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Adeus crachá: empresa usa chip implantado para liberar acesso de funcionários

 

Quem nunca esqueceu a carteira ou o crachá do trabalho em casa? Uma empresa americana chamada Three Square Market quer acabar com esse problema entre seus funcionários. A ideia é oferecer às pessoas a possibilidade de implantar chips que liberariam o acesso a portões e catracas, liberar o login em dispositivos como PCs e impressoras e até comprar snacks.

Quem topar implantar o chip, que utiliza NFC, ficará com ele entre o polegar e o indicador. Na prática, eles funcionarão igual aos que ficam em animais ou cartões inteligentes e dispositivos com NFC. A diferença é que, neste caso, não haverá chance de esquecimento. Todd Westby, CEO da Three Square Market, diz que a empresa não vai rastrear seus funcionários, uma preocupação de munta gente. Segundo ele, o pequeno equipamento se compara a um crachá - e não a um rastreador.

O uso de implantes de chips nas empresas não é novidade. Como conta o TheVerge, companhias europeias já usam esse tipo de solução para facilitar a vida dos funcionários. Algumas pessoas, no entanto, se preocupam com a privacidade de quem aderir à "facilidade".

Saiba mais sobre o biohacking, como é chamada a técnica de implantar chips no corpo:

Dilma e Toffoli planejam implantar Chip de Identificação Única


A presidente Dilma Rousseff esclareceu nesta quarta-feira (11/03/2015), durante entrevista no Acre, que seu encontro com o ministro Dias Toffoli, membro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi marcado de acordo com as possibilidades dos dois participantes e que esta estava agendado há muito tempo.

O TSE enviou à imprensa, também nesta quarta-feira, um documento que prova que a reunião foi solicitada em dezembro. Segundo ela, o principal tema da reunião foi O CADASTRAMENTO E A IDENTIFICAÇÃO UNICA DE CADA CIDADÃO, em apenas um documento.

A medida seria possível mediante a criação do Registro Civil Nacional (RCN), uma identificação centralizada do cidadão brasileiro a ser emitida pela Justiça Eleitoral, desde o nascimento até o óbito, que registrará ainda eventuais mudanças de estado e capacidade civil.

“Hoje, cada um de nós pode ter até 20 documentos. Temos certidão de nascimento, certidão de casamento. Carteira de motorista, carteira de identidade, de trabalho, título do SUS, cartão de crédito. Nós temos um pretório de documentos”. Dilma lembrou que, recentemente, o governo lançou o programa Bem Mais Simples Brasil que tem, entre seus objetivos, o de simplificar a burocracia e unificar essa documentação.

Acrescentou que a Justiça Eleitoral já administra programas parecidos, como o da urna eletrônica e que, nas últimas eleições, lançou a identificação biométrica, por meio da digital. “Então, estamos discutindo como [unir esforços com] a Justiça Eleitoral. Porque já está no orçamento. (…) Como é que nós nos juntamos, diminuímos o gasto e olhamos como fazer, o mais rapidamente possível, a simplificação da vida do cidadão e da cidadã do nosso País”.

O objetivo é transformar todos esses documento em um só registro. “E AÍ VOCÊ TERÁ UM CHIP, (…) ainda não está elaborado, isso está em discussão. E esse chip poderia, se você fosse tirar uma carteira de motorista, teria as informações centralizadas e armazenadas [no chip]. E a gente está discutindo a possibilidade de isso ser feito pela Justiça Eleitoral. É essa a discussão”.

Fonte: Blog do Planalto.

Link relacionado:
http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevistas/entrevista-coletiva-concedida-pela-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-apos-a-cerimonia-de-entrega-de-967-unidades-habitacionais-dos-residenciais-cidade-do-povo-rui-lino-abuna-e-cabreuva-do-programa-minha-casa-minha-vida-rio-branco-ac


Evangélica é expulsa da escola por recusar chip rastreador parecido com “Marca da Besta”

Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador

Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas, porque não aceitou receber o que chama de “marca da besta”.

Trata-se de um microchip de rastreamento que faz parte dos novos crachás de identificação dos alunos. Ele serve para indicar a localização dos alunos durante o tempo que eles permanecem na escola. Através de dispositivos de leitura ‘escondidos’ em lugares como portas, paredes, telas e pisos da escola, as informações contidas nos chips RFID são lidas. Andrea acredita que isso é uma ofensa a sua fé cristã, pois seria uma forma de monitoramento previsto no Livro de Apocalipse.

Sua postura gerou um grande debate depois que recebeu atenção da mídia. De um lado a escola assegura que é uma medida de segurança para os alunos. Por outro, muitos evangélicos da cidade apoiaram a adolescente, exigindo que lhe seja garantido o direito de expressão e o de culto.

Uma batalha judicial está sendo travada no tribunal do Texas e a primeira vitória de Andrea já ocorreu. De maneira preventiva, a escola decidiu interromper o “programa de monitoramento de estudantes” até a decisão legal definitiva. O projeto de San Antonio era um piloto que deveria ser expandido para todas as escolas do Texas num futuro próximo.

De acordo com funcionários da escola, a repercussão do caso de Andrea motivou outros alunos a não quererem ser monitorados pela escola. O Instituto Rutherford está defendendo a família Hernandez, que exige que a filha seja readmitida e possa concluir seus estudos.

Os primeiros 4.200 estudantes das escolas John Jay High School e Jones Middle School foram obrigados a usar o chamado “SmartID”, um crachá com chip RFID (Identificação por Radio- Frequência). Essa tecnologia faz com que o chip envie sinais para um receptor que indica a localização da pessoa dentro da escola, controlava a presença nas aulas e dava acesso à biblioteca.

Quando Andrea pediu que seu crachá não tivesse esse chip, a escola a alertou que haveria sérias consequências se ela se negasse. Por ser cristã, ela temia que esse seria o primeiro passo para a “marca da besta” e alegou seu direito à liberdade religiosa. Não foi ouvida e posteriormente expulsa.

Os advogados do Instituto Rutherford, especializado em defender questões de fé nos EUA, alegaram a violação de direitos segundo a Constituição norte-americana. Recentemente, o juiz distrital deu ganho de causa a Andrea. Mas o tribunal de apelações do Distrito de San Antonio, não aceitou o argumento religioso e deu ganho à escola.

Apoiado por membros de diversas igrejas da cidade, Andrea disse que continuará lutando pelo seu direito de não ser monitorada.

Os RFID estão disponíveis no mercado com opções subcutâneas. Já são usados em larga escala, por exemplo, para o rastreamento de animais de estimação. Recentemente, um programa parecido com esse tipo de chip RFID colocado sob a pele, foi testado pelo exército americano.

Porém, também sofreu críticas e foi interrompido. Há propostas nos EUA que chips desse tipo  fossem usados na área da saúde. Eles contendo o histórico de saúde dos pacientes e poderiam facilitar os atendimentos em hospitais e clínicas. Na Arábia Saudita eles já são usados para controle nos aeroportos.

Aqui no Brasil, o uso desses chips está previsto no Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos, criado em 2006 e que tem como objetivo fiscalizar o tráfego em tempo real. A colocação compulsória em automóveis deve iniciar em breve.

Esse chip carrega várias informações: identificação da placa, categoria, espécie e tipo do veículo. Com isso, a polícia poderá identificar se existem problemas com a documentação do carro ou multas pendentes, por exemplo. Poderá ainda ser um substituto dos cartões de pedágios.

Com informações Charisma News e Closed Truth.

Fonte: GospelPrime.

Relógio de pulso com chip do bilhete único será alternativa para pagar passagens no Rio

Fabricados pela empresa austríaca Laks, relógios Riocard
serão comercializados no Rio de Janeiro a partir de 2013

Os passageiros que utilizam o sistema do bilhete único no Rio de Janeiro ganharão, em 2013, uma alternativa ao tradicional cartão Riocard: relógios de pulso com chips internos, que, uma vez aproximados das máquinas leitoras dos ônibus, trens, barcas e metrô, possibilitam o pagamento das respectivas tarifas.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro) e a empresa austríaca Laks, que se diz pioneira em soluções de pagamento via relógio. A tecnologia de transmissão de dados, no entanto, é a mesma já utilizada no cartão físico --o pagamento é registrado por meio de radiofrequência.

A primeira reunião entre brasileiros e austríacos ocorreu há pouco mais de três anos, quando a Fetranspor iniciou os testes do novo meio de vale-transporte. A partir de 2010, os relógios foram distribuídos a voluntários --em página da franquia Riocard no YouTube, há um vídeo mostrando o funcionamento do sistema.

Relógio será usado nas barcas, trens, ônibus e metrô

Além do transporte público tradicional (metrô, ônibus, trens e barcas), os relógio de pulso também poderão ser utilizados nas vans legalizadas. O objetivo dos investidores é popularizar o vale-transporte de dupla utilizado nos próximos anos, quando o Rio de Janeiro será uma das principais sedes da Copa do Mundo, em 2014, e palco dos Jogos Olímpicos, em 2016.

Segundo a Laks, o mesmo sistema é utilizado no transporte público de Shangai desde 2005, atingindo mais de 17 milhões de usuários --a cidade chinesa tem cerca de 60 mil máquinas leitoras. A empresa austríaca também já fabricou relógios específicos para grandes eventos, tais como os festivais de música Sziget e Balatonsound, na Hungria.

Fonte: Uol.

Monitoração de alunos na Bahia - com chip no uniforme!


A partir da próxima semana, a prefeitura da cidade baiana de Vitória da Conquista irá distribuir gratuitamente, para mais de 20 mil alunos distribuidos por 25 escolas municipais, um uniforme escolar com chip embutido. O objetivo é monitorar a frequência escolar dos alunos, repassando essa informação diariamente para os pais, em tempo real.

O chip fica localizado ou no brasão da escola, ou na manga da camiseta. A etiqueta de cada uniforme terá um número universal, que deverá ser cadastrado no sistema escolar com os dados dos alunos e com o número de celular dos pais ou responsáveis.

Um sensor será instalado na entrada de cada escola, confirmando a entrada e a saída do estudante. Sempre que um aluno passar pelo sensor, imediatamente será encaminhada uma mensagem de texto (SMS) para o celular cadastrado.

De acordo com o secretário da Educação de Vitória da Conquista, Coriolano Moraes, a tecnologia vai permitir que os pais estejam mais presentes na vida escolar dos filhos.

"O nosso objetivo é interagir o uniforme inteligente com o Projeto de Integração Família e Escola, para que possamos promover cada vez mais essa integração e melhorar o debate, o diálogo, o acompanhamento e a permanência dos alunos na escola", afirmou durante o lançamento da iniciativa, na terça-feira.

De acordo com a assessoria da prefeitura, a cidade é a primeira do Brasil a receber o fardamento digital, que teve um custo de R$ 1,2 milhão. O projeto já funciona de forma experimental desde o ano passado.

Este GPS infelizmente faz sucesso no México


“Nós matávamos muitos agentes do FBI e da DEA, mas não vale mais a pena matar agentes da DEA (a agência anti-narcotráfico dos EUA) porque eles têm chips implantados que ajudam a localizar os corpos”.

A revelação, feita com incrível naturalidade, é de um ex-Sicario (capanga de alto nível do narcotráfico do México) e mostra quão surreal é a situação daquele país. Os implantes de GPS estão na moda também entre “civis” mexicanos, que pagam US$ 4.000 para ter um localizador implantadosob a pele, especialmente na Ciudad Juárez, considerada a mais violenta do mundo.

Para se ter uma ideia, Ciudad Juárez tem uma taxa contabilizada de mais de 130 homicídios por 100.000 habitantes (o Rio de Janeiro, por exemplo, tem 38 mortes violentas por 100.000). O índice de sequestros é impossível de ser contabilizado, mas segundo o mesmo ex-sicário, menos de 10% dos sequestrados lá são devolvidos vivos às famílias, quando devolvidos. Os corpos são escondidos em “casas-cofre” junto com centenas de defuntos. Era nesses lugares que os traficantes escondiam os agentes da polícia americana assassinados, mas o medo dos localizadores fez eles mudarem de prática.

Todas essas revelações estão no filme "El Sicario, quarto 164", em cartaz no festival de documentários "É tudo Verdade", em cartaz em São Paulo e no Rio de Janeiro até dia 10. Assisti ontem o filme-entrevista com o ex-capanga (agora um fugitivo-cristão-devoto) e achei que a “ficção” de Tropa de Elite 2 é até amena em comparação com a situação de outros hermanos latinos. O interessante é notar que o fortalecimento do narcotráfico começou, lá também, com a corrupção dos policiais.

Fonte: Gizmodo.

"Chip Espião" nos carros em 2011


O mercado brasileiro terá outra novidade a partir do ano que vem. Após a tentativa de aplicar os rastreadores nos veículos, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informou que todos os veículos vendidos por aqui terão de contar com um chip “espião”. A medida chama-se Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) e deve equipar todos os modelos que rodam pelo país até 2014.

Caso o proprietário se negue a equipar o automóvel com o chip, terá de pagar multa de R$ 127,69, acarretando ainda em 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por infração grave.

Entre as funções, o chip do Siniav permitirá que o veículo seja localizado por antenas instaladas nas principais vias do país, transmitindo informações diretamente aos Departamentos de Trânsito (Detran) estaduais. Inicialmente, a instalação do equipamento será gratuita. No entanto, sua aplicação pode ter barreiras, sob alegação de que o posicionamento exato do veículo tira a privacidade do condutor e de seus passageiros e pode servir em benefício de criminosos.


Segundo o Denatran, o objetivo da novidade é reduzir o número de furtos e roubos. Além disso, o equipamento auxiliaria no controle dos automóveis que participam de rodízio e caso algum veículo ultrapasse o limite de velocidade. Ao todo, 20 mil antenas serão instaladas no país inteiro.


Fonte: Autodiário.

Microchip em animais de estimação

Em breve seu animal de estimação poderá ter um microchip implantado

Cães e gatos de estimação estão cada vez mais parecidos com os humanos. Eles se vestem que nem gente! Eles falam! Eles têm até RG — em São Paulo, pelo menos! Mas, se o Ministério da Agricultura conseguir o que quer, os bichos de estimação podem ficar um passo à nossa frente: eles querem que todo cão e gato em viagem internacional tire passaporte, e receba um implante de microchip para identificação.

O microchip, que fica na nuca dos animais, na verdade já é obrigatório em cães e gatos que entrem na União Europeia e no Japão. Segundo o JT, uma só clínica em São Paulo implanta 60 microchips por mês. E, desde 2009, todo cão encaminhado aos canis de Porto Alegre recebe o chip. Agora, com a obrigatoriedade em viagens internacionais, o número deve aumentar.

O microchip não tem GPS: segundo a VIRBAC, fabricante do primeiro microchip de bio-polímero, se seu bicho se perder, a pessoa que o encontrar precisa levá-lo a um veterinário, que liga para a fabricante do microchip e consegue levantar os dados de quem perdeu o animal.

Não me leve a mal, mas tenho um pouco de medo de onde isto tudo vai levar. Primeiro inserem no seu bichinho um microchip de identificação. Depois, vão criar um microchip de localização para implantar nele, e saber a todo momento onde ele está e o que ele está fazendo. Próximo passo: você.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-seu-animal-de-estimacao-podera-ter-um-microchip-em-breve