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Proclamação do Evangelho Agora é Ilegal no Paquistão

TVs cristãs são fechadas pelo governo

O governo do Paquistão fez mudanças na legislação e fechou 11 emissoras de televisão cristãs, alegando que as transmissões são “ilegais”. Mushtaq Anjum, um líder cristão paquistanês que trabalha com mídia, lamentou: “Os cristãos não terão mais espaço em canais de televisão.” Para ele, trata-se de uma lei discriminatória.

A perseguição aos cristãos no Paquistão está aumentando rapidamente nos últimos anos. O extremismo islâmico é generalizado no país. Ataques religiosos contra os fiéis e lugares de culto não muçulmanos são comuns.

A medida regulatória emitida pela Autoridade Paquistanesa de Regulamentação da Mídia Eletrônica resultou no fechamento dos canais que transmitem programas de teor cristão em língua urdu, tanto evangélicos quanto católicos.

Isso inclui canais pagos e os que transmitem pela internet. Desde setembro estão proibidos de operar no país God Bless Tv, Barkat Tv, Praise Tv, Zindagi Tv, Shine Tv, Jesus Tv, Healing Tv, Khushkhabari Tv, assim como a Tv Rede Católica Diocesana de Lahore.

Anjum e outros líderes pedem a intervenção de Kamran Michael, o ministro federal cristão, para que ele se pronuncie sobre esse “atentado contra a liberdade de praticar a própria religião”. Eles lembram que Muhammad Ali Jinah, considerado o fundador do Paquistão, sempre defendeu uma sociedade livre e não um país islâmico.

Estatística crescente

A perseguição religiosa em solo paquistanês só aumentou no último ano. O governo atual já mostrou que não se importa com as minorias religiosas num país onde 98% da população se declara muçulmana. Por causa da proximidade com o Afeganistão, grupos como Talibã e Al Qaeda possuem bases fortes no país.

A ONG Movimento de Solidariedade e Paz no Paquistão publicou um relatório onde denuncia que, em média, 700 jovens cristãs são sequestradas, violadas e forçadas a casar com islâmicos a cada ano.

A radicalização é comprovada de diferentes maneiras, incluindo o extermínio de cães por conta de preceitos religiosos. No mês passado, as chamadas leis anti-blasfêmia puniram um adolescente cristão com a prisão.

Seu crime foi ter clicado no botão “curtir” de uma foto “imprópria” da Kaaba no Facebook. O local é o ponto mais sagrado do mundo para os fiéis muçulmanos.

Com informações de Agência Fides

Fonte: GospelPrime.

Família muçulmana se converte após visita de Jesus


Missionários contam testemunhos de conversões no Oriente Médio

O missionário americano Tyler Connell vem percorrendo universidades ao redor dos EUA, compartilhando histórias e vídeos sobre o trabalho de evangelização no Oriente Médio. Ele conta que há um movimento forte de conversões entre os muçulmanos, especialmente os refugiados da guerra.

“Jesus está se movendo nas nações do Oriente Médio”, alerta. “Há muitos desiludidos [com o Islã] e quebrantados que só querem saber a verdade. Agora mais do que nunca, há uma colheita entre os muçulmanos como nunca foi vista na história.”

Entre os vídeos com testemunhos, o que tem chamado muita atenção é sobre um jovem missionário chamado Daniel (nome alterado por razões de segurança), 24 anos. Ele saiu dos EUA para trabalhar com refugiados sírios em um país do Oriente Médio.

Ele faz parte de uma equipe que visita regularmente famílias muçulmanas. Quando têm oportunidade, começa a falar sobre o Evangelho.

Uma tarde, Daniel entrou em uma tenda onde vive uma família de oito pessoas. “Oi, eu sou Daniel e estou aqui para lhes contar sobre Jesus”, anunciou. A reação foi fora do comum. “A família se apavorou, eles olhavam uns para os outros, estavam pálidos. O pai ficou muito animado, gritando.”

O intérprete conversou com eles e explicou ao missionário que na noite anterior à sua visita, toda a família estava sentada na tenda tomando chá quando apareceu um homem vestido de branco, que parecia brilhar. Ele ficou na entrada da tenda e disse em árabe: “Olá, meu nome é Jesus e amanhã enviarei um homem chamado Daniel para lhes contar mais sobre mim.” Em seguida, desapareceu.

Eles ficaram confusos e no dia seguinte, quando Daniel entrou e disse-lhes seu nome, eles não acreditaram. “Pediram-lhe para que ele contasse tudo sobre Jesus. Ouviram então o Evangelho e toda a família entregou sua vida para Jesus”, comemora Connell.

O pai tinha sido soldado no Exército Livre da Síria. Era um muçulmano devoto, que tinha visto muito derramamento de sangue. “Aquele homem e sua família agora estão ajudando a plantar igrejas subterrâneas e participando de uma grande colheita de almas entre os muçulmanos”, revela o missionário.

Segundo Connell essa é só uma das muitas coisas incríveis que os evangelistas estão testemunhando. Conta que na casa de uma outra família de refugiados da Síria, sentiu a presença de Deus de uma forma surpreendente.

“Havia cerca de 25 pessoas e a presença de Jesus era mais forte do que em qualquer conferência, qualquer sala de oração ou qualquer culto de retiro em que já estive. Jesus estava ali, no meio do deserto, na terra, com os muçulmanos. Ele é atraído por um coração partido, pelo contrito, o desesperado. O Rei do Céu estava lá com os pobres de espírito”, comemora.

O pedido que faz agora é que a Igreja do Ocidente não pare de orar pelo trabalho de evangelização em meio aos muçulmanos, especialmente para que Deus levante mais obreiros que estejam dispostos a levar o Evangelho aos milhões não alcançados, que ainda precisam ouvir sobre quem é Jesus. Com informações de Assist News e Charisma News

Fonte: Gospel Prime.


O Islã e a Matança de Inocentes


Por Denis MacEoin

“Nenhuma religião admite a matança de inocentes”. – Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, 10 de setembro de 2014.

“O islamismo é uma religião de paz”. – David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido, 13 de setembro de 2014.

“Existe um lugar para a violência no islamismo. Existe um lugar para a jihad (guerra santa) no islamismo”. – imã Anjem Choudary, do Reino Unido, CBN News, 5 de abril de 2010.

Lamentavelmente, é impossível reinterpretar o Corão de uma maneira “moderada”. A interpretação moderna mais famosa, de Sayyd Qutb (morto em 1966), ideólogo da Fraternidade Muçulmana, leva o leitor cada vez mais ao território político, no qual a jihad é a raiz da ação.

Somente na Índia, entre 60 e 80 milhões de hindus podem ter sido assassinados pelos exércitos muçulmanos entre os anos 1000 e 1525.

Antes que o Estado Islâmico decapitasse o terceiro ocidental, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que: “O ISIL não é islâmico. Nenhuma religião admite a matança de inocentes”.

Bem, não exatamente!

Com que freqüência – a despeito do atual espetáculo do Estado Islâmico [EI, IS, ISIL ou ISIS] na Síria e no Iraque – ouvimos os políticos ou os líderes eclesiásticos dizendo que o islamismo é uma religião de paz; que o extremismo islâmico é uma inovação moderna, um profundo desvio de algum “verdadeiro” islamismo imaginado, e até mesmo que seu próprio nome, a palavra “islã”, significa “paz”!

Não são apenas os muçulmanos que dizem que o islamismo é uma religião de paz: alguns políticos ocidentais e líderes eclesiásticos também repetem isso.

Foi o que enfatizou o primeiro-ministro britânico, David Cameron, no dia 13 de setembro de 2014, na BBC, em resposta à decapitação pelo ISIS do agente humanitário britânico David Haines.

O ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse[1] o mesmo mais de uma vez,[2] inclusive em um discurso[3] que fez no dia 7 de setembro de 2001.

Da mesma forma, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair afirmou: “Não existe um problema com o islamismo. Para aqueles dentre nós que o estudamos, não há dúvida sobre sua natureza verdadeira e pacífica”.[4]

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não questionava nada antes, assim como não questiona nada agora. Em novembro de 2010, em Mumbai, na Índia, ele disse: “A religião [o islamismo] ensina a paz, a justiça, a imparcialidade e a tolerância. Todos nós reconhecemos que essa grandiosa religião não pode justificar a violência”.[5]

O papa Francisco I fez declarações semelhantes: “Tendo-nos deparado com episódios desconcertantes de fundamentalismo violento, nosso respeito aos verdadeiros seguidores do islamismo deveria nos levar a evitar generalizações odiosas, pois o islamismo autêntico e a leitura adequada do Corão se opõem a toda forma de violência”.[6]

O islamita britânico Anjem Choudary, entretanto, em uma entrevista à CBN News,[7] em 2010, rejeitou categoricamente tais interpretações do islamismo:

“Não se pode dizer que o islamismo seja uma religião de paz”, disse ele. “Porque islã não significa paz. Islã significa submissão. Portanto, o muçulmano é uma pessoa que se submete. Existe um lugar para a violência no islamismo. Existe um lugar para a jihad no islamismo”.

Choudary está certo. Embora a palavra árabe para paz, salam, e a palavra árabe para submissão, islam, venham da mesma raiz de três consoantes, elas têm significados bastante distintos e vêm de diferentes formas verbais. Ninguém que saiba a língua árabe cometeria o erro de tomar uma palavra pela outra.

Islã não significa “paz”. Islã significa “submissão”. Sua raiz, salam, significa paz, mas não no sentido ocidental da palavra. A palavra significa a paz que prevalecerá no mundo assim que a humanidade se converter ao islã, embora ainda esteja em discussão a qual das suas ramificações.[8]

O curioso é que ninguém, que eu saiba, tem colocado muita ou qualquer ênfase na história inicial do islamismo. Por qualquer critério, essa história inicial demonstra tristemente que o islamismo jamais foi uma religião de paz e que os jihadistas modernos, especialmente os salafistas, buscam sua inspiração diretamente nas ações das primeiras três gerações da fé: os “salaf” (antepassados/ancestrais), os companheiros do profeta, seus filhos e seus netos. O que é preocupante, ou deveria ser, é que essas figuras servem como modelos construtivos para os muçulmanos atualmente.

O Corão está repleto de injunções para lutar a jihad; os próprios radicais modernos dizem que tiram sua inspiração de lá. Há estimativas de cerca de 164 versos sobre a jihad[9] no Corão. E esses não incluem inúmeras passagens ordenando ou descrevendo a guerra santa na Hadith, ou seja, na biografia do profeta. Alguns exemplos (traduções do autor) incluem:

“Deixem que aqueles que vendem a vida deste mundo pela vida por vir lutem da maneira de Deus; quer ele seja morto ou viva vitoriosamente, lhe daremos uma poderosa recompensa” (4.74).

“Lançarei medo nos corações dos incrédulos. Portanto, cortem a cabeça deles e cortem as pontas de todos os dedos deles” (8.12).

“Matem os incrédulos onde quer que vocês os encontrem; levem-nos cativos e os deixem sitiados; e montem tocaias contra eles, fazendo-os cair em emboscadas” (9.5).

Lamentavelmente, é impossível reinterpretar o Corão de uma maneira “moderada”. A mais famosa tafsir (interpretação) moderna do livro sagrado é uma obra de vários volumes intitulada In the Shade of the Qu’ran [À Sombra do Corão]. Ela foi escrita por Sayyd Qutb (morto em 1966), ideólogo da Fraternidade Muçulmana, freqüentemente considerado como o pai do moderno radicalismo. Sua interpretação leva o leitor cada vez mais ao território político, no qual a jihad é a raiz da ação.

O Corão contém muitos versos pacíficos e moderados, e esses poderiam muito bem ser usados para criar uma reforma genuína – alguma coisa que vários reformadores sinceros tentaram fazer. Mas há algo que chama a atenção. Todos esses versos moderados foram escritos na fase inicial da carreira de Maomé, quando ele morava em Meca e aparentemente tinha decidido seduzir as pessoas. Quando se mudou para Medina, em 622 d.C., tudo mudou. Logo ele se tornou um líder religioso, político e militar. Durante os dez anos seguintes, como suas propostas religiosas às vezes não eram bem-vindas, seus versos pacíficos deram lugar aos versículos da jihad e aos seus discursos (ou conversações filosóficas) intolerantes contra os judeus, os cristãos e os pagãos. Quase todos os livros de tafsir pressupõem que os versos escritos mais tarde revogam os que foram escritos mais cedo. Isto significa que os versos pregando amor por todos já não são mais aplicáveis, exceto com relação aos companheiros muçulmanos. Os versos que ensinam a jihad, a submissão e as doutrinas relacionadas continuam formando a base para a abordagem de muitos muçulmanos aos não-crentes.

Um problema é que ninguém pode mudar o Corão de forma nenhuma. Se o livro contém a palavra direta de Deus, então a remoção de um simples til ou de um ponto acima ou abaixo de uma letra seria uma blasfêmia da pior espécie.[10] Qualquer mudança sugeriria que o texto na terra não combina com a tábua no céu – a “Mãe do Livro”, da forma como Maria é a Mãe de Cristo – pois esse é o Corão original eterno. Se um ponto pudesse ser mudado, talvez outros pudessem ser mudados, e palavras longas poderiam ser substituídas por outras palavras. O próprio Corão condena os judeus e os cristãos por terem manipulado seus livros sagrados, de forma que nem a Torá nem os Evangelhos podem ser considerados como a Palavra de Deus. O Corão nos pega em uma armadilha por sua absoluta imutabilidade.

O pecado que ataca os políticos, líderes eclesiásticos e multiculturalistas ocidentais modernos é sua pronta aceitação da ignorância e a promoção de sua própria ignorância à categoria de erudição. O islã é um dos tópicos mais importantes da história humana, mas quantas crianças ouvem detalhes como os mencionados acima em suas aulas de história? Quantos livros-texto pintam uma figura honesta sobre como o islamismo começou e como ele teve continuidade como um pano de fundo para a maneira que ele prossegue hoje?

Além disso, a quantos verdadeiros especialistas é negado o contato com governos e políticos para que mentiras não se tornem a base de decisões governamentais no Ocidente? Quantas vezes a verdade será sacrificada por causa de fábulas, enquanto os extremistas muçulmanos bombardeiam, atiram e decapitam em seu caminho para o poder?

Esses fatos não vêm de relatos modernos do Ocidente; eles estão lá nos textos que alicerçam o islamismo, nas histórias de al-Waqidi e de al-Tabari. Ninguém está inventando isso. Os muçulmanos que evitam sua própria história deveriam ser confrontados por ela em todas as futuras discussões.

Infelizmente, até muitos muçulmanos moderados ainda falham em ver a realidade por detrás de alguns aspectos elementares de sua própria religião. Logo após os atentados em Londres, em 7 de julho de 2005, o jornal The Guardian perguntou a várias pessoas sobre suas visões a respeito dos ataques. Um jovem e simpático líder muçulmano disse que ficou horrorizado com os assassinatos cometidos por quatro de seus correligionários. Ele afirmou que, se pelo menos os jovens lessem o Corão, eles se voltariam contra todas as formas de extremismo violento.

Todos os combatentes jihadistas do mundo constantemente lêem e citam o Corão, onde eles encontram mais do que suficientes justificativas para os ataques violentos contra os não-muçulmanos, apóstatas e “hipócritas” (munafiqun – uma palavra tomada diretamente do Corão, significando algo semelhante a apóstatas, ou pessoas que abandonaram a fé).

Não considerando o Corão, os seis livros do Hadith e a biografia do profeta (o Sira) representam um mundo nascido em violência. Maomé, depois de mudar sua residência para Medina, levou seus seguidores a batalhas e a ataques a áreas tribais. Ele lutou em conflitos importantes como as batalhas de Badr, Uhud e al-Khandaq. Ibn Ishaq, seu biógrafo, diz que ele lutou em vinte e sete batalhas. Além disso, ele enviou tenentes a caravanas de invasão – as invasões são conhecidas como ghazwat. Cerca de 100 dessas invasões aconteceram principalmente para chamar os árabes ao islamismo. Se eles se desviassem da fé verdadeira, os “apóstatas”, como os pagãos, deveriam ser combatidos até aceitarem o islamismo ou serem mortos – como estamos vendo atualmente no Estado Islâmico (EI).

Maomé ordenou e apoiou cerca de quarenta e três assassinatos de oponentes, inclusive de vários poetas, que o haviam desafiado em versos. Mais conhecidas são suas represálias contra três tribos judaicas, duas das quais foram expulsas de Medina, enquanto que os homens da terceira, a Banu Qurayza, foram condenados à morte por Sa’d ibn Mu’adh, cujo julgamento foi endossado por Maomé. Mais de 900 homens da tribo – inclusive meninos de treze anos para cima – foram decapitados; as mulheres e crianças foram vendidas como escravas, ou algumas das mulheres foram feitas concubinas dos homens muçulmanos.[11] O período de Medina não foi nada mais do que rodadas de violência sobre violência, todas ordenadas e realizadas pelo “Profeta da Paz”.

Maomé morreu no ano 632 d.C., e deveria ser sucedido por seu sogro Abu Bakr (morto em 634), tido pelos sunitas como o primeiro califa, ou por seu genro Ali, tido pelos xiitas como o primeiro dos doze imãs – desta forma provocando o primeiro cisma do islamismo, entre os sunitas e os xiitas, nos dias da morte de Maomé.

A primeira tarefa à qual Abu Bakr se dedicou como califa foi lançar uma série de ataques através da Península Arábica. As tribos dos beduínos, que tinham seguido seu costume de suprimir sua lealdade quando o líder de uma tribo associada morresse, aparentemente creram que sua fidelidade ao islamismo havia terminado quando Maomé partiu deste mundo. Abu Bakr tratou isto como uma apostasia e enviou aliados para forçarem os homens das tribos a voltarem para o aprisco do islamismo. Essas Guerras dos Ridda resultaram em quinze batalhas. Quando as coisas tinham sossegado, Abu Bakr enviou exércitos muçulmanos para conquistarem o Iraque (uma província do Império Persa Sassânida) e o Levante (parte do Império Bizantino Cristão).

Quando Abu Bakr, já um homem velho, morreu de febre, em agosto de 634 d.C., foi sucedido por Umar ibn al-Khattab (morto em 644). Sob seu governo, o Império Sassânida inteiro e dois terços do Império Bizantino foram conquistados pelo islamismo. Batalha após batalha, derramamento de sangue após derramamento de sangue. Em 644 d.C., um grupo de persas, irados por causa da conquista, conspirou para matar Umar e foi bem sucedido quando um ex-escravo, mais conhecido como Abu Lu’lu’, o assassinou durante as orações.

Embora o terceiro dos quatro “Califas Corretamente Guiados”, Uthman ibn Affan (morto em 656), já estivesse com 65 anos em sua ascensão, durante seu reinado aconteceram batalhas para conquistar ou alinhar a metade do mundo conhecido. Suas conquistas se estenderam até o Paquistão moderno, o Irã, o Afeganistão, o Azerbaijão, o Daguestão, o Turcomenistão e a Armênia. A Sicília e Chipre foram capturadas. Os exércitos [islâmicos] entraram no Norte da África e mais tarde na Península Ibérica e no Sul da Itália.

Já no final de sua vida, entretanto, Uthman tornou-se impopular para muitos. Medina, onde ele tinha sua capital, tornou-se um ninho de intrigas e distúrbios. Em 656, uma revolta armada teve início e 1.000 rebeldes, com ordem para assassinar o califa, partiram do Egito para Medina. Alguns entraram em sua casa e o assassinaram; depois, os defensores do califa se voltaram contra os rebeldes e a luta armada estourou. A religião da paz continuava em marcha.

Uthman foi seguido pelo genro de Maomé, Ali (morto em 661), o último dos quatro Califas Rashidun (Guiados Corretamente). Quase que imediatamente, Ali foi envolvido em uma rixa que terminou em guerra civil. Ele enfrentou a esposa do profeta, A’isha, na Batalha do Camelo em 656, quando 10.000 foram mortos. Ele também enfrentou as forças de Mu’awiya (mais tarde o primeiro dos Califas Omíadas) em Siffin (657), onde Ali perdeu 25.000 homens e Mu’awiya perdeu 45.000. Ali foi assassinado em sua capital, Kufa, por um muçulmano extremista, durante as orações, em 661.

Os omíadas tomaram o poder e estabeleceram sua capital de longa duração, Damasco. Mas a violência prosseguiu rapidamente. Em 680, quando Yasid (morto 683), filho de Mu’awiya, assumiu o califado, um neto de Maomé, Husayn, filho de Ali, rebelou-se e levantou forças para atacar Yazid. Os dois lados se encontraram em Karbala, em 680. Na luta, Husayn, sua família e seus seguidores, todos pereceram. Isto marca o momento mais crucial na cisão entre a minoria xiita (para quem Husayn é o terceiro dos imãs) e a maioria sunita.

O restante da história islâmica é marcada pelas jihads anuais, guerras entre diferentes governos e impérios muçulmanos. Somente na Índia, entre sessenta e oitenta milhões de hindus podem ter sido assassinados durante os séculos de invasões dos exércitos muçulmanos, desde o ano 1000 até o ano 1525.[12] Será que isso é algo que deva ser esquecido?

Enquanto o Corão estiver nas prateleiras de todas as mesquitas e livrarias muçulmanas, homens e mulheres jovens, em suas thawbs e hijabs, podem encontrar nele a perfeita justificativa para continuarem suas empreitadas no caminho da jihad e da matança de inocentes. (Denis MacEoin – www.gatestoneinstitute.org – Beth-Shalom.com.br)

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Denis MacEoin se formou com um B.A. e um mestrado em Língua Inglesa e Literatura no Trinity College, Dublin (Irlanda), seguido por um segundo M.A. de 4 anos em persa, árabe e Estudos Islâmicos em Edimburgo e um doutorado em Estudos Persas/Islâmicos em Cambridge (Grã-Bretanha). Ele lecionou Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade de Newcastle, escreveu vários livros e numerosos artigos acadêmicos, bem como muitos textos jornalísticos. Recentemente, produziu relatórios sobre literatura de ódio, a sharia (lei islâmica), e as escolas islâmicas.

Notas:
http://georgewbush-whitehouse.archives.gov/news/releases/2001/09/20010917-11.html
http://www.danielpipes.org/blog/2007/10/bush-returns-to-the-religion-of-peace
https://www.youtube.com/watch?v=9–ZoroJdVnA
http://www.westcoasttruth.com/western-dhimmi-politicians–-the-black-heart-series-by-ralph-ellis.html
http://www.hindustantimes.com/india-news/mumbai/islam-great-but-distorted-by-few-extremists-obama/article1-623013.aspx
http://exlaodicea.wordpress.com/2014/01/10/pope-francis-and-the-religion-of-peace/
http://www.cbn.com/cbnnews/world/2010/March/UK-Muslim-Leader-Islam-Not-a-Religion-of-Peace/
Ver?http://www.religioustolerance.org/faisal01.htm;?http://www.al-islami.com/islam/religion–of–peace.php;http://d1.islamhouse.com/data/en/ih–books/single/en–Islam–Is–The–Religion–Of–Peace.pdf;http://www.studymode.com/essays/Islam-a-Religion-Of-Peace-212736.html
http://www.answering-islam.org/Quran/Themes/jihad–passages.html
O ponto, ou?nuqta, é de enorme importância no xiismo, pois o imã Ali afirmou que ele é o ponto debaixo da letra b no início da primeira palavra do Corão, bismillah, o que faz dele o primeiro de todos os seres criados. Seitas tais como os Nuqtavis e os Babis no Irã têm atribuído significados profundos a isso. Pode ser um ponto, mas ele pode significar um mundo de coisas.
Ver William Montgomery Watt,?Muhammad at Medina [Maomé em Medina], pp. 208-216, Oxford, 1956, o estudo definitivo sobre esse período. O autor foi aluno de Watt nos anos 1970.
K.S. Lal,?Growth of Muslim Population of Medieval India (1000-1800) [O Crescimento da População Muçulmana da Índia Medieval (1000-1800)].

Extraído de Revista Notícias de Israel janeiro de 2015, revista mensal com artigos sobre Israel, profecias bíblicas, e notícias internacionais comentadas.

Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/isla_matanca_inocentes.html

Estado Islâmico executa mais 30 cristãos etíopes na Líbia


Uma nova execução bárbara de cristãos, perpetrada pelo Estado Islâmico, foi anunciada pelo grupo terrorista no último domingo, 19 de abril. No vídeo, um porta-voz dos extremistas diz que a perseguição aos seguidores de Cristo continuará até que se convertam ao islamismo.

Segundo as agências internacionais, a autenticidade do vídeo ainda está sendo avaliada, mas o material segue os padrões de propaganda usados anteriormente. Nele, é possível presumir que 30 cristãos foram assassinados decapitados ou com um tiro na cabeça.

“Nossa batalha é a batalha entre a fé e a blasfêmia, entre a verdade e a falsidade […]. O derramamento de sangue muçulmano nas mãos da religião de vocês não é barato […]. Os inimigos do Estado Islâmico não estão a salvo nem em seus sonhos, até que adotem o islã”, afirmou o terrorista, vestido de preto, mascarado e com uma arma na mão.

O vídeo mostra o símbolo da Al-Furqan, uma espécie de assessoria de imprensa do Estado Islâmico, e mostra os fiéis “seguidores da cruz da inimiga Igreja etíope” sendo executados. O primeiro grupo de cristãos assassinados é formado por 15 pessoas, que são decapitadas numa praia. No segundo grupo, outros 15 são executados numa área desértica.

Com 29 minutos de duração, o vídeo mostra alguns dos cristãos que foram mortos explicando que os integrantes do Estado Islâmico ofereceram a chance de ficarem vivos em troca de negarem a Jesus, mas eles recusaram. A segunda opção era pagar uma multa, e eles optaram por dar dinheiro aos extremistas muçulmanos.

Essa é a primeira vez que o Estado Islâmico filma e divulga o assassinato de cristãos etíopes. A Etiópia é um país africano de maioria cristã, em sua maioria, da Igreja Ortodoxa Copta, que está estabelecida na África Oriental desde o século I. Muitos etíopes migram de seu país em busca de trabalho na Europa, e para isso, passam pela Líbia, onde podem ter sido capturados pelos terroristas.
Fonte: Gospel Mais.

Links relacionados:

- Estado Islâmico executa 30 cristãos etíopes em novo vídeo
http://tnh1.ne10.uol.com.br/noticia/mundo/2015/04/19/321759/estado-islamico-executa-30-cristaos-etiopes-em-novo-video

- Vídeo do Estado Islâmico mostra execução de 30 cristãos etíopes
http://correiodobrasil.com.br/boletim/video-do-estado-islamico-mostra-execucao-de-30-cristaos-etiopes/758786/
 
- Estado Islâmico atira e decapita 30 cristãos etíopes na Líbia, mostra vídeo

Conheça como agem e o que querem os grupos terroristas mais perigosos

Organizações internacionais estimam que os grupos façam mais de 200 vítimas por dia.
Cientista político analisa a intenção desses grupos.

São muitos nomes, e muitas organizações extremistas atuando em regiões diferentes. Conheça como agem e o que querem esses grupos bárbaros que deturpam a religião islâmica e matam sem piedade: Al-Qaeda, Al-Qaeda do Iêmen, Estado Islâmico, Talibã, Boko Haram. Nomes estranhos, com significados geralmente pretenciosos, que foram se tornando comuns e assustadores desde que o maior atentado da história, numa manhã de terça-feira em Nova York, inaugurou um novo milênio. Uma época até agora marcada pelo embate entre terroristas islâmicos e o chamado Ocidente.

Os grupos fazem, em média, 20 ataques por dia. E é impossível calcular o número de vítimas porque muitas desaparecem em lugares onde o terror é a lei. Mas organizações internacionais estimam que sejam mais de 200 por dia.

Na última quarta-feira, o líder da Al-Qaeda do Iêmen, Nasser Bin Ali Al-Ansi, divulgou um vídeo dizendo que os terroristas que mataram os cartunistas do jornal francês, Charlie Hebdo, eram militantes do grupo.

A Al-Qaeda do Iêmen começou a ficar conhecida 15 anos atrás, no ataque que matou 17 pessoas no destroyer norte-americano "USS Cole". Era na época um braço da Al-Qaeda comandada por Osama Bin Laden. Mas como afinal esse grupo se organiza?

O jornalista iraquiano Ghaith Abdul-Ahad foi até o deserto iemenita para investigar. Ele negociou por meses para entrar na cidade de Jaar, o reduto da Al-Qaeda do Iêmen. Militantes do grupo ficam nos morros, armados até os dentes, vigiando a estrada.

Na entrada da cidade vazia, os radicais fincaram as bandeiras deles. São os mais de mil homens da Al-Qaeda do Iêmen que mandam no local. As escolas foram fechadas e as marcas da guerra deles aparecem em todo lugar.

A Al-Qaeda do Iêmen deixou de ser filial de Bin Laden e virou referência para terroristas. Combatentes da Somália, da Arábia Saudita e do Afeganistão vão a Jaar em busca de uma base de operações. Em um cinema improvisado, em uma praça, não passa filme nenhum. A diversão do povo é ver vídeos de ataques terroristas.

Significado de Al-Qaeda

O jornalista Ghaith teve os olhos vendados ir até o chefe da Al-Qaeda do Iêmen, Jalal Al-Marqashi. Mas não pôde gravar o encontro.

Em Aden, principal porto do Iêmen, Ghaith foi testemunha do medo. No enterro de uma menina de 15 anos, terroristas atiram do alto de um morro. Dias antes um homem havia sido morto e crucificado. O corpo ficou exposto por três dias, para dar exemplo e causar pânico.

A Al-Qaeda do Iêmen quer que todo o mundo siga a lei islâmica e pretende eliminar ou converter os que não acreditam no Islã. É a dissidência mais ativa entre os grupos que se separaram da Al-Qaeda original depois da morte de Osama Bin Laden.

Al-Qaeda quer dizer "a base". Surgiu em 1988, na Arábia Saudita, e foi a primeira a internacionalizar o terror, criando uma rede com células espalhadas pelo mundo inteiro. Uma estrutura descentralizada que tem hoje cerca de 20 mil militantes.


Base de atuação do Talibã é Kandahar no Afeganistão

Quando a Al-Qaeda fez o maior atentado terrorista da história, em 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, recebeu apoio do Talibã, o grupo radical que chegou a ser governo no Afeganistão entre 1996 a 2001, até que foi derrubada durante a campanha militar americana para encontrar Osama Bin Laden.

Hoje, a base de atuação do Talibã é Kandahar, no Afeganistão. O grupo mantém forte influência no país e também no noroeste do Paquistão. Onde mantém campos de treinamento de terroristas. O Talibã combate o governo do Afeganistão para voltar ao poder. Mas é só uma fração do que já foi no passado.

Estado Islâmico é o grupo terrorista que mais assusta hoje

O grupo terrorista que mais assusta hoje é o Estado Islâmico. Nos últimos três anos e meio, os extremistas se aproveitaram do vazio de poder criado pela guerra civil da Síria e tomaram grandes áreas, inclusive campos de petróleo que ajudam a financiar o terrorismo.

Hoje, o Estado Islâmico domina mais de 30% da Síria e avança sobre o Iraque, onde domina, por exemplo, Mossul, a segunda maior cidade do país.

Quando entra em um novo território, os terroristas do Estado Islâmico matam muçulmanos de outras denominações, escravizam as mulheres, e tentam converter os cristãos. Quem não aceita, é executado. Eles querem criar um califado, um poder central para mandar em todos os povos muçulmanos. E em nome disso, cometem barbaridades. Atos de selvageria divulgados como troféu nos vídeos que eles espalham na internet.

Homens desarmados são caçados como se fossem bichos, em alta velocidade. Os militantes fazem fuzilamentos em série. Matam dezenas de pessoas de uma só vez, a sangue frio. E escolhem vítimas para fazer execuções que provoquem a ira dos governos do Ocidente.

O jornalista norte-americano James Foley foi o primeiro a ser decapitado diante das câmeras do Estado Islâmico. Mas já foram muitos. E agora um novo vídeo mostra um menino que parece não passar dos dez anos, aparentemente, matando dois homens. Supostamente, espiões russos.

O Estado Islâmico montou um aparato militar bem equipado e financiado. Tem 200 mil homens com armamentos modernos, inclusive quatro aviões caça. E consegue resistir até aos ataques aéreos dos Estados Unidos.

Boko Haram pratica barbárie para criar um califado e apavora o mundo

Na África, um outro grupo que pratica barbárie para criar um califado apavora o mundo. A Nigéria tem reservas enormes de petróleo e por causa disso é a maior economia do continente. Mas o norte, onde vive a maioria dos 80 milhões de muçulmanos do país, é pobre demais. E é nesse vazio que entra o terrível Boko Haram.

O nome do grupo já anuncia o seu propósito. Boko Haram quer dizer "educação ocidental é pecado". Eles querem acabar com a influência do Ocidente e pra isso atacam escolas, sequestram estudantes, matam professores e destroem os prédios.

As leis do Boko Haram às comunidades com extrema violência. Qualquer comportamento que seja considerado anti-islâmico pode ser punido com a morte, sem julgamento.

O líder Abubakar Shekau anuncia: “Perigo, perigo, perigo”, diz ele em um vídeo.

O Boko Haram se espalha também por Chade, Níger e Camarões. Esta semana, a Anistia Internacional divulgou imagens feitas por satélite mostrando uma área arrasada no nordeste da Nigéria. Ativistas dizem que 2 mil morreram no massacre.

E em um vídeo, aparece novamente o chefe Abubakar Shekau espalhando a filosofia terrorista. O Boko Haram quer tomar um pedaço do norte da Nigéria para fazer no local um novo país. Um califado, onde só a lei islâmica seja possível. Eles têm muito em comum com o Estado Islâmico. Invadem cidades, matam ou expulsam os opositores. Controlam, segundo estimativas, 20% da Nigéria.

Em abril de 2014, eles invadiram a cidade de Chibok e sequestraram 276 meninas em uma escola. O mundo acompanhou em choque. E desde, então, os terroristas do Boko Haram se tornaram mais e mais violentos. É impossível saber ao certo, mas estima-se que eles já tenham matado mais de 7 mil pessoas.

Esta semana, promoveram mais três ataques suicidas com bombas. Meninas de dez anos foram obrigadas a carregar os explosivos.

Maioria dos muçulmanos não apoia os extremistas

Existem mais de 1,6 bilhão de mulçumanos no mundo, e basta conversar com eles para ter certeza de que a maioria não apoia os extremistas. A religião que é muito forte na Ásia, na África e no Oriente Médio ensina que eles devem ser justos, devem respeitar as outras religiões e, principalmente, ser bons perante Alá, o deus para quem eles rezam por cinco vezes ao dia. Mas quando a violência é praticada em nome da religião, analistas não têm a menor dúvida, o que entra em jogo é o poder. O alto proclamado Estado Islâmico, os talibãs, as Al-Qaedas, o Boko Haram, o que eles pretendem é derrubar governos e construir impérios, o que alguns chamam de califados. O que certamente não tem nada a ver com o que os muçulmanos entendem ser a mensagem de Deus.

Cientista político explica que terroristas querem recuperar o poder

“O islamismo é uma religião que evoca paz, que evoca a preservação da vida. Que evoca o direito inalienável da liberdade de expressão. Então, nós de uma maneira definitiva não podemos utilizar o termo islâmico ou Islã, ou islamismo pra atos que ferem os princípios do islamismo”, diz Ali Zoghbi, vice-presidente da Federação das Associações Muculmanas do Brasil.

“A pretensão desses grupos extremistas é a reconstituição política desse califado e dessa hegemonia muçulmana sobre diversas terras, sonhando com o velho império muçulmano da Idade Média, que ia ali da Ásia central até a Espanha”, diz Márcio Scalercio, professor de Relações Internacionais.

Como explica o cientista político, os terroristas querem recuperar o poder que um dia os califas muçulmanos tiveram. E não é só uma volta aos tempos em que algumas religiões se confundiam com a tentativa de alguns povos de dominar o mundo. Os terroristas querem impor a lei da espada, querem um retrocesso ao que a humanidade tinha de mais bárbaro.

ISLAMISMO FOR DUMMIES


Coisas que as pessoas falam a respeito do Islã:
- Não é todo muçulmano que é extremista...
- O problema são as organizações terroristas...
- A culpa não é da religião, mas sim da política...
- Os princípios da religião islâmica não tem nada a ver com matar gente...
- A religião não tem nada a ver com os atos bárbaros de seus supostos seguidores...
- Mimimi... mimimi... mimimi...

Agora eis a verdadeira mensagem "de paz" do Islã, retirada do próprio Alcorão:

"MATAI-OS onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque A PERSEGUIÇÃO É MAIS GRAVE DO QUE O HOMICÍDIO. (...) Tal será o castigo dos incrédulos."
(2ª Surata, verso 191 do Alcorão)

"E COMBATEI-OS até terminar a perseguição E PREVALECER A RELIGIÃO DE DEUS [ISLÃ]. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos."
(2ª Surata, verso 193 do Alcorão)

"Está-vos prescrita A LUTA (PELA CAUSA DE DEUS) (...)."
(2ª Surata, verso 216 do Alcorão)

"Aqueles que creram, migraram E COMBATERAM PELA CAUSA DE DEUS poderão esperar de Deus a misericórdia, porque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo."
(2ª Surata, verso 218 do Alcorão)

" Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, (...)"
(3ª Surata, verso 151 do Alcorão)

"Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, MATAI-OS, ONDE QUER QUE OS ACHEIS, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor."
(4ª Surata, verso 89 do Alcorão)

"... Se não ficarem neutros, em relação a vós, nem vos propuserem a paz, nem tampouco contiverem as suas mãos, CAPTURAI-OS E MATAI-OS, ONDE QUER QUE OS ACHEIS, porque sobre isto vos concedemos autoridade absoluta."
(4ª Surata, verso 91 do Alcorão)

"E NÃO DESFALEÇAIS NA PERSEGUIÇÃO AO INIMIGO; porque, se sofrerdes, eles sofrerão tanto quanto vós; (...)."
(4ª Surata, verso 104 do Alcorão)

"O castigo, para aqueles que lutam contra Deus [Alá] e contra o Seu Mensageiro [Maomé] e semeiam a corrupção na terra, é que SEJAM MORTOS, OU CRUCIFICADOS, OU LHES SEJA DECEPADA A MÃO E O PÉ OPOSTOS, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo."
(5ª Surata, verso 33 do Alcorão)

"Constatarás que OS PIORES INIMIGOS dos fiéis [islâmicos], entre os humanos, SÃO OS JUDEUS e os idólatras. (...)"
(5ª Surata, verso 82 do Alcorão)

"... Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; DECAPITAI-OS e DECEPAI-LHES OS DEDOS!"
(8ª Surata, verso 12 do Alcorão)

"COMBATEI-OS até terminar a intriga, e PREVALECER TOTALMENTE A RELIGIÃO DE DEUS [ou seja, o Islã]. (...)"
(8ª Surata, verso 39 do Alcorão)

"Mobilizai TUDO quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para INTIMIDAR, com isso, O INIMIGO DE DEUS E VOSSO, e se INTIMIDAREM AINDA OUTROS QUE NÃO CONHECEIS, mas que Deus bem conhece. (...)"
(8ª Surata, verso 60 do Alcorão)
 
"Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, MATAI OS IDÓLATRAS, ONDE QUER QUE OS ACHEIS; capturai-os,acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat*, abri-lhes o caminho. (...)"
(9ª Surata, verso 5 do Alcorão)

"Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio das vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, (...)"
(9ª Surata, verso 14 do Alcorão)

"COMBATEI AQUELES QUE NÃO CRÊEM EM DEUS e no Dia do Juízo Final, NEM SE ABSTÊM DO QUE DEUS E SEU MENSAGEIRO [Maomé] PROIBIRAM, e NEM PROFESSAM A VERDADEIRA RELIGIÃO [ou seja, o Islã] daqueles que receberam o Livro [o Alcorão], até que, SUBMISSOS, PAGUEM A JIZYA [extorsão cobrada dos não-muçulmanos mediante o uso de força ou ameaça por parte de um Estado Islâmico]."
(9ª Surata, verso 29 do Alcorão)
 
"...os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. QUE DEUS OS COMBATA! (...)"
(9ª Surata, verso 30 do Alcorão)
 
"...COMBATEI UNANIMEMENTE os idólatras, TAL COMO VOS COMBATEM; e sabei que Deus está com os tementes."
(9ª Surata, verso 36 do Alcorão)

"Deus cobrará dos fiéis O SACRIFÍCIO DE SEUS BENS E PESSOAS, EM TROCA DO PARAÍSO. COMBATERÃO PELA CAUSA DE DEUS, MATARÃO E SERÃO MORTOS. É uma promessa infalível (...)."
(9ª Surata, verso 111 do Alcorão)

"É INADMISSÍVEL que o Profeta e os fiéis IMPLOREM PERDÃO PARA OS IDÓLATRAS, ainda que estes sejam seus parentes carnais, ao descobrirem que são companheiros do fogo."
(9ª Surata, verso 113 do Alcorão)
 
 "Ó fiéis, COMBATEI OS VOSSOS VIZINHOS INCRÉDULOS para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes [a Alá]."
(9ª Surata, verso 123 do Alcorão)

"...E Alá desalojou de suas fortalezas os adeptos do Livro [judeus], que apoiaram o inimigo, e infundiu o TERROR em seus corações. MATASTES UMA PARTE E CAPTURASTES OUTRA. E depois disso [ALÁ] VOS FEZ HERDEIROS DE SUA CIDADE, DE SUAS CASAS, SEUS BENS E DAS TERRAS QUE NUNCA HAVÍEIS PISADO ANTES; sabei que Deus [Alá] é Onipotente..."
(33ª Surata, versos 26 a 29 do Alcorão)

"...Ó Profeta [Maomé], em verdade, TORNAMOS LÍCITAS, PARA TI AS ESPOSAS QUE TENHAS DOTADO, ASSIM COMO AS QUE A TUA MÃO DIREITA POSSUI (CATIVAS), QUE DEUS [Alá] TENHA FEITO CAIR EM TUAS MÃOS, (...) e uma vez que o Profeta queira desposá-la; este é um privilégio exclusivo teu, vedado aos demais fiéis. (...) PODES ABANDONAR, DENTRE ELAS, AS QUE DESEJARES e tomar as que te agradarem; e se desejares tomar de novo a qualquer delas que tiveres abandonado, não terás culpa alguma. Esse proceder será sensato para que se refresquem seus olhos, não se aflijam e se satisfaçam com o que tiveres concedido a todas, pois Deus sabe o que encerram os vossos corações; e Deus, é Tolerante, Sapientíssimo..."
(33ª Surata, versos 50 a 53 do Alcorão)

"...E AI DOS IDÓLATRAS, que não pagam o zakat* e renegam a outra vida!"
(41ª Surata, versos 6 e 7 do Alcorão)

"E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), GOLPEAI-LHES OS PESCOÇOS, até que os tenhais dominado (...)."
(47ª Surata, verso 4 do Alcorão)

"...NÃO FRAQUEJEIS (ó fiéis), PEDINDO A PAZ, QUANDO SOIS SUPERIORES; sabei que Deus está convosco e jamais defraudará as vossas ações..."
(47ª Surata, versos 36 a 37 do Alcorão)
 
 "...OU VÓS OS COMBATEREIS OU ELES SE SUBMETERÃO. E se obedecerdes, Deus vos concederá uma magnífica recompensa; por outra, se vos recusardes, como fizestes anteriormente, Ele vos castigará dolorosamente."
(48ª Surata, verso 16 do Alcorão)
 
"...Uma muçulmana, no entanto, não poderá casar-se com um não-muçulmano, porquanto o seu STATUS MUÇULMANO seria afetado (...). Uma não-muçulmana, ao casar-se com um muçulmano, DEVERÁ, finalmente, ACEITAR O ISLAM. (...)"
(114ª Surata, verso 339 do Alcorão)

"... os CASAMENTOS de mulheres crentes COM NÃO-MUÇULMANOS eram DISSOLVIDOS, SE OS MARIDOS NÃO ACEITASSEM O ISLAM. (...)"
(114ª Surata, verso 1641 do Alcorão)

"Aqueles que não crerem nos versículos de Deus [esses mesmos e muitos outros, contidos no Alcorão] não serão guiados por Deus e sofrerão um doloroso castigo. Os que forjam mentiras são aqueles que não crêem nos versículos de Deus [contidos no Alcorão]. Tais são os mentirosos."
(16ª Surata, versos 104 e 105)

* Zakat = uma espécie de contribuição social obrigatória cobrada anualmente pelos religiosos islâmicos.


São passagens como essas, conclamando os muçulmanos a combaterem cristãos, judeus e demais povos não-muçulmanos, que levam milhares de islâmicos a matarem e a morrerem em nome de Alá, chegando ao absurdo de explodirem a si mesmos só para poderem espalhar destruição, terror e mortes.
 
Enquanto isso, nos países mais democráticos e civilizados, ainda permitem que os muçulmanos construam livremente quantas mesquitas quiserem, mesmo sabendo-se que nos países em que eles deixaram de ser minoria costuma-se proibir a construção de igrejas e sinagogas, além deles perseguirem os cristãos e matarem aqueles que ousarem abandonar a religião islâmica.
____________________________


Ps:
"- E aí, Arnaldo?
- A regra é clara: Alá mandou perseguir, decapitar, machucar e extorquir todos os não-muçulmanos, ainda mais se forem judeus..."
 

Especialista afirma que o Islã é uma das bestas profetizadas no Apocalipse

"Pelos frutos os conhecereis..."

O cumprimento de uma das profecias bíblicas do Apocalipse estaria diretamente ligada ao Islamismo, diz o escritor e estudioso Michael D. Fortner, autor do livro "The Beast and False Prophet Revealed" (em tradução livre “A Besta e o Falso Profeta Revelado”), onde são apresentados os resultados de mais de 30 anos de pesquisa sobre as profecias bíblicas.

No texto de Fortner são apresentados argumentos que apontam o surgimento da besta e o falso profeta do livro de Apocalipse como fruto do islamismo e de Maomé. De acordo com a revista eletrônica Charisma News, o livro afirma que quando a cabeça da besta tem uma ferida fatal, representa a morte do último império islâmico, o Império Otomano (turco), na Primeira Guerra Mundial, o que significaria que um outro império islâmico voltará à vida novamente para travar a Jihad (“guerra santa”) no mundo .

O livro afirma que a segunda besta do Apocalipse é o islã, e os dois chifres representam as duas facções: sunitas e xiitas. O islã tem codificado, em seus ensinamentos, o assassinato, a mentira, a pilhagem, escravidão, estupro, guerra e até mesmo o terrorismo como parte de sua doutrina religiosa oficial.



“Jesus disse que o ladrão vem somente para roubar, matar e destruir, e isso é exatamente o que o Islã tem feito desde o seu início. Nenhuma outra religião se encaixa tão completamente a descrição na Bíblia da besta e falso profeta do islã”, diz o Charisma sobre o islamismo, no editorial que descreve o livro.

Fortner afirma que o “islamismo é diferente de todas as outras religiões que não acreditam em Jesus, porque declara oficialmente que Jesus não é o Filho de Deus (Alcorão 4:171; 18:4-5), tornando-se assim a definição bíblica do anticristo: ‘Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, aquele que nega o Pai e o Filho’ (1 João 2:22).

Historicamente, a religião islâmica governou o segundo maior império da história, que se estendia do Oceano Atlântico até as fronteiras chinesas. Milhões de cristãos já foram martirizados pelos seguidores de Maomé, e ainda hoje, a perseguição se mantém no Egito, Iraque, Síria, Nigéria e Sudão, entre outros. A expansão da religião, que só cresce, “deixou um rastro de sangue, sofrimento e destruição como nenhuma outra ideologia na história mundial. A história, até a época atual, mostra-nos que o islã é uma religião muito violenta e fascista, cheia de ódio por cristãos e judeus. Ninguém poderia inventar um culto mais maligno”, afirma o autor.



“A Besta e o Falso Profeta Revelado” apresenta a história do islamismo como argumento de constatação do por que a religião é a besta do Apocalipse, que estaria “como um animal agarrando as bordas do abismo, tentando sair”. Fortner incluiu, os detalhes esclarecidos por ele em sua pesquisa, do capítulo 11 do livro de Daniel.

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/especialista-islamismo-besta-apocalipse-68750.html



"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas..."





"...que vêm até vós vestidos como ovelhas,
mas, interiormente, são lobos devoradores."





"Por seus frutos os conhecereis...."





"Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?"





"Assim, toda a árvore boa produz bons frutos,
e toda a árvore má produz frutos maus."








"Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons."









"Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo."









"Portanto, pelos seus frutos os conhecereis."







Extremistas islâmicos dizem ter matado 1.700 militares no Iraque


O Estado Islâmico do Iraque e do Levante, grupo islamita que tomou na terça-feira (10) o controle de Mosul, quer tornar real seu próprio nome. Isso é, estabelecer um califado islâmico no Iraque e na região do Levante (que toma territórios de Síria e Líbano).

Os recentes avanços do grupo, incluindo a guerra na Síria e a crise no Iraque, aterrorizando os regimes e os insurgentes na região, apontam para uma rápida evolução na direção do objetivo.

Não está claro de onde vem o financiamento do grupo, com suspeitas de doações de grandes quantias, inclusive de governos da região. Mas, apesar do apoio ainda não esclarecido, seus militantes deixaram evidente, nesta semana, sua séria capacidade de articulação.

Os sucessos também preocupam a comunidade internacional, que tem trocado sua opinião de que esses islamitas são "uma franquia da Al Qaeda" para a noção de que podem se tornar, em breve, uma ameaça mais séria à estabilidade da região.

Caso fortaleçam suas posições nas fronteiras norte e leste da Síria e oeste do Iraque, o Estado Islâmico - conhecido pela sigla Isil, ou EIIL em português- poderá na prática apagar essas linhas e expandir sua aplicação rigorosa da lei islâmica.

O território hoje sob influência dos islamitas inclui Deir Ezzor, na Síria, e as províncias iraquianas de Anbar e Nínive, facilitando a circulação de armas e militantes.

HISTÓRICO

O EIIL, que tem hoje milhares de militantes na região, foi formado a partir de milícias criadas pela invasão do Iraque. O seu principal líder, quando era conhecido como "Al Qaeda no Iraque", foi Abu Musab al-Zarqawi. Ele foi morto em 2006.

Envolta em informações conflitantes e incompletas, a liderança do EIIL é composta por diversos nomes. Hoje, o principal deles é Abu Bakr al-Baghdadi. Diversos de seus guerreiros são "jihadistas" estrangeiros, incluindo americanos e europeus. Não há um registro de brasileiros.
 
Descontente com os métodos do EIIL, Ayman al-Zawahiri, líder da Al Qaeda, deserdou a organização. Oficializando a distinção, ele afirmou que a presença da Al Qaeda é representada na Síria pelos islamitas da Jabhat al-Nusra, e não pelo EIIL.


Os muçulmanos não estão felizes

· Eles não estão felizes em Gaza.
· Eles não estão felizes na Cisjordânia.
· Eles não estão felizes em Jerusalém.
· Eles não estão felizes em Israel.
· Eles não estão felizes no Egito.
· Eles não estão felizes na Líbia.
· Eles não estão felizes na Argélia.
· Eles não estão felizes em Tunis.
· Eles não estão felizes em Marrocos.
· Eles não estão felizes no Iêmen.
· Eles não estão felizes no Iraque.
· Eles não estão felizes no Afeganistão.
· Eles não estão felizes na Síria.
· Eles não estão felizes no Líbano.
· Eles não estão felizes no Sudão.
· Eles não estão felizes na Jordânia.
· Eles não estão felizes no Irã.

Onde os muçulmanos estão felizes?

Eles estão felizes na Inglaterra.
Eles estão felizes na França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes nos EUA.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Romênia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.
Eles estão felizes em qualquer outro país no mundo que não está sob um governo muçulmano.

E quem eles culpam?

· Não o Islam.
· Não a liderança deles.
· Não a si mesmos.

Culpam os países onde estão vivendo livremente e bem.

Isso é tão verdadeiro... A democracia é realmente boa para eles:

Uma democracia em que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles não construíram e nem trabalharam para ter. Na qual eles podem manter seus costumes, desobedecer às leis, explorar os serviços sociais, fazer paródias de nossa política e de nossos tribunais. Geralmente mordem a mão que os alimenta.

A questão é contraditória, paradoxal! Eles tentam trazer seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram, em busca de uma vida melhor... Dá para entender???

De Cada Três Guerras no Mundo, Duas Ocorrem em Nome do Islã

"Cortem a cabeça daqueles que insultam o Islã"


O DIREITO À CRÍTICA AO ISLÃ

Primeira citação. Ayaan Hirsi Ali, a deputada holandesa de origem somali condenada a morte por lutar contra a opressão da mulher no islã, em seu livro 'Eu acuso':

"Duas de cada três guerras no mundo ocorrem em nome do islã. A idéia de que o islã é uma religião de paz não tem nenhum fundamento".

Segunda citação. Wafa Sultan, psicóloga síria, numa entrevista na Al Jazira:

"Só os muçulmanos defendem suas crenças queimando igrejas, matando gente e destruindo embaixadas. Este caminho não dará resultado. Os muçulmanos devem perguntar-se o que podem fazer pela Humanidade, antes de exigir que a Humanidade lhes respeite".

Vive ameaçada de morte.

Terceira citação. Fadéla Amara, muçulmana de origem argelina e presidenta do movimento francês Ni Putas, Ni Sumisas (Nem Putas, Nem Submissas):

"Sou muçulmana crente e considero o véu um instrumento de opressão contra a mulher".

Poderia acrescentar, aos nomes destas três mulheres, outras muitas cuja luta a favor da liberdade, no seio do islã, que passaram a viver ameaçadas. Nenhuma delas insultou essa religião, mas todas receberam a acusação de tê-la insultado.

A primeira coisa mais terrível que encontramos, quando tentamos um debate sereno e democrático sobre o islã, é a demonização do pensamento crítico, sempre na boca de pessoas que se outorgam sua representação universal, e que apresentam o islã como um dogma antidialético e não histórico.

Escrevi, faz dois anos, que o islã precisa ter um Voltaire, e vendo a resposta que a senhora Ndeye Andújar me dedica, na qual dispara ad hominem, mata o mensageiro transformando-me num ente carregado de preconceitos, e converte meus argumentos críticos em insultos ao islã, ainda considero mais urgente apelar à Ilustração. Rebelo-me contra esta maldade do pensamento que baseia na negação do debate a verdade de seus argumentos. Rebelo-me porque é uma postura maniqueísta e antidemocrática. Pode ser que Andújar tenha medo do livre pensamento - é bom ler Fromm- -, mas não poderá evitar que, apesar da demonização, algumas pessoas sejam seriamente críticas com o islã atual.

Uma anotação fundamental. Ainda que alguém tente, não encontrará, em nenhum texto meu, um só insulto à religião. Respeito profundamente as crenças de cada qual e, ainda que eu seja de estilo racionalista, não considero que a fé seja a fonte do problema. Porém, sim, encontrará muitas reflexões preocupadas pelo uso perverso da religião em favor de uma ideologia totalitária que, hoje, em nome do islã, educa no fanatismo, no niilismo suicida e no desprezo à mulher.

Se a senhora Ndeye Andújar quer encontrar insultadores do islã aos quais assinalar, aconselho-a que olhe para casa. Dou-lhe algumas idéias.

- Insultam severamente o islã os que educam seus filhos para ser bombas humanas. Insultam o islã os que estabelecem leis que escravizam a mulher.

- Insultam o islã os que educam no anti-semitismo, no antiocidentalismo, no desprezo à liberdade.

- Insultam o islã os que usam a técnica do século XXI para conectá-la com a Idade Média.

- Insultam o islã os que convidam crianças a ferirem-se até o delírio para comemorar a morte de alguém que desapareceu há séculos.

- E, sim, insultam o islã os que, nas mesquitas ocidentais, animam a cobrir suas mulheres, a enviar os jovens para combater no Iraque ou a considerar a democracia uma maldade infiel.

Não sabia que isto ocorre em mesquitas espanholas, francesas...? Convido-a a ler alguns informes, ou inclusive a conhecer os motivos das expulsões de alguns imãs na França. Todas as mesquitas? É claro que não. É claro que existe uma visão progressista e democrática do islã. Mas convive com ela, e de forma muito estendida, uma visão regressiva, fanática e antimoderna. Essa visão, para desgraça de todos, tem muito poder e recebe muito dinheiro. E essa visão, por certo, tem uma especial obsessão em impor o véu, metáfora inequívoca da negação da liberdade da mulher.

Poderíamos discutir outras questões. Por exemplo, Ndeye Andújar assegura que a Universidade Islâmica de Al-Azhar nega a validade corânica da amputação. Mas esquece que na mesma universidade há estudiosos que a avalizam. E também esquece que a partir de Al-Azhar alimentaram-se algumas das leituras fundamentalistas do Corão que mais dano ideológico fizeram. Fundadores da Fraternidade Muçulmana do Egito, desde Hassan al-Banna até Sayyid Qutb ou Yousouf al-Qaradawi, beberam de suas fontes. E seus textos, paradigma do discurso radical mais totalitário, são leitura na maioria dos centros islâmicos europeus. O tema, pois, nem é tão simples nem é tão bonito.

No lugar de tentar demonizar os que levantam sua pena para denunciar os abusos em nome do islã, fariam bem as Ndeye que nos rodeiam se dedicassem seus esforços para combatê-los. O inimigo do islã não somos nós as mulheres que defendemos a liberdade. O inimigo está em casa, usa o nome de Deus em vão e o perverte a favor de uma ideologia malvada. Um último pedido. Pense duas vezes antes de apontar-nos o dedo e acusar-nos de insultar o islã. Porque quero recordar-lhe que alguns dos seus podem considerar essa acusação um alvo.

Fonte: FIRS.

França dissolve grupo islamita radical adepto da luta armada


O ministro do Interior francês, Claude Guéant, anunciou nesta segunda-feira a dissolução de um grupo islamita radical por apologia à luta armada e garantiu a expulsão nos próximos dias de um imame pelo teor antissemita de seus sermões.

"Não podemos permitir em nosso país um grupo formar pessoas para a luta armada com intuito terrorista", afirmou Guéant à imprensa.

O grupo dissolvido, o Forsane Alizza, foi fundado em 2010 e tinha um site onde divulgava vídeos incitando a violência, revelou o político.

A Polícia considerou que o grupo propagava uma teoria na qual incentivava "à luta armada por motivos religiosos".

Seu fundador, Mohammed Achamlane, é contra a lei que proíbe a burca e por causa disso queimou publicamente um exemplar do Código Penal francês em agosto.

O ministro do Interior anunciou a expulsão do imame tunisiano Mohammed Hammami por ter feito um discurso antissemita em sua sala de culto do 11º distrito de Paris.

De acordo com Guéant, o imame convocou aos presentes à cerimônia "agredir mulheres adúlteras até a morte".

O "Le Figaro" publicou que Hammami convencia seus fiéis a "não colocar dinheiro nos bancos porque isso beneficia os judeus".

Fonte: Folha.

Pastor evangélico pode ser condenado à morte no Irã

O pastor evangélico Yusef Nadarjani, acusado de "apostasia" (ou seja, "abandono do culto religioso") por ter deixado o islamismo há 15 anos, se negou pela terceira vez nesta quarta-feira a aceitar o Islã perante uma audiência na cidade de Rasht, capital da província de Gilan, no Irã.

Com a recusa, o pastor de 34 anos poderá ser condenado à morte de acordo com a legislação religiosa do Irã.

"Perguntaram pela terceira e última vez se ele está arrependido de ter abandonado o Islã e ele respondeu que não, pois, antes de se converter ao cristianismo, não tinha fé", disse o advogado de defesa, Mohamad Ali Dadjah, que acrescentou estar convencido de que seu cliente será absolvido.

Dadjah ressaltou que, durante a audiência, fez alusão aos tratados internacionais dos quais o Irã é signatário e, portanto, obrigado a respeitar e aplicar a liberdade religiosa.

O advogado também citou aos juízes estudiosos do islamismo que afirmam que abandonar a religião muçulmana não é motivo para ser aplicada a pena de morte, ainda que a lei iraniana a contemple.

Para Dadjah, os tribunais iranianos "não estão em posição de executar" a pena de morte nesse caso, como prevê a Sharia (lei islâmica). De acordo com essa lei, cabe a pena de morte aos muçulmanos que tiverem abandonado a fé islâmica e não tenham se arrependido, após serem questionados por três vezes sobre o arrependimento.

Na terça-feira (27), Dadjah disse que, caso o pastor seja condenado, ele vai recorrer novamente ao Tribunal Supremo do Irã. Em 5 de julho, o Tribunal Supremo anulou a pena de morte e devolveu o caso à Audiência Provincial de Gilan.

Se a pena for confirmada e o Tribunal Supremo não aceitar o recurso, Nadarjani ficará à disposição do departamento que se encarrega das condenações no sistema judiciários iraniano.

Nadarjani, que segundo a lei iraniana é originalmente muçulmano por ser filho de muçulmanos, se converteu ao cristianismo aos 19 anos e atualmente é pastor de um grupo evangélico. Ele foi detido em outubro de 2009 e processado por ter abandonado o islamismo.


Fonte: Folha.com.

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Observações

1. Jesus já avisava: "Pelos seus frutos os conhecereis" (Mt 7:20).

2. O recado que os fariseus receberam de Jesus há cerca de 2.000 anos atrás também vale para os muçulmanos de hoje em dia: "Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes." (conf. Mt 12:7).

3. Paulo já anunciava, em sua segunda carta a Timóteo, que os últimos tempos seriam muito trabalhosos devido à crueldade de pessoas implacáveis, sem afeto natural, sem amor para com os bons, "tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela" (conf. II Tm 3:5).



“Todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus; mas quem me negar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus.”
(Palavras de Jesus Cristo, segundo Lc 12:8-9)