Alabaster Box

Ensaio de Hoje - Sem edições, cheio de erros.. =]

Guitarra: Vinícius
Bateria: Rafael
Vocal: Amanda e eu

Há um Lugar - Heloísa Rosa


Há um lugar de descanso em ti
Há um lugar de refrigério em ti
Há um lugar onde a verdade reina, esse lugar é no Senhor

Há um lugar onde as pessoas não me influenciam
Há um lugar onde eu ouço teu Espírito
Há um lugar de vitória em meio à guerra, esse lugar é no Senhor

Esse lugar é no senhor

Há um lugar onde a inconstância não me domina
Há um lugar onde minha fé é fortalecida
Há um lugar onde a paz é quem governa, esse lugar é no Senhor

Há um lugar onde os sonhos não se abortam
Há um lugar onde o temor não me enrijece
Há um lugar que quando se perde é que se ganha, esse lugar é no Senhor

És tudo o que eu preciso, Jesus!


Eu Vejo o Rei da Glória - Mariana Valadão


Eu vejo o Rei da glória
Vindo com o Seu poder
A Terra vai estremecer

Eu vejo Sua graça
Os pecados perdoar
A Terra vai então cantar

Hosana, Hosana
Hosana nas alturas
Hosana, Hosana
Hosana nas alturas

Eu vejo o povo eleito
Assumindo o seu lugar
Pra sua fé compartilhar

Eu vejo o avivamento
Quando o Teu povo orar
E Te buscar
E Te buscar

Hosana, Hosana
Hosana nas alturas
Hosana, Hosana
Hosana nas alturas

Limpa o meu coração
Abre os meus olhos pra que eu possa ver
Com o amor que tens por mim
Te amo

Quero ser igual a Ti
Tudo o que sou é pra Teu louvor
Pois Contigo vou viver
Pra sempre

Hosana, Hosana
Hosana nas alturas
Hosana, Hosana
Hosana nas alturas


Nosso louvor é só pra ti, Jesus!

John Waller - While I'm Waiting

Carta ao Apóstolo Paulo

Conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para a Junta de Missões Mundiais de certa denominação, oferecendo-se para trabalhar como missionário. Depois de algumas semanas, o Secretário da Junta escreveu-lhe esta carta, justificando por que não poderia aceitá-lo.

Ao Reverendo Saulo Paulo
Missionário Independente
Roma, Itália

Caro Sr. Paulo:

Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Junta como missionário na Espanha.

Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos. Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido até aqui "passar" como missionário independente.

Soubemos que sofre de uma deficiência visual que, algumas vezes, o incapacita até para escrever. Essa certamente é uma deficiência grande para qualquer pessoa. Nossa Junta requer que o candidato tenha boa visão, ou que possa usar lentes corretoras.

Em Antioquia, o senhor provocou um entrevero com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude.

Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio-período em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento. Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o porquê, já que serviu a tantas igrejas.

É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesaréia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Junta tenha folha corrida na Polícia.

O senhor causou tantos problemas para os artesãos em Éfeso que eles o chamavam de "o homem que virou o mundo de cabeça para baixo". Sensacionalismo é totalmente desnecessário em Missões. Deploramos, também, o vergonhoso episódio de fugir de Damasco escondido em um grande cesto.

Estamos admirados em ver sua falta de atitude conciliatória. Os homens elegantes e que sabem contemporizar não são apedrejados ou arrastados para fora dos portões da cidade, tampouco são atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais amenas poderiam ganhar mais ouvintes? Remeto-lhe um exemplar do excelente livro "Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios", de Dálio Carnego.

Em uma de suas cartas, o senhor referencia a si mesmo como "Paulo, o velho". As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de certa idade.

Percebemos que é dado a fantasias e visões. Em Trôade, viu "um homem da Macedônia" e em outra ocasião diz que "foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inefáveis". Afirma ainda que viu o Senhor e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas mais realistas e de mente mais prática.

Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? Dizem que tem o poder de manipular serpentes. Na ilha de Malta, ao apanhar lenha, uma víbora se enroscou no seu braço, picou-o, mas nada lhe ocorreu. Isso soa muito estranho para nós.

O senhor admite que enquanto esteve preso em Roma, "todos o esqueceram". Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o latoeiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos mirabolantes.

Soubemos que teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus.

O senhor escreveu muitas cartas às igrejas onde trabalhou como pastor. Em uma delas, acusou um dos membros de viver com a mulher de seu falecido pai, o que fez a igreja ficar muito constrangida e a excluir o pobre rapaz.

O senhor perde muito tempo falando sobre a segunda vinda de Cristo. Suas duas cartas à igreja de Tessalônica são quase totalmente devotadas a esse tema. Em nossas igrejas, raramente falamos sobre esse assunto, que consideramos de menor importância.

Analisando friamente seu ministério, vemos que é errático e de pouca duração em cada lugar. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. Achamos que a concentração é mais importante do que a dissipação dos esforços. Não se pode querer abraçar o mundo inteiro sozinho.

Em um sermão recente, o senhor disse "Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Cristo". Achamos justo que possamos nos gloriar na história da nossa denominação, no nosso orçamento unificado, no nosso Plano Cooperativo e nos esforços para criarmos a Federação Mundial das Igrejas.

Seus sermões são muito longos. Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida.

O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo robusto. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte.

A Junta prefere enviar somente homens casados aos campos missionários. Não compreendemos nem aceitamos sua decisão de ser um celibatário permanente. Soubemos que Elimas, o Mágico, abriu uma agência matrimonial para pessoas cristãs aí em Roma e que tem nomes de excelentes mulheres solteiras e viúvas no cadastro. Talvez o senhor devesse procurá-lo.

Recentemente, o senhor escreveu a Timóteo dizendo que "lutou o bom combate". Dificilmente pode-se dizer que a luta seja algo recomendável a um missionário. Nenhuma luta é boa. Jesus veio, não para trazer a espada, mas a paz. O senhor diz "lutei contra as bestas feras em Éfeso". Que raios quer dizer com essa expressão?

Pesa-me muito dizer isto, irmão Paulo, mas em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão oposto às qualificações desejadas pela nossa Junta de Missões Mundiais. Se o aceitássemos, estaríamos quebrando todas as regras da prática missionária moderna.

Sinceramente,

A. Q. Cabeçadura
Secretário da Junta de Missões Mundiais

Autor: Anônimo
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/cartaplo.asp

A Man in a Hole

Um Salto de Fé


"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem" (Hebreus 11:1).

Certo lojista, que costumava guardar mercadorias no porão de sua loja, precisou, em determinado momento, buscar mercadorias para renovar seu estoque. A descida, para o porão era feita através de um alçapão colocado no piso, junto a um dos cantos de seu estabelecimento.

Foi exatamente nessa hora que surgiu seu filhinho, de quatro anos, à sua procura. Como não viu o pai, o garoto começou a chorar e a chamar pelo seu nome. Ouvindo o choro da criança, mesmo antes de providenciar a iluminação do local, o lojista gritou lá de baixo: "Estou aqui, filho." "Eu não estou vendo você, respondeu o menino. "Mas eu estou aqui", disse o pai.

"Salte e eu lhe pego nos meus braços", orientou. Sabendo que ele não o enganaria, creu em sua palavra e saltou na escuridão sendo, então, aparado pelos braços fortes de seu querido pai. Uma atitude como essa chamamos de "fé".

Quantas vezes marcamos passo em nossa vida espiritual porque não praticamos aquilo que escutamos, lemos ou aprendemos em nossa vida cristã? Dizemos que confiamos em Deus, fazemos orações bonitas, damos testemunho de coisas marcantes e maravilhosas que presenciamos e, na prática, continuamos frustrados por não alcançar a realização de nossos sonhos justamente pelo temor de dar um "salto de fé". Dizemos que cremos, mas somos como Tomé que dizia: "Só crerei vendo..."!

Precisamos crer na Palavra de Deus, nas promessas do Senhor. A partir do momento em que crermos no que Ele disse, confiaremos não apenas no fato de que Ele pode, mas também no fato de que fará o que prometeu.

(Autor desconhecido)

Who Am I?

Casting Crowns - Who Am I?


PG - Quem sou eu?

Por que os justos sofrem?



Ontem à noite o pastor que estava pregando no culto falou sobre a paciência na aflição e a justiça de Deus. Ele leu o texto de I Pedro 3.10-12, mas abaixo eu transcrevo o parágrafo todo:

8 Sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis,
9 Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção.
10 Porque quem quer amar a vida, e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem engano.
11 Aparte-se do mal, e faça o bem; busque a paz, e siga-a.
12 Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações; mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal.

Quando cheguei em casa eu perguntei ao Senhor: "Por que tenho visto o contentamento dos maus e tantos justos em aflição?"
Abri a bíblia exatamente no capítulo 21 do livro de Jó, onde Jó questionava a prosperidade e a alegria dos ímpios e então encontrei a resposta ao meu questionamento na nota do capítulo que nos remete ao Salmo 73 de Asafe:

"Jó questionava as desigualdades da vida, mormente a prosperidade, o sucesso e a alegria de muitos dos ímpios. O Salmo 73 enfoca esse problema teológico. Às vezes, os "limpos de coração" são "afligidos" (Sl 73.1,14), ao passo que os ímpios prosperam e não sofrem "apertos" (Sl 73.3-5). Deus responde, ao revelar o destino final, tando dos justos como dos ímpios (Sl 73.16-28). Por fim, Deus, na sua justiça, porá todas as coisas em ordem, e retribuirá a todos, segundo os atos de cada um e seu amor à verdade (Rm 2.5-11). Os ímpios não permanecerão sem castigo, e os justos não serão deixados sem justiça e galardão (Rm 2.5-11; Ap 2.10)."