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Rússia reforça seu envolvimento na guerra síria com uma aliança com o Irã

Lançar ataques de uma posição mais próxima permite aos bombardeiros russos poupar combustível

Moscou, 16 AGO 2016 - A Rússia reforçou sua presença no Oriente Médio ao usar o território do Irã para a decolagem de seus bombardeiros em missão contra as posições do Estado Islâmico e da Frente Al Nusra na Síria. O Ministério de Defesa russo confirmou que suas aeronaves utilizaram o aeródromo de Hamedan, no oeste do Irã, para efetuar uma operação militar na Síria. Segundo o canal estatal de televisão Rússia-24, é a primeira operação desse tipo. A Rússia aprofunda seu envolvimento em uma guerra na qual entrou há quase um ano em apoio a Bashar al Assad.

Avião russo bombardeia uma localidade síria em 16 de agosto de 2016.
(HANDOUT REUTERS)


Bombardeiros estratégicos Tupolev-22M3 e bombardeiros Sukhoi-34 partiram de Hamedan e “atacaram objetivos terroristas na Síria”, ou seja, posições do Estado Islâmico e da Frente Al Nusra, mediante uma autorização dada previamente por Teerã em uma data não especificada. Os aviões operaram nas províncias de Aleppo, Deir Ez Zor e Idlib e, como resultado do ataque, foram destruídos cinco importantes arsenais, campos de treinamento em quatro povoados, incluindo Aleppo (palco de uma batalha feroz) e três postos de comando, além de terem sido mortos muitos combatentes, afirmou nesta terça-feira o Ministério da Defesa russo. Segundo essas fontes, toda a infraestrutura destruída era utilizada pelos rebeldes em seus confrontos em Aleppo. Os bombardeiros, disse o ministério, eram escoltados por caças com base no aeródromo sírio de Jmeimim, e todos eles regressaram à sua base depois de “terem cumprido com sucesso sua missão de combate”.

A pista do campo de pouso de Jmeimim, apta para os caças, é pequena demais para os bombardeiros estratégicos e a rota a partir do Irã permite uma grande economia de combustível, observou o especialista militar Konstantin Sokolov no canal Rússia-24. Além disso, a rota com início no Irã, que implica sobrevoar também o Iraque, tem a vantagem de poupar tempo. Fontes militares russas haviam dito que o Ministério da Defesa russo pedira permissão ao Iraque para sobrevoar seu território, mas o primeiro-ministro iraquiano, Haider al Abadi, anunciou, segundo a agência TASS, que os bombardeiros russos podem cruzar o espaço aéreo iraquiano se forem cumpridas determinadas condições. O líder iraquiano não disse quais eram essas condições e negou que seu país tivesse recebido um pedido oficial de sobrevoo.

Antes que houvesse a confirmação da Rússia, o portal árabe Al-Masdar News tinha informado sobre o uso do aeroporto iraniano pelos bombardeiros russos, que normalmente operam na Síria a partir de aeródromos militares no norte do Cáucaso. O Irã, bem como a Rússia, apoia o presidente sírio, Bashar al Assad, contra a oposição jihadista. Para melhorar a eficácia de sua ação contra o Estado Islâmico na Síria, os três países, e também o Iraque, formaram no segundo semestre do ano passado um centro de coordenação informativa em Bagdá. Até agora os esforços russos para coordenar suas atividades com os Estados Unidos, no marco da coalizão liderada pelos norte-americanos, deram um resultado limitado, em parte por causa dos problemas para diferenciar os “terroristas” de outros grupos de oposição.

Manobras desde o Cáspio

Na semana passada Moscou havia pedido ao Irã e Iraque que permitissem o uso de seu espaço aéreo para a passagem de um míssil de cruzeiro russo “Kalibr”, segundo informou a agência Interfax, citando fontes do Ministério da Defesa russo. A Rússia planeja lançar tal míssil de embarcações que atualmente efetuam manobras navais no mar Cáspio e no Mediterrâneo. Nas manobras do Cáspio participam duas dezenas de navios russos, entre os quais vários com mísseis a bordo.

A operação militar russa na Síria começou em 30 de setembro de 2015. No último trimestre de 2015, a Rússia usou seus navios no Cáspio para lançar mísseis Kalibr contra alvos na Síria. Em 7 de outubro de 2015, o ministro da Defesa, Serguei Shoigu, informou o presidente Vladimir Putin que haviam sido lançados 26 mísseis “Kalibr” contra 11 objetivos e que a operação tinha confirmado a eficácia dessas armas a uma distância de quase 1.500 quilômetros de seus alvos. De acordo com a agência azerbaijana Turan, o lançamento de mísseis russos a partir do Cáspio tinha sido efetuado no setor iraniano desse mar.

Shoigu esteve esta semana em Baku, onde se encontrou com seu colega Zakir Gasanov. A Rússia quer corrigir e intensificar o programa de colaboração militar com o Azerbaijão e debater separadamente sobre a colaboração no Cáspio. “Esperamos um impulso positivo suplementar da intensificação do diálogo para criar um sistema de segurança e medidas de confiança no Cáspio e também da sessão (...) de cooperação militar e técnica prevista para o outono deste ano em Moscou”, segundo disse o vice-ministro da Defesa, Anatoli Antonov, em Baku.

Em 8 de agosto, em Baku, Putin se reuniu com o presidente iraniano Hassan Rouhani. “Nunca esqueceremos o papel positivo que a Rússia desempenhou na conquista do acordo nuclear e nunca esqueceremos o papel de vocês na execução desse acordo”, disse Rouhani a Putin. No jornal Kommersant, Alexei Arbetov, acadêmico e respeitado perito em questões militares, afirmou nesta terça-feira que os arsenais nucleares poderiam aumentar no caso de desintegração do sistema de controle sobre as armas nucleares e alertou que “até no Irã a questão não está resolvida, mas adiada por 10 a 15 anos somente, mas Teerã já disse que depois desse prazo renovará seu programa nuclear”.

Os problemas do terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria e Iraque, os refugiados, “não terão quem os resolva” se não se consegue evitar a “guerra nuclear”, mas os círculos políticos não querem nem pensar nem falar no assunto, enquanto “se desintegra todo o sistema de controle das armas nucleares (...) construído durante o meio século anterior” com grande esforço.

É a primeira vez desde a revolução de 1979 que o Irã autoriza um país a usar seu território para operações militares.

Fonte: El País.

Primeiro-Ministro de Israel em discurso na ONU afirmou que profecias Bíblicas estão cumprindo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu,
em discurso na Assembleia-Geral da ONU

Embora as pesquisas indicam que menos da metade da população de Israel acreditam nas profecias bíblicas, as questões religiosas sempre foram fundamentais para o povo judeu.

Quando Netanyahu se dirigiu à Assembleia Geral da ONU em 01 de outubro, a mídia destacou apenas o primeiro de dois terços de seu discurso.

Netanyahu falou por meia hora. Muito do que foi dito foi que Israel vai atacar o Irã a qualquer momento. Este foi o foco da maior parte da maioria dos seus posicionamentos. O resto eram considerações sobre um velho tema: a Palestina. O que surpreendeu muitos foram os últimos minutos de seu discurso.

Em suma, o primeiro-ministro acredita que o Irã não é confiável e seu recente discurso conciliador é uma estratégia para esconder suas armas. Neste momento, é a maior ameaça à paz mundial. Se outros países não querem enfrentá-lo em uma postura rígida, Israel está disposto a defender.

Sobre o novo presidente do Irã, Hassan Rohani, o primeiro-ministro Israelense foi contundente: “Ele é um lobo que pensa que pode obter a areia para os olhos da comunidade internacional.” Ele lembrou que, quando Rohani, era o chefe do Conselho Supremo iraniano de Segurança Nacional, entre 1989 e 2003, o governo deu o aval para os ataques terroristas que exterminaram centenas de pessoas.

Ao longo de seu discurso, Netanyahu citou histórias do Antigo Testamento falando de Ciro, rei da Pérsia (atual Irã), que há cerca de 2.500 anos atrás acabou com o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também permitiu o retorno dos israelitas à sua terra para reconstruir o templo de Jerusalém. Para ele, a amizade entre os dois povos seculares foi rompida em 1979, quando ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, o governo iraniano religioso muçulmano tem parceria com os maiores inimigos de Israel, como os países árabes.

No entanto, Netanyahu advertiu que o Irã e a Rússia são a favor da Grande Guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. Depois disso, ele falou da sua intenção de ter paz com os palestinos, com “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu de Israel. Sublinhando que “Israel ainda é uma nação próspera com capacidade de se defender.”

Finalmente, Netanyahu usou um tom inesperado. “Desde que as profecias são cumpridas em nossos dias, vemos que serão realizadas como profecias. Como o profeta Amós disse (cap. 9, versos 14 e 15): 'Eu tornarei a trazer do cativeiro o meu povo, Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas e nelas habitarão, plantarão vinhas e beber o seu vinho, e farão pomares, e comerão os seus frutos. Eu os plantarei na sua terra e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus'.”

“Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa, e nunca mais ser arrancados novamente”, disse ele.

Para muitos teólogos, o cenário é baseado hoje, em comparação com o texto de Ezequiel 38-39, apontando para o que a Bíblia diz sobre como a guerra de Gog e Magog, onde as grandes nações do mundo se unem para lutar contra Israel.

*Com informações: Amigo de Cristo e Noticias Cristianas.

Obama Muçulmano?


“O FUTURO NÃO DEVE PERTENCER ÀQUELES QUE OFENDEM O PROFETA DO ISLÃ!”
(Obama)

- GRANDE! ELE ACABOU COM O MEU DISCURSO!
(Ahmadinejad)



Link relacionado:
- Obama at UN: "The future does not belong to those who slander the prophet of Islam" 
http://www.youtube.com/watch?v=T6uZFSj_ueM



Ps: Depois desse discurso do Obama na última Assembleia Geral da ONU, o presidente do Irã acabou ficando sem ter o que dizer...
:-)

Ataque Preventivo iraniano x Ataque Preventivo israelense

Brigadeiro-General Amir Ali Hajizadeh

DUBAI, 23 Set (Reuters) - O Irã poderia lançar um ataque preventivo contra Israel em retaliação a um plano de investida militar, afirmou o brigadeiro-general da Guarda Revolucionária iraniana, Amir Ali Hajizadeh, a uma rede de televisão estatal do país.

"O Irã não irá começar a guerra, mas poderia lançar um ataque preventivo se tivesse certeza de que os inimigos estão dando os toques finais para nos atacar", disse a rede de TV iraniana em língua árabe Al-Alam parafraseando o comandante militar.

Hajizadeh afirmou, segundo reportagem publicada na página de Internet da rede de TV, que qualquer ataque em solo iraniano poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial.

"Não podemos imaginar o regime sionista começar uma guerra sem o apoio dos Estados Unidos. Por isso, no caso de uma guerra, nós entraremos em guerra contra ambos", disse. "Neste caso, ocorreriam coisas imprevisíveis e inimagináveis, e poderia se converter na Terceira Guerra Mundial", acrescentou.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem sinalizado de que poderia haver um ataque contra plantas nucleares do Irã e tem criticado a posição do presidente dos EUA Barack Obama favorável a sanções e diplomacia para evitar que o Irã construa uma bomba atômica.

Teerã nega que busque desenvolver armas atômicas e diz que seu programa nuclear é pacífico para gerar energia elétrica.

Fonte: Portal Terra.


Notícias relaconadas:

- Irã acusa a AIEA de vazar segredos a Israel
http://oglobo.globo.com/mundo/ira-acusa-aiea-de-vazar-segredos-israel-6176551

- Irã apresenta avião teleguiado de longo alcance, diz TV
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6179979-EI294,00-Ira+apresenta+aviao+teleguiado+de+longo+alcance+diz+TV.html

EUA fornecerão “superarmas" a Israel, em troca da paz com o Irã


 Os EUA estão prontos para celebrar com Israel uma transação, em que Israel deverá receber armas que até hoje os EUA se recusavam a fornecer-lhe: aviões-cisterna moderníssimos e bombas capazes de destruir refúgios subterrâneos fortificados, esteve hoje o The New York Times.

Em troca, Israel deverá garantir que, pelo menos até 6 de novembro próximo não atacará às instalações nucleares do Irã. É curioso, escreve o jornal, que os EUA pretendam impedir que Israel ataque, fornecendo-lhe exatamente os instrumentos para isto necessários.


Irã lança míssil de curto alcance equipado com novo sistema de direção

O Irã lançou com êxito um míssil de curto alcance equipado com novo sistema de direção que planeja instalar em todos os foguetes a serem fabricados no futuro, disse neste sábado o ministro de Defesa, Ahmad Vahidi.
Ahmad Vahidi, Ministro da Defesa do Irã

Com o Fateh 110 de quarta geração as forças armadas de nosso país podem atacar e destruir barcos em mar e em terra, quartéis inimigos (…) plataformas de mísseis, armazéns de municões e outros pontos – disse Vahidi, segundo publicou a Agência de Notícias da República Islâmica. 
O Fateh 110 possui alcance em torno de 300 quilômetros, conforme reportou a Agência de Notícias da República Islâmica, significando que somente poderia atacar os vizinhos mais próximos do Irã.

O anúncio foi feito em meio a uma crescente tensão nas instalações nucleares do Irã. Os países do Ocidente acreditam que a república islâmica tenta desenvolver armar atômicas. “Temos instalado em nossos mísseis novos sistemas de direção e durante o voo de ensaio (…) foi provado sua capacidade para impactar um alvo sem desvios”, assegurou Vahidi, segundo a Agência de Notícias da República Islâmica.

No passado, o Irã ameaçou fechar o Estreito de Ormuz, o setor do Golfo Pérsico por onde passam 40 por cento dos embarques mundiais de petróleo e gás, em represália por sanções internacionais aplicadas contra sua indústria energética.

Uma medida dessa natureza poderia causar uma resposta militar por parte dos Estados Unidos, que tem reforçado a presença de suas forças na região.

Bulgária: Ataque terrorista mata israelenses em ônibus de turismo

Fumaça após explosão em Burgas, na Bulgária
(Foto: AFP)

Um ônibus lotado com turistas israelenses foi alvo de um atentado terrorista na Bulgária na última quarta-feira (18/jul). Sete pessoas morreram e 32 ficaram feridas.

Prontos para começar as férias, quarenta e dois israelenses estavam dentro de um ônibus de turismo, quando uma bomba explodiu. Seis pessoas morreram na hora e uma no hospital. O impacto foi tão forte que fez estragos em outros dois ônibus.

O grupo tinha acabado de chegar ao aeroporto de Burgas, na Bulgária, num voo fretado de Tel Aviv. O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, culpou o Irã pela tragédia. Num comunicado, ele afirmou que os iranianos tentaram atacar cidadãos israelenses em diversos países, nos últimos meses.

O atentado de hoje coincidiu com a data do ataque terrorista a um centro judaico na Argentina, há exatamente 18 anos. Em Buenos Aires, parentes relembraram nesta quarta-feira as 85 vítimas e pediram justiça. Israel também culpou o Irã, que até hoje não reconheceu a autoria do atentado.


Links relacionados:
- Ataque a ônibus mata sete judeus em viagem de turismo à Bulgária
- Atentado na Bulgária tem marca do Hezbollah, diz Pentágono
- Bulgária divulga imagem de autor de atentado contra israelenses
- Atentado contra israelenses na Bulgária foi feito por terrorista suicida

Irã ameaça destruir bases norte-americanas e atacar Israel caso o país seja agredido

Mísseis iranianos (foto: EPA)

Terminados os testes de mísseis balísticos, realizados na véspera, Teerã ameaçou destruir todas as bases militares norte-americanas no Oriente Médio caso o país seja agredido, ameaçando também infligir um golpe contra Israel.

Amir Ali Hajizadeh - comandante da Força Aérea dos Guardiões de Revolução Islâmica - declarou que as bases dos EUA e Israel serão "alvos fáceis" para os mísseis iranianos, tendo os mais potentes um raio de alcance até dois mil quilómetros.

Os militares iranianos fizeram na terça-feira desta semana testes de vários tipos de mísseis, alguns dos quais possuem um raio de alcance suficiente para atingir Israel.


Link relacionado:

- Irã instalará mísseis em navios no Estreito de Ormuz
http://portuguese.ruvr.ru/2012_06_29/ira-vai-instalar-misseis-em-navios-no-estreito-de-ormuz/

Em Teerã, mulheres são presas... pela beleza!


Entidades policiais de Teerã começaram a prender em massa as mulheres cujo vestuário não corresponde às normas do Islã.

As mulheres que usarem de forma errada os lenços e vestidos, bem como as mulheres com a aparência de modelos e usando vestidos vulgares, serão detidas”, declarou o chefe da polícia metropolitana.

Segundo ele, a polícia realiza estas detenções a pedido do povo. As mulheres são multadas e mantidas nas delegacias até que seus parentes lhes tragam vestuários decentes.


Links relacionados:
- Protesto Feminino no Irã
http://gif15.blogspot.com.br/2011/07/protesto-feminino-no-ira.html

Irã desenvolve concreto à prova de bombas e deixa EUA ainda mais preocupados

'Concreto inteligente' é capaz de impedir que as bombas norte-americanas e israelenses, conhecidas como bunker-buster, consigam destruir as instalações nucleares instaladas nas montanhas iranianas

A tensão entre EUA e Irã fez este último desenvolver uma espécie de ‘concreto inteligente’, capaz de trabalhar no sentido de impedir que as bombas norte-americanas e israelenses, conhecidas como bunker-buster, consigam destruir as instalações nucleares instaladas nas montanhas iranianas. Um artigo publicado no sítio Aggravate Research, das indústrias Aggravete, especializada em engenharia de precisão, elogiou a capacidade dos cientistas iranianos em encontrar uma solução para os constantes terremotos na região e aproveitá-la para uma questão militar. Tantos os EUA quanto Israel têm planos para destruir a capacidade dos persas no campo da energia nuclear.

O ‘concreto de performance ultra-alta’ (UHPC, na sigla em inglês) está entre as matérias mais rígidas já desenvolvidas pelo Homem, ao mesmo tempo que guarda os traços de flexibilidade necessários ao material, diz o artigo. O novo concreto iraniano, acrescenta o artigo, feito em uma fórmula indígena, é agora uma grande preocupação de Washington. Além do enriquecimento de urânio, cuja tecnologia foi também se origina de técnicas indígenas, o novo material,”ao contrário do concreto convencional, é misturado com pó de quartzo e fibras especiais, substâncias capazes de transformá-lo em concreto de alto desempenho para resistir às altas pressões, com maior rigidez”, diz o artigo.

Devido à sua combinação, o novo concreto de fabricação iraniana é um excelente material de construção com aplicações pacíficas, como a construção de pontes mais seguras, barragens, túneis, aumentando a força de canos de esgoto e absorvendo a poluição.

No entanto, diz o artigo, assim como todas as tecnologias de dupla utilização que realizam aplicações tanto civis como militares, o UHPC também pode ser usado para proteger as instalações subterrâneas do bombardeio, o que poderia representar uma verdadeira dor de cabeça para os esforços militares no Irã. De acordo com o artigo, o secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, recentemente expressou sua preocupação de que em caso de um conflito real, a bomba norte-americana bunker busters pode não ser capaz de penetrar nos bunkers iranianos mais profundos se o UHPC for empregada para fins militares.

Em recente entrevista ao The Wall Street Journal, Panetta anunciou que os técnicos norte-americanos voltaram às pranchetas na tentativa de aperfeiçoar a bomba a ponto de fazê-la letal o suficiente para aginger os bunkers iranianos, mas não havia, ainda, um prazo para a conclusão dos estudos. As bombas, de 30 mil libras, conhecidas como Penetrator, foram projetadas para destruir fortificações muito resistentes mas, segundo o jornal revelou, “os testes iniciais indicaram que a bomba não seria capaz de destruir algumas das instalações do Irã”.

Os Estados Unidos, Israel, e alguns de seus aliados acusam o Irã de perseguir objetivos militares em seu programa de energia nuclear, com Washington e Tel Aviv usando deste pretexto para ameaçar o Irã com uma opção militar. O Irã refuta tais alegações, argumentando que, como signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear e membro da Agência Internacional de Energia Atômica, tem o direito de usar tecnologia nuclear para fins pacíficos.


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"Objetivo do programa nuclear iraniano é aniquilar Israel"

Esposa do cientista nuclear iraniano falecido em janeiro
concedeu uma entrevista reveladora


Israel, 23/Fev/2012 - Bolouri Fatemeh Kashani, esposa do falecido cientista que liderava o programa nuclear secreto do Irã, afirmou em entrevista à Fars News Agency que seu esposo lhe revelou que "O OBJETIVO FINAL ERA A ANIQUILAÇÃO DE ISRAEL".

"Eu não sabia qual era o papel do meu marido. Ele não tinha um guarda-costas e andava onde queria. Sabia que meu marido se tornaria um mártir, mas não achava que isso aconteceria tão cedo", acrescentou Blouri Kashani.

Mostafa Ahmadi Behdast Roshan, o cientista assassinado, era responsável pelo enriquecimento de urânio da usina de Natanz, uma das mais importantes do programa nuclear iraniano, e a revelação de sua própria esposa talvez seja a prova mais contundente de que o Irã esteja mesmo planejando construir bombas atômicas.

Autoridades iranianas têm acusado espiões do Mossad, o serviço secreto israelense, de estarem por trás do carro-bomba que matou Roshan em seu caminho para o trabalho no mês passado. O presidente israelense, Shimon Peres negou que seu país estivesse envolvido.

Na última quarta-feira, o general Benny Gantz, chefe do exército israelense, reiterou que um Irã com armas nucleares é uma ameaça existencial inaceitável para o Estado judeu. E a revelação de Balouri Kashani a respeito do objetivo do trabalho do seu marido fortalece a alegação israelense.

Em um artigo publicado recentemente pelo site iraniano “Alef”, o estrategista do aiatolá Ali Khamenei, Alireza Forghani, defendeu as razões pelas quais, "em nome de Alá, o Irã deve atacar Israel até 2014".

De acordo com o texto do estrategista, se o mundo muçulmano não atacar Israel no futuro próximo, "a oportunidade pode se perder e talvez não seja possível pará-los". O iraniano prevê também que, muito em breve, mísseis poderiam destruir Israel em "menos de nove minutos".

O texto foi reproduzido em outros sites governamentais do Irã, inclusive pela agência Fars. Nele Forghani se refere a Israel como "um tumor cancerígeno no Oriente Médio" e diz aos leitores que "todos os problemas" dos iranianos "são culpa de Israel".

Vale lembrar que o próprio presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, se referiu várias vezes a Israel como "um câncer" que deve ser removido do Oriente Médio. Apesar dessas evidências, os críticos de Israel continuam a acusar o Estado judaico de manipular a situação para provocar uma outra guerra sem sentido.

Enquanto isso, o Irã continua a insistir que seu programa nuclear secreto é pacífico por natureza, e os líderes ocidentais continuam ansiosos para que Teerã cumpra pelo menos parcialmente a sua palavra, a fim de evitar um conflito militar. Porém, segundo a esposa do falecido cientista iraniano, a comunidade internacional está a enfiar a cabeça na areia, em detrimento de Israel.


Links relacionados:
- Bomba mata cientista nuclear em Teerã; Irã acusa Israel
- Rumores de Guerra: Conflito entre Irã e Israel

Rumores de Guerra: Conflito entre Irã e Israel

Aiatolá Khamenei: "Matem todos os judeus, aniquilem Israel"


Irã expõe argumento legal para desferir ataque genocida contra “tumor cancerígeno”

Reza Kahlili*

O governo iraniano, por meio de um site autorizado, expôs a justificativa legal e religiosa para destruir Israel e matar seu povo.

A doutrina inclui a eliminação de assentamentos israelenses e dos judeus ao redor do mundo.

Chamando Israel de um perigo para o islamismo, o site conservador Alef, que tem ligações com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a oportunidade não deve ser perdida para remover “essa substância que estraga tudo”. É uma “justificativa jurisprudencial” matar todos os judeus e aniquilar Israel, e nesse ponto, o governo islâmico do Irã deve assumir a liderança.

O artigo, escrito por Alireza Forghani, um analista e especialista em estratégia no campo do aiatolá Khamenei, já foi divulgado na maioria dos sites estatais iranianos, incluindo a agência Fars News, da Guarda Revolucionária, mostrando que o regime endossa a doutrina.

Como Israel irá atacar as instalações nucleares do Irã, há uma justificativa para lançar um ataque cataclísmico preventivo contra o Estado de Israel, argumenta a doutrina.

Na sexta-feira, em um importante discurso durante as orações, Khamenei anunciou que o Irã irá apoiar qualquer nação ou grupo que atacar Israel, o “tumor cancerígeno”.

O Ministério da Defesa do Irã anunciou neste fim de semana que realizou o teste de fogo de um míssil de dois estágios e combustível sólido, e se vangloriou de ter lançado com sucesso um novo satélite em órbita, lembrando o Ocidente que seus engenheiros dominaram a tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, ao mesmo tempo em que o Estado Islâmico avança o seu programa de armas nucleares.

O comandante da Guarda Revolucionária, o general de brigada Seyyed Mehdi Farahi, afirmou em agosto que o míssil Safir, capaz de transportar um satélite ao espaço, pode facilmente ser lançado paralelamente à órbita da Terra, o que o transformaria em um míssil balístico intercontinental. Os analistas ocidentais não acreditavam que isso iria acontecer até 2015. Historicamente, orbitar um satélite é critério para atribuir a uma nação a capacidade de lançar esse tipo de míssil.

Forghani detalha o dever islâmico da jihad conforme está exposto no Alcorão em nome de Alá e afirma que a “jihad principal”, de acordo com alguns juristas xiitas, só pode acontecer quando o “messias” Mahdi, o imame secreto, 12º imame de acordo com os xiitas, retornar. Os xiitas acreditam que o retorno do Mahdi irá preceder o Armagedom.

Na falta do imame secreto, afirma Forghani, a “jihad defensiva” poderia acontecer quando o islã for ameaçado, e os muçulmanos devem defender o islã e matar seus inimigos. Para justificar tal ação, Alef cita o primeiro imame xiita, Ali, que afirmava que “Iniciar uma guerra contra inimigos com quem a guerra é inevitável e que tenham grande probabilidade de atacar muçulmanos no futuro próximo é uma necessidade e um dever dos muçulmanos”. Nesse aspecto, o aiatolá Khamenei emitiu uma fatwa em que autorizou o cumprimento da jihad principal em uma era de ausência do imame secreto sob a autorização de Vali Faghih.

O artigo então cita o Alcorão (Al Bácara 2:191-193): “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição [de muçulmanos] é mais grave do que o homicídio [de infiéis]... E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alá”.

É dever de todos os muçulmanos participar dessa jihad defensiva, afirma Forghani. A fatwa emitida pelo último Aiatolá Ruhollah Khomeini deixou claro que qualquer dominação política por infiéis sobre muçulmanos autoriza estes a defender o islamismo por todos os meios. O Irã agora possui os meios para lançar destruição contra Israel, e em breve terá ogivas nucleares para seus mísseis balísticos intercontinentais.

Para atacar o Irã, conforme o artigo, Israel precisa da aprovação e do apoio dos EUA, e sob o atual clima passivo dos EUA, a oportunidade não deve ser perdida para varrer Israel antes que Israel ataque o Irã.

Sob essa doutrina preventiva, vários pontos zero de Israel devem ser destruídos e o seu povo aniquilado. Forghani cita o último censo da Agência Central de Estatísticas de Israel, que mostra que o país possui uma população de 7,5 milhões de cidadãos, dos quais a maioria de 5,7 milhões é de judeus. Ao se detalhar os distritos com a maior concentração de judeus, o censo indica que três cidades: Telavive, Jerusalém e Haifa possuem mais de 60% de população judaica, que o Irã poderia definir como alvo dos seus mísseis Shahab 3, matando todos os seus habitantes.

Forghani sugere que o míssil iraniano Sejil, que é de dois estágios com uma trajetória e velocidade que são impossíveis de interceptar, devem mirar instalações israelenses, tais como: a usina nuclear Rafael, que é o principal centro de engenharia nuclear de Israel; a usina nuclear Eilun; outro reator israelense em Nebrin; e o reator Dimona no centro de pesquisa nuclear em Neqeb, o mais importante reator nuclear do país por produzir 90% do urânio enriquecido das suas armas nucleares.

Outros alvos, de acordo com o artigo, incluem aeroportos e bases da força aérea como a de Sedot Mikha, que contêm os mísseis balísticos Jericho, localizada no sudoeste da base aérea de Tel Nof, onde se encontram os aviões equipados com armas nucleares. Alvos secundários incluem usinas nucleares, estações de tratamento de água e esgoto, recursos energéticos e infraestruturas de transporte e comunicação.

Finalmente, afirma Forghani, os mísseis Shahab 3 e Ghadr podem mirar assentamentos urbanos até que os israelenses sejam exterminados.

Forghani afirma que Israel poderia ser destruído em menos de nove minutos e que o Khamenei, como autoridade máxima, o Velayete Faghih (jurista islâmico), também acredita que Israel e os EUA não apenas devem ser derrotados como exterminados.

Os radicais no poder do Irã hoje não apenas possuem mais de 1000 mísseis balísticos, mas estão a ponto de poder lançar um míssil intercontinental, além de possuírem urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, pois eles continuam com alta produção de urânio enriquecido, apesar das quatro rodadas de sanções da ONU ao país.

O documentário secreto produzido pelo Irã “A Vinda Está Próxima” indica claramente que esses radicais acreditam que a destruição de Israel irá desencadear a chegada do último messias islâmico, e que até Jesus Cristo (que irá se converter ao islamismo) irá atuar como seu representante, rezando a Alá e posto atrás do 12º imame.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=WwiadYT-N9k


* Reza Kahlili é um pseudônimo de um ex-agente da CIA que atuou na Guarda Revolucionária do Irã e é autor do premiado livro “A Time to Betray”. Reza Kahlili também é veterano da organização EMPact America e ensina no Academia Conjunta de Treinamento de Contra-inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de WND: “Ayatollah: Kill all Jews, annihilate Israel”

Fonte em português: Blog do Júlio Severo.

Links relacionados:

- Futura Guerra Contra Israel (Ezequiel 38-39)
http://gif15.blogspot.com/2011/03/futura-guerra-contra-israel-ezequiel-38.html

- Irã destruiria Israel em menos de 9 minutos (e antes de 2014)
http://www.farsnews.com/newstext.php?nn=13901115000639

- Razões jurisprudenciais para a destruição de Israel
http://www.alef.ir/vdcepw8zwjh8ewi.b9bj.html?142262

(dica: usar o Google Translator nos sites iranianos)

Bomba mata cientista nuclear em Teerã; Irã acusa Israel

Carro do cientista nuclear Mustafa Ahmadi Roshan, 32 anos,
foi coberto com uma lona após a explosão em Teerã
(Foto: AFP)

O cientista nuclear iraniano e professor universitário Mostafa Ahmadi Behdast Roshan, 32 anos, morreu nesta quarta-feira após uma bomba explodir em seu carro no norte de Teerã, informou a imprensa local. A explosão, que feriu outras duas pessoas, aconteceu no bairro de Seyed Khandan, próximo a uma universidade, Se testemunhas, o artefato foi colocado no veículo por um indivíduo que estava em uma motocicleta.

Imediatamente após o atentado, o vice-governador de Teerã acusou Israel pela morte do cientista. "Israel é responsável por este atentado, o método se parece com o utilizado nos atentados contra os cientistas nucleares iraniano", declarou o vice-governador Safal Ali Baratloo, de acordo com o canal árabe Al-Alam.

Segundo divulgou a agência Irna, os deputados iranianos condenaram o ataque e gritaram palavras de ordem como "morte aos Estados Unidos", "morte a Israel" e "morte aos hipócritas", depois de o vice-presidente do Parlamento, Seyed Shahabedin Sadr, anunciar que agentes "da arrogância mundial martirizaram outro importante professor universitário".

Roshan era professor da Universidade Tecnológica de Teerã e supervisionava a usina de enriquecimento de urânio de Natanz, na província de Isfahan. Ela é a principal instalação de enriquecimento de urânio do país, com 8 mil centrífugas. A morte de Roshan acontece exatamente dois anos depois do falecimento de Majid Shahriari, um famoso cientista nuclear iraniano, em outro atentado.

Outra imagem do carro do cientista iraniano Mustafa Roshan

Tensão nuclear

O atentado ocorre em um momento de especial tensão internacional pelo programa nuclear iraniano. Na última segunda-feira, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou que o Irã começou a produzir urânio enriquecido a 20% em sua nova planta de Fordo, a 160 quilômetros de Teerã.

Até agora, o Irã havia purificado urânio até esse nível - considerado um passo prévio ao urânio altamente enriquecido para bombas atômicas - só em Natanz. Grande parte da comunidade internacional acusa o regime iraniano de esconder, sob seu programa civil, outro de natureza clandestina e ambições bélicas cujo objetivo seria produzir armas atômicas, o que Teerã nega.

As suspeitas se centram, principalmente, no programa de enriquecimento de urânio do Irã, país que advertiu que sob nenhum conceito renunciará a este direito. Na segunda-feira, durante visita a Venezuela, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, declarou que as acusações sobre os supostos planos de seu país de construir bombas são "motivos parar rir" e escondem a intenção de evitar o desenvolvimento do Irã.

Histórico de atentados

A morte de Roshan acontece dois anos depois da morte, em janeiro de 2010, de Majid Shahriari e Massoud Ali Mohammadi, dois conhecidos cientistas nucleares iranianos, também em atentados. Em outro desses ataques, em novembro de 2010, Fereydoon Abbsi Davani ficou ferido, pesquisador vinculado a poderosa Guarda Revolucionária iraniana, que após o atentado foi nomeado chefe do Organismo para a Energia Atômica iraniano.

Em agosto, o cidadão iraniano Majid Jamali-Fashi admitiu ter recebido ajuda dos serviços secretos israelenses (Mossad) para perpetrar o atentado com moto-bomba contra Mohammadi, especialista em partículas nucleares. Jamali-Fashi foi condenado à morte.

Fonte: Portal Terra.

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- Quatro cientistas iranianos assassinados em dois anos

Irã lança manobras navais no Golfo Pérsico

"Se o mundo quer tornar essa região insegura,
nós faremos o mundo se tornar inseguro."


A força armada iraniana começou no dia 24/dez suas manobras navais, "Velayat 90", que serão realizadas nas águas do sul do país, entre o estreito de Ormuz e o Oceano Índico.

As forças navais iranianas, nessas manobras que se prolongarão por dez dias e serão encerradas no dia 3 de janeiro, empregarão equipamentos de última geração, incluindo diferentes tipos de mísseis leves e pesados, navios de guerra, submarinos das mais distintas categorias, aviões não tripulados e armamentos de defesa costeira terra-mar.

Essas manobras causaram uma grande preocupação internacional, já que um parlamentar iraniano disse no dia 13 de dezembro que as Forças Armadas planejavam provar sua capacidade de fechar o estreito de Ormuz, a entrada do golfo Pérsico e o ponto de saída de boa parte do petróleo mundial através dessas manobras.

Parviz Soruri, deputado membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Exterior do Parlamento e um dos mais radicais da Câmara, disse: "Vamos fazer umas manobras para ver como fechar o estreito de Ormuz dentro em breve. Se o mundo quer tornar essa região insegura, nós faremos o mundo se tornar inseguro".

Vários representantes do governo, dentre eles o ministro do petróleo, Rostam Qasemi, negaram posteriormente que o Irã pensa em fechar o estreito de Ormuz nessas manobras navais.

Cerca de um terço do petróleo consumido mundialmente passa em navios pelo estreito de Ormuz, um dos pontos estratégicos de maior importância do planeta.

Fonte: EFE
Tradução: Jônatha Bittencourt

Manifestantes iranianos invadem Embaixada do Reino Unido em Teerã

Manifestantes entram pelo portão aberto
da Embaixada do Reino Unido em Teerã

Protesto acontece após Parlamento ter aprovado projeto de lei que reduz relações com Reino Unido em retaliação a novas sanções

Manifestantes do Irã invadiram o complexo da Embaixada do Reino Unido de Teerã durante um protesto antibritânico, jogando documentos pela janela e arrancando a bandeira britânica do mastro para depois queimá-la e substituí-la por um estandarte em nome de imã Hussein, em cenas que lembraram a fúria contra as potências do Ocidente depois da Revolução Islâmica de 1979. Além da embaixada, localizada no centro da capital iraniana, também foram invadidos os Jardins Gholhak, representação diplomática britânica no norte da cidade.

Com gritos de "a embaixada britânica tem de ser tomada" e "morte à Inglaterra", a multidão de estudantes linha dura confrontou a polícia antidistúrbio para forçar sua entrada na missão diplomática, que foi atacada com coquetéis molotov, pedras e pedaços de pau. Manifestantes do lado de fora também queimaram bandeiras britânicas.

Imagens divulgadas pela TV estatal iraniana mostraram os estudantes quebrando janelas e um deles agitando um quadro com a foto da rainha Elizabeth 2ª. Há relatos de que escritórios da embaixada foram saqueados e de que documentos oficiais foram queimados. Mais tarde, o chefe de polícia de Teerã, Hossein Sajedinia, confirmou à agência semioficial Mehr que a embaixada e os Jardins Gholhak foram esvaziados depois de os manifestantes terem recebido um ultimato, informa o jornal britânico Guardian.


Citando a agência semioficial Fars, o Guardian afirmou que seis funcionários da embaixada foram capturados brevemente na residência do embaixador no norte de Teerã até serem soltos pela polícia.


A invasão aconteceu dois dias depois de o Parlamento do Irã ter aprovado um projeto de lei que reduz as relações com o Reino Unido em retaliação à decisão de Londres de impor sanções adicionais ao país.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, condenou o governo iraniano, afirmando que "o fracasso na hora de proteger nosso pessoal e nossas propriedades foi uma desgraça". "Nossa prioridade imediata é a segurança de nosso pessoal", que já foi localizado, comentou o premiê após falar por telefone com o embaixador britânico em Teerã, que elogiou por seu "profissionalismo" e "calma" para enfrentar a situação.

Por sua vez, o ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, afirmou que o Irã enfrentará "sérias consequências" pelo ataque. "Claramente haverá consequências sérias. Farei uma declaração atualizando o Parlamento sobre isso amanhã (quarta-feira)", disse.

O Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido atualizou suas determinações de viagem ao Irã, conclamando os britânicos no país persa a "ficar dentro de casa, manter discrição e esperar por mais instruções".

Em Washington, a Casa Branca divulgou uma declaração condenando os ataques e afirmando que o Irã tem a obrigação de proteger as embaixadas estrangeiras. Os EUA romperam as relações diplomáticas com o Irã durante a tomada da embaixada americana em 1979. A crise de reféns que se seguiu durou 444 dias e estabeleceu o tom das péssimas relações entre Teerã e Washington desde então.

Corte de laços financeiros

No dia 21, o Reino Unido anunciou o corte de todos os laços financeiros com bancos iranianos, requisitando a todas as instituições financeiras e de crédito britânicas a parar todas as transações com as instituições bancárias, incluindo o Banco Central do Irã.

O Banco Central iraniano recebe o pagamento pela exportação diariamente de 2 milhões de barris de petróleo. Portanto, sua exclusão do sistema financeiro internacional seria um duro golpe para o Irã. As medidas britânicas fazem parte de uma nova série de sanções impostas pelos países ocidentais a Teerã.

As punições foram tomadas depois de um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica reafirmar as suspeitas de que o programa nuclear de Teerã tem objetivos militares. O Irã negou em reiteradas ocasiões que queira fabricar armas atômicas, afirmando que seu programa nuclear tem fins civis.

No domingo, o parlamento do Irã retaliou a decisão aprovando a redução das relações diplomáticas. Um parlamentar advertiu que iranianos enraivecidos com as últimas sanções de Londres poderiam invadir a embaixada britânica como aconteceu com a missão americana entre 1979 e 1981.

"O governo britânico deveria entender que, se insistir em sua postura maldosa, o povo iraniano o socará na boca, exatamente como aconteceu com o ninho de espiões da América, antes de ser aprovado pelas autoridades," disse Mehdi Kuchakzadeh. Antes da votação, os parlamentares gritaram "Morte à Inglaterra".

A medida aprovada no Parlamento obrigará o governo iraniano a diminuir os laços dentro de duas semanas, forçando o embaixador britânico a deixar o país e fazendo com que a embaixada britânica seja dirigida por um charge d'affaires. Na segunda-feira, o projeto de lei do Parlamento foi aprovado por unanimidade pelo Conselho dos Guardiães, que é formado por 12 clérigos e juristas encarregados de analisar a adequação das leis ao Islã.

Os ministros de Relações Exteriores da União Europeia se reúnem na quinta-feira para aprovar novas sanções, que podem incluir o rompimento de relações financeiras e a proibição de importação do petróleo iraniano. Parlamentares disseram que retaliações semelhantes às impostas contra Londres serão adotadas contra qualquer outro país que punir o Irã por seu programa nuclear.

*Com BBC, AP e Reuters.

Relatório da AIEA poderá aumentar tensão entre Irã e Israel

Estudo da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deve ser apresentado esta semana com informações mais detalhadas sobre suposta fabricação de armas nucleares pelo Irã. Israel avalia intervenção militar no país.

Mundo | 06.11.2011

Relatório sobre programa nuclear do Irã pode elevar tensão na região

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deve divulgar esta semana em Viena um detalhado relatório sobre o programa nuclear do Irã que pode aumentar as suspeitas internacionais sobre os interesses militares de Teerã e alimentar tensões no Oriente Médio. Entre outras informações, o documento deve revelar que Teerã desenvolveu um maquete virtual de uma ogiva nuclear.

Segundo um diplomata na Áustria, imagens de satélite já teriam revelado uma estrutura de aço, na qual materiais de alto potencial explosivo para acionar bombas nucleares, por exemplo, poderiam ser testados. O diplomata ressalta, porém, que o relatório não traz conclusões definitivas sobre o objetivo real de Teerã com o programa nuclear.

"Diante de experiências anteriores com o Iraque, a Agência Internacional de Energia Atômica está extremamente cuidadosa com relação a estas informações que constam de seu relatório, porque dados errados foram usados para justificar ações militares."

Ele ressalta que a suposta fabricação de armas de destruição em massa no Iraque foi, entre outros motivos, usada como justificativa pelos Estados Unidos para iniciar a guerra contra o país. Tais armas, no entanto, nunca foram encontradas.

Sede da AIEA em VienaBildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Sede da AIEA em VienaO relatório deve ser apresentado aos integrantes da Agência na próxima quarta-feira (09/11), antes do encontro trimestral do conselho de representantes dos 35 Estados que compõem a AIEA, que deve acontecer na semana seguinte, em Viena. O documento deve trazer informações também anteriores a 2003 – ano em que, segundo uma controversa avaliação de 2007, teria ganhado força o processo de armamento do Irã.

As lideranças ocidentais poderiam vir a usar o relatório para aumentar a pressão internacional, por exemplo ampliando as sanções contra o país produtor de petróleo.

Rússia e China, porém, temem que a publicação das informações da AIEA neste momento possa atrapalhar qualquer chance de solução diplomática nas negociações sobre a questão nuclear e estariam se mostrando contrárias à divulgação do documento, sinalizando ser contra qualquer nova punição ao Irã.

"Uso pacífico"

O Irã, no entanto, contesta que o programa nuclear do país tenha algum intuito de construir armas. O governo de Mahmoud Ahmadinejad afirma que as pesquisas têm "fins pacíficos", como a produção de energia.

Alegações que se mostraram falsas no passado poderiam estar novamente sendo resgatadas, reclamou o ministro iraniano do Exterior, Ali Akbar Salehi. Ele diz que a AIEA não seria um órgão independente e que estaria lançando suspeitas sobre o Irã por pressão dos EUA.

Lideranças ocidentais, assim como Israel, acreditam que o governo iraniano tenta disfarçar, sob a máscara de um programa atômico civil, o desenvolvimento de uma bomba atômica.

Peres fala abertamente em intervenção militar no IrãBildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Peres fala abertamente em intervenção militar no IrãAção militar

Enquanto isso, o presidente israelense, Shimon Peres, esquenta o debate sobre uma possível ação militar contra o programa atômico do Irã.

Ao ser perguntado, durante uma entrevista para um canal de televisão, se a situação caminha para um confronto militar em vez de uma solução diplomática, Peres respondeu: "acho que sim. O serviço de inteligência de muitos países veem o tempo passando e alertam seus governos que não há mais tempo a perder".

Segundo ele, o Irã poderia ter uma bomba nuclear em seis meses. Peres diz que o mundo tem a obrigação, assim como Israel, de frear as pretensões atômicas dos iranianos – nem que para isso seja necessária uma intervenção militar.

Há pouco mais de uma semana Israel discute os prós e contras de uma ação militar contra o Irã. Segundo uma pesquisa de opinião, a população estaria dividida. O medo de que o governo iraniano, grande adversário dos israelenses, esteja de posse de uma arma atômica leva Israel a defender uma ação militar, o que desencadearia sérios conflitos na região. O Irã promete uma resposta "apocalíptica" no caso de um ataque.

MSB/dapd/dpa/rtr
Revisão: Carlos Albuquerque

Fonte: Deutsche Welle.



Links relacionados:

- Relatório da ONU - Irã tem feito testes para produzir bomba atômica
http://www.cartacapital.com.br/blog/internacional/ira-tem-feito-testes-para-produzir-bomba-atomica/

- Irã trabalhou para fabricar armas nucleares, diz relatório da ONU
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1003475-ira-trabalhou-para-fabricar-armas-nucleares-diz-relatorio-da-onu.shtml

Irã afirma ter desenvolvido "Arma Eletromagnética"


Teerã - O Irã anunciou neste último domingo (23) que especialistas do país desenvolveram uma arma eletromagnética que dispara balas de aço sem utilizar pólvora ou gás impulsor, informou a agência local "Fars".

Segundo a fonte, a nova arma se chama "railgun" e é capaz de disparar trinta balas de aço do calibre de 8 milímetros por minuto.

A arma, muito silenciosa, precisa de dois segundos para recarregar entre cada bala e os projéteis atingem uma velocidade de 330 metros por segundo, próxima à velocidade do som.

Por não utilizar pólvora e ser silenciosa, este tipo de arma pode ser especialmente útil em lugares onde há um forte perigo de explosão ou incêndio, como instalações petrolíferas e de gás, aviões e arsenais militares.

Fonte: Exame.com.



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(10/dez/2010) - EUA testam com sucesso “canhão eletromagnético”

Projeto americano atinge alvos a 200 km de distância
e dispara projéteis a cinco vezes a velocidade do som ("match 5")

Pastor evangélico pode ser condenado à morte no Irã

O pastor evangélico Yusef Nadarjani, acusado de "apostasia" (ou seja, "abandono do culto religioso") por ter deixado o islamismo há 15 anos, se negou pela terceira vez nesta quarta-feira a aceitar o Islã perante uma audiência na cidade de Rasht, capital da província de Gilan, no Irã.

Com a recusa, o pastor de 34 anos poderá ser condenado à morte de acordo com a legislação religiosa do Irã.

"Perguntaram pela terceira e última vez se ele está arrependido de ter abandonado o Islã e ele respondeu que não, pois, antes de se converter ao cristianismo, não tinha fé", disse o advogado de defesa, Mohamad Ali Dadjah, que acrescentou estar convencido de que seu cliente será absolvido.

Dadjah ressaltou que, durante a audiência, fez alusão aos tratados internacionais dos quais o Irã é signatário e, portanto, obrigado a respeitar e aplicar a liberdade religiosa.

O advogado também citou aos juízes estudiosos do islamismo que afirmam que abandonar a religião muçulmana não é motivo para ser aplicada a pena de morte, ainda que a lei iraniana a contemple.

Para Dadjah, os tribunais iranianos "não estão em posição de executar" a pena de morte nesse caso, como prevê a Sharia (lei islâmica). De acordo com essa lei, cabe a pena de morte aos muçulmanos que tiverem abandonado a fé islâmica e não tenham se arrependido, após serem questionados por três vezes sobre o arrependimento.

Na terça-feira (27), Dadjah disse que, caso o pastor seja condenado, ele vai recorrer novamente ao Tribunal Supremo do Irã. Em 5 de julho, o Tribunal Supremo anulou a pena de morte e devolveu o caso à Audiência Provincial de Gilan.

Se a pena for confirmada e o Tribunal Supremo não aceitar o recurso, Nadarjani ficará à disposição do departamento que se encarrega das condenações no sistema judiciários iraniano.

Nadarjani, que segundo a lei iraniana é originalmente muçulmano por ser filho de muçulmanos, se converteu ao cristianismo aos 19 anos e atualmente é pastor de um grupo evangélico. Ele foi detido em outubro de 2009 e processado por ter abandonado o islamismo.


Fonte: Folha.com.

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- Participe do Abaixo-Assinado pedindo a libertação do pastor Yusef Nadarjani
- EUA pedem clemência ao Irã por pena de morte contra pastor cristão
- Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo
- Pastor Yousef permanece firme em sua fé


Observações

1. Jesus já avisava: "Pelos seus frutos os conhecereis" (Mt 7:20).

2. O recado que os fariseus receberam de Jesus há cerca de 2.000 anos atrás também vale para os muçulmanos de hoje em dia: "Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes." (conf. Mt 12:7).

3. Paulo já anunciava, em sua segunda carta a Timóteo, que os últimos tempos seriam muito trabalhosos devido à crueldade de pessoas implacáveis, sem afeto natural, sem amor para com os bons, "tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela" (conf. II Tm 3:5).



“Todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus; mas quem me negar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus.”
(Palavras de Jesus Cristo, segundo Lc 12:8-9)

Rússia e Irã puseram em operação usina nuclear de Bushehr


A Rússia e o Irã puseram em operação uma unidade geradora na usina nuclear de Bushehr, a primeira da República Islâmica. Está por enquanto funcionando a um terço de sua capacidade máxima de 1 000 mW, devendo entrar em pleno funcionamento daqui a 2 ou 3 meses. A Agência Internacional de Energia Atômica já inclui o gerador no rol de unidades energéticas nucleares ativas.

As obras dessa usina, a primeira do Irã e de toda a região circundante, haviam sido iniciadas ainda em 1975. Então, o papel pioneiro foi assumido pela companhia "Kraftwerk Union AG", uma filial da gigante alemã "Siejmens". Em fevereiro de 1979, porém, ocorreu no Irã uma revolução islâmica, começando pouco depois o conflito militar iraniano-iraquiano. Consequentemente, as obras foram terminadas e o contrato rescindido.

Foi porque ao usar da palavra na coletiva de imprensa convocada em Teerã para informar da inauguração da usina nuclear em Bushehr, o chanceler iraniano Ali Akbar Salehi disse que o País estivera esperando por esse acontecimento durante 35 anos. Coisas como essa não podem ser esquecidas e não serão esquecidas – frisou o diplomata. A mesma circunstância foi apontada em entrevista ao enviado especial da nossa emissora em Teerã, Ivan Zakharov, pelo cientista político iraniano Hassan Beheshtipur, que disse:

A "Bushehr" é, realmente, uma das páginas mais importantes das nossas relações bilaterais. A Rússia iniciou as obras desta usina nuclear exatamente na época em que os países ocidentais tinham aplicado sanções unilaterais contra o Irã. Então, a Alemanha desistiu da construção que há havia sido iniciada. Foi, pois, nessas condições extremamente complicadas, diria até em uma situação delicada, que a Rússiam ou melhor, ainda a União Soviética procedeu com espírito de iniciativa e acudiu em ajuda ao Irã. Como resultado, o Irã ganhou uma base tecnológica para o desenvolvimento da indústria energética nuclear com fins civis e deu um passo substancial para poder prover de forma autônoma as necessidades de sua população em energia elétrica.

É importante para os Iranianos não somente o próprio fato de ter sido posta em operação a primeira central nuclear, não obstante as duras sanções impostas pelas Nações Unidas. Juntamente com tecnologias para geração do "átomo civil", as quais excluem possibilidade de seu uso duplo, a Rússia transmite ao Irã sua experiência de construção e exploração de tais instalações. Daqui a alguns anos estará a usina sendo explorada pelo pessoal especializado russo sob garantia. Foi para esse efeito criada uma empresa mista incumbida de gerenciamento da unidade geradora na usina nuclear "Bushehr". Foi organizada em regime paritário, tendo sido o pessoal tecnico formado em uma proporção semelhante. Entretanto, a cota de participação russa irá diminuindo aos poucos, devendo daqui a dois ou três anos ser o gerenciamento operacional da usina nuclear ser transferido para engenheiros iranianos após uma preparação especializada. Para Afshin Mohammadi, um médico jovem de Bushehr, isso é um valor inestimável. E argumenta:

Saúdo o desenvolvimento da ooperação iraniano-russa na área da indústria nuclear para fins civis. Nossos especialistas trabalhando lado a lado com o pessoal nuclear russo estão recebendo uma experiência profissional supervaliosa. O lançamento da "Bushehr" é uma prova da confiança entre o Irã e a Rússia. Não vejo nada de mal na ideia de continuar a Rússia construindo centrais nucleares no Irã.

O Início do Fim: Aumentam as Relações Russo-Iranianas



22/ago/2011 - A Rússia apresentou ao Irã novas propostas de construção de usinas nucleares, além da já existente usina de Bushehr, construída pela Rosatom através de um acordo entre os dois países. A notícia foi divulgada pelo presidente da organização de energia atômica da república islâmica iraniana, Fereydoon Abbasi-Davani, que, no entanto, não revelou nem os locais nem os tipos de usinas a serem construídos.

Durante os últimos anos, o Irã vem demonstrando grande interesse na construção de 10 a 20 usinas nucleares em seu território, além de instalações de enriquecimento de urânio e de um centro de pesquisas em tecnologias nucleares.



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(a previsão é de que, nos próximos anos, todos os soldados do Exército russo sejam equipados com navegadores pessoais do Sistema de Posicionamento Global Russo)