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Evangélicos conservadores na mira do PT

Homem sinistro do PT teme poder de programas evangélicos de TV e diz que governo está preparando mídia para contestar posições evangélicas sobre aborto e homossexualismo

Julio Severo

Um dos homens mais sinistros do PT fez uma importante revelação na semana passada: O PT precisa fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes.
Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foi o principal articulador do PT nos eventos depois do assassinato de Celso Daniel, o prefeito petista de Santo André que “sabia demais”. Várias pessoas que foram testemunhas do assassinato foram depois também assassinadas. O caso envolvia grandalhões.

Carvalho era braço-direito do prefeito e, conforme denunciaram os irmãos do prefeito assassinado que hoje encontram-se exilados em outro país por ameaças de morte, o PT tinha um grande esquema de corrupção em Santo André, onde enormes somas de dinheiro eram levadas à cúpula do PT — no caso, para José Dirceu.

Com a força sinistra de Carvalho, o caso foi abafado, com todos os seus escândalos e sangue derramado.

Com essa força, Carvalho aparece no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, para se dirigir a militantes esquerdistas do mundo inteiro. O evento também contou com a presença do terrorista assassino italiano Cesare Battisti.

O colunista Reinaldo Azevedo, falando de Carvalho, disse: “Os petistas, embora não o digam em público, consideram que a oposição está liquidada”. De fato, o PT não tem oposição política ou midiática secular nenhuma. O PSDB, que é pintado como “oposição”, nada mais faz do que imitar o PT, como comprova a insana lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo, a qual saiu diretamente das entranhas do PSDB.

No Fórum Social Mundial, segundo Azevedo, Carvalho disse que o governo quer criar uma mídia estatal para o povo, porque o governo não quer que o povo fique “à mercê da mídia conservadora”.

Na eleição de 2010, o Brasil inteiro viu como o PT estremeu quando as denúncias de sites e blogs evangélicos contra o aborto e o homossexualismo colocaram em risco a eleição de Dilma Rousseff, que precisou mentir para ganhar o público evangélico. O PT continua com medo dos evangélicos.

De modo geral, a mídia evangélica se abstém de tocar em assuntos que incomodam o governo, como aborto e homossexualismo. Às vezes, quando falam, acabam recuando, como aconteceu com uma poderosa instituição evangélica que postou um manifesto contra o PLC 122, mas prontamente o retirou quando os ativistas gays ameaçaram — incidente desagradável que foi devidamente tratado pelo filósofo Olavo de Carvalho.

Entretanto, na televisão, a voz mais forte e vigorosa contra a agenda gay tem sido a de Silas Malafaia, seguida de algumas outras poucas vozes de líderes neopentecostais.

Essas vozes poderiam ser mais fortes, mas foram cooptadas ao PT mediante o trabalho satânico de evangélicos petistas. No início da década de 1990, a revista Ultimato, de linha calvinista esquerdista, se revoltava contra a oposição neopentecostal feroz ao PT. Paul Freston, que era membro de carteirinha do PT e articulista da Ultimato, se queixava de que as igrejas neopentecostais usavam suas redes de televisão para mostrar oposição sólida ao PT, e questionava como levá-las aos currais petistas.

Graças à lábia macia de Caio Fábio, que era então colunista da revista Ultimato e o maior pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, essas igrejas acabaram se unindo a muitas igrejas históricas no apoio ao PT, embora muitas delas ainda usem, ainda que timidamente, seus canais de televisão para condenar a legalização do aborto e da sodomia.

Gilberto Carvalho, o homem sinistro do PT, mostra que o PT vê essas igrejas midiáticas como uma oposição que não existe em nenhuma outra parte no Brasil. Claro que os poucos sites e blogs cristãos conservadores também são uma ameaça ao poder absoluto que o PT exige sobre as mentes e corações, mas as redes de televisão neopentecostais estão agora na mira da preocupação do PT.

Eis, nas palavras de Reinado Azevedo, como o PT vê os programas evangélicos de TV que condenam o aborto e o homossexualismo:

A força que o [PT] teme é justamente a religiosa. E, no caso, não é a Igreja Católica que os preocupa. Embora tenha cooptado o PRB — o partido da Igreja Universal do Reino de Deus, do autointitulado “bispo” Edir Macedo, dono da Record —, o PT sabe tratar-se de uma vistosa, mas pequena parte dos evangélicos. Seguindo os passos da teoria gramsciana, o “partido” tem de se consolidar como um “imperativo categórico”, de modo que toda ação concorra para fortalecê-lo. Mesmo os movimentos de crítica e reação hão de estar subordinados a este ente. Haver organismos, entidades, grupos ou religiões que cultivem valores fora do abrigo do partido é inaceitável.

Os “pensadores” do PT querem começar a criar as condições para limitar ou anular a influência das igrejas evangélicas especialmente nas questões relativas a costumes. O projeto petista se consolida é com a completa laicização da sociedade, sem espaço para a moral privada ou de grupo. Teses como descriminação do aborto, legalização das drogas, união civil de homossexuais, proselitismo sexual nas escolas (nego-me a chamar de “educação” o tal kit gay, por exemplo) tendem a encontrar resistência. E as vozes que lideram essa resistência costumam ser justamente as dos evangélicos. Setores da Igreja Católica também reagem, sim, mas sabemos que a Santa Madre está infestada de esquerdistas de batina (ou melhor: sem batina!).

Ora, conjuguemos as duas propostas de Carvalho, feitas no Fórum Social: ele quer o estado produzindo “informação” para a classe C justamente para disputar almas com os evangélicos. O PT chegou à fase em que acredita que pode também ser “igreja” — e seu “deus”, como se sabe, é o Apedeuta… Os petistas ainda não engoliram o recuo que tiveram de fazer em 2010, no debate sobre o aborto, por causa da pressão dos cristãos.

Os cristãos evangélicos entraram no alvo de médio prazo do PT. Cuidem-se ou serão também engolidos.


Link relacionado:
- O PT, que dá a oposição como liquidada, estuda agora um futuro confronto com os evangélicos

"Nós e os católicos vamos derrotar Haddad", diz senador evangélico

O líder do PR no Senado, Magno Malta (ES), prometeu retaliar as declarações de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, sobre religiosos

Rosa Costa, de O Estado de S.Paulo


BRASÍLIA - "Nós e os católicos vamos derrotar Haddad em São Paulo", ameaçou nesta quinta-feira, 9, o líder do PR no Senado, Magno Malta (ES), ao se referir à retaliação contra o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Malta anunciou que os evangélicos vão reagir ao que o ministro teria dito no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre. Segundo o senador do PR, Carvalho disse que a próxima batalha ideológica será com os evangélicos, "conservadores que têm uma visão do mundo controlada por pastores de televisão". Pregador evangélico, Malta sugeriu na quarta-feira a Carvalho que "lave a boca com álcool".

"Durante a eleição 'os evangélicos eram a joia da coroa'", lembrou Magno Malta

Após rebater da tribuna do Senado, na quarta-feira, 8, à noite, a declaração de Carvalho (a quem chamou de "safado", mentiroso" e "camaleão"), o líder do PR prevê que a declaração do ministro terá "ampla repercussão" na campanha do ex-ministro da Educação Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. No seu entender, a rejeição ao PT e à senadora Marta Suplicy (PT-SP), principal cabo eleitoral de Haddad, além da iniciativa do então ministro de criar o "kit gay", como chama o material contra a homofobia preparado pela pasta, são fatores que vão "esmagar" a candidatura petista. "O Haddad se derruba sozinho", afirmou. "Se a oposição colar isso nele, ele já nasceu morto".

Magno Malta informou que nem o ministro nem ninguém do governo o procurou para falar de sua reação ao discurso de Carvalho no fórum de Porto Alegre. "Se ele me procurar, eu não falo com esse boca-suja, só falo com sua chefe", explica, referindo-se à presidente Dilma Rousseff. "Quem fala pelos cotovelos, tem de pagar", disse.

O líder informou que na próxima terça-feira se reunirá com parlamentares da Frente Evangélica para acertar a "grande marcha" que pretende realizar em Brasília contra o secretário-geral da presidência. "O ministro boca-suja terá de se desmentir", previu. O senador vai ainda sugerir a cada um dos líderes evangélicos que entrem com um processo contra Gilberto Carvalho, "para que ele diga quem são os evangélicos conservadores".

Malta disse que sua irritação contra Carvalho se deve ainda ao descaso com que ele trata a ajuda que recebeu dos evangélicos, por seu intermédio, nas eleições do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff. "Ali os evangélicos eram a joia da coroado", lembrou. Outro ponto de sua irritação, conforme frisou, é o "esquecimento" do ministro em relação ao fato de tê-lo procurado quando da CPI dos Bingos, criada por um requerimento de sua iniciativa. Malta disse que Carvalho aguardava o momento de falar à comissão "abrigado" em seu gabinete.

Fonte: Estadão.

Os muçulmanos não estão felizes

· Eles não estão felizes em Gaza.
· Eles não estão felizes na Cisjordânia.
· Eles não estão felizes em Jerusalém.
· Eles não estão felizes em Israel.
· Eles não estão felizes no Egito.
· Eles não estão felizes na Líbia.
· Eles não estão felizes na Argélia.
· Eles não estão felizes em Tunis.
· Eles não estão felizes em Marrocos.
· Eles não estão felizes no Iêmen.
· Eles não estão felizes no Iraque.
· Eles não estão felizes no Afeganistão.
· Eles não estão felizes na Síria.
· Eles não estão felizes no Líbano.
· Eles não estão felizes no Sudão.
· Eles não estão felizes na Jordânia.
· Eles não estão felizes no Irã.

Onde os muçulmanos estão felizes?

Eles estão felizes na Inglaterra.
Eles estão felizes na França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes nos EUA.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Romênia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.
Eles estão felizes em qualquer outro país no mundo que não está sob um governo muçulmano.

E quem eles culpam?

· Não o Islam.
· Não a liderança deles.
· Não a si mesmos.

Culpam os países onde estão vivendo livremente e bem.

Isso é tão verdadeiro... A democracia é realmente boa para eles:

Uma democracia em que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles não construíram e nem trabalharam para ter. Na qual eles podem manter seus costumes, desobedecer às leis, explorar os serviços sociais, fazer paródias de nossa política e de nossos tribunais. Geralmente mordem a mão que os alimenta.

A questão é contraditória, paradoxal! Eles tentam trazer seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram, em busca de uma vida melhor... Dá para entender???

Tabela comparativa entre Jesus e Muhammad (Maomé)

Característica
Jesus
Muhammad (Maomé)

Combate



Nunca lutou

Lutou diversas vezes

Chamado

Quando ouviu a voz de Deus, foi ao deserto jejuar e se fortalecer

Quando ouviu Allah (através de Gabriel), tentou se matar por algum tempo



Identidade

Agia como Deus

Confessava ser homem



Matança

Nunca matou

Matou diversas pessoas



Casamento

Nunca se casou

Casou-se com cerca de 20 mulheres



Ministério

Foi comissionado diretamente por Deus

Foi comissionado por um anjo (Gabriel)



Milagres

Realizou diversos, inclusive ressuscitou mortos

O único milagre que ele alegou foi o próprio Alcorão em si



Profecias

Há dezenas de profecias sobre sua vinda

Não há menção à sua vinda



Sacrifício

Voluntariamente se sacrificou pelos outros

Para escapar, matou outras pessoas



Pecado

Nunca pecou

Era pecador



Escravos

Nunca possuiu

Possuiu diversos



Nascimento

Teve um nascimento milagroso e único

Nascimento normal



Mulheres

Tratou-as iguais aos homens

Disse que elas tem apenas metade da capacidade mental de um homem



Paz

Foi chamado de ‘Príncipe da Paz’

Declarou guerra aos descrentes



Discípulos

Seus discípulos morreram por sua fé

Seus discípulos mataram por sua fé



Inimigos

Perdoou os que o mataram

Determinou a morte de diversos inimigos



Inimigos - 2

Ordenou que amássemos os que nos perseguem

Ordenou que trouxessem terror ao coração dos inimigos



Deus

Indicou ser o próprio Deus encarnado

Disse que Allah é o único Deus



Satanás

Repreendia e expulsava Satanás

Foi vítima de magia e Satanás pôs palavras em sua boca em certa ocasião



Oração

Disse: “E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. E, orando, não usei de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos”.

Disse que, passar na frente de alguém que ora anula a oração dele, que se você olhar para cima durante a oração ficará cego, que se não se prostrar adequadamente a sua oração não será aceita, que se você orar mais alto que o líder (Imame) Allah transformará seu rosto na cara de um burro.



Últimas palavras

“Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem”. “Está consumado”

“Que Allah amaldiçoe Judeus e Cristãos por construirem locais de adoração no túmulo dos profetas”



Todas as características aqui apresentadas NÃO são oriundas de 'achismos'. Cada evidência foi extraída de fontes pertinentes a cada um. As referências a Jesus foram extraídas da Bíblia Sagrada e as referências a Muhammad foram extraídas do Alcorão e de Hadiths.

De Cada Três Guerras no Mundo, Duas Ocorrem em Nome do Islã

"Cortem a cabeça daqueles que insultam o Islã"


O DIREITO À CRÍTICA AO ISLÃ

Primeira citação. Ayaan Hirsi Ali, a deputada holandesa de origem somali condenada a morte por lutar contra a opressão da mulher no islã, em seu livro 'Eu acuso':

"Duas de cada três guerras no mundo ocorrem em nome do islã. A idéia de que o islã é uma religião de paz não tem nenhum fundamento".

Segunda citação. Wafa Sultan, psicóloga síria, numa entrevista na Al Jazira:

"Só os muçulmanos defendem suas crenças queimando igrejas, matando gente e destruindo embaixadas. Este caminho não dará resultado. Os muçulmanos devem perguntar-se o que podem fazer pela Humanidade, antes de exigir que a Humanidade lhes respeite".

Vive ameaçada de morte.

Terceira citação. Fadéla Amara, muçulmana de origem argelina e presidenta do movimento francês Ni Putas, Ni Sumisas (Nem Putas, Nem Submissas):

"Sou muçulmana crente e considero o véu um instrumento de opressão contra a mulher".

Poderia acrescentar, aos nomes destas três mulheres, outras muitas cuja luta a favor da liberdade, no seio do islã, que passaram a viver ameaçadas. Nenhuma delas insultou essa religião, mas todas receberam a acusação de tê-la insultado.

A primeira coisa mais terrível que encontramos, quando tentamos um debate sereno e democrático sobre o islã, é a demonização do pensamento crítico, sempre na boca de pessoas que se outorgam sua representação universal, e que apresentam o islã como um dogma antidialético e não histórico.

Escrevi, faz dois anos, que o islã precisa ter um Voltaire, e vendo a resposta que a senhora Ndeye Andújar me dedica, na qual dispara ad hominem, mata o mensageiro transformando-me num ente carregado de preconceitos, e converte meus argumentos críticos em insultos ao islã, ainda considero mais urgente apelar à Ilustração. Rebelo-me contra esta maldade do pensamento que baseia na negação do debate a verdade de seus argumentos. Rebelo-me porque é uma postura maniqueísta e antidemocrática. Pode ser que Andújar tenha medo do livre pensamento - é bom ler Fromm- -, mas não poderá evitar que, apesar da demonização, algumas pessoas sejam seriamente críticas com o islã atual.

Uma anotação fundamental. Ainda que alguém tente, não encontrará, em nenhum texto meu, um só insulto à religião. Respeito profundamente as crenças de cada qual e, ainda que eu seja de estilo racionalista, não considero que a fé seja a fonte do problema. Porém, sim, encontrará muitas reflexões preocupadas pelo uso perverso da religião em favor de uma ideologia totalitária que, hoje, em nome do islã, educa no fanatismo, no niilismo suicida e no desprezo à mulher.

Se a senhora Ndeye Andújar quer encontrar insultadores do islã aos quais assinalar, aconselho-a que olhe para casa. Dou-lhe algumas idéias.

- Insultam severamente o islã os que educam seus filhos para ser bombas humanas. Insultam o islã os que estabelecem leis que escravizam a mulher.

- Insultam o islã os que educam no anti-semitismo, no antiocidentalismo, no desprezo à liberdade.

- Insultam o islã os que usam a técnica do século XXI para conectá-la com a Idade Média.

- Insultam o islã os que convidam crianças a ferirem-se até o delírio para comemorar a morte de alguém que desapareceu há séculos.

- E, sim, insultam o islã os que, nas mesquitas ocidentais, animam a cobrir suas mulheres, a enviar os jovens para combater no Iraque ou a considerar a democracia uma maldade infiel.

Não sabia que isto ocorre em mesquitas espanholas, francesas...? Convido-a a ler alguns informes, ou inclusive a conhecer os motivos das expulsões de alguns imãs na França. Todas as mesquitas? É claro que não. É claro que existe uma visão progressista e democrática do islã. Mas convive com ela, e de forma muito estendida, uma visão regressiva, fanática e antimoderna. Essa visão, para desgraça de todos, tem muito poder e recebe muito dinheiro. E essa visão, por certo, tem uma especial obsessão em impor o véu, metáfora inequívoca da negação da liberdade da mulher.

Poderíamos discutir outras questões. Por exemplo, Ndeye Andújar assegura que a Universidade Islâmica de Al-Azhar nega a validade corânica da amputação. Mas esquece que na mesma universidade há estudiosos que a avalizam. E também esquece que a partir de Al-Azhar alimentaram-se algumas das leituras fundamentalistas do Corão que mais dano ideológico fizeram. Fundadores da Fraternidade Muçulmana do Egito, desde Hassan al-Banna até Sayyid Qutb ou Yousouf al-Qaradawi, beberam de suas fontes. E seus textos, paradigma do discurso radical mais totalitário, são leitura na maioria dos centros islâmicos europeus. O tema, pois, nem é tão simples nem é tão bonito.

No lugar de tentar demonizar os que levantam sua pena para denunciar os abusos em nome do islã, fariam bem as Ndeye que nos rodeiam se dedicassem seus esforços para combatê-los. O inimigo do islã não somos nós as mulheres que defendemos a liberdade. O inimigo está em casa, usa o nome de Deus em vão e o perverte a favor de uma ideologia malvada. Um último pedido. Pense duas vezes antes de apontar-nos o dedo e acusar-nos de insultar o islã. Porque quero recordar-lhe que alguns dos seus podem considerar essa acusação um alvo.

Fonte: FIRS.

Adeus à Inocência: Maurício de Souza Cria Personagem Gay


A revista Tina, da editora Panini, surpreendeu quando sua 6ª edição trouxe, na história de capa, o primeiro personagem aparentemente gay das histórias de Mauricio de Sousa, criador da fantástica Turma da Mônica.

O melhor amigo de Tina, chamado Caio, confirma ter um “compromisso” com outro rapaz. Para defender o amigo, Tina discursa contra preconceito em geral.

De acordo com a assessoria de Maurício de Sousa, é a primeira vez que o assunto é abordado abertamente nas histórias. Na Turma da Mônica Jovem, no entanto, a personagem Denise utiliza várias gírias utilizadas – também – pelos gays. O próprio Maurício afirmou que Denise poderia ter um amigo gay e assimilado o vocabulário dele.

Tina é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e agora é estudante de jornalismo e suas histórias são voltadas para um público mais adolescente.

Postado por Leonardo Gonçalves, no Púlpito Cristão. Dica de Ubirajara Quintino.

A menina, o banheiro e o marmanjo gay

Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”

A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.

O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.

Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.

Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos

A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.

O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.

Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.

Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.

O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.

Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.

A Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.

Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.

Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.

Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.

Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?

Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.

A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.
Como resultado direto dessa lei:

* Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.

* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.

* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.

* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.

* Uma igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.

Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.

Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?

Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de 10 anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?



Ps: Foram estender a mão, agora eles exigem ficar com o braço inteiro...
:-(