Alabaster Box
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens

Deputados da Bancada Evangélica Votaram Pelo Impeachment

Parlamentares da Assembleia de Deus votaram
100% a favor do impeachment da presidente Dilma

A votação na aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara mostra o tamanho do peso da bancada evangélica na Câmara dos Deputados. A bancada evangélica é formada por 81 deputados federais, segundo o Diap. Desses, apenas cinco votaram contra o impeachment.

Os evangélicos fazem parte de diversos partidos, a maior parte de centro ou de direita, como o PSC, ligado à Assembleia de Deus e a à Igreja do Evangelho Quadrangular; e o PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus.

Todos os deputados ligados à Assembleia de Deus votaram a favor do impeachment, como os deputados Paulo Freire (PR-SP) (foto), Ronaldo Fonseca (Pros-DF), Pastor Eurico (PHS-PE) e Marcos Rogério (PDT-RO), que não seguiu a orientação do seu partido de apoiar a presidente e está sendo ameaçado de exclusão do PDT por causa disso. A Bancada da Assembleia de Deus na Câmara é formada por 24 deputados federais.

Veja a lista de votos abaixo:

A favor do impeachment

Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
Alan Rick (PRB-AC)
Altineu Côrtes (PMDB-RJ)
Anderson Ferreira (PR-PE)
André Abdon (PRB-AP)
Antonio Bulhões (PRB-SP)
Antônio Jácome (PTN-RN)
Arolde de Oliveira (PSC-RJ)
Aureo (SD-RJ)
Bruna Furlan (PSDB-SP)
Cabo Dacíolo (PTdoB-RJ)
Carlos Andrade (PHS-RR)
Carlos Gomes (PRB-RS)
Carlos Manato (SD-ES)
Cesar Halum (PRB-TO)
Christane Yared (PR-PR)
Cleber Verde (PRB-MA)
Edinho Araújo (PMDB-SP)
Edmar Arruda (PSC-PR)
Eduardo Bolsonaro (PSC-SP)
Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Eliziane Gama (PPS-MA)
Erivelton Santana (PSC-BA)
Ezequiel Teixeira (PTN-RJ)
Fábio Garcia (PSB-MT)
Fabio Souza (PSDB-GO)
Fernando Francischini (SD-PR)
Francisco Floriano (DEM-RJ)
Gilberto Nascimento (PSC-SP)
Hissa Abrão (PDT-AM)
Irmão Lázaro (PSC-BA)
Jefferson Campos (PSD-SP)
Jhonatan de Jesus (PRB-RR)
João Caldas (SD-AL)
João Campos (PRB-GO)
Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP)
José Olímpio (PP-SP)
Josué Bengston (PTB-PA)
Julia Marinho (PSC-PA)
Laércio Oliveira (SD-SE)
Leonardo Quintão (PMDB-MG)
Lincoln Portela (PR-MG)
Lindomar Garçon (PMDB-RO)
Marcelo Belinati (PP-PR)
Márcio Marinho (PRB-BA)
Marco Feliciano (PSC-SP)
Marcos Rogério (PDT-RO)
Marcos Soares (DEM-RJ)
Max Filho (PSDB-ES)
Nilton Capixaba (PTB-RO)
Onyx Lorenzoni (DEM-PR)
Pastor Eurico (PHS-PE)
Pastor Jony (PRB-SE)
Paulo Freire (PR-SP)
Professor Victório Galli (PSC-MT)
Roberto Alves (PRB-SP)
Roberto de Lucena (PV-SP)
Roberto Sales (PRB-RJ)
Ronaldo Fonseca (Pros-DF)
Ronaldo Martins (PRB-CE)
Ronaldo Nogueira (PTB-RS)
Rosangela Gomes (PRB-RJ)
Sandro Alex (PPS-PR)
Sérgio Reis (PRB-SP)
Sérgio Vidigal (PDT-ES)
Silas Câmara (PSD-AM)
Sóstenes Cavalcante (PMDB-RJ)
Stefano Aguiar (PSB-MG)
Takayama (PSC-PR)
Tia Eron (PRB-BA)
Toninho Wandscheer(Pros-PR)
Vinícius Carvalho (PRB-SP)
Washington Reis (PMDB-RJ)

Contra o impeachment

Benedita da Silva (PT-RJ)
Damião Feliciano (PDT-PB)
George Hilton (Pros-MG)
Rejane Dias (PT-PI)
Sérgio Brito (PSD-BA)

Fonte: CPAD News.

Dilma e Toffoli planejam implantar Chip de Identificação Única


A presidente Dilma Rousseff esclareceu nesta quarta-feira (11/03/2015), durante entrevista no Acre, que seu encontro com o ministro Dias Toffoli, membro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi marcado de acordo com as possibilidades dos dois participantes e que esta estava agendado há muito tempo.

O TSE enviou à imprensa, também nesta quarta-feira, um documento que prova que a reunião foi solicitada em dezembro. Segundo ela, o principal tema da reunião foi O CADASTRAMENTO E A IDENTIFICAÇÃO UNICA DE CADA CIDADÃO, em apenas um documento.

A medida seria possível mediante a criação do Registro Civil Nacional (RCN), uma identificação centralizada do cidadão brasileiro a ser emitida pela Justiça Eleitoral, desde o nascimento até o óbito, que registrará ainda eventuais mudanças de estado e capacidade civil.

“Hoje, cada um de nós pode ter até 20 documentos. Temos certidão de nascimento, certidão de casamento. Carteira de motorista, carteira de identidade, de trabalho, título do SUS, cartão de crédito. Nós temos um pretório de documentos”. Dilma lembrou que, recentemente, o governo lançou o programa Bem Mais Simples Brasil que tem, entre seus objetivos, o de simplificar a burocracia e unificar essa documentação.

Acrescentou que a Justiça Eleitoral já administra programas parecidos, como o da urna eletrônica e que, nas últimas eleições, lançou a identificação biométrica, por meio da digital. “Então, estamos discutindo como [unir esforços com] a Justiça Eleitoral. Porque já está no orçamento. (…) Como é que nós nos juntamos, diminuímos o gasto e olhamos como fazer, o mais rapidamente possível, a simplificação da vida do cidadão e da cidadã do nosso País”.

O objetivo é transformar todos esses documento em um só registro. “E AÍ VOCÊ TERÁ UM CHIP, (…) ainda não está elaborado, isso está em discussão. E esse chip poderia, se você fosse tirar uma carteira de motorista, teria as informações centralizadas e armazenadas [no chip]. E a gente está discutindo a possibilidade de isso ser feito pela Justiça Eleitoral. É essa a discussão”.

Fonte: Blog do Planalto.

Link relacionado:
http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevistas/entrevista-coletiva-concedida-pela-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-apos-a-cerimonia-de-entrega-de-967-unidades-habitacionais-dos-residenciais-cidade-do-povo-rui-lino-abuna-e-cabreuva-do-programa-minha-casa-minha-vida-rio-branco-ac


Dilma dá uma rasteira em seu eleitorado evangélico após resultado da eleição


Após ser reeleita, a presidente Dilma Roussef resolveu tocar em um ponto que era esperado por líderes dos movimentos LBGTs: a criminalização da homofobia. O assunto repercutiu na sociedade nos últimos dias, tanto pela confusão com o plano de governo de Marina Silva, que anunciou em um primeiro momento que iria tornar a homofobia crime e depois voltou atrás em seu discurso, na primeira campanha, quanto pelos crimes que envolvem homofobia repercutirem na mídia.

Ontem (28/out), Dilma tocou no assunto, pela primeira vez após eleita. Ela concedeu entrevista para o SBT e afirmou que dará atenção para a criminalização da homofobia no seu mandato.

"Darei INTEGRAL APOIO a CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA. Acho que essa é uma MEDIDA CIVILIZATÓRIA", declarou.

A presidente reeleita citou outros tipo de violência.

"O Brasil tem que ser contra a violência que vitima a mulher, a violência que de forma aberta ou escondida fere os negros, que são a maioria da população. E contra a homofobia, porque isso é de fato uma BARBÁRIE", pontuou.

Extraído e adaptado de: Diário da Manhã.


"Conhecendo bem que Deus é justo, eles não compreenderam que os autores de semelhantes ações são dignos de morte; e não somente seus autores, mas também aqueles que a aprovam."
(Romanos 1:32 - Bíblia de Jerusalém)

Medo de perder eleições leva PT a evitar debate sobre aborto


Líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) estão preocupados com a possibilidade de que o aborto, “casamento” gay e outras questões morais e éticas sejam introduzidas nas campanhas eleitorais municipais deste ano. O desespero principal é que essas questões possam trazer ameaças aos candidatos petistas, que ainda se recordam de como Dilma Rousseff estremeceu quando quase perdeu a eleição presidencial de 2010 por causa de posturas envolvendo o aborto.

Aliás, ela só não perdeu a eleição porque teve de assinar um compromisso público com líderes evangélicos de não permitir que seu governo promovesse o aborto...

O PT não quer a repetição desse perigo. Por isso, líderes petistas estão se manifestando publicamente pedindo que o aborto e outros assuntos não entrem nas campanhas eleitorais. O deputado estadual petista Edinho Silva disse: “A religião não pode ir para o embate político, isso é muito ruim, muito perigoso. Não devemos instigar a disputa religiosa em processo eleitoral”.

Uma reunião oficial de líderes petistas também já foi realizada, onde foi determinado que o aborto e outros questões morais devem ficar de fora das campanhas.

O entendimento ideológico do PT é que toda oposição ao aborto, ao “casamento” gay e outras ameaças morais configura “postura religiosa”. Já a aceitação do aborto e do “casamento” gay representa mentalidade aberta e progressista, defesa do Estado “laico”, etc.

Por isso, evitar “temas religiosos” é uma tentativa petista desesperada de proteger seus candidatos que defendem aberrações. Fernando Haddad, candidato do PT para a prefeitura de São Paulo, ficou famoso com o kit gay, que ele mesmo ajudou a promover. Se a questão gay entrar na eleição de São Paulo, Haddad pode perder feio.

Claro que José Serra, o opositor de Haddad, não fica atrás na obsessão gayzista. O Estado de São Paulo, sob o governo do PSDB, foi o que mais avançou na implementação de políticas anti-“homofobia”. Há o caso de uma dupla gay que, depois de estuprar um menino de 5 anos, foi favorecida pelo governo do PSDB do Estado de São Paulo. Há também o caso escandaloso onde um gay entrou no banheiro feminino, assustando uma menina de dez anos, mas pela lei anti-“homofobia” do PSDB do Estado de São Paulo, a preferência foi para o gay, não para a menina.

Para os eleitores, as escolhas são terríveis. Se correr, o bicho (Serra) pega. Se ficar, o bicho (Haddad) come.

Se os “temas religiosos” (oposição ao aborto, ao “casamento” gay e outras ameaças morais) prevalecerem, a população ganha.

Contudo, se as “mentalidades abertas e progressistas” (aceitação do aborto, do “casamento” gay e outras aberrações) prevalecerem, tanto Haddad quanto Serra podem facilmente ganhar.


O PT, o Aborto e o Voto dos Cristãos


O PT é favorável à legalização do aborto, de qualquer aborto? É!!! Foi uma decisão tomada no 3º Congresso do partido. E todos os seus membros, o que inclui a candidata do partido à Presidência, Dilma Rousseff, estão obrigados a seguir essa orientação e a lutar para torná-la uma realidade. E é o que o partido e ela própria vêm fazendo, temos de admitir (são coerentes!), embora, na boca da urna, tentem fingir que não. O Programa Nacional (Socialista) dos Direitos Humanos, que ganhou forma final da Casa Civil, então comandada por Dilma, incluiu a legalização do aborto como meta a ser atingida e, pasmem!, como um direito humano. A própria candidata concedeu entrevistas em que defendeu essa idéia. Na boca da urna, o discurso assumiu um tom ambíguo, mas que se destaque: até agora, Dilma não se disse contrária à legalização.

O PT está tão convicto da necessidade de descriminar qualquer aborto que chegou a PUNIR dois deputados que participaram de atos contra a legalização. Luiz Bassuma e Henrique Afonso tiveram seus direitos partidários suspensos por terem contrariado justamente as resoluções do 3º Congresso. Como as decisões tomadas são diretrizes partidárias, há que se concluir que, caso eleita presidente da República, Dilma vai tentar implementar o programa do partido e lutará, pois, para legalizar o aborto em qualquer caso. Posso achar, e acho, um horror, mas ela estará sendo coerente com o que pensa. Incoerente, aí sim, é um cristão — não é caso da candidata, que confessa rezar só quando o avião balança — escolher esse caminho.

Os petistas e aqueles setores da imprensa não querem debater o assunto agora. A própria oposição parece não considerá-lo muito confortável. Os que se manifestam contra a legalização do aborto são tratados pelo subjornalismo militante como expressões do atraso, e a questão é vista como parte de uma pauta “apenas religiosa”. APENAS?


Eu sou contra a existência de partidos religiosos — no mais das vezes, faz-se má política e se pratica péssima religião. Não gosto de coisas como “bancada evangélica” ou “bancada católica”. Vejo nisso uma tentativa infeliz de manipular a crença em favor de questões demasiadamente terrenas. Mas defendo, aí sim, o direito que a Igreja Católica — e qualquer outra igreja — tem de lembrar a seus fiéis quais são os princípios que reúne a sua comunidade. Não reconheço é o direito, o intelectual ao menos, que tem Edir Macedo de distorcer o Eclesiastes para defender tal prática, como ele faz. Não que eu me fie muito em seus valores religiosos. Trata-se apenas de mais uma particularidade do empresário.

Não dá para ser cristão e, ao mesmo tempo, ser favorável à legalização do aborto. Não dá porque são coisas antitéticas. Não se trata de um assunto ligado meramente à esfera dos costumes, que tende a mudar com o tempo. Trata-se de um princípio e de um fundamento moral do cristianismo. Ou bem se escolhe uma coisa ou bem se escolhe outra. Por isso mesmo, vejo com assombro o tal grupo “Católicas pelo Direito de Decidir”, que defende a descriminação do aborto. Ora, é claro que elas são livres para decidir deixar a Igreja. Mas não são livres, não, para, dizendo-se católicas, travar a sua luta. Ela é ncompatível com o fundamento da crença que dizem ter. É simples assim. Ser católico é uma escolha, não uma imposição. Feita a escolha, há princípios.


Não me venham com essa conversa de que os “reacionários” de sempre estão acusando Dilma ou o PT de serem favoráveis à legalização do aborto. Trata-se de fatos. Ela concedeu entrevistas defendendo esse ponto de vista. E essa é uma resolução do congresso do partido. Ou será, agora, reacionário atribuir ao PT o que o próprio PT defende?

Por Reinaldo Azevedo


Fonte:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-pt-o-aborto-e-o-voto-dos-cristaos/

Gianna Jessen - Sobrevivente de um aborto

Brasil - Rumo a uma Ditadura de Esquerda?

Reportagem exibida pela Rede Bandeirantes de Televisão a respeito dos absurdos do 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH):



"A nova lei - que o Presidente Lula assinou sem ler - passou pelo crivo direto da ministra da Casa Civil (Dilma Rousseff, virtual candidata do PT à Presidência da República), dos ministros da Justiça (Tarso Genro), da Comunicação Social (Franklin Martins) e dos Direitos Humanos (Paulo Vanucci). É um emaranhado de artigos e parágrafos que, muitas vezes, ataca a Constituição.

O decreto provocou duras críticas da sociedade e uma forte reação dentro do próprio governo. Para os especialistas, se for aprovada da maneira como está, a lei será o mais duro golpe contra a democracia desde o fim da ditadura militar.

Ives Gandra Martins é um dos mais conceituados juristas internacionais. Ele é autor de mais de 300 livros sobre Direito, sozinho ou com outros autores, com obras publicadas em 19 países. Ao analisar o novo decreto, ele ficou impressionado [e disse]:

- É um dos documentos com as maiores SANDICES que eu tive a possibilidade de ver nos meus 51 anos de advocacia e nos meus 49 anos de Magistério de Direito.

Catedrático em Direito por 31 universidades, no Brasil, na América do Sul e na Europa, Ives analisou vários itens do novo decreto:

REINTEGRAÇÃO DE POSSE: O projeto prevê que o proprietário rural que tiver uma fazenda invadida não poderá mais recorrer ao Judiciário.
Jurista - O que eles estão pretendendo é dar direito àquele que invadir qualquer terra, fazer com que uma vez invadido, o direito de propriedade deixa de ser do proprietário e passa a ser do invasor.

SÍMBOLOS RELIGIOSOS: A lei quer evitar a divulgação de símbolos religiosos.
Jurista - Se não pode haver mais símbolos religiosos, nós temos que mudar o nome da cidade de São Paulo. Todas as cidades que têm nomes de santo, não poderão mais ter.

MEIOS DE COMUNICAÇÃO E CENSURA: Será criada uma comissão para controlar o conteúdo dos meios de comunicação.
Jurista - No momento em que se elimina a liberdade de imprensa, nesse momento nós estamos perante, efetivamente, o início de uma ditadura.

TAXAS SOBRE GRANDES FORTUNAS: O novo imposto sobre grandes fortunas seria instituído.
Jurista - É um imposto que afasta investimentos, porque aquele que formou um patrimônio, depois de ser tributado em todas as operações, ainda vai ser tributado no seu patrimônio pessoal?

PROSTITUIÇÃO: As prostitutas contariam com direitos trabalhistas e carteira assinada.
Jurista - Isso não é profissão. Na prática, o que os verdadeiros "Direitos Humanos" [deveriam fazer] é tirar essas moças do que elas estão fazendo e dar profissões dignas a elas.

PUNIÇÃO DE TORTURADORES: Os responsáveis pela tortura durante a ditadura militar seriam julgados. Já os guerrilheiros - que também torturaram - ficariam livres de qualquer punição.
Jurista - Torturador de esquerda é um santo. Torturador de direita é um demônio. É UM DECRETO PREPARATÓRIO PARA UM REGIME DITATORIAL."


Extraído de:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=especialistas-criticam-plano-de-direitos-humanos-de-lula-04023768E4899327&mediaId=991947


Notícia relacionada:
- Planalto admite falha em decreto sobre Plano de Direitos Humanos, mas poupa Dilma
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u678489.shtml