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Humanidade: De Onde Vens, e Para Onde Vais?

 
A. [  ] Você descende de uma célula minúscula do protoplasma original levado pelas ondas a uma praia deserta há três bilhões e meio de anos. Você é o produto cego e arbitrário do tempo, do acaso e das forças naturais. Você é um mero amontoado de partículas atómicas, um conglomerado de material genético. Você existe em um planeta minúsculo num sistema solar minúsculo, num canto escuro de um Universo insignificante. Você é uma entidade puramente biológica, diferente apenas em nível, mas não em espécie, de um micróbio, vírus ou ameba. Você não tem essência além de seu corpo e, na morte, você deixará de existir por completo. Em suma, VOCÊ VEIO DO NADA E NÃO VAI PARA LUGAR ALGUM.

B. [  ] Você é a criação especial de um Deus bom e Todo-Poderoso. Você foi criado à imagem dele, com uma capacidade de pensar, sentir e adorar que o coloca acima de todas as outras formas de vida. Você difere dos animais não somente em nível, mas em espécie. Sua espécie não só é única, mas você é único entre os de sua espécie. O teu Criador ama-te e deseja tua companhia e afeição de forma tão intensa que tem um plano perfeito para sua vida. Além disso, Deus deu a vida de seu Único Filho para que você pudesse passar a eternidade com Ele. Se você estiver disposto a aceitar o dom da salvação, PODERÁ SE TORNAR UM FILHO DE DEUS.
 

"A Caixa Preta de Darwin"


Um dos mais famosos livros surgidos modernamente criticando a Teoria da Evolução de Darwin, com argumentos científicos, é o que leva o título acima, escrito pelo bioquímico molecular Michael Behe.

A partir da publicação de sua primeira edição em Inglês, em 1996, outras se sucederam, tendo sido traduzido para o Português e publicado pela primeira vez no Brasil por Jorge Zahar Editor, em 1997, com o subtítulo “O Desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução”.

O livro divide-se em três partes, sendo que a terceira intitula-se “O que nos diz a Caixa?”, e aborda de maneira mais direta a questão do “Planejamento Inteligente”, e a interrelação entre Ciência, Filosofia e Religião.

Talvez a grande repercussão que teve este livro se deva mais à abordagem que defende a existência de um “Planejamento Inteligente” na natureza, do que ao desafio lançado à Teoria da Evolução de Darwin.

De fato, a estrutura do Darwinismo já se encontrava abalada antes da publicação deste livro, mas a grande novidade foi a defesa de uma alternativa para ela, partindo de fundamentação científica verdadeiramente incontestável. E a alternativa pôs em polvorosa os adeptos de um “naturalismo materialista ateísta”! Então, se as evidências são favoráveis ao “Planejamento Inteligente”, torna-se necessário considerar algo mais a respeito de um “Planejador Inteligente”!

Na “orelha” da edição em Português deste livro, sem dúvida já famoso, constam informações ao leitor, que transcrevemos a seguir, por serem bastante elucidativas também para nossos leitores:

“... O campo da bioquímica, aberto quando Watson e Crick descobriram a forma de hélice dupla do DNA, revelou os segredos da célula. Nela os bioquímicos vislumbraram um mundo de insuspeitada complexidade.

Conforme demonstra convincentemente Behe – usando como exemplo a visão, a coagulação do sangue, o transporte celular e a célula – o mundo bioquímico forma um arsenal de máquinas bioquímicas, constituídas de peças finamente calibradas e interdependentes.

Para que a Teoria da Evolução fosse verdade, deveria ter havido uma série de mutações, todas e cada uma delas produzindo sua própria maquinaria, o que resultaria na complexidade que ora encontramos.

O Professor Michael Behe não é um criacionista. Acredita no método científico e não procura dogmas religiosos à resposta para perguntas que permanecem. Mas argumenta que as máquinas biológicas têm que ter sido planejadas – seja por Deus ou por alguma outra inteligência superior.

Durante décadas, a ciência vem vivendo um clima de frustração, tentando conciliar as descobertas espantosas da bioquímica moderna com uma teoria do século XIX que não pode explicá-las. Com a publicação de “A Caixa Preta de Darwin”, é tempo de os cientistas se permitirem examinar novas e extraordinárias possibilidades, e ficarmos de sobreaviso sobre o que vão descobrir.”

Fonte: SCB Online.