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Iraque compra armas russas

Ministro da defesa e comandante da Força Aérea iraquiana estiveram na capital russa para comprar armas de defesa antiaérea. Interesse de delegação recaiu sobre radares, sistemas de alerta e outros instrumentos de defesa.

O ministro da Defesa interino do Iraque, Saadoun al-Douleimi, e o comandante da Força Aérea iraquiana aterrisaram na capital russa para negociar uma possível compra de sistemas de defesa aérea.  (Foto: Reuters)

O ministro da Defesa interino do Iraque, Saadoun al-Douleimi, e o comandante da Força Aérea iraquiana aterrisaram na capital russa para negociar uma possível compra de sistemas de defesa aérea, declarou à Reuters Hakim al-Zamili, membro da comissão parlamentar de segurança e defesa do Iraque .

“Os servidores iraquianos aterrisaram na Rússia para discutir o fornecimento de radares, sistemas de alerta e outros meio de defesa civil”, disse al-Zamili.

Depois da saída das tropas americanas do Iraque em 2011, o governo do país começou a reconstruir os sistemas de defesa e força aérea.

O governo iraquiano já assinou contrato com os EUA para fornecimento de 35 caças de geração F-16. O primeiro avião americano deve ser entregue em 2014.

Bagdá declarou que o país precisará de muitos anos para reconstruir seu sistema de defesa aérea. De acordo com a Reuters, os sistemas de defesa aérea e radares terrestres de longo alcance serão instalados no norte e oeste do país.

Fonte: Gazeta Russa.

Israel é o único país do Oriente Médio onde cristãos têm liberdade

Vítimas de intimidação, perseguição e condições miseráveis,
milhares de cristãos acabam sendo obrigados a sair de seus países


A igreja cristã no Oriente Médio persiste há mais de 2.000 anos, testemunhando guerras e conquistas. Alguns templos fecharam, outros abriram. Mas a população cristã da região caiu de 20%, há cem anos atrás, para menos de 5% hoje em dia.

O medo de professar sua fé é algo comum entre os cristãos do Oriente Médio. No Egito, cerca de 200.000 cristãos coptas fugiram de suas casas no ano passado, depois de passarem por espancamentos e massacres nas mãos de extremistas muçulmanos.

Desde 2003, 70 igrejas iraquianas foram queimadas e cerca de mil cristãos mortos em Bagdá, fazendo com que mais de metade desta comunidade de milhões de membros decidisse fugir do seu país.

A conversão ao cristianismo é um crime capital no Irã, onde ano passado o pastor Yousef Nadarkhani foi condenado à morte. A Arábia Saudita proíbe a oração cristã mesmo nas casas.

No passado, mais de 800.000 judeus foram expulsos de países árabes, agora os cristãos é que são forçados a sair das terras que eles habitaram por séculos.

Cristãos coptas fazem manifestação no centro do Cairo
para protestar contra a queima de uma igreja no Egito

O único lugar no Oriente Médio onde os cristãos não estão em perigo é na Terra Santa. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, as suas comunidades cristãs (incluindo as ortodoxas russa e grega, católicos e protestantes) já cresceram mais de 1.000%.

Os cristãos estão presentes em todos os aspectos da vida de Israel, servindo em cargos do governo e mesmo isentos do serviço militar, milhares de pessoas se oferecem para proteger o país.

Isso não significa que os cristãos israelenses ocasionalmente não encontram intolerância. Mas em contraste com outros lugares do Oriente Médio, onde o ódio aos cristãos é ignorado ou incentivado, Israel continua empenhado, segundo sua Declaração de compromisso da Independência “assegurar a igualdade completa de todos os seus cidadãos, independentemente da religião.”

Ela garante o acesso livre a todos os lugares sagrados cristãos, que estão sob controle exclusivo do clero cristão. Israel está repleta de lugres assim (Cafarnaum, Morro das Bem-Aventuranças, o local de nascimento de São João Batista), mas o Estado constitui apenas uma parte da Terra Santa. O resto, segundo a tradição judaica e cristã, está em Gaza e na Cisjordânia. Porém, os cristãos dessas áreas sofrem a mesma situação que os demais na região.

Desde a tomada de Gaza pelo partido Hamas em 2007, metade da comunidade cristã fugiu. As decorações de Natal e outros símbolos cristãos como crucifixos são proibidos. Em dezembro 2010, em uma transmissão de rádio, autoridades do Hamas incentivaram os muçulmanos a matar seus vizinhos cristãos. Muitos foram mortos.

Não é de se admirar, portanto, que a Cisjordânia também veja a fuga de cristãos. Eles já foram cerca de 15% da população, agora são menos do que 2%. O controle de cidades como Nablus, Ramalá e Jericó, passou para o controle da Autoridade Palestina.

Israel, apesar de sua necessidade de salvaguardar as suas fronteiras contra terroristas, permite os cristãos o acesso às igrejas de Jerusalém, na Cisjordânia e em Gaza. Em Jerusalém, o número de árabes-cristãos, triplicou desde a reunificação da cidade por Israel, em 1967.

Em Belém, nas mãos da Autoridade Palestina desde 1995, os cristãos são menos de um quinto da população da cidade.

A virtual extinção das comunidades cristãs do Oriente Médio seria uma injustiça de magnitude histórica. No entanto, Israel permanece como um exemplo de como a convivência pacífica entre pessoas de religiões diferentes é possível.

Traduzido e adaptado de WSJ

Fonte: GospelPrime.


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Rússia e Irã puseram em operação usina nuclear de Bushehr


A Rússia e o Irã puseram em operação uma unidade geradora na usina nuclear de Bushehr, a primeira da República Islâmica. Está por enquanto funcionando a um terço de sua capacidade máxima de 1 000 mW, devendo entrar em pleno funcionamento daqui a 2 ou 3 meses. A Agência Internacional de Energia Atômica já inclui o gerador no rol de unidades energéticas nucleares ativas.

As obras dessa usina, a primeira do Irã e de toda a região circundante, haviam sido iniciadas ainda em 1975. Então, o papel pioneiro foi assumido pela companhia "Kraftwerk Union AG", uma filial da gigante alemã "Siejmens". Em fevereiro de 1979, porém, ocorreu no Irã uma revolução islâmica, começando pouco depois o conflito militar iraniano-iraquiano. Consequentemente, as obras foram terminadas e o contrato rescindido.

Foi porque ao usar da palavra na coletiva de imprensa convocada em Teerã para informar da inauguração da usina nuclear em Bushehr, o chanceler iraniano Ali Akbar Salehi disse que o País estivera esperando por esse acontecimento durante 35 anos. Coisas como essa não podem ser esquecidas e não serão esquecidas – frisou o diplomata. A mesma circunstância foi apontada em entrevista ao enviado especial da nossa emissora em Teerã, Ivan Zakharov, pelo cientista político iraniano Hassan Beheshtipur, que disse:

A "Bushehr" é, realmente, uma das páginas mais importantes das nossas relações bilaterais. A Rússia iniciou as obras desta usina nuclear exatamente na época em que os países ocidentais tinham aplicado sanções unilaterais contra o Irã. Então, a Alemanha desistiu da construção que há havia sido iniciada. Foi, pois, nessas condições extremamente complicadas, diria até em uma situação delicada, que a Rússiam ou melhor, ainda a União Soviética procedeu com espírito de iniciativa e acudiu em ajuda ao Irã. Como resultado, o Irã ganhou uma base tecnológica para o desenvolvimento da indústria energética nuclear com fins civis e deu um passo substancial para poder prover de forma autônoma as necessidades de sua população em energia elétrica.

É importante para os Iranianos não somente o próprio fato de ter sido posta em operação a primeira central nuclear, não obstante as duras sanções impostas pelas Nações Unidas. Juntamente com tecnologias para geração do "átomo civil", as quais excluem possibilidade de seu uso duplo, a Rússia transmite ao Irã sua experiência de construção e exploração de tais instalações. Daqui a alguns anos estará a usina sendo explorada pelo pessoal especializado russo sob garantia. Foi para esse efeito criada uma empresa mista incumbida de gerenciamento da unidade geradora na usina nuclear "Bushehr". Foi organizada em regime paritário, tendo sido o pessoal tecnico formado em uma proporção semelhante. Entretanto, a cota de participação russa irá diminuindo aos poucos, devendo daqui a dois ou três anos ser o gerenciamento operacional da usina nuclear ser transferido para engenheiros iranianos após uma preparação especializada. Para Afshin Mohammadi, um médico jovem de Bushehr, isso é um valor inestimável. E argumenta:

Saúdo o desenvolvimento da ooperação iraniano-russa na área da indústria nuclear para fins civis. Nossos especialistas trabalhando lado a lado com o pessoal nuclear russo estão recebendo uma experiência profissional supervaliosa. O lançamento da "Bushehr" é uma prova da confiança entre o Irã e a Rússia. Não vejo nada de mal na ideia de continuar a Rússia construindo centrais nucleares no Irã.