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Religião poderá sumir em 9 países

Cientistas analisaram dados colhidos desde o século 19

Uma pesquisa baseada em dados do censo e projeções de nove países ricos constatou que a religião poderá ser extinta nessas nações.

Analisando censos colhidos desde o século 19, o estudo identificou uma tendência de aumento no número de pessoas que afirma não ter religião na Austrália, Áustria, Canadá, República Checa, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia e Suíça.

Através de um modelo de progressão matemática, o estudo, divulgada em um encontro da American Physical Society, na cidade americana de Dallas, indica que o número de pessoas com religião vai praticamente deixar de existir nestes países.

”Em muitas democracias seculares modernas, há uma crescente tendência de pessoas que se identificam como não tendo uma religião; na Holanda, o índice foi de 40%, e o mais elevado foi o registrado na República Checa, que chegou a 60%”, afirmou Richard Wiener, da Research Corporation for Science Advancement, do departamento de física da Universidade do Arizona.

O estudo projetou que na Holanda, por exemplo, até 2050, 70% dos holandeses não estarão seguindo religião alguma.

Modelo

A pesquisa seguiu um modelo de dinâmica não-linear que tenta levar em conta fatores sociais que influenciam uma pessoa a fazer parte de um grupo não-religioso.

A equipe constatou que esses parâmetros eram semelhantes nos vários países pesquisados, resultando na indicação era de que a religião neles está a caminho da extinção.

“É um resultado bastante sugestivo”, disse Wiener.

“É interessante que um modelo tão simples analise esses dados…e possa sugerir uma tendência”.

“É óbvio que cada indivíduo é bem mais complicado, mas talvez isso se ajuste naturalmente”, disse ele.
BBC

POR QUE AS PESSOAS GRITAM?


Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.

- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça - retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

- Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

- Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
 
- Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

- Elas não gritam. Falam suavemente.

- E por quê?

- Porque seus corações estão muito perto.

- A distância entre elas é pequena.

- Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

- E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.

- Seus corações se entendem.

- É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:

“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”
Mahatma Gandhi

O Evangelho da Graça de Deus


Para pensar:

Desde o início do cristianismo, muitos cristãos não conseguem compreender que o significado da palavra "Graça" é "favor imerecido".

Quando Deus chama os pecadores para o arrependimento, ele oferece a salvação a eles não por reconhecimento aos "méritos" deles. A salvação deles glorificará a Deus, não aos homens.

Um outro exemplo está no versículo abaixo:
"E, entrando o anjo [Gabriel] aonde ela [Maria] estava, disse: Salve, AGRACIADA; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres."
(Lucas 1:28)

Ou seja, a palavra AGRACIADA indica que a pobre e humilde Maria era na verdade uma mulher comum, como tantas outras "Marias" pecadoras daquele tempo. Ela não foi escolhida por Deus por ter feito algo de grandioso que a elevasse acima das demais israelitas, mas sim exclusivamente pela GRAÇA de Deus, para honra e glória exclusiva dEle.

Deus escolheu Maria assim como escolheu Paulo, Pedro, Isaías, Jonas, Jacó, Sansão e tantos outros. Assim como ele escolheu você!

Entrevista de Doutor em Química revela a "Assinatura do Criador"

Professor Doutor Marcos Eberlin


Marcos N. Eberlin é, desde 1982, professor doutor titular da Universidade Estadual de Campinas, no Brasil. Realizou um pós-doutoramento na Purdue University, nos Estados Unidos, e orientou diversos mestres, doutores e pós-doutores. Entre as pesquisas realizadas pelo seu grupo, destacam-se os estudos de reactividade de íons na fase gasosa, que levaram à descoberta de vários novos íons e novas reacções com diferentes aplicações analíticas e sintéticas. Uma dessas reacções hoje tem o seu nome: Reacção de Eberlin.

Membro da Academia Brasileira de Ciências, o Dr. Eberlin é comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e autor de mais de 300 artigos científicos com mais de três mil citações.

Nesta entrevista, concedida a Michelson Borges, o Dr. Eberlin, que é crente, fala das suas pesquisas e da sua fé no Criador.


- Ao recomendar um livro criacionista, o senhor escreveu: “Como químico, percebo a assinatura do Criador em tudo, nos átomos e nas moléculas, na periodicidade dos elementos, na singularidade da água e do carbono, nos aminoácidos, proteínas e enzimas, nas máquinas moleculares e na obra-prima maior, a molécula de DNA.” Poderia falar um pouco sobre como cada um desses detalhes corresponde à “assinatura de Deus”?

A vida, quando observada “mais de longe”, superficialmente, já se mostra extremamente bela, complexa, simétrica, sincronizada, uma obra de arte, um esplendor absoluto. Veja as flores, os pássaros, a Lua e as estrelas, o homem e os animais, um espectáculo indefinível que nos apresenta, através da criação, um pouco da beleza, inteligência, engenho; atributos inigualáveis do nosso Deus. Mas como cientista e mais particularmente como químico, tenho a oportunidade de observar a obra de Deus de um ponto de vista mais próximo, mais detalhado, ao nível molecular.

Como químico, estudo a arquitectura da matéria, como foram formados os átomos, as moléculas, quais são as leis que regem o mundo atómico e molecular e as suas transformações. Percebo, então, numa dimensão atómica e molecular, como Deus é realmente um Ser de suprema inteligência e elegância, o Arquitecto, o Artista sem-par. Nessa dimensão, percebo uma riqueza extraordinária de detalhes, uma arquitectura constituída das mais diferentes formas geométricas, lindas, harmónicas, periódicas, perfeitas. Como a água, com a sua estrutura angular simples, mas única, que rege as suas propriedades também únicas, impressionantes, e que forma lindos cristais de gelo, de um design sem igual.

Veja os átomos e o ballet sincronizado dos seus electrões em orbitais. As proteínas, outro espectáculo, uma arquitectura química tridimensional e com pontos de encaixe engenhosamente posicionados que confere a essas moléculas propriedades diversas, uma eficiência extraordinária como aceleradores de reacções jamais igualada por qualquer outra espécie química. Beleza, simetria, design, engenho, sincronismo, ordem, linguagem e periodicidade, quantificação, tridimensionalidade – são assinaturas inquestionáveis de um Deus em tudo absolutamente espectacular! Evidências que nos tornam a todos, cientistas ou não, indesculpáveis.

É um delírio duvidar deste Deus e questionar a Sua existência. É um devaneio não admitir a Sua majestade; uma insanidade zombar do Seu poder e glória.


- O senhor e a sua equipe do Laboratório Thomson, do Instituto de Química da Unicamp, têm se destacado pelas suas pesquisas sobre homoquiralidade. Do que se trata isso?

Algumas moléculas, como os aminoácidos e os açúcares, que são constituintes básicos de todos os seres vivos, podem apresentar-se na forma de isómeros chamados de isómeros ópticos ou enantiómeros. Esses isómeros diferem apenas pelo posicionamento dos seus átomos num espaço tridimensional (um Deus trino e um espaço tridimensional!). Num desses isómeros, por exemplo, um átomo X está à direita e outro átomo Y à esquerda. No outro isómero, as posições estão trocadas, invertidas. Essas moléculas são “quase” idênticas, e pela lei das probabilidades num sistema não controlado, teriam a mesma possibilidade de se formar numa reacção química. Mas, por decisão do Criador, que quis adicionar em nós uma “assinatura química” que autenticaria a Sua obra, todos os aminoácidos do corpo humano são de um único tipo, do tipo L, sem excepção, e 100% puros. E, para confundir ainda mais os “sábios deste mundo”, todos os açúcares também são de um único tipo, sem excepção, mas do tipo oposto, ou seja, D. Somos, portanto, seres únicos, enantiomericamente puros, homoquirais! Escolhidos pelo nosso Criador a dedo, entre alternativas muito mais prováveis, mas menos interessantes, para assim sermos. Entre a possibilidade maior, a possibilidade caótica de sermos metade L e metade D (racémicos), ou entre as quatro improváveis LL, DD, LD ou DL, Ele escolheu que seríamos todos LD, e 100%! Pelo poder da Sua Palavra! Um enigma e tanto que estonteia os naturalistas e que cala os cépticos!


- Por que é que o senhor vê, especialmente nas moléculas quirais, as digitais do Criador?

Em todas as moléculas vemos “a mão e a mente” do nosso Criador. Mas as moléculas quirais são especiais, pois o acaso, o tempo, o caos, os “deuses naturalistas” nenhuma possibilidade teriam de criar seres 100% puros, homoquirais, especificamente seres exclusivamente LD. Os seres criados pelos “deuses naturalistas” seriam, no máximo, racémicos (misturas 1:1 de L e D), ou talvez um pouquinho mais para L ou mais para D, ou misturas de LD e LL. Mas 100% LD, para todos os aminoácidos e açúcares? Por isso, sabemos que não há no Céu, nem na Terra, Deus como o Senhor!


- Quando Charles Darwin elaborou e publicou a sua teoria, a Bioquímica ainda ensaiava os seus primeiros passos, já que a descoberta da primeira enzima ocorreu em 1833. De lá para cá, tanto a Bioquímica quanto a Biologia molecular desenvolveram-se muito e foram feitas descobertas que mostraram que a vida é muito mais complexa do que Darwin poderia sequer supor. Na sua opinião, porque é que, a despeito disso, a ideia da origem espontânea da vida ainda persiste?

Na época de Darwin, o “equipamento científico” mais utilizado era a cadeira de balanço, onde Darwin e outros pensadores e filósofos elaboraram as teorias naturalistas sobre a origem da vida. Porém, o trabalho árduo e sério de muitos cientistas utilizando métodos modernos, equipamentos científicos cada vez mais poderosos, desvendou uma vida muitíssimas e muitíssimas vezes mais complexa, organizada, sincronizada e elaborada do que os “vaivéns” das cadeiras de balanço ou as viagens de barco poderiam revelar. Mas a evolução foi contada com tanto entusiasmo durante mais de 150 anos, foi pregada com tanto fervor, foi catequizada com tanta veemência, está estampada e detalhada em tantos livros científicos com tanta pompa, deu tantos prémios a tantos, serviu de alívio a outros tantos que tentam escapar da iminência de um encontro face a face com Deus, foi apregoada por céus e mares como cientificamente provada em todos os seus aspectos, foi apresentada como a verdade mais cristalina face à ignorância dos religiosos, foi adoptada como o evangelho-mor dos naturalistas, está permeada em tantos conceitos e projectos científicos, que seria uma catástrofe sem precedência na história científica admitir a sua falha, a sua total inconsistência frente à Química e a Bioquímica modernas. Mas, quando a caixa preta de Darwin foi aberta, quando foram desvendados os segredos da máquina mais complexa e espectacular deste planeta (a célula), a verdade foi sendo revelada a pouco e pouco.

Deus “deu corda”, mas hoje Ele está a dirigir o processo de desmontagem do castelo naturalista, imenso, gigante, monstruoso, mas que precisa de cair e cairá.


- Por que é que o senhor acha que teorias como a panspermia cósmica (origem espacial) têm conquistado espaço no meio científico, a despeito de todas as improbabilidades com que elas têm que lidar?

Qualquer explicação para a vida e o Universo que não inclua a intervenção do nosso Criador, de Deus, será assim mesmo um delírio. Mesmo assim, homens acreditarão nelas e com elas se embriagarão, pois muitos se recusam a admitir que Ele existe e que comanda o Universo.


- O senhor declarou a um jornal que a sua grande motivação para fazer ciência é entender como Deus cria as coisas, usando as próprias leis da Química e da Física. Esse tipo de postura não lhe causa problemas no meio acadêmico? Como é que os seus colegas cientistas encaram a sua postura religiosa?

Até hoje não tem causado. Deus tem-me livrado pela Sua misericórdia e poder. Pelo contrário, tenho tido o privilégio único de fazer amigos que, apesar de se declararem ateus ou descrentes, têm com sinceridade encontrado em mim uma voz com um discurso diferente, um discurso de esperança, um discurso de alegria, de reconciliação, que fala do amor sublime do Criador Supremo pelos Seus filhos, que mostra a nossa importância como seres criados à semelhança de Deus, para Seu louvor e glória; seres com propósito, com destino, um destino de glória e honra, ao lado d’Ele.


- É possível harmonizar a ciência com a religião? Como é que cada uma delas pode contribuir na busca da verdade?

Sem dúvida. A ciência é uma dádiva de Deus. Ela existe para minimizar os males causados pela queda do homem, e que se agravam a cada dia que passa. A ciência pura e verdadeira deve ser exercida para o bem do homem e a preservação da obra do nosso Criador. Deve ser usada também para que o homem, imagem e semelhança de Deus, tenha a oportunidade de criar, de influenciar, de mudar um pouco o curso deste mundo. A ciência mostra que Deus existe, mas as religiões apresentam-nos formas de nos relacionarmos com deuses ou com o Deus verdadeiro. Cabe a nós, cientistas, remover da ciência a religião naturalista que dela se apoderou e exercer uma ciência desvinculada de amarras religiosas de qualquer tipo. E cabe aos religiosos a busca do Deus verdadeiro e a observância dos Seus mandamentos.


- Por que é que o naturalismo filosófico tem tanta força no meio científico hoje, quando sabemos que os fundadores do método científico tiveram boa convivência com a fé?

Em determinado momento do desenvolvimento da ciência, baseado em informações imprecisas e incompletas, percebeu-se que a ciência poderia ser o berço do nascimento de uma religião conhecida hoje como naturalismo. Essa “religião” prega que a vida é obra de um “deus trino” (o acaso, o tempo e as mutações) e teve sua génese numa explosão cósmica, o Big Bang. Infelizmente, isso ocorreu de uma forma intensa, e muitos têm-se convertido a essa crença. Mas Deus, que até hoje “deu corda”, que com ela confundiu os sábios deste mundo, cansou-Se dessa situação e está a reverter tudo e a restabelecer a verdade, livrando a ciência – que tanto bem tem trazido a todos nós – desse empecilho que prejudica um avanço científico ainda maior.


- A controvérsia entre criacionismo e evolucionismo está a crescer e a ganhar cada vez mais espaço na mídia. A que o senhor atribui essa tendência e onde é que isso vai parar?

Deus, que durante 150 anos “deu corda”, resolveu dar um basta! O vento está a soprar, e o castelo de areia naturalista vai cair.


Fonte: http://www.iqc.pt/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=1074


Link relacionado:
- Biólogos querem reforçar ensino da evolução
Preocupados com a disseminação de teorias criacionistas por "alguns cientistas", eles pedem a criação de um núcleo temático na USP
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,biologos-querem-reforcar-ensino-da-evolucao,866626,0.htm

O Vazio Existencial de Grazi Massafera



Li – não com surpresa – a declaração da atriz Grazi Massafera, 29, que chegou a um ponto em que conquistou todos os sonhos da família e acabou ficando vazia. “Daí tive que fazer terapia”, disse à revista GQ Brasil.

Este vazio é existencial e está em todos nós , seja famoso, rico, pobre ou artista. Segundo Agostinho, séc. III, é um vazio que só Deus pode preencher. Ele é infinito. Logo, fama, sucesso, dinheiro, pessoas, enfim, nada disso pode preencher esta lacuna.

Riqueza e fama não são garantias de felicidade. Apenas corroboram para realizações de plano humanos que não ultrapassam a linha da materialidade.

Em países ditos de primeiro mundo é crescente o número de suicídios e em muito por conta da solidão e deste vazio que não é trabalhado em nossa sociedade. A Espanha registra um crescimento de 60% no caso de pessoas que põe fim à própria existência.

Mas Deus pode, e é o Único que pode preencher este vazio. Fica a dica.
Fonte: O Povo Online.

Os 5 Arrependimentos Mais Frequentes das Pessoas em seus Leitos de Morte



1. “EU NÃO QUERIA TER TRABALHADO TANTO.”

2. “EU QUERIA TER TIDO MAIS CONTATO COM MEUS AMIGOS.”

3. “EU QUERIA TER ME PERMITIDO SER MAIS FELIZ.”

4. “EU QUERIA TER TIDO A CORAGEM DE EXPRESSAR MEU VERDADEIRO EU.”

5. “EU QUERIA TER VIVIDO UMA VIDA FIEL AOS MEUS SONHOS,
EM VEZ DE FAZER O QUE OS OUTROS ESPERAVAM DE MIM
.”



Fonte:

- Jane McGonigal*: O jogo que pode lhe dar 10 anos a mais de vida    (VÍDEO MUITO INTERESSANTE!)

http://www.ted.com/talks/jane_mcgonigal_the_game_that_can_give_you_10_extra_years_of_life.html



* Quando a projetista de jogos Jane McGonigal se encontrou em cima de uma cama e com pensamentos suicidas depois de uma séria concussão na cabeça, ela teve uma ideia fascinante sobre como poderia melhorar seu estado: ela mergulhou na pesquisa científica e criou um jogo de cura, o "SuperBetter" ("SuperMelhor"). Nessa palestra tão tocante, Jane explica como um jogo pode estimular a resiliência** (física, mental, emocional e social) e promete adicionar mais tempo de vida para as pessoas.

** Resiliência = 1.Propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica; 2.Poder de recuperação; 3.Capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.

DNA Surpreende Cientistas

Cientistas descobriram uma segunda interpretação
no código genético humano
 Por Maurício M. Tadra

Cientistas descobriram uma espécie de segundo código oculto no DNA, contendo informações que podem mudar a percepção dos estudiosos sobre doenças degenerativas e outras mutações

Quanto mais a ciência avança, maior a precisão dos detalhes em descobertas que já foram feitas. A última novidade no mundo dos estudos biotecnológicos aponta que os cientistas conseguiram descobrir um segundo código praticamente implícito dentro dos filamentos de DNA (a inscrição que define as características de cada ser humano).

Essa nova informação pode mudar a maneira com a qual os estudiosos encaram as instruções contidas no código genético e como eles interpretam atualmente as mutações gênicas, que norteiam o senso de doenças e de organismos saudáveis.

A descoberta foi feita por uma equipe de pesquisadores liderada pelo Doutor John Stamatoyannopoulos, um renomado estudioso do genoma humano e ciências médicas da Universidade de Washington (EUA). E, mais do que rapidamente, os resultados foram publicados na edição de 13 de dezembro deste ano da revista Science, o que deve garantir uma visibilidade maior ao trabalho.
 
Códigos, genes e novas possibilidades


Essa descoberta é parte de um projeto chamado Encyclopedia of DNA Elements (“Enciclopédia dos Elementos do DNA”, em livre tradução), que também é conhecido como ENCODE. Esse trabalho visa descobrir onde e como as disposições das funções biológicas ficam armazenadas dentro do genoma humano.

Desde que o código foi descoberto (e decifrado) pela primeira vez em 1960, os cientistas sempre acreditaram que ele era usado exclusivamente para armazenar informações sobre proteínas. Assim, os estudiosos da Universidade de Washington ficaram atônitos ao descobrir que o genoma utiliza o código genético para registrar informações “em duas formas de escrita diferentes”.

A primeira delas realmente descreve como as proteínas devem ser feitas, enquanto a outra traz instruções sobre como as células devem controlar os genes. E uma dessas linguagens fica escrita de maneira sobreposta à outra, o que explica o porquê dessa novidade ter permanecido oculta aos olhos da ciência até os dias de hoje.
 
O que muda com isso?

“Por mais de 40 anos nós assumimos que as mudanças do DNA afetavam o cógido genético somente na forma como proteínas devem ser produzidas pelo corpo”, diz o Dr. Stamatoyannopoulos.

Ele continua: “Agora nós já sabemos que essa interpretação do genoma humano estava deixando de lado quase metade dos dados. Essas novas descobertas confirmam a teoria de que o DNA é uma fonte extremamente poderosa de armazenamento de informações, que foi explorada profundamente pela natureza das maneiras mais inesperadas”.

Até então, o código genético utiliza um alfabeto de 64 representações (ou letras) que são chamados códons. Entretanto, os pesquisadores descobriram que alguns desses códons, que eles chamaram de duons, podem ter dois significados diferentes. O primeiro deles diz respeito às sequências de proteínas, enquanto o segundo está ligado ao controle de genes.

Essa descoberta pode abrir portas enormes no diagnóstico e tratamento de vários tipos de doenças, incluindo diabetes, disfunções do sistema digestório e outras síndromes crônicas. Vamos torcer para que essas implicações sejam aplicadas o quanto antes, para que vidas possam ser salvas.


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