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Náufrago revela: “Fiquei chamando por Deus. Foi um milagre”

Após 60 horas no fundo do mar, Harrison Okene sobreviveu e revelou:
“Fiquei chamando por Deus. Foi um milagre”

Por Tiago Chagas

O cozinheiro de um navio rebocador que naufragou na última semana de maio na Malásia afirmou que sobreviveu ao acidente por um “milagre”.

Harrison Okene, 29 anos, estava à bordo do navio Jascon-4, quando uma tempestade tombou a embarcação. O cozinheiro passou 60 horas preso no banheiro, e sobreviveu graças a uma bolha de ar que se formou quando a porta do compartimento trancou.

“Eu estava lá na água em total escuridão e tinha certeza de que era o fim. Fiquei pensando que a água ia encher a sala, mas isso não aconteceu”, contou. “Eu estava com muita fome, mas, principalmente, com muita sede. A água salgada tirou a pele da minha boca”, disse Okene, revelando os efeitos de horas submerso na água do mar.

O sobrevivente afirmou em entrevista à agência Reuters que o cenário era assustador: “Estava muito, muito frio e estava muito escuro. Eu não conseguia ver nada. Mas eu podia perceber que os corpos da minha tripulação estavam nas proximidades. E eu podia sentir o cheiro deles. Vieram os peixes e começaram a comer os corpos. Eu podia ouvir o som. Foi um horror”.

Quando os mergulhadores de resgate chegaram ao compartimento em que Okene estava, ele respondeu às tentativas de comunicação e conseguiu ser encontrado: “Ouvi um martelo batendo no navio. Bum, bum, bum! Nadei para baixo e encontrei um dispensador de água. Puxei o filtro de água e martelei o lado do navio esperando que alguém me ouvisse. Então, o mergulhador me ouviu. Quando eu comecei a acenar, ele ficou chocado”, relatou.

Harrison Okene demonstra gratidão por ter sobrevivido, mas não tem certeza se voltará ao mar novamente: “Quando estou em casa, às vezes parece que a cama em que eu estou dormindo está afundando. Acho que ainda estou no mar novamente. Eu não sei o que impediu a água de encher o cômodo. Eu só fiquei chamando por Deus. Ele me protegeu. Foi um milagre”, disse.

Fonte: Gospel+.

Milagre na Austrália

Por Hilary White

SYDNEY — Médicos ficaram perplexos no ano passado quando um bebê prematuro, que havia sido declarado como morto por eles, voltou à vida depois de duas horas encostado à sua mãe.

A equipe havia entregado o menino, Jamie, um gêmeo, para sua mãe segurar e “dizer adeus” depois que o menino de 27 semanas de gestação havia sido pronunciado como morto. O médico que estava dando atendimento havia passado 20 minutos depois do nascimento tentando fazer o menino respirar.

Kate Ogg, de Sydney, Austrália, segurou o bebê diretamente encostado na sua pele e quando ele mostrou sinas de vida, lhe deu algum leite materno na ponta do dedo.

Mas Kate e seu marido David Ogg dizem agora que temem que seu filho, que nasceu junto com sua irmã gêmea Emily, poderá sofrer danos cerebrais ou sofrer complicações médicas de longo prazo porque seu médico não acreditou neles quando o menino mostrou o que os pais criam eram sinais de vida.

Depois que Jamie começou a se mexer, eles pediram que o médico voltasse, mas ele recusou, enviando a parteira para dizer que o bebê estava simplesmente nos últimos momentos de agonia da morte.

“Sabíamos que o medico não estava voltando. Por isso, o chamamos de novo”, Kate Ogg disse mais tarde para um entrevistador na TVl da Austrália. “Nesse meio tempo, a parteira fez algumas filmagens e minha mãe e minha irmã estavam tirando fotos de nós.

Meu marido acabou dizendo: ‘Vão e digam ao médico que não estávamos prontos para dar atenção à explicação dele de como o bebê morreu. Será que ele pode vir e explicar isso de novo?’ e foi aí que ele voltou”. Jamie só acabou recebendo cuidados médicos duas horas mais tarde.

Um amigo do casal Oggs disse para o jornal Daily Mail que: “Para ser justo, os médicos acreditam com sinceridade que Jamie estava morto. Quando ele voltou ao quarto, até ele disse para Kate que isso era um milagre”, mas acrescentou que se Jamie sofrer efeitos colaterais pela falta de tratamento, não poderia haver ação legal.

A Sra. Ogg disse para o programa de televisão australiano Today Tonight que ouvir as palavras de que seu bebê estava morto “foi o pior sentimento que já tive”.

Quando Jamie foi entregue a ela, ela disse que queria segurá-lo encostado diretamente na pele dela.

“Tirei a camisola hospitalar e o ajeitei em meu peito com a cabeça dele sobre meu braço e só fiquei ali segurando-o. Ele não estava fazendo nenhum movimento e nós simplesmente começamos a conversar com ele. Nós dissemos a ele qual era o nome dele e que ele tinha uma irmã. Dissemos a ele as coisas que queríamos fazer com ele durante a vida inteira dele”.

Jamie começou a ofegar, mas seus pais foram informados de que isso era apenas ação “reflexa”.

“Mas então o senti se mover como se ele estivesse espantado, então começou a lutar mais para respirar até que sua respiração foi normalizando. Dei para Jamie um pouco de leite materno no meu dedo, ele o recebeu e começou a respirar normalmente”.

“Pensei: ‘Oh, meu Deus! O que está acontecendo?’ Um curto tempo depois ele abriu os olhos. Foi um milagre. Então ele estendeu a mão e agarrou-me o dedo. Ele abriu os olhos e moveu a cabeça de lado a lado. O médico ficava balançando a cabeça e dizendo: ‘Não acredito nisso, não acredito nisso’




Vídeos relacionados: (por enquanto, só em inglês)

- Kate Ogg acaricia seu bebê após ele reviver (25 s)


http://www.youtube.com/watch?v=EYp7KICCaso


- Milagre na Austrália: Bebê Jamie revive após toque da mãe (6:13)


http://www.youtube.com/watch?v=IhrRTQdW-UU

Milagre: Novos rins nascem e salvam menina

19 de maio de 2010

Família e médicos da pequena Angel Burton falam em milagre

Angel Burton, uma menina de oito anos, deixou a comunidade médica de boca aberta e se tornou um verdadeiro milagre na Inglaterra. Ela estava à beira da falência dos rins e conseguiu algo impensável: dois novos órgãos cresceram dentro dela.

Aos 5 anos, Angel foi submetida a uma cirurgia por causa das infecções renais que surgiram no nascimento dela. Foi quando os médicos descobriram que a menina tinha quatro órgãos – os dois novos rins estavam crescendo sobre os falidos. Três anos após, os novos rins assumiram a função dos problemáticos e Angel foi declarada curada.

Angel se submeteu à cirurgia, em outubro de 2007, para criar uma válvula artificial, e foram então encontrados rins novos. Os médicos praticamente não acreditavam na descoberta, porque os dois órgãos não apareceram em qualquer um dos raios X ou exames. Para a família, Angel foi salva por um “milagre”.

“É absolutamente incrível que nenhum dos exames tenha detectado os rins extras. Estamos tão gratos por Angel voltar à felicidade e à saúde”, disse Claire Burton, mãe da menina. “Agora, ela (Angel) pode esquecer que tem estado doente.”


Fonte: ClicRBS.