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Cientistas russos descobrem possível cura para hepatite C

Segundo cientistas, a alfafetaproteína livrou um grupo de testes de 30 pessoas do vírus

Olga Erátchina, RIA Nóvosti

02/03/2012 - Cientistas da Rússia central divulgaram à imprensa a descoberta de uma droga capaz de livrar o corpo do ser humano do vírus da hepatite C, assim como da herpes.

"Foram dezenas de anos de trabalho. Hoje, eles mostram apenas os primeiros resultados, os primeiros estudos que provam que a ideia encontrou sua aplicação prática, curando indivíduos infectados”, disse o membro do Conselho Fiscal do Grupo de Farmacêutica dos Urais, Aleksandr Petrov.

“A hepatite C é um problema de saúde grave. Na verdade, a doença é praticamente incurável. E, é claro, o sonho de qualquer cientista é encontrar sua cura", declarou Petrov.

A droga, descoberta pela equipe do cientista Serguêi Rodionov na Academia Estatal de Medicina dos Urais (UGMA), chama-se alfafetaproteína. No mercado, estará disponível sob a marca "Profetal".

A vacina já foi testada em 30 pacientes. Os cientistas planejam ainda testá-la em outro grupo para confirmar os resultados iniciais.

Segundo Petrov, o medicamento estará disponível como vacina capaz de livrar o organismo humano do vírus da hepatite e da infecção causada pelo vírus da herpes. Os primeiros pacientes testados com a droga foram completamente curados.

Hepatite: a doença é caracterizada por uma inflamação do fígado, que pode ser causada por infecções (virais, bactérias), pelo uso de álcool, de medicamentos e de drogas ou por doenças hereditárias ou autoimunes

"O vírus não foi detectado nos nossos pacientes após o tratamento, ou seja, ele foi completamente removido do organismo. Observamos isso em pacientes testadospor nós por períodos que vão de um ano e meio a três anos. Se durante um ano e meio ou dois o vírus não se revelar mais, então se considera como uma recuperação clínica, são as nossas conclusões. O resultado é extremamente positivo", disse Rodionov.

Em setembro deste ano, de acordo com ele, devem ser montados seis laboratórios e instalações para produção do medicamento na cidade de Novouralsk, na região de Sverdlóvskaia. No futuro, os cientistas pretendem continuar a pesquisa para ampliar as indicações da droga, em particular, desta tecnologia.

"Está em processo o que chamamos de quarta fase de ensaios clínicos. Ainda vemos muito tipos de doenças autoimunes, quando o sistema imunológico começa a atacar, por algum motivo, o próprio organismo. Essas são doenças sistêmicas, como o lúpus eritematoso sistêmico, a esclerodermia etc.", informou Rodionov.

Fonte: Gazeta Russa.


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Rússia e Brasil negociam fim do uso de dólar em transações comerciais

Países discutem adoção de suas próprias moedas, em processo já adotado entre Rússia e China.

Presidente da Associação de Bancos Regionais, Anatóli Aksakov
(Foto: asros.ru)

Por Anastasia Alekséevskikh

A Rússia e o Brasil podem assinar um acordo de swap cambial (troca de taxa de variação cambial por juros pós-fixados), disse em declarações ao jornal “Marker” o presidente da Associação de Bancos Regionais, Anatóli Aksakov. Segundo ele, essa questão foi abordada durante a recente visita de uma missão de bancos russos à América do Sul.

“As transações de comércio exterior em moedas nacionais têm bom futuro. Por isso, os dois países devem conjugar seus esforços para promover a prática de pagamentos e recebimentos em moedas nacionais em operações comerciais e de investimento, evitar os riscos decorrentes das flutuações cambiais e reduzir os prejuízos causados pelo câmbio. Tudo isso favorecerá o intercâmbio comercial e as atividades de investimento, assim como permitirá cumprir as metas do crescimento econômico e da vantagem mútua”, disse Aksakov.

Segundo ele, a Rússia praticamente resolveu esse problema com a China enquanto as transações comerciais com o Brasil continuam sendo realizadas em dólares. “O Brasil é um país emergente. Dado que nossa moeda nacional é agora bastante estável, poderíamos abandonar aos poucos o dólar, primeiro em transações de pequeno porte, depois em transações maiores”, acredita Aksakov.

Ainda de acordo com Aksakov, os Bancos Centrais da Rússia e do Brasil pretendem discutir, no âmbito de seu acordo de cooperação, a possibilidade de simplificar as operações de câmbio entre os dois países. A mesma questão será discutida pelo Banco Central russo com seu congênere argentino.

“Falei com os argentinos nos bastidores. Eles são de opinião de que quaisquer restrições, incluindo aquelas relativas ao câmbio, entre os países não têm efeito”, salientou Aksakov. Segundo ele, os Bancos Centrais da Rússia e do Brasil negociam também a possibilidade de simplificar os procedimentos para a abertura de contas correspondentes.

Opção chinesa

O acordo de swap cambial entre os Bancos Centrais da Rússia e da China foi celebrado no ano passado. O processo teve início em 2002, quando foi assinado um acordo de liquidações interbancárias para o comércio nas regiões próximas das fronteiras.

Esse documento permitiu aos agentes econômicos interessados usar no comércio nas regiões próximas da fronteira as moedas nacionais de seus respectivos países, impulsionando assim o crescimento do número de regiões e bancos dispostos a operar com as moedas nacionais dos dois países. Ao mesmo tempo, os bancos começaram a ampliar a gama de seus serviços de liquidação em moeda nacional, abrangendo as mais diversas áreas, desde o comércio nas zonas junto à fronteira até o turismo.

Em 2010, na Rússia e na China, começou a negociação entre o rublo e o yuan. Em 23 junho de 2011, os Bancos Centrais dos dois países assinaram um acordo sobre liquidações e pagamentos que permitiu estender a prática de pagamentos nas moedas nacionais a todas as transações comerciais. Segundo os dados disponíveis em dezembro de 2011, o valor de negociação do par yuan/rublo no mercado interbancário de câmbio da China atingiu 4,7 bilhões de yuans.

Nas transações comerciais, a percentagem de pagamentos em rublo é maior do que em yuan. No entanto, o volume de operações de liquidação em yuan está crescendo, aumentando 8,2 vezes, para 1,7 bilhão de yuan, em 2011. O maior banco russo, o Banco de Poupança (Sberbank) pretende promover sua marca na China e ampliar seus contatos com os parceiros chineses. O anúncio foi feito pelos representantes do Sberbank durante uma apresentação na China no ano passado.

Originalmente publicado no www.marker.ru

Fonte: Gazeta Russa.


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Muçulmanos prometem "erradicar" cristianismo na Nigéria

Muçulmanos do grupo "Boko Haram"

Michael Carl

Informes vindos da Nigéria nos últimos dias mostram que o grupo cujo nome significa “A educação ocidental é maligna” ("Boko Haram") está lançando uma nova campanha de terror objetivando matar cristãos e judeus no norte da Nigéria.

O site de notícias nigeriano Bikya Masr informa que o grupo jihadista declarou guerra a todos os cristãos que vivem no norte da Nigéria. Jonathan Racho, do grupo de direitos humanos Preocupação Cristã Internacional, confirma os relatos e diz que a notícia é alarmante:

“Os informes indicam que membros da Boko Haram recentemente declararam uma guerra aos cristãos no norte da Nigéria."

"O grupo prometeu erradicar os cristãos de certas áreas da Nigéria."

"O representante do grupo diz que eles irão lançar vários ataques cujos alvos são os cristãos. Então, há um alarmante desenrolar dos fatos enquanto falamos”.

Estimativas indicam as baixas na campanha de Boko Haram em mais de 100 mortos desde o Natal. O serviço de imprensa do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários informa que, nas últimas 48 horas, mais de 100 crianças fugiram da Nigéria para o Chade a fim de escaparem dos violentos ataques de Boko Haram.

A ONG Human Rights Watch também informa que, desde o Natal, Boko Haram queimou cerca de quinze escolas. Racho confirma o número de vítimas:

“Boko Haram já matou centenas de pessoas. Desde o Natal, o grupo martirizou cerca de 100 cristãos no norte da Nigéria, mas eles acham que não atingiram suas metas para exterminar os cristãos. Eles estão preparados para derramar mais sangue”, afirmou Racho.


"Educação ocidental é pecado"

Racho acrescenta que a Corte Penal Internacional está irado com o desenvolvimento dos acontecimentos:

“Nós estamos muito indignados. Como pode um país como a Nigéria com todos os seus recursos, seus recursos de petróleo, segurança, militar e todos os recursos, como esse país falha em proteger seus inocentes desse tipo de ataques?"

"Boko Haram tem tido sucesso em atacar cristãos sem serem presos, e isso é revoltante! É inaceitável!"

"Nós estamos realmente preocupados com os contínuos ataques contra os cristãos no norte da Nigéria”.

Racho está pedindo que os cristãos nos Estados Unidos e em outros países façam alguma coisa:

“Exorto os cristãos ao redor do mudo a fazerem contato com seus governos e pedir-lhes que convençam a Nigéria a proteger seus cidadãos”, disse ele.

Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de WND: Muslims announce plans to ‘eradicate’ Christianity



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Como os muçulmanos devem tratar os cristãos (segundo o islamismo)


Por Salim Almahdy, especialista em mundo islâmico
e autor da série “Um olhar por trás do véu”.


Queridos irmãos e irmãs, neste artigo estou lhes trazendo palavras do Alcorão, do Hadith e de alguns eruditos muçulmanos sobre como os cristãos devem ser tratados numa sociedade islâmica. Na medida em que forem lendo essas palavras, lembrem-se de orar por seus irmãos e se regozijem por saberem que a nossa cidadania está nos céus com o nosso Pai eterno.

Alá ordena que os muçulmanos aterrorizem os não muçulmanos em seu nome.

O que diz o Alcorão

“Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus” (Sura 8:13-17).

“Imprimi terror [nos corações dos] inimigos de Deus e vossos inimigos” (Sura 8:60).

“Combatei-os [os não muçulmanos] e Deus os punirá através das vossas mão, cobri-os de vergonha” (Sura 9:14)


O que diz o Hadith – Ensinamentos de Maomé

Maomé também exige que os muçulmanos pratiquem a jihad, a guerra santa, que consiste em lutar contra os infiéis em nome de Alá. Infiel é qualquer pessoa que não confessa os dois credos do Islã: 1.) Não há outro Deus além de Alá; 2.) Maomé é o mensageiro de Alá.

Certa vez perguntaram a Maomé: “Qual a melhor coisa que um muçulmano pode fazer além de crer em Alá e no seu apóstolo?” Sua resposta foi: “Participar a jihad pela causa de Alá”.

Maomé também teria dito: “Eu recebi a ordem de lutar com as pessoas até que digam que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Alá e Maomé é o seu mensageiro, e que eles estabeleceram a oração e o pagamento do zakat (esmola obrigatória). Se elas fizerem isto, seu sangue e suas propriedades estão salvas de mim”.

As palavras “lutar” e “matar” aparecem no Alcorão com mais frequência que as palavras “oração” e “amor”.

Enforcamento no Irã


O que dizem os historiadores

Os mais poderosos califas (seguidores de Maomé), que governaram a nação islâmica depois da morte de Maomé, foram Abu Bakr e Umar Ibn Khattab (conhecido como o Califa Justo). Os dois eram sogros de Maomé. Maomé costumava dizer: “Sigam o exemplo daqueles que vêm após mim, Abu Bakr e Umar”.

O Califa Justo defendia o seguinte, com a bênção de Maomé: “Um muçulmano não pode ser condenado à morte por tirar a vida de uma pessoa da aliança (cristão ou judeu), de um homem livre (que não é muçulmano), ou de um escravo.”

Ibn Timiyya escreveu: “Nada na lei de Maomé diz que o sangue do infiel é igual ao sangue do muçulmano, porque a fé é necessária para haver igualdade. As pessoas da aliança não creem em Maomé e no Islã, portanto, o seu sangue e o sangue do muçulmano não podem ser iguais (…) mas, um muçulmano livre deve morrer por tirar a vida de outro muçulmano livre, independentemente da raça”.

Não é permitido construir nem reformar igrejas, nem reconstruí-las se forem destruídas. Conforme citado por Ibn Hazm e Ibn Timiyya, e confirmado por todos os historiadores, quando Uma Ibn Al Khattab assinou o “tratado de paz” com os cristãos da Síria, ele ditou algumas condições que deveriam ser cumpridas pelos governadores muçulmanos de todos os países cristãos conquistados. Uma dessas condições era que os cristãos estavam proibidos de construir mosteiros e de reconstruir os que fossem destruídos, mesmo que fosse a cela de um monge.

O “tratado de paz” também exigia que os cristãos dessem o seu assento a um muçulmano que quisesse sentar-se, e os PROIBIA do seguinte:

- Impedir qualquer muçulmano de ficar nas suas igrejas por três dias, durante os quais eles deveriam oferecer comida e servir os muçulmanos;

- Imitar os muçulmanos em qualquer coisa, como as suas roupas, tiaras, turbantes ou o penteado dos seus cabelos;

- Montar um burro usando sela (cavalgar um burro usando sela é mais confortável, o que lembra certo tipo de riqueza e dignidade no Oriente Médio);

- Enterrar os seus mortos próximo de um muçulmano;

- Ler em voz alta nas igrejas;

- Prantear ruidosamente os seus mortos;

- Assumir qualquer posição em que tenham qualquer autoridade sobre um muçulmano.

Após ter apresentado estas condições aos cristãos, disse-lhes enfaticamente: “Se qualquer cristão violar qualquer um destes termos, será permitido matá-lo”.

Cristãos queimados vivos no Sudão


Exemplos de perseguição

Ibn Timiyya, um xeque muçulmano e mufti (juiz) dos muçulmanos, foi certa vez abordado com um pergunta. Um pastor cristão mora numa casa perto de um terreno onde existe uma igreja em ruínas e sem telhado. O pastor comprou o terreno e reformou a igreja para poder reunir o seu povo para orar. Ele pode fazer isto?

Ibn Timiyya respondeu que ele não tem o direito de fazer isto, porque os muçulmanos conquistaram esses lugares à força e as igrejas lhes pertencem, e de acordo com os eruditos muçulmanos elas podem ser destruídas.

Portanto, todos os que ajudaram o pastor devem ser punidos, e o seu sangue deve ser derramado e as suas propriedades confiscadas porque violaram os termos impostos aos cristãos.

No Egito, para construir uma igreja, os cristãos precisam de uma ordem assinada pelo Presidente do país. Se os cristãos precisarem renovar ou reformar uma igreja, precisam ter uma permissão assinada por um oficial da polícia secreta.

Em minha última viagem ao Egito, visitei uma igreja numa aldeia muito pobre, onde um oficial da polícia tinha dado ordens aos seus comandados para passar com um trator por cima dos dois únicos banheiros da igreja.

O pastor tinha reformado um dos banheiros sem a sua permissão, pois sabia que tal permissão jamais seria concedida. O Pastor “Samir”, do Egito, ficou preso por dois meses, porque um muçulmano informou que ele estava reformando a sua igreja, quando na verdade Samir estava reformando a sua casa.

A seguir, estão alguns exemplos de outros tipos de proibições para os não muçulmanos que vivem em países muçulmanos:

- Os não muçulmanos não podem testemunhar sobre nenhum assunto nos tribunais.
O Ímã Al-Shaffi, em seu livro As ordenanças do Alcorão, diz: “Não é permitido o testemunho de uma pessoa da aliança (judeus e cristãos). A testemunha tem de ser alguém que pertença à nossa religião e precisa ser um homem livre, não um escravo. O testemunho é aceitável somente do nosso homem livre se ele pertencer à nossa religião”.

- Todos os eruditos confirmam que, porque Maomé disse não acreditar no povo do Livro , há certos empregos que os não muçulmanos não podem ter.
Ibn Timiyya narra o seguinte evento: “Khalid Ibn Al Walid (o famoso comandante militante que conquistou muitos países para os muçulmanos) escreveu a Umar Ibn Al Khattab dizendo: "Temos, na Síria, um secretário cristão que está encarregado do recebimento dos impostos." Umar respondeu-lhe: "Não o use." Khalid replicou: "Ele é indispensável e se nós não o usarmos como encarregado, o tesouro estará perdido." Umar respondeu mais uma vez: "Não o use."

- O cirurgião egípcio, Dr. Magdi Yacoub, declarou num programa de rádio que tinha de sair do Egito, pois, como cristão, ele não tinha permissão para estudar ginecologia nas universidades egípcias.
Os muçulmanos não permitem que os ginecologistas cristãos tratem das suas esposas.

- Se um muçulmano abraçar o cristianismo, ele tem trinta dias para mudar de ideia e voltar ao islamismo; caso contrário, ele poderá ser morto por qualquer muçulmano, sem que este venha a ser considerado criminoso.

- Na Arábia Saudita, nenhum cristão pode viajar próximo ou através de Meca, a cidade sagrada dos muçulmanos, para não “macular” a cidade.


O milagre em meio à perseguição

Apesar de tudo isso que os cristãos enfrentam nos países islâmicos, queridos irmãos e irmãs, a eles se aplica algo que as Escrituras disseram sobre os cativos hebreus no Egito Antigo:

“Mas, quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais se espalhavam”
(Êx 1.12)

A cada ano, milhares vêm a Cristo nas nações islâmicas. Alegremo-nos com o novo nascimento em Cristo desses nossos irmãos!


Referências:
Al Bukhari, Vol. 1, p.25.
Al Bukhari, Vol. 1, p.13.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p.651.
Ibn Timiyya, Vol 14, p.85.
Ibn Hazm, Vol. 4, Parte 7, p.346.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p. 654.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p. 648.
Al-Shaffi. As ordenanças do Alcorão. Parte 2, p.142.
Sahih Al Bukhari, Parte 3, p.237.
Ibn Timiyya. Vol. 28, p. 644.

“Primavera Árabe” leva terror aos cristãos do Oriente Médio


A “Primavera Árabe” é um movimento político e religioso que está substituindo governos muçulmanos moderados, e até mesmo radicais, por islâmicos ultrarradicais, ligados ao terrorismo. Esses grupos ultrarradicais estão ganhando espaço no Oriente Médio, e agora estão levando perigo também aos cristãos, inclusive de Israel.

O parlamentar libanês Samy Gemayel disse ao WND que teme “pelos cristãos do Oriente Médio, pois a situação para eles é ruim”. Gemayel, que descende de uma histórica família cristã libanesa, também está vivendo em constante terror por causa de ameaças a sua segurança.

Gemayel é membro sênior do partido falange, e contou à reportagem que recebeu na última semana informações sobre um plano para assassiná-lo: “Acabei de receber as informações do chefe de segurança, e ele me pediu para não ir a um lugar específico, pois ele tinha informações de que algo iria acontecer lá”, afirmou, sem dar informações específicas sobre a ameaça de atentado.

Outros membros da família Gemayel chegaram a ser assassinados, entre eles seu irmão, Pierre, que era deputado e ministro do governo e foi assassinado em 21 de novembro de 2006, e seu tio, o ex-presidente Bashir Gemayel, também foi assassinado.


Historicamente os cristãos têm sido, há décadas, minoria nos países do Oriente Médio, onde sofrem com perseguições e maus tratos. Porém, no ano passado, essas tensões aumentaram devido à Primavera Árabe, que fez aumentar os ataques a cristãos nesses países. No Egito, na Líbia e na Tunísia os islâmicos radicais já tomaram o poder, enquanto a Jordânia, Marrocos, Síria, Iêmen e outros países lidam com possibilidades similares, com o grupo aliado à Irmandade Islâmica.

Ayaan Hirsi Ali, em um artigo da Newsweek intitulado The Global War on Christians in the Muslim World (A Guerra Mundial contra os Cristãos no Mundo Árabe), alertou que “os cristãos estão sendo assassinados no mundo árabe devido à sua religião”. Ele afirmou que “isso é a ascensão de um genocídio que precisa gerar um alerta mundial”.

Ele completou afirmando que nos últimos anos “a violenta repressão de minorias cristãs se tornou a norma nos países de maioria muçulmana, que vão do leste da África e Oriente Médio ao sul da Ásia e Oceania”.

Fonte: Gospel+.

TJ-RS decide retirar símbolos cristãos de órgãos públicos


Na intenção de afastar, de forma simbólica e efetiva, o cristianismo das decisões do poder judiciário, grupos pró-homossexualismo no RS obtiveram uma vitória nessa semana: o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou, em decisão unânime, a retirada de crucifixos, bíblias e demais símbolos religiosos de foros e prédios da justiça gaúcha.

Ou seja, apesar do Estado não professar o ateísmo (por enquanto...), e apesar de toda a influência do cristianismo na formação cultural do nosso povo e de toda a civilização ocidental, os magistrados gaúchos acharam melhor eliminar todo e qualquer vestígio da influência cristã nos órgãos públicos do Judiciário, ignorando a formação cultural e os valores morais de expressiva parcela da nossa população, que tanto preza a justiça, a liberdade, a reconciliação, a regeneração, o amor ao próximo, etc.

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Ps: Na Europa, há alguns anos atrás, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos mandou a Itália remover os crucifixos das salas de aula nas escolas públicas.


Ps 2: Enquanto isso, nos Estados Unidos, ainda existe o juramento com uma das mãos da pessoa sobre a bíblia (até mesmo para a autoridade máxima do país...).

Abraham Lincoln

Barack Obama

Ateísmo




Fonte: Perspectivas.