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Estado Islâmico explode igreja na Síria no Domingo de Páscoa

Igreja em cidade assíria controlada pelo EI foi destruída no Domingo de Páscoa.


Terroristas do Estado Islâmico (EI) explodiram uma igreja construída há 80 anos no nordeste da Síria no Domingo de Páscoa (5), informou a agência de notícias estatal síria SANA.

Segundo a SANA, bombas foram colocadas dentro da Igreja da Virgem Maria no vilarejo assírio de Tel Nasri, controlado pelo Estado Islâmico, na província de Hassaka. Não há relatos de que a ação tenha deixado mortos ou feridos.

PAPA

O Papa Francisco voltou a denunciar nesta segunda (6) o assassinato de cristãos por radicais islamitas em países da Ásia, do Oriente Médio e da África.

"[Precisamos de] participação concreta e de ajuda tangível na defesa e na proteção de nossos irmãos e irmãs, que são perseguidos, exilados, assassinados e decapitados somente por serem cristãos", disse o pontífice.

Na sexta-feira (3), ele havia criticado o "silêncio cúmplice" sobre os ataques a cristãos.

Na quinta, milicianos da facção somali Al Shabab haviam atacado estudantes cristãos em uma universidade no Quênia, deixando 148 mortos.

Fonte: Folha de São Paulo.

Terroristas Islâmicos Matam 147 Cristãos em Universidade no Quênia

Os atiradores foram de quarto em quarto perguntando quem era cristão.
A polícia cercou o campus e matou os quatro terroristas depois de 15 horas.

Terroristas islâmicos invadiram uma universidade no Quênia, país da África Oriental, e assassinaram 147 pessoas, depois de perguntar entre as vítimas quais eram cristãs.

O ataque foi em Garissa, a 150 quilômetros da Somália, de onde vieram os terroristas do Al-Shabaab, um grupo extremista islâmico ligado a Al-Qaeda, e que já fez vários ataques no Quênia.

Eles entraram na universidade atirando. Foram de quarto em quarto, perguntando quem era muçulmano e cristão e executaram os cristãos.


Policiais e soldados cercaram o campus e depois de 15 horas conseguiram matar os quatro terroristas. Pelo menos 80 pessoas ficaram feridas.

Autoridades ofereceram uma recompensa de 215 mil dólares por informações de Mohamed Mohamud, que é acusado de ser o mentor do ataque.

Fonte: Portal de Notícias G1.

Terroristas Islâmicos Executam a Tiros 28 Cristãos em Ônibus no Quênia



Somente foram poupados os passageiros que se declararam muçulmanos.


Terroristas do Al-Shabab executaram a tiros 28 cristãos que viajavam de ônibus no Quênia. Segundo testemunhas, só foram poupados os passageiros que se declararam muçulmanos e que recitavam versos do Alcorão, o livro sagrado do Islã.



O massacre foi perto da fronteira com a Somália e seria uma retaliação a confrontos entre a polícia e extremistas islâmicos em mesquistas no início da semana. O Quênia vem sendo alvo de atentados do Al-Shabab desde 2011.








Muçulmanos martirizam cristãos na Síria

Pessoas observam homem crucificado em Raqqa, na Síria, por terroristas islâmicos

O papa Francisco confessou ter chorado ao saber da notícia de que alguns cristãos tinham sido crucificados na Síria nos últimos dias, disse nesta sexta-feira (02/04) durante a homilia da missa que realiza a cada manhã em sua residência no Vaticano.

“Eu chorei quando vi nos meios de comunicação a notícia de que cristãos tinham sido crucificados em certo país não cristão”, explicou o papa em referência ao acontecimento durante a guerra civil síria.

Citando passagens da Bíblia e a perseguição dos primeiros cristãos, o papa acrescentou que “hoje também há gente assim, que, em nome de Deus, mata e persegue”. Em relação à perseguição, Francisco lembrou que “existem países em que você pode ser preso apenas por levar o Evangelho”. Há poucos dias, o site da Rádio Vaticano publicou as declarações de uma freira, a irmã Raghida, que tinha estado na Síria e denunciou que cristãos estavam sendo crucificados em povoados ocupados por grupos de muçulmanos extremistas.

Crucificados

Nesta quarta-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, entidade civil sediada em Londres, divulgou imagens que seriam de cristãos crucificados publicamente na cidade de Raqqa, no norte da Síria. A imprensa internacional não conseguiu provar a autenticidade das fotos nem quando teriam ocorrido as crucificações. Também não está claro se os homens foram mortos antes ou durante a crucificação.

Segundo a entidade, as mortes teriam sido obra do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), um grupo extremamente radical que sofre ataques inclusive de outras milícias muçulmanas que não concordam com suas ações. Ainda segundo o Observatório Sírio, os homens crucificados teriam realizado ataques com granada contra um dos militantes do grupo no início deste mês. Em uma faixa amarrada em torno de um dos homens mortos há a mensagem em árabe: “Este homem lutou contra os muçulmanos e jogou uma granada neste lugar”.

No início deste ano, os cristãos de Raqqa foram informados pelos rebeldes extremistas de que eles teriam de começar a pagar um “imposto de proteção”. Sua liberdade de culto também foi controlada drasticamente pelos membros do EIIL, que proibiram os cristãos de exibir símbolos religiosos fora das igrejas, orar em público, badalar sinos em templos, entre outras restrições.
 
Por Reinaldo Azevedo

Fonte: Veja.com.

Israel é o único país do Oriente Médio onde cristãos têm liberdade

Vítimas de intimidação, perseguição e condições miseráveis,
milhares de cristãos acabam sendo obrigados a sair de seus países


A igreja cristã no Oriente Médio persiste há mais de 2.000 anos, testemunhando guerras e conquistas. Alguns templos fecharam, outros abriram. Mas a população cristã da região caiu de 20%, há cem anos atrás, para menos de 5% hoje em dia.

O medo de professar sua fé é algo comum entre os cristãos do Oriente Médio. No Egito, cerca de 200.000 cristãos coptas fugiram de suas casas no ano passado, depois de passarem por espancamentos e massacres nas mãos de extremistas muçulmanos.

Desde 2003, 70 igrejas iraquianas foram queimadas e cerca de mil cristãos mortos em Bagdá, fazendo com que mais de metade desta comunidade de milhões de membros decidisse fugir do seu país.

A conversão ao cristianismo é um crime capital no Irã, onde ano passado o pastor Yousef Nadarkhani foi condenado à morte. A Arábia Saudita proíbe a oração cristã mesmo nas casas.

No passado, mais de 800.000 judeus foram expulsos de países árabes, agora os cristãos é que são forçados a sair das terras que eles habitaram por séculos.

Cristãos coptas fazem manifestação no centro do Cairo
para protestar contra a queima de uma igreja no Egito

O único lugar no Oriente Médio onde os cristãos não estão em perigo é na Terra Santa. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, as suas comunidades cristãs (incluindo as ortodoxas russa e grega, católicos e protestantes) já cresceram mais de 1.000%.

Os cristãos estão presentes em todos os aspectos da vida de Israel, servindo em cargos do governo e mesmo isentos do serviço militar, milhares de pessoas se oferecem para proteger o país.

Isso não significa que os cristãos israelenses ocasionalmente não encontram intolerância. Mas em contraste com outros lugares do Oriente Médio, onde o ódio aos cristãos é ignorado ou incentivado, Israel continua empenhado, segundo sua Declaração de compromisso da Independência “assegurar a igualdade completa de todos os seus cidadãos, independentemente da religião.”

Ela garante o acesso livre a todos os lugares sagrados cristãos, que estão sob controle exclusivo do clero cristão. Israel está repleta de lugres assim (Cafarnaum, Morro das Bem-Aventuranças, o local de nascimento de São João Batista), mas o Estado constitui apenas uma parte da Terra Santa. O resto, segundo a tradição judaica e cristã, está em Gaza e na Cisjordânia. Porém, os cristãos dessas áreas sofrem a mesma situação que os demais na região.

Desde a tomada de Gaza pelo partido Hamas em 2007, metade da comunidade cristã fugiu. As decorações de Natal e outros símbolos cristãos como crucifixos são proibidos. Em dezembro 2010, em uma transmissão de rádio, autoridades do Hamas incentivaram os muçulmanos a matar seus vizinhos cristãos. Muitos foram mortos.

Não é de se admirar, portanto, que a Cisjordânia também veja a fuga de cristãos. Eles já foram cerca de 15% da população, agora são menos do que 2%. O controle de cidades como Nablus, Ramalá e Jericó, passou para o controle da Autoridade Palestina.

Israel, apesar de sua necessidade de salvaguardar as suas fronteiras contra terroristas, permite os cristãos o acesso às igrejas de Jerusalém, na Cisjordânia e em Gaza. Em Jerusalém, o número de árabes-cristãos, triplicou desde a reunificação da cidade por Israel, em 1967.

Em Belém, nas mãos da Autoridade Palestina desde 1995, os cristãos são menos de um quinto da população da cidade.

A virtual extinção das comunidades cristãs do Oriente Médio seria uma injustiça de magnitude histórica. No entanto, Israel permanece como um exemplo de como a convivência pacífica entre pessoas de religiões diferentes é possível.

Traduzido e adaptado de WSJ

Fonte: GospelPrime.


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Como os muçulmanos devem tratar os cristãos (segundo o islamismo)


Por Salim Almahdy, especialista em mundo islâmico
e autor da série “Um olhar por trás do véu”.


Queridos irmãos e irmãs, neste artigo estou lhes trazendo palavras do Alcorão, do Hadith e de alguns eruditos muçulmanos sobre como os cristãos devem ser tratados numa sociedade islâmica. Na medida em que forem lendo essas palavras, lembrem-se de orar por seus irmãos e se regozijem por saberem que a nossa cidadania está nos céus com o nosso Pai eterno.

Alá ordena que os muçulmanos aterrorizem os não muçulmanos em seu nome.

O que diz o Alcorão

“Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus” (Sura 8:13-17).

“Imprimi terror [nos corações dos] inimigos de Deus e vossos inimigos” (Sura 8:60).

“Combatei-os [os não muçulmanos] e Deus os punirá através das vossas mão, cobri-os de vergonha” (Sura 9:14)


O que diz o Hadith – Ensinamentos de Maomé

Maomé também exige que os muçulmanos pratiquem a jihad, a guerra santa, que consiste em lutar contra os infiéis em nome de Alá. Infiel é qualquer pessoa que não confessa os dois credos do Islã: 1.) Não há outro Deus além de Alá; 2.) Maomé é o mensageiro de Alá.

Certa vez perguntaram a Maomé: “Qual a melhor coisa que um muçulmano pode fazer além de crer em Alá e no seu apóstolo?” Sua resposta foi: “Participar a jihad pela causa de Alá”.

Maomé também teria dito: “Eu recebi a ordem de lutar com as pessoas até que digam que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Alá e Maomé é o seu mensageiro, e que eles estabeleceram a oração e o pagamento do zakat (esmola obrigatória). Se elas fizerem isto, seu sangue e suas propriedades estão salvas de mim”.

As palavras “lutar” e “matar” aparecem no Alcorão com mais frequência que as palavras “oração” e “amor”.

Enforcamento no Irã


O que dizem os historiadores

Os mais poderosos califas (seguidores de Maomé), que governaram a nação islâmica depois da morte de Maomé, foram Abu Bakr e Umar Ibn Khattab (conhecido como o Califa Justo). Os dois eram sogros de Maomé. Maomé costumava dizer: “Sigam o exemplo daqueles que vêm após mim, Abu Bakr e Umar”.

O Califa Justo defendia o seguinte, com a bênção de Maomé: “Um muçulmano não pode ser condenado à morte por tirar a vida de uma pessoa da aliança (cristão ou judeu), de um homem livre (que não é muçulmano), ou de um escravo.”

Ibn Timiyya escreveu: “Nada na lei de Maomé diz que o sangue do infiel é igual ao sangue do muçulmano, porque a fé é necessária para haver igualdade. As pessoas da aliança não creem em Maomé e no Islã, portanto, o seu sangue e o sangue do muçulmano não podem ser iguais (…) mas, um muçulmano livre deve morrer por tirar a vida de outro muçulmano livre, independentemente da raça”.

Não é permitido construir nem reformar igrejas, nem reconstruí-las se forem destruídas. Conforme citado por Ibn Hazm e Ibn Timiyya, e confirmado por todos os historiadores, quando Uma Ibn Al Khattab assinou o “tratado de paz” com os cristãos da Síria, ele ditou algumas condições que deveriam ser cumpridas pelos governadores muçulmanos de todos os países cristãos conquistados. Uma dessas condições era que os cristãos estavam proibidos de construir mosteiros e de reconstruir os que fossem destruídos, mesmo que fosse a cela de um monge.

O “tratado de paz” também exigia que os cristãos dessem o seu assento a um muçulmano que quisesse sentar-se, e os PROIBIA do seguinte:

- Impedir qualquer muçulmano de ficar nas suas igrejas por três dias, durante os quais eles deveriam oferecer comida e servir os muçulmanos;

- Imitar os muçulmanos em qualquer coisa, como as suas roupas, tiaras, turbantes ou o penteado dos seus cabelos;

- Montar um burro usando sela (cavalgar um burro usando sela é mais confortável, o que lembra certo tipo de riqueza e dignidade no Oriente Médio);

- Enterrar os seus mortos próximo de um muçulmano;

- Ler em voz alta nas igrejas;

- Prantear ruidosamente os seus mortos;

- Assumir qualquer posição em que tenham qualquer autoridade sobre um muçulmano.

Após ter apresentado estas condições aos cristãos, disse-lhes enfaticamente: “Se qualquer cristão violar qualquer um destes termos, será permitido matá-lo”.

Cristãos queimados vivos no Sudão


Exemplos de perseguição

Ibn Timiyya, um xeque muçulmano e mufti (juiz) dos muçulmanos, foi certa vez abordado com um pergunta. Um pastor cristão mora numa casa perto de um terreno onde existe uma igreja em ruínas e sem telhado. O pastor comprou o terreno e reformou a igreja para poder reunir o seu povo para orar. Ele pode fazer isto?

Ibn Timiyya respondeu que ele não tem o direito de fazer isto, porque os muçulmanos conquistaram esses lugares à força e as igrejas lhes pertencem, e de acordo com os eruditos muçulmanos elas podem ser destruídas.

Portanto, todos os que ajudaram o pastor devem ser punidos, e o seu sangue deve ser derramado e as suas propriedades confiscadas porque violaram os termos impostos aos cristãos.

No Egito, para construir uma igreja, os cristãos precisam de uma ordem assinada pelo Presidente do país. Se os cristãos precisarem renovar ou reformar uma igreja, precisam ter uma permissão assinada por um oficial da polícia secreta.

Em minha última viagem ao Egito, visitei uma igreja numa aldeia muito pobre, onde um oficial da polícia tinha dado ordens aos seus comandados para passar com um trator por cima dos dois únicos banheiros da igreja.

O pastor tinha reformado um dos banheiros sem a sua permissão, pois sabia que tal permissão jamais seria concedida. O Pastor “Samir”, do Egito, ficou preso por dois meses, porque um muçulmano informou que ele estava reformando a sua igreja, quando na verdade Samir estava reformando a sua casa.

A seguir, estão alguns exemplos de outros tipos de proibições para os não muçulmanos que vivem em países muçulmanos:

- Os não muçulmanos não podem testemunhar sobre nenhum assunto nos tribunais.
O Ímã Al-Shaffi, em seu livro As ordenanças do Alcorão, diz: “Não é permitido o testemunho de uma pessoa da aliança (judeus e cristãos). A testemunha tem de ser alguém que pertença à nossa religião e precisa ser um homem livre, não um escravo. O testemunho é aceitável somente do nosso homem livre se ele pertencer à nossa religião”.

- Todos os eruditos confirmam que, porque Maomé disse não acreditar no povo do Livro , há certos empregos que os não muçulmanos não podem ter.
Ibn Timiyya narra o seguinte evento: “Khalid Ibn Al Walid (o famoso comandante militante que conquistou muitos países para os muçulmanos) escreveu a Umar Ibn Al Khattab dizendo: "Temos, na Síria, um secretário cristão que está encarregado do recebimento dos impostos." Umar respondeu-lhe: "Não o use." Khalid replicou: "Ele é indispensável e se nós não o usarmos como encarregado, o tesouro estará perdido." Umar respondeu mais uma vez: "Não o use."

- O cirurgião egípcio, Dr. Magdi Yacoub, declarou num programa de rádio que tinha de sair do Egito, pois, como cristão, ele não tinha permissão para estudar ginecologia nas universidades egípcias.
Os muçulmanos não permitem que os ginecologistas cristãos tratem das suas esposas.

- Se um muçulmano abraçar o cristianismo, ele tem trinta dias para mudar de ideia e voltar ao islamismo; caso contrário, ele poderá ser morto por qualquer muçulmano, sem que este venha a ser considerado criminoso.

- Na Arábia Saudita, nenhum cristão pode viajar próximo ou através de Meca, a cidade sagrada dos muçulmanos, para não “macular” a cidade.


O milagre em meio à perseguição

Apesar de tudo isso que os cristãos enfrentam nos países islâmicos, queridos irmãos e irmãs, a eles se aplica algo que as Escrituras disseram sobre os cativos hebreus no Egito Antigo:

“Mas, quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais se espalhavam”
(Êx 1.12)

A cada ano, milhares vêm a Cristo nas nações islâmicas. Alegremo-nos com o novo nascimento em Cristo desses nossos irmãos!


Referências:
Al Bukhari, Vol. 1, p.25.
Al Bukhari, Vol. 1, p.13.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p.651.
Ibn Timiyya, Vol 14, p.85.
Ibn Hazm, Vol. 4, Parte 7, p.346.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p. 654.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p. 648.
Al-Shaffi. As ordenanças do Alcorão. Parte 2, p.142.
Sahih Al Bukhari, Parte 3, p.237.
Ibn Timiyya. Vol. 28, p. 644.