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Dependências do Judiciário gaúcho voltarão a ter crucifixos

Crucifixo da sala onde ocorreu a audiência foi recolocado
(Foto: Eduardo Nichele)
 
(1º/jun/2016) O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Desembargador Luiz Felipe Silveira Difini, esteve reunido na tarde desta quarta-feira (1º/jun), com diretores e integrantes das Associações dos Juristas Católicos do Rio Grande do Sul (AJCRS) e dos Dirigentes Cristãos de Empresas (ADCE). O encontro tratou da recente decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) derrubando deliberação do Conselho de Magistratura do TJRS (COMAG), aprovada em março de 2012, que determinava a retirada de crucifixos e demais símbolos religiosos das dependências do Poder Judiciário gaúcho. O Presidente Difini disse que a Administração não irá recorrer contra a decisão do CNJ e que já comunicou às Comarcas do Judiciário gaúcho a respeito da medida tomada pelo CNJ. Desta forma, após reunião da Administração do TJ, ficou definida a volta do crucifixos às salas e dependências do Judiciário.
 
Durante o encontro, o Presidente da AJCRS, Agenor Casaril, destacou que “os dirigentes cristãos e católicos ficaram muito contentes com a presteza e a rapidez da atual Administração do TJ no sentido de informar às Comarcas sobre a decisão proferida em Brasília”. O Presidente Difini, por sua vez, agradeceu a presença expressiva dos dirigentes e associados. “A partir da determinação do CNJ, acredito que o episódio esteja superado e vamos cumprir a decisão”, disse ele, acrescentando que não caberia ao Judiciário recorrer contra a iniciativa. “Neste caso somos o órgão julgador e não parte interessada. Portanto, concluímos que não devemos encaminhar recurso”, afirmou o Chefe do Poder Judiciário Gaúcho. “Essa é a nossa colaboração para aperfeiçoar a relação entre o TJ e as entidades religiosas”, enfatizou o magistrado, destacando que o crucifixo já retornou à sala do COMAG, local do julgamento em 2012.
 
Também participaram do encontro os Desembargadores aposentados Vladimir Giacomuzzi e Vasco Della Giustina, além de demais dirigentes e associados da AJCRS e ADCE como o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, Victor Faccioni e o vereador de Porto Alegre João Carlos Nedel. Os Desembargadores José Aquino Flôres de Camargo e Francisco José Moesch também acompanharam a reunião.
 
*Com informações do TJ-RS

Fonte: O Sul.

Na Moral - Programa do dia 01/08/2013, na íntegra




Noruega separa Estado da Igreja

 Catedral de Nidaros, em Trondheim

O parlamento norueguês aprovou emenda constitucional que estabelece o Estado Laico, desatrelando a Igreja da Noruega do governo (e de seu orçamento). Trata-se de uma “decisão histórica”, disse Svein Harberg, porta-voz do ministério que cuida de assuntos relacionados à educação e igreja. A medida vinha sendo reivindicada desde os anos de 1970 por grupos seculares.

A Igreja da Noruega foi fundada após a reforma luterana, em 1536. Seu nome oficial é Igreja Luterana do Estado.

A partir de agora, o governo deixará de ter participação na nomeação de bispos e a Igreja não mais receberá subsídios oficiais.

A Noruega é uma monarquia hereditária cujo regime de governo é a democracia parlamentar. O rei Harald V é o chefe de Estado. O país tem 4,7 milhões de habitantes e, de acordo com dados de 2001, possui o mais elevado índice de desenvolvimento humano do mundo.

Embora um estudo de 2001 tenha revelado que 72% dos noruegueses não acreditam em um Deus pessoal, outros dados, de 2009 e 2010, revelam que a maioria (79%) da população é batizada por tradição, mas apenas 20% consideram a religião importante e 2% frequentam a igreja.

Helga Haugland Byfugliens, presidente do Colégio Episcopal, disse que a Igreja continuará a mesma porque ela “é o povo”.

Devotos estão criticando a decisão do parlamento por tirar Cristo da Constituição e parte dos noruegueses duvida que, na prática, haja uma separação entre Estado e Igreja.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/05/decisao-historica-do-parlamento-

Fonte: Paulopes.


"...Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?"
(Lucas 18:8)