião de vocês não é barato […]. Os inimigos do Estado Islâmico não estão a salvo nem em seus sonhos, até que adotem o islã”, afirmou o terrorista, vestido de preto, mascarado e com uma arma na mão.

O vídeo mostra o símbolo da Al-Furqan, uma espécie de assessoria de imprensa do Estado Islâmico, e mostra os fiéis “seguidores da cruz da inimiga Igreja etíope” sendo executados. O primeiro grupo de cristãos assassinados é formado por 15 pessoas, que são decapitadas numa praia. No segundo grupo, outros 15 são executados numa área desértica.

Com 29 minutos de duração, o vídeo mostra alguns dos cristãos que foram mortos explicando que os integrantes do Estado Islâmico ofereceram a chance de ficarem vivos em troca de negarem a Jesus, mas eles recusaram. A segunda opção era pagar uma multa, e eles optaram por dar dinheiro aos extremistas muçulmanos.

Essa é a primeira vez que o Estado Islâmico filma e divulga o assassinato de cristãos etíopes. A Etiópia é um país africano de maioria cristã, em sua maioria, da Igreja Ortodoxa Copta, que está estabelecida na África Oriental desde o século I. Muitos etíopes migram de seu país em busca de trabalho na Europa, e para isso, passam pela Líbia, onde podem ter sido capturados pelos terroristas.
Fonte: Gospel Mais.

Links relacionados:

- Estado Islâmico executa 30 cristãos etíopes em novo vídeo
http://tnh1.ne10.uol.com.br/noticia/mundo/2015/04/19/321759/estado-islamico-executa-30-cristaos-etiopes-em-novo-video

- Vídeo do Estado Islâmico mostra execução de 30 cristãos etíopes
http://correiodobrasil.com.br/boletim/video-do-estado-islamico-mostra-execucao-de-30-cristaos-etiopes/758786/
 
- Estado Islâmico atira e decapita 30 cristãos etíopes na Líbia, mostra vídeo

Estado Islâmico explode igreja na Síria no Domingo de Páscoa

Igreja em cidade assíria controlada pelo EI foi destruída no Domingo de Páscoa.


Terroristas do Estado Islâmico (EI) explodiram uma igreja construída há 80 anos no nordeste da Síria no Domingo de Páscoa (5), informou a agência de notícias estatal síria SANA.

Segundo a SANA, bombas foram colocadas dentro da Igreja da Virgem Maria no vilarejo assírio de Tel Nasri, controlado pelo Estado Islâmico, na província de Hassaka. Não há relatos de que a ação tenha deixado mortos ou feridos.

PAPA

O Papa Francisco voltou a denunciar nesta segunda (6) o assassinato de cristãos por radicais islamitas em países da Ásia, do Oriente Médio e da África.

"[Precisamos de] participação concreta e de ajuda tangível na defesa e na proteção de nossos irmãos e irmãs, que são perseguidos, exilados, assassinados e decapitados somente por serem cristãos", disse o pontífice.

Na sexta-feira (3), ele havia criticado o "silêncio cúmplice" sobre os ataques a cristãos.

Na quinta, milicianos da facção somali Al Shabab haviam atacado estudantes cristãos em uma universidade no Quênia, deixando 148 mortos.

Fonte: Folha de São Paulo.

Terroristas Islâmicos Matam 147 Cristãos em Universidade no Quênia

Os atiradores foram de quarto em quarto perguntando quem era cristão.
A polícia cercou o campus e matou os quatro terroristas depois de 15 horas.

Terroristas islâmicos invadiram uma universidade no Quênia, país da África Oriental, e assassinaram 147 pessoas, depois de perguntar entre as vítimas quais eram cristãs.

O ataque foi em Garissa, a 150 quilômetros da Somália, de onde vieram os terroristas do Al-Shabaab, um grupo extremista islâmico ligado a Al-Qaeda, e que já fez vários ataques no Quênia.

Eles entraram na universidade atirando. Foram de quarto em quarto, perguntando quem era muçulmano e cristão e executaram os cristãos.


Policiais e soldados cercaram o campus e depois de 15 horas conseguiram matar os quatro terroristas. Pelo menos 80 pessoas ficaram feridas.

Autoridades ofereceram uma recompensa de 215 mil dólares por informações de Mohamed Mohamud, que é acusado de ser o mentor do ataque.

Fonte: Portal de Notícias G1.

Conheça como agem e o que querem os grupos terroristas mais perigosos

Organizações internacionais estimam que os grupos façam mais de 200 vítimas por dia.
Cientista político analisa a intenção desses grupos.

São muitos nomes, e muitas organizações extremistas atuando em regiões diferentes. Conheça como agem e o que querem esses grupos bárbaros que deturpam a religião islâmica e matam sem piedade: Al-Qaeda, Al-Qaeda do Iêmen, Estado Islâmico, Talibã, Boko Haram. Nomes estranhos, com significados geralmente pretenciosos, que foram se tornando comuns e assustadores desde que o maior atentado da história, numa manhã de terça-feira em Nova York, inaugurou um novo milênio. Uma época até agora marcada pelo embate entre terroristas islâmicos e o chamado Ocidente.

Os grupos fazem, em média, 20 ataques por dia. E é impossível calcular o número de vítimas porque muitas desaparecem em lugares onde o terror é a lei. Mas organizações internacionais estimam que sejam mais de 200 por dia.

Na última quarta-feira, o líder da Al-Qaeda do Iêmen, Nasser Bin Ali Al-Ansi, divulgou um vídeo dizendo que os terroristas que mataram os cartunistas do jornal francês, Charlie Hebdo, eram militantes do grupo.

A Al-Qaeda do Iêmen começou a ficar conhecida 15 anos atrás, no ataque que matou 17 pessoas no destroyer norte-americano "USS Cole". Era na época um braço da Al-Qaeda comandada por Osama Bin Laden. Mas como afinal esse grupo se organiza?

O jornalista iraquiano Ghaith Abdul-Ahad foi até o deserto iemenita para investigar. Ele negociou por meses para entrar na cidade de Jaar, o reduto da Al-Qaeda do Iêmen. Militantes do grupo ficam nos morros, armados até os dentes, vigiando a estrada.

Na entrada da cidade vazia, os radicais fincaram as bandeiras deles. São os mais de mil homens da Al-Qaeda do Iêmen que mandam no local. As escolas foram fechadas e as marcas da guerra deles aparecem em todo lugar.

A Al-Qaeda do Iêmen deixou de ser filial de Bin Laden e virou referência para terroristas. Combatentes da Somália, da Arábia Saudita e do Afeganistão vão a Jaar em busca de uma base de operações. Em um cinema improvisado, em uma praça, não passa filme nenhum. A diversão do povo é ver vídeos de ataques terroristas.

Significado de Al-Qaeda

O jornalista Ghaith teve os olhos vendados ir até o chefe da Al-Qaeda do Iêmen, Jalal Al-Marqashi. Mas não pôde gravar o encontro.

Em Aden, principal porto do Iêmen, Ghaith foi testemunha do medo. No enterro de uma menina de 15 anos, terroristas atiram do alto de um morro. Dias antes um homem havia sido morto e crucificado. O corpo ficou exposto por três dias, para dar exemplo e causar pânico.

A Al-Qaeda do Iêmen quer que todo o mundo siga a lei islâmica e pretende eliminar ou converter os que não acreditam no Islã. É a dissidência mais ativa entre os grupos que se separaram da Al-Qaeda original depois da morte de Osama Bin Laden.

Al-Qaeda quer dizer "a base". Surgiu em 1988, na Arábia Saudita, e foi a primeira a internacionalizar o terror, criando uma rede com células espalhadas pelo mundo inteiro. Uma estrutura descentralizada que tem hoje cerca de 20 mil militantes.


Base de atuação do Talibã é Kandahar no Afeganistão

Quando a Al-Qaeda fez o maior atentado terrorista da história, em 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, recebeu apoio do Talibã, o grupo radical que chegou a ser governo no Afeganistão entre 1996 a 2001, até que foi derrubada durante a campanha militar americana para encontrar Osama Bin Laden.

Hoje, a base de atuação do Talibã é Kandahar, no Afeganistão. O grupo mantém forte influência no país e também no noroeste do Paquistão. Onde mantém campos de treinamento de terroristas. O Talibã combate o governo do Afeganistão para voltar ao poder. Mas é só uma fração do que já foi no passado.

Estado Islâmico é o grupo terrorista que mais assusta hoje

O grupo terrorista que mais assusta hoje é o Estado Islâmico. Nos últimos três anos e meio, os extremistas se aproveitaram do vazio de poder criado pela guerra civil da Síria e tomaram grandes áreas, inclusive campos de petróleo que ajudam a financiar o terrorismo.

Hoje, o Estado Islâmico domina mais de 30% da Síria e avança sobre o Iraque, onde domina, por exemplo, Mossul, a segunda maior cidade do país.

Quando entra em um novo território, os terroristas do Estado Islâmico matam muçulmanos de outras denominações, escravizam as mulheres, e tentam converter os cristãos. Quem não aceita, é executado. Eles querem criar um califado, um poder central para mandar em todos os povos muçulmanos. E em nome disso, cometem barbaridades. Atos de selvageria divulgados como troféu nos vídeos que eles espalham na internet.

Homens desarmados são caçados como se fossem bichos, em alta velocidade. Os militantes fazem fuzilamentos em série. Matam dezenas de pessoas de uma só vez, a sangue frio. E escolhem vítimas para fazer execuções que provoquem a ira dos governos do Ocidente.

O jornalista norte-americano James Foley foi o primeiro a ser decapitado diante das câmeras do Estado Islâmico. Mas já foram muitos. E agora um novo vídeo mostra um menino que parece não passar dos dez anos, aparentemente, matando dois homens. Supostamente, espiões russos.

O Estado Islâmico montou um aparato militar bem equipado e financiado. Tem 200 mil homens com armamentos modernos, inclusive quatro aviões caça. E consegue resistir até aos ataques aéreos dos Estados Unidos.

Boko Haram pratica barbárie para criar um califado e apavora o mundo

Na África, um outro grupo que pratica barbárie para criar um califado apavora o mundo. A Nigéria tem reservas enormes de petróleo e por causa disso é a maior economia do continente. Mas o norte, onde vive a maioria dos 80 milhões de muçulmanos do país, é pobre demais. E é nesse vazio que entra o terrível Boko Haram.

O nome do grupo já anuncia o seu propósito. Boko Haram quer dizer "educação ocidental é pecado". Eles querem acabar com a influência do Ocidente e pra isso atacam escolas, sequestram estudantes, matam professores e destroem os prédios.

As leis do Boko Haram às comunidades com extrema violência. Qualquer comportamento que seja considerado anti-islâmico pode ser punido com a morte, sem julgamento.

O líder Abubakar Shekau anuncia: “Perigo, perigo, perigo”, diz ele em um vídeo.

O Boko Haram se espalha também por Chade, Níger e Camarões. Esta semana, a Anistia Internacional divulgou imagens feitas por satélite mostrando uma área arrasada no nordeste da Nigéria. Ativistas dizem que 2 mil morreram no massacre.

E em um vídeo, aparece novamente o chefe Abubakar Shekau espalhando a filosofia terrorista. O Boko Haram quer tomar um pedaço do norte da Nigéria para fazer no local um novo país. Um califado, onde só a lei islâmica seja possível. Eles têm muito em comum com o Estado Islâmico. Invadem cidades, matam ou expulsam os opositores. Controlam, segundo estimativas, 20% da Nigéria.

Em abril de 2014, eles invadiram a cidade de Chibok e sequestraram 276 meninas em uma escola. O mundo acompanhou em choque. E desde, então, os terroristas do Boko Haram se tornaram mais e mais violentos. É impossível saber ao certo, mas estima-se que eles já tenham matado mais de 7 mil pessoas.

Esta semana, promoveram mais três ataques suicidas com bombas. Meninas de dez anos foram obrigadas a carregar os explosivos.

Maioria dos muçulmanos não apoia os extremistas

Existem mais de 1,6 bilhão de mulçumanos no mundo, e basta conversar com eles para ter certeza de que a maioria não apoia os extremistas. A religião que é muito forte na Ásia, na África e no Oriente Médio ensina que eles devem ser justos, devem respeitar as outras religiões e, principalmente, ser bons perante Alá, o deus para quem eles rezam por cinco vezes ao dia. Mas quando a violência é praticada em nome da religião, analistas não têm a menor dúvida, o que entra em jogo é o poder. O alto proclamado Estado Islâmico, os talibãs, as Al-Qaedas, o Boko Haram, o que eles pretendem é derrubar governos e construir impérios, o que alguns chamam de califados. O que certamente não tem nada a ver com o que os muçulmanos entendem ser a mensagem de Deus.

Cientista político explica que terroristas querem recuperar o poder

“O islamismo é uma religião que evoca paz, que evoca a preservação da vida. Que evoca o direito inalienável da liberdade de expressão. Então, nós de uma maneira definitiva não podemos utilizar o termo islâmico ou Islã, ou islamismo pra atos que ferem os princípios do islamismo”, diz Ali Zoghbi, vice-presidente da Federação das Associações Muculmanas do Brasil.

“A pretensão desses grupos extremistas é a reconstituição política desse califado e dessa hegemonia muçulmana sobre diversas terras, sonhando com o velho império muçulmano da Idade Média, que ia ali da Ásia central até a Espanha”, diz Márcio Scalercio, professor de Relações Internacionais.

Como explica o cientista político, os terroristas querem recuperar o poder que um dia os califas muçulmanos tiveram. E não é só uma volta aos tempos em que algumas religiões se confundiam com a tentativa de alguns povos de dominar o mundo. Os terroristas querem impor a lei da espada, querem um retrocesso ao que a humanidade tinha de mais bárbaro.

Gritando "Alá é grande", motorista atropela 12 pessoas na França


Um motorista atropelou de propósito doze pessoas, duas estão em estado grave, na cidade de Dijon, a 300 quilômetros de Paris, na França, neste domingo.

Segundo fontes da polícia, gritando em árabe "Alá é grande" (“Allahu Akbar”) e “em nome das crianças da Palestina”, o condutor primeiro atingiu quatro pessoas. Alguns minutos depois ele teria atingido sete pessoas, de acordo com o jornal local “Le Bien Public“. Toda a ação teria durado meia hora.

As autoridades francesas trabalham com a hipótese que seja um atentado terrorista e um ato de islamismo radical, e já transferiram as investigações para a célula antiterrorista de Paris.

O motorista, um homem de 40 anos, fugiu após os ataques mas foi acabou preso pela polícia. De acordo com o porta-voz do Ministério do Interior, Pierre-Henry Brandet, o agressor aparenta ser desequilibrado e estaria fazendo tratamento em um hospital psiquiátrico.

O primeiro ministro da França, Manuel Valls se manifestou via twitter.

“Solidariedade às vítimas de Dijon e apoio às famílias”.

Os ataques ocorrem um dias após um homem — também gritando “Alá é grande” — entrar em uma delegacia de polícia de Joué-lès-Tours, no Centro-oeste da França, e esfaquear três policiais antes ser morto pelos agentes. Os policiais feridos estão fora de perigo.

Em um comunicado, a União de mesquitas da França condenaram a agressão. Eles pediram aos jovens franceses para “não se equivocarem de inimigos e de combate”.


Outra notícia relacionada:

- Homem que atacou polícias numa esquadra era um francês convertido ao islão
http://observador.pt/2014/12/21/homem-que-atacou-policias-numa-esquadra-era-um-frances-convertido-ao-islao/#

____________________________

Comentário do blog

O fruto não cai longe do pé...
Ou como ensinava aquele grande sábio que nasceu há cerca de 2 mil anos atrás: "Pelos frutos os conhecereis."

Toda árvore que produz frutos bons é considerada uma árvore boa, assim como toda árvore que produz frutos ruins é considerada uma árvore ruim.

Não se pode colher figos de espinheiros, nem uvas de espinhos, pois não existe árvore boa que produza frutos ruins, nem árvore ruim que produza frutos bons.

Pelo fruto se conhece a árvore. Se a árvore produz bons frutos é porque é uma árvore boa, mas se a árvore produz frutos ruins (como espinhos, ervas daninhas - e homicídios por motivos religiosos...) é porque é uma árvore ruim e seu destino é ser rejeitada, separada e no final lançada ao fogo.

ISLAMISMO FOR DUMMIES


Coisas que as pessoas falam a respeito do Islã:
- Não é todo muçulmano que é extremista...
- O problema são as organizações terroristas...
- A culpa não é da religião, mas sim da política...
- Os princípios da religião islâmica não tem nada a ver com matar gente...
- A religião não tem nada a ver com os atos bárbaros de seus supostos seguidores...
- Mimimi... mimimi... mimimi...

Agora eis a verdadeira mensagem "de paz" do Islã, retirada do próprio Alcorão:

"MATAI-OS onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque A PERSEGUIÇÃO É MAIS GRAVE DO QUE O HOMICÍDIO. (...) Tal será o castigo dos incrédulos."
(2ª Surata, verso 191 do Alcorão)

"E COMBATEI-OS até terminar a perseguição E PREVALECER A RELIGIÃO DE DEUS [ISLÃ]. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos."
(2ª Surata, verso 193 do Alcorão)

"Está-vos prescrita A LUTA (PELA CAUSA DE DEUS) (...)."
(2ª Surata, verso 216 do Alcorão)

"Aqueles que creram, migraram E COMBATERAM PELA CAUSA DE DEUS poderão esperar de Deus a misericórdia, porque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo."
(2ª Surata, verso 218 do Alcorão)

" Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, (...)"
(3ª Surata, verso 151 do Alcorão)

"Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, MATAI-OS, ONDE QUER QUE OS ACHEIS, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor."
(4ª Surata, verso 89 do Alcorão)

"... Se não ficarem neutros, em relação a vós, nem vos propuserem a paz, nem tampouco contiverem as suas mãos, CAPTURAI-OS E MATAI-OS, ONDE QUER QUE OS ACHEIS, porque sobre isto vos concedemos autoridade absoluta."
(4ª Surata, verso 91 do Alcorão)

"E NÃO DESFALEÇAIS NA PERSEGUIÇÃO AO INIMIGO; porque, se sofrerdes, eles sofrerão tanto quanto vós; (...)."
(4ª Surata, verso 104 do Alcorão)

"O castigo, para aqueles que lutam contra Deus [Alá] e contra o Seu Mensageiro [Maomé] e semeiam a corrupção na terra, é que SEJAM MORTOS, OU CRUCIFICADOS, OU LHES SEJA DECEPADA A MÃO E O PÉ OPOSTOS, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo."
(5ª Surata, verso 33 do Alcorão)

"Constatarás que OS PIORES INIMIGOS dos fiéis [islâmicos], entre os humanos, SÃO OS JUDEUS e os idólatras. (...)"
(5ª Surata, verso 82 do Alcorão)

"... Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; DECAPITAI-OS e DECEPAI-LHES OS DEDOS!"
(8ª Surata, verso 12 do Alcorão)

"COMBATEI-OS até terminar a intriga, e PREVALECER TOTALMENTE A RELIGIÃO DE DEUS [ou seja, o Islã]. (...)"
(8ª Surata, verso 39 do Alcorão)

"Mobilizai TUDO quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para INTIMIDAR, com isso, O INIMIGO DE DEUS E VOSSO, e se INTIMIDAREM AINDA OUTROS QUE NÃO CONHECEIS, mas que Deus bem conhece. (...)"
(8ª Surata, verso 60 do Alcorão)
 
"Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, MATAI OS IDÓLATRAS, ONDE QUER QUE OS ACHEIS; capturai-os,acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat*, abri-lhes o caminho. (...)"
(9ª Surata, verso 5 do Alcorão)

"Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio das vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, (...)"
(9ª Surata, verso 14 do Alcorão)

"COMBATEI AQUELES QUE NÃO CRÊEM EM DEUS e no Dia do Juízo Final, NEM SE ABSTÊM DO QUE DEUS E SEU MENSAGEIRO [Maomé] PROIBIRAM, e NEM PROFESSAM A VERDADEIRA RELIGIÃO [ou seja, o Islã] daqueles que receberam o Livro [o Alcorão], até que, SUBMISSOS, PAGUEM A JIZYA [extorsão cobrada dos não-muçulmanos mediante o uso de força ou ameaça por parte de um Estado Islâmico]."
(9ª Surata, verso 29 do Alcorão)
 
"...os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. QUE DEUS OS COMBATA! (...)"
(9ª Surata, verso 30 do Alcorão)
 
"...COMBATEI UNANIMEMENTE os idólatras, TAL COMO VOS COMBATEM; e sabei que Deus está com os tementes."
(9ª Surata, verso 36 do Alcorão)

"Deus cobrará dos fiéis O SACRIFÍCIO DE SEUS BENS E PESSOAS, EM TROCA DO PARAÍSO. COMBATERÃO PELA CAUSA DE DEUS, MATARÃO E SERÃO MORTOS. É uma promessa infalível (...)."
(9ª Surata, verso 111 do Alcorão)

"É INADMISSÍVEL que o Profeta e os fiéis IMPLOREM PERDÃO PARA OS IDÓLATRAS, ainda que estes sejam seus parentes carnais, ao descobrirem que são companheiros do fogo."
(9ª Surata, verso 113 do Alcorão)
 
 "Ó fiéis, COMBATEI OS VOSSOS VIZINHOS INCRÉDULOS para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes [a Alá]."
(9ª Surata, verso 123 do Alcorão)

"...E Alá desalojou de suas fortalezas os adeptos do Livro [judeus], que apoiaram o inimigo, e infundiu o TERROR em seus corações. MATASTES UMA PARTE E CAPTURASTES OUTRA. E depois disso [ALÁ] VOS FEZ HERDEIROS DE SUA CIDADE, DE SUAS CASAS, SEUS BENS E DAS TERRAS QUE NUNCA HAVÍEIS PISADO ANTES; sabei que Deus [Alá] é Onipotente..."
(33ª Surata, versos 26 a 29 do Alcorão)

"...Ó Profeta [Maomé], em verdade, TORNAMOS LÍCITAS, PARA TI AS ESPOSAS QUE TENHAS DOTADO, ASSIM COMO AS QUE A TUA MÃO DIREITA POSSUI (CATIVAS), QUE DEUS [Alá] TENHA FEITO CAIR EM TUAS MÃOS, (...) e uma vez que o Profeta queira desposá-la; este é um privilégio exclusivo teu, vedado aos demais fiéis. (...) PODES ABANDONAR, DENTRE ELAS, AS QUE DESEJARES e tomar as que te agradarem; e se desejares tomar de novo a qualquer delas que tiveres abandonado, não terás culpa alguma. Esse proceder será sensato para que se refresquem seus olhos, não se aflijam e se satisfaçam com o que tiveres concedido a todas, pois Deus sabe o que encerram os vossos corações; e Deus, é Tolerante, Sapientíssimo..."
(33ª Surata, versos 50 a 53 do Alcorão)

"...E AI DOS IDÓLATRAS, que não pagam o zakat* e renegam a outra vida!"
(41ª Surata, versos 6 e 7 do Alcorão)

"E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), GOLPEAI-LHES OS PESCOÇOS, até que os tenhais dominado (...)."
(47ª Surata, verso 4 do Alcorão)

"...NÃO FRAQUEJEIS (ó fiéis), PEDINDO A PAZ, QUANDO SOIS SUPERIORES; sabei que Deus está convosco e jamais defraudará as vossas ações..."
(47ª Surata, versos 36 a 37 do Alcorão)
 
 "...OU VÓS OS COMBATEREIS OU ELES SE SUBMETERÃO. E se obedecerdes, Deus vos concederá uma magnífica recompensa; por outra, se vos recusardes, como fizestes anteriormente, Ele vos castigará dolorosamente."
(48ª Surata, verso 16 do Alcorão)
 
"...Uma muçulmana, no entanto, não poderá casar-se com um não-muçulmano, porquanto o seu STATUS MUÇULMANO seria afetado (...). Uma não-muçulmana, ao casar-se com um muçulmano, DEVERÁ, finalmente, ACEITAR O ISLAM. (...)"
(114ª Surata, verso 339 do Alcorão)

"... os CASAMENTOS de mulheres crentes COM NÃO-MUÇULMANOS eram DISSOLVIDOS, SE OS MARIDOS NÃO ACEITASSEM O ISLAM. (...)"
(114ª Surata, verso 1641 do Alcorão)

"Aqueles que não crerem nos versículos de Deus [esses mesmos e muitos outros, contidos no Alcorão] não serão guiados por Deus e sofrerão um doloroso castigo. Os que forjam mentiras são aqueles que não crêem nos versículos de Deus [contidos no Alcorão]. Tais são os mentirosos."
(16ª Surata, versos 104 e 105)

* Zakat = uma espécie de contribuição social obrigatória cobrada anualmente pelos religiosos islâmicos.


São passagens como essas, conclamando os muçulmanos a combaterem cristãos, judeus e demais povos não-muçulmanos, que levam milhares de islâmicos a matarem e a morrerem em nome de Alá, chegando ao absurdo de explodirem a si mesmos só para poderem espalhar destruição, terror e mortes.
 
Enquanto isso, nos países mais democráticos e civilizados, ainda permitem que os muçulmanos construam livremente quantas mesquitas quiserem, mesmo sabendo-se que nos países em que eles deixaram de ser minoria costuma-se proibir a construção de igrejas e sinagogas, além deles perseguirem os cristãos e matarem aqueles que ousarem abandonar a religião islâmica.
____________________________


Ps:
"- E aí, Arnaldo?
- A regra é clara: Alá mandou perseguir, decapitar, machucar e extorquir todos os não-muçulmanos, ainda mais se forem judeus..."
 

Terroristas Islâmicos Executam a Tiros 28 Cristãos em Ônibus no Quênia



Somente foram poupados os passageiros que se declararam muçulmanos.


Terroristas do Al-Shabab executaram a tiros 28 cristãos que viajavam de ônibus no Quênia. Segundo testemunhas, só foram poupados os passageiros que se declararam muçulmanos e que recitavam versos do Alcorão, o livro sagrado do Islã.



O massacre foi perto da fronteira com a Somália e seria uma retaliação a confrontos entre a polícia e extremistas islâmicos em mesquistas no início da semana. O Quênia vem sendo alvo de atentados do Al-Shabab desde 2011.








"Estado Islâmico" mata 322 membros de uma tribo no Iraque

O governo iraquiano conseguiu apoio apenas de uma parte das tribos do país
na luta contra o “Estado Islâmico”

O governo do Iraque informou neste domingo (2 de novembro) que os militantes do grupo autodenominado "Estado Islâmico" foram responsáveis pelas mortes de 322 membros de uma tribo sunita na província de Anbar.

Segundo o Ministério dos Direitos Humanos iraquiano mais de 50 corpos foram encontrados em um poço de água e outros 65 membros da tribo Al-Bu Nimr foram sequestrados.

O Ministério acrescentou que os militantes estão mantendo estas 65 pessoas como reféns, prisioneiros de guerra. O grupo também roubou gado da tribo.

Outros membros da tribo Al-Bu Nimr foram encontrados mortos em covas coletivas no começo da semana. Outras 50 pessoas foram mortas no sábado.

O último ataque do grupo ocorreu na manhã deste domingo quando os militantes mataram a tiros pelo menos 50 membros da tribo.

"O governo nos abandonou e nos entregou para o EI em um bandeja. Pedimos armas a eles muitas vezes mas eles nos deram apenas promessas", disse à BBC um dos líderes da tribo, Sheikh Naeem Al Gaoud.

Os líderes tribais disseram que, entre as vítimas do massacre deste domingo estão mulheres e crianças. Todos foram colocados em fila e executados a tiros em público, como punição pelo que o grupo militante acredita ser a resistência da tribo ao domínio do "Estado Islâmico".

Segundo a correspondente da BBC em Bagdá Orla Guerin, execuções em grupo de membros da tribo se transformou em uma ocorrência quase diária no Iraque.

Os militantes do "Estado Islâmico" também são sunitas e controlam grandes áreas do Iraque e Síria.


Milícias tribais combatem Estado Islâmico no Iraque
(Foto: Reuters)
 
FUGA 

As últimas mortes ocorreram no vilarejo de Ras al-Maa, ao norte de Ramadi, a capital da província de Anbar.

Uma autoridade local disse à agência de notícias Associated Press que muitos membros da tribo fugiram dos arredores de outra cidade, Hit, que foi capturada pelo "Estado Islâmico" no mês passado.

A tribo Al-Bu Nimr se juntou à campanha do governo iraquiano contra o grupo militante em Anbar, mas grande parte da província agora está sob controle do grupo.

O governo iraquianio, recém-formado e dominado pelos xiitas, está tentando conseguir o apoio de tribos sunitas e acredita que este apoio é um elemento muito importante na luta contra o grupo militante.

Mas, o governo ainda não conseguiu convencer a maior parte das tribos a resistirem ao "Estado Islâmico".

Segundo a Associated Press apenas 5 mil entre uma população estimada entre 30 e 40 mil membros destas tribos estão apoiando o governo.

Correspondentes no Iraque dizem que, em troca do apoio no combate ao "Estado Islâmico" as tribos querem garantias de que vão ganhar suas terras de volta e ter poder de decisão real nas políticas do país.