Os 2 Lobos
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Guilherme
, domingo, 6 de outubro de 2013 at 15:26, in
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Céu x Inferno
Há muitos anos atrás, havia um pregador itinerante que viajava de cidade em cidade entregando folhetos evangelísticos que enfatizavam a importância de se amar ao próximo.
Muitas vezes ele começava seus discursos contando a seguinte história:
"Meus caros amigos, minhas caras amigas. Uma vez eu tive uma visão, e nessa visão fui levado pela primeira vez para visitar o Céu e o Inferno. E agora irei lhes contar o que foi que eu vi.
No primeiro lugar em que estive, olhei e vi um inacreditável e estupendo banquete! Fileiras após fileiras de mesas, carregadas de travessas recheadas de comida suntuosa. Parecia que eu estava no paraíso! Mas o que mais me surpreendeu foi que as pessoas que estavam sentadas em torno dessas mesas estavam pálidas e muito magras, gemendo de fome!
Cheguei mais perto delas e finalmente entendi o que estava acontecendo. Cada uma delas, ao se aproximar do banquete, pegava uma colher para provar a comida mas não conseguia levá-la até a boca, pois em seus braços não havia cotovelos! Quebrou meu coração ter que ouvir aqueles torturantes gemidos de fome... Na verdade, aquele lugar onde eu estava não era o Céu, mas sim o Inferno!
Depois disso, fui levado para visitar o verdadeiro paraíso, localizado no Céu. Fiquei deveras surpreso ao ver outro inacreditável banquete, parecidíssimo com aquele outro que eu havia testemunhado instantes atrás. Fileiras após fileiras de longas mesas, cheias de comida. Mas à medida em que eu me aproximava, fui reparando que, ao contrário do Inferno, as pessoas deste lugar estavam todas contentes e satisfeitas, e conversavam umas com as outras a respeito do delicioso sabor daquela suntuosa refeição!
Quando cheguei bem perto, olhei com atenção para aquelas pessoas e fiquei surpreso ao descobrir que, também no Céu, ninguém conseguia dobrar os seus braços, pois lá eles também não tinham cotovelos! Mas então como é que eles conseguiam comer???
Enquanto isso, reparei que estavam chegando mais duas pessoas no Céu: um homem e uma mulher. Eles pareciam não se conhecer, mas ambos sentaram-se na mesma mesa e se prepararam para comer. O homem foi o primeiro, cravando a sua colher no prato diante deles. Ao se dar conta de que ele não conseguiria levar a comida até a sua própria boca, o homem estendeu a sua colher sobre a mesa e levou a comida até a boca daquela mulher que estava a sua frente! Depois ela, agradecida, retribuiu o favor, enchendo a sua própria colher e inclinando-se sobre a mesa para alimentar o seu benfeitor!
Parei para refletir sobre aquela situação que eu acabara de ver e de repente compreendi: mesmo que o Céu e o Inferno oferecessem as mesmas circunstâncias e condições, a diferença fundamental está na forma como as pessoas tratam umas às outras!
E o que foi que eu fiz, então? Voltei rapidamente até o Inferno, é claro, pra compartilhar aquela solução com as pobres almas que lá sofriam.
Chegando ao Inferno, parei na frente do primeiro homem faminto que encontrei e disse-lhe:
- Ei, você não tem que passar fome! Use sua colher para alimentar o seu vizinho, e ele certamente irá retribuir o favor e irá alimentá-lo também!!!
Ao que ele me respondeu:
- O quê? Você espera que eu alimente aquele homem detestável que está sentado próximo à minha mesa? Eu preferiria morrer de fome do que dar-lhe o prazer de comer!!! - disse o homem com raiva.”
"Meus caros amigos, minhas caras amigas. Uma vez eu tive uma visão, e nessa visão fui levado pela primeira vez para visitar o Céu e o Inferno. E agora irei lhes contar o que foi que eu vi.
No primeiro lugar em que estive, olhei e vi um inacreditável e estupendo banquete! Fileiras após fileiras de mesas, carregadas de travessas recheadas de comida suntuosa. Parecia que eu estava no paraíso! Mas o que mais me surpreendeu foi que as pessoas que estavam sentadas em torno dessas mesas estavam pálidas e muito magras, gemendo de fome!
Cheguei mais perto delas e finalmente entendi o que estava acontecendo. Cada uma delas, ao se aproximar do banquete, pegava uma colher para provar a comida mas não conseguia levá-la até a boca, pois em seus braços não havia cotovelos! Quebrou meu coração ter que ouvir aqueles torturantes gemidos de fome... Na verdade, aquele lugar onde eu estava não era o Céu, mas sim o Inferno!
Depois disso, fui levado para visitar o verdadeiro paraíso, localizado no Céu. Fiquei deveras surpreso ao ver outro inacreditável banquete, parecidíssimo com aquele outro que eu havia testemunhado instantes atrás. Fileiras após fileiras de longas mesas, cheias de comida. Mas à medida em que eu me aproximava, fui reparando que, ao contrário do Inferno, as pessoas deste lugar estavam todas contentes e satisfeitas, e conversavam umas com as outras a respeito do delicioso sabor daquela suntuosa refeição!
Quando cheguei bem perto, olhei com atenção para aquelas pessoas e fiquei surpreso ao descobrir que, também no Céu, ninguém conseguia dobrar os seus braços, pois lá eles também não tinham cotovelos! Mas então como é que eles conseguiam comer???
Enquanto isso, reparei que estavam chegando mais duas pessoas no Céu: um homem e uma mulher. Eles pareciam não se conhecer, mas ambos sentaram-se na mesma mesa e se prepararam para comer. O homem foi o primeiro, cravando a sua colher no prato diante deles. Ao se dar conta de que ele não conseguiria levar a comida até a sua própria boca, o homem estendeu a sua colher sobre a mesa e levou a comida até a boca daquela mulher que estava a sua frente! Depois ela, agradecida, retribuiu o favor, enchendo a sua própria colher e inclinando-se sobre a mesa para alimentar o seu benfeitor!
Parei para refletir sobre aquela situação que eu acabara de ver e de repente compreendi: mesmo que o Céu e o Inferno oferecessem as mesmas circunstâncias e condições, a diferença fundamental está na forma como as pessoas tratam umas às outras!
E o que foi que eu fiz, então? Voltei rapidamente até o Inferno, é claro, pra compartilhar aquela solução com as pobres almas que lá sofriam.
Chegando ao Inferno, parei na frente do primeiro homem faminto que encontrei e disse-lhe:
- Ei, você não tem que passar fome! Use sua colher para alimentar o seu vizinho, e ele certamente irá retribuir o favor e irá alimentá-lo também!!!
Ao que ele me respondeu:
- O quê? Você espera que eu alimente aquele homem detestável que está sentado próximo à minha mesa? Eu preferiria morrer de fome do que dar-lhe o prazer de comer!!! - disse o homem com raiva.”
Naquele instante, finalmente entendi a sabedoria de Deus ao separar aqueles que são digno de ir para o Céu daqueles que merecem realmente ir para o Inferno!
Extraído e adaptado da Parábola das Colheres Compridas.
Islâmicos matam 40 alunos em faculdade nigeriana
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Guilherme
, domingo, 29 de setembro de 2013 at 20:07, in
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Nigéria,
terror islâmico,
terrorismo,
western education is sin
Ao menos quarenta estudantes foram mortos neste domingo (29/09/2013) por membros do grupo islamita Boko Haram, que atacaram o dormitório de uma faculdade do noroeste da Nigéria, segundo uma fonte médica.
O ataque deste domingo, o último de uma longa lista dos últimos quatro anos, aconteceu na Faculdade de Agricultura de Gubja (30 km de Damataru, capital do estado de Yobe).
"Recebemos 40 corpos que foram levados para o necrotério após o ataque", declarou um funcionário do hospital de Damaturu, que não quis se identificar.
Segundo o porta-voz militar do estado de Yobe, Lazarus Eli, terroristas do Boko Haram entraram na faculdade e dispararam contra os estudantes" que dormiam.
A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, condenou o que chamou de "horrível ataque terrorista".
O estado de Yobe tem sido palco de violentos ataques nos últimos meses contra instituições de ensino que não seguem os preceitos do Islã, todos imputados ao Boko Haram.
O pior ataque aconteceu em julho na cidade de Mamudo, onde islamitas lançaram explosivos e dispararam contra os estudantes, matando 41 pessoas.
O Boko Haram - cujo nome significa 'a educação ocidental é pecado' - reivindicou nos últimos quatro anos uma série de ataques contra escolas e universidades.
Em junho, os insurgentes mataram sete alunos e dois professores em Damataru.
Yobe é um dos três estados dos noroeste da Nigéria onde o Exército realiza uma ofensiva desde meados de maio contra o grupo de insurgentes.
Segundo o exército, os recentes ataques contra estabelecimentos escolares mostra o "desespero" do grupo islamita, que "só é capaz de atacar alvos fáceis".
O ministério da Defesa assegurou que a ofensiva de maio contra o Boko Haram havia "dizimado o grupo" e dispersado seus membros.
Contudo, o sucesso desta ofensiva militar é duvidoso.
Assim, insurgentes do Boko Haram, usando uniforme militar, mataram 142 pessoas em setembro na cidade de Benisheik, no estado de Borno.
O Boko Haram também ataca milícias de autodefesa, que apoiam o exército.
As autoridades decretaram estado de emergência no noroeste do país em 14 de maio.
As ligações telefônicas foram cortadas em grande parte da região, impedindo os civis alertarem as autoridades em caso de ataque.
Nesta região, os atentados contra igrejas, principalmente durante a missa de domingo, se tornaram frequentes.
O Boko Haram reivindica a criação de um Estado islâmico no norte da Nigéria, majoritariamente muçulmano, ao contrário do sul, majoritariamente cristão.
Os ataques do grupo extremista e a repressão das forças de segurança deixaram ao menos 3.600 mortos desde 2009, segundo a ONG Human Rights Watch.
O ataque deste domingo, o último de uma longa lista dos últimos quatro anos, aconteceu na Faculdade de Agricultura de Gubja (30 km de Damataru, capital do estado de Yobe).
"Recebemos 40 corpos que foram levados para o necrotério após o ataque", declarou um funcionário do hospital de Damaturu, que não quis se identificar.
Segundo o porta-voz militar do estado de Yobe, Lazarus Eli, terroristas do Boko Haram entraram na faculdade e dispararam contra os estudantes" que dormiam.
A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, condenou o que chamou de "horrível ataque terrorista".
O estado de Yobe tem sido palco de violentos ataques nos últimos meses contra instituições de ensino que não seguem os preceitos do Islã, todos imputados ao Boko Haram.
O pior ataque aconteceu em julho na cidade de Mamudo, onde islamitas lançaram explosivos e dispararam contra os estudantes, matando 41 pessoas.
O Boko Haram - cujo nome significa 'a educação ocidental é pecado' - reivindicou nos últimos quatro anos uma série de ataques contra escolas e universidades.
Em junho, os insurgentes mataram sete alunos e dois professores em Damataru.
Yobe é um dos três estados dos noroeste da Nigéria onde o Exército realiza uma ofensiva desde meados de maio contra o grupo de insurgentes.
Segundo o exército, os recentes ataques contra estabelecimentos escolares mostra o "desespero" do grupo islamita, que "só é capaz de atacar alvos fáceis".
O ministério da Defesa assegurou que a ofensiva de maio contra o Boko Haram havia "dizimado o grupo" e dispersado seus membros.
Contudo, o sucesso desta ofensiva militar é duvidoso.
Assim, insurgentes do Boko Haram, usando uniforme militar, mataram 142 pessoas em setembro na cidade de Benisheik, no estado de Borno.
O Boko Haram também ataca milícias de autodefesa, que apoiam o exército.
As autoridades decretaram estado de emergência no noroeste do país em 14 de maio.
As ligações telefônicas foram cortadas em grande parte da região, impedindo os civis alertarem as autoridades em caso de ataque.
Nesta região, os atentados contra igrejas, principalmente durante a missa de domingo, se tornaram frequentes.
O Boko Haram reivindica a criação de um Estado islâmico no norte da Nigéria, majoritariamente muçulmano, ao contrário do sul, majoritariamente cristão.
Os ataques do grupo extremista e a repressão das forças de segurança deixaram ao menos 3.600 mortos desde 2009, segundo a ONG Human Rights Watch.
Fonte: Portal Terra.
Link relacionado;
- Alunos nigerianos foram separados em grupos antes de serem mortos em ataque
- Alunos nigerianos foram separados em grupos antes de serem mortos em ataque
Estudo questiona inteligência "inferior" do Neandertal
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Guilherme
, quinta-feira, 26 de setembro de 2013 at 19:57, in
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Neandertal,
Neanderthal
Equipe da UFRGS mapeou dezenas de genes que podem ser importantes para as capacidades mentais.
Quais foram os genes responsáveis por moldar a inteligência privilegiada do homem moderno, permitindo que ele vencesse a disputa evolutiva com "primos" mais arcaicos, como os neandertais? A resposta, dizem cientistas brasileiros, talvez seja "POUCOS" ou "NENHUM".
Numa série de trabalhos apresentados nesta semana no Congresso Brasileiro de Genética, em Águas de Lindoia (SP), uma equipe da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) mapeou dezenas de genes que podem ser importantes para as capacidades mentais.
Compararam, então, a "receita" bioquímica presente nas versões humanas dos genes com as do genoma dos neandertais e denisovanos (misteriosos humanos arcaicos que viveram na Sibéria).
Resultado: as diferenças são NULAS ou MUITO SUTIS, resume Maria Cátira Bortolini, geneticista da UFRGS e uma das coordenadoras do grupo.
"Elas não seriam suficientes para explicar grandes diferenças entre as espécies, de modo que ELAS SERIAM VIRTUALMENTE IGUAIS A NÓS EM QUASE TUDO, incluindo as habilidades cognitivas. Enfim, é algo controverso e contrário à visão de que a diferença cognitiva teria sido a causa de sua extinção", diz Maria Cátira.
O estudo, cuja primeira autora é Vanessa Paixão-Côrtes, está na revista "American Journal of Human Biology".
O trabalho da equipe gaúcha foi facilitado pela publicação, nos últimos anos, da sequência completa do genoma dos neandertais e dos hominídeos de Denisova.
Os pesquisadores se concentraram em 162 genes possivelmente associados ao desenvolvimento cognitivo ou cerebral.
Eles compararam as versões desses genes presentes nos três hominídeos com as equivalentes em chimpanzés --a ideia era ter uma base para saber qual seria a "condição ancestral" desses genes, levando em conta que, do ponto de vista cognitivo, os chimpanzés estariam mais próximos do ancestral comum dos hominídeos.
A comparação mostrou que quase todas as alterações em relação a esse padrão ancestral estão presentes tanto entre nós quanto entre nossos parentes extintos. As características em questão envolvem genes que guiariam a formação de conexões entre neurônios e outros ligados à destreza manual.
AMBIENTE E CULTURA
Por que, então, o Homo sapiens prevaleceu? Por um lado, a resposta é que ao menos alguns hominídeos arcaicos se uniram aos humanos modernos, e essa mestiçagem deixou marcas nos genomas das pessoas de hoje.
Por outro lado, diz Cátira, fatores ambientais e culturais podem ter sido mais importantes. Ela lembra que, em muitos lugares, populações de humanos modernos continuaram usando ferramentas de pedra simples por milênios, por estarem isoladas e sem estímulo ambiental que favorecesse a inovação.
Alguns arqueólogos estimam que a densidade populacional dos neandertais era baixa, o que favoreceria esse isolamento --e poderia ter deixado esse povo mais vulnerável às variações ambientais do fim da Era do Gelo.
Para a pesquisadora da UFRGS, se eles tivessem conseguido escapar desse "gargalo" e chegado ao período de clima mais estável dos últimos 10 mil anos, poderiam até ter adotado a agricultura e desenvolvido civilizações.
Ou seja, tirando-se os rótulos, os homens da antiguidade eram pessoas normais, com a inteligência parecida com a nossa (e não semelhantes a macacos, como alguns cientistas costumam imaginar e tentar retratar...).
Quais foram os genes responsáveis por moldar a inteligência privilegiada do homem moderno, permitindo que ele vencesse a disputa evolutiva com "primos" mais arcaicos, como os neandertais? A resposta, dizem cientistas brasileiros, talvez seja "POUCOS" ou "NENHUM".
Numa série de trabalhos apresentados nesta semana no Congresso Brasileiro de Genética, em Águas de Lindoia (SP), uma equipe da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) mapeou dezenas de genes que podem ser importantes para as capacidades mentais.
Compararam, então, a "receita" bioquímica presente nas versões humanas dos genes com as do genoma dos neandertais e denisovanos (misteriosos humanos arcaicos que viveram na Sibéria).
Resultado: as diferenças são NULAS ou MUITO SUTIS, resume Maria Cátira Bortolini, geneticista da UFRGS e uma das coordenadoras do grupo.
"Elas não seriam suficientes para explicar grandes diferenças entre as espécies, de modo que ELAS SERIAM VIRTUALMENTE IGUAIS A NÓS EM QUASE TUDO, incluindo as habilidades cognitivas. Enfim, é algo controverso e contrário à visão de que a diferença cognitiva teria sido a causa de sua extinção", diz Maria Cátira.
O estudo, cuja primeira autora é Vanessa Paixão-Côrtes, está na revista "American Journal of Human Biology".
O trabalho da equipe gaúcha foi facilitado pela publicação, nos últimos anos, da sequência completa do genoma dos neandertais e dos hominídeos de Denisova.
Os pesquisadores se concentraram em 162 genes possivelmente associados ao desenvolvimento cognitivo ou cerebral.
Eles compararam as versões desses genes presentes nos três hominídeos com as equivalentes em chimpanzés --a ideia era ter uma base para saber qual seria a "condição ancestral" desses genes, levando em conta que, do ponto de vista cognitivo, os chimpanzés estariam mais próximos do ancestral comum dos hominídeos.
A comparação mostrou que quase todas as alterações em relação a esse padrão ancestral estão presentes tanto entre nós quanto entre nossos parentes extintos. As características em questão envolvem genes que guiariam a formação de conexões entre neurônios e outros ligados à destreza manual.
AMBIENTE E CULTURA
Por que, então, o Homo sapiens prevaleceu? Por um lado, a resposta é que ao menos alguns hominídeos arcaicos se uniram aos humanos modernos, e essa mestiçagem deixou marcas nos genomas das pessoas de hoje.
Por outro lado, diz Cátira, fatores ambientais e culturais podem ter sido mais importantes. Ela lembra que, em muitos lugares, populações de humanos modernos continuaram usando ferramentas de pedra simples por milênios, por estarem isoladas e sem estímulo ambiental que favorecesse a inovação.
Alguns arqueólogos estimam que a densidade populacional dos neandertais era baixa, o que favoreceria esse isolamento --e poderia ter deixado esse povo mais vulnerável às variações ambientais do fim da Era do Gelo.
Para a pesquisadora da UFRGS, se eles tivessem conseguido escapar desse "gargalo" e chegado ao período de clima mais estável dos últimos 10 mil anos, poderiam até ter adotado a agricultura e desenvolvido civilizações.
Fonte: Folha de S. Paulo.
Ou seja, tirando-se os rótulos, os homens da antiguidade eram pessoas normais, com a inteligência parecida com a nossa (e não semelhantes a macacos, como alguns cientistas costumam imaginar e tentar retratar...).
Uma Mensagem de Deus Para Salvar os "Peixinhos"...
Postado por
Guilherme
, segunda-feira, 9 de setembro de 2013 at 20:44, in
Vou dar um testemunho do que aconteceu comigo, por ficar postando vídeos e outros tipos de posts, falando mal dos pastores que, na minha opinião e na opinião de muitos crentes, são enganadores e envergonham o Evangelho.
Bom... Eu comecei a postar vídeos onde mostravam certos pastores fazendo barganhas nos púlpitos, pregando um evangelho de mentiras e outras coisas mais que entristecem ao Senhor. Eu evangelizava todos os dias pela internet para quase mil pessoas e, logo em seguida, eu passava a postar os vídeos onde determinados pastores davam maus testemunhos, barganhando nos púlpitos para seus próprios interesses.
Certo dia, eu tive o seguinte sonho: sonhei que caminhava por uma estrada de terra, segurando um saco preto, desses que se coloca lixo, cheio de água e com muitos peixinhos dentro.
De repente, o saco escapuliu da minha mão e a água que estava dentro escorreu para a terra, levando todos os peixinhos. Desesperei-me e comecei a catar os peixinhos na tentativa de salvá-los, já que a água secaria porque a estrada era de terra, e os peixinhos morreriam.
Tentei catar tudo, mas não consegui. Eles começaram a se debater porque a água secou. Consegui salvar só a metade dos peixinhos. Continuei caminhando, segurando o saco com um pouco só da água que restou, e a metade dos peixinhos. De repente eu acordei, e fiquei muito assustada.
Quando me levantei da cama, o Senhor me disse assim:
"Isso é o que está acontecendo todas as vezes que você posta aqueles vídeos, difamando os pastores. Você prega a minha Palavra para várias almas que estão sedentas, e quando elas estão recebendo a minha Palavra em seus corações, você posta os vídeos, e elas ao verem, desistem de me aceitarem, porque desanimam, ao verem os pastores envergonhando o meu evangelho. Ao mesmo tempo que você ganha almas pra mim, você também as perde. Não faça mais isso, apenas pregue o meu evangelho.
O saco preto de lixo é a sujeira que estão fazendo com o meu evangelho, e você está postando pra todo mundo ver.
Os peixinhos são as almas que você está ganhando. Os peixinhos se debatendo na terra são as almas que você ganhou e acabou perdendo, e os que você conseguiu recuperar são as almas que ainda restaram, porque não viram o que você postou.”
Bom... Eu comecei a postar vídeos onde mostravam certos pastores fazendo barganhas nos púlpitos, pregando um evangelho de mentiras e outras coisas mais que entristecem ao Senhor. Eu evangelizava todos os dias pela internet para quase mil pessoas e, logo em seguida, eu passava a postar os vídeos onde determinados pastores davam maus testemunhos, barganhando nos púlpitos para seus próprios interesses.
Certo dia, eu tive o seguinte sonho: sonhei que caminhava por uma estrada de terra, segurando um saco preto, desses que se coloca lixo, cheio de água e com muitos peixinhos dentro.
De repente, o saco escapuliu da minha mão e a água que estava dentro escorreu para a terra, levando todos os peixinhos. Desesperei-me e comecei a catar os peixinhos na tentativa de salvá-los, já que a água secaria porque a estrada era de terra, e os peixinhos morreriam.
Tentei catar tudo, mas não consegui. Eles começaram a se debater porque a água secou. Consegui salvar só a metade dos peixinhos. Continuei caminhando, segurando o saco com um pouco só da água que restou, e a metade dos peixinhos. De repente eu acordei, e fiquei muito assustada.
Quando me levantei da cama, o Senhor me disse assim:
"Isso é o que está acontecendo todas as vezes que você posta aqueles vídeos, difamando os pastores. Você prega a minha Palavra para várias almas que estão sedentas, e quando elas estão recebendo a minha Palavra em seus corações, você posta os vídeos, e elas ao verem, desistem de me aceitarem, porque desanimam, ao verem os pastores envergonhando o meu evangelho. Ao mesmo tempo que você ganha almas pra mim, você também as perde. Não faça mais isso, apenas pregue o meu evangelho.
O saco preto de lixo é a sujeira que estão fazendo com o meu evangelho, e você está postando pra todo mundo ver.
Os peixinhos são as almas que você está ganhando. Os peixinhos se debatendo na terra são as almas que você ganhou e acabou perdendo, e os que você conseguiu recuperar são as almas que ainda restaram, porque não viram o que você postou.”
"Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio SENHOR ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar."
(Romanos 14:4)
(Romanos 14:4)
Igreja Constrói Casas Para Ajudar Seus Membros Mais Necessitados
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Guilherme
, quinta-feira, 29 de agosto de 2013 at 18:55, in
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casas,
Dizimos,
Igreja,
Igreja investe dízimos e ofertas na construção de casas para membros sem moradia,
Jornal O CIDADÃO,
Ofertas,
solidariedade
“Fui amparada na hora que mais precisei, hoje tenho a segurança de um lar”,
disse Andréa Silva Rocha, beneficiada com uma das casas.
disse Andréa Silva Rocha, beneficiada com uma das casas.
Sargento da Polícia Militar da 25ª CIA em Cabo Frio, Fábio Mendonça é o pastor da Assembleia de Deus Ministério Lagoinha no bairro Outeiro, em Araruama. Uma congregação com cerca de 200 membros, que tem surpreendido a muitos revertendo dízimos e ofertas em moradias para membros em condições de vulnerabilidade social, sem nenhum tipo de custo. A igreja também possui dois veículos van, que servem para o transporte de membros que moram em localidades como Regamé, Km 30, Rio do Limão e Fazendinha.
Confira a seguir a entrevista com Pastor Fábio Mendonça:
JOC – Como surgiu o projeto?
Da observação e convivência com pessoas com dificuldades. Do desejo de assisti-las. A igreja a princípio se assustou com a ideia, mas eu tinha que ser o primeiro a mostrar que poderia acontecer. Na Polícia Militar eu trabalho com manutenção, usei minha experiência na área no projeto. Por isso, eu mesmo fiquei de frente, inclusive, ajudando a cavar a fundação das casas.
JOC – Qual o critério de escolha dos beneficiados?
A prioridade é o grau de dificuldades das pessoas.
JOC – O projeto já recebeu críticas?
Sim, alguns pastores me perguntaram se eu não estava “arrumando” muito trabalho. Se Deus pensasse no trabalho que o ser humano dá a Ele em relação à desobediência a seus princípios, não teria feito o mundo. Tudo que fazemos na vida pode nos gerar problemas, você não compra um carro, por exemplo, pensando que o pneu pode furar um dia, mas no benefício que você vai ter com o veículo.
JOC – Qual o maior desafio na concretização do projeto?
O maior desafio era não desperdiçar material e economizar com mão de obra. Foram construídas quatro casas em apenas quatro meses, os dízimos e ofertas foram revertidos para a obra. Além de mim, mais três pedreiros ajudaram na realização das construções trabalhando voluntariamente aos finais de semana.
JOC – A igreja ganhou ofertas para a construção das casas?
Não sou de pedir. Acredito que quando o trabalho é direito, o Espírito Santo se encarrega de mover o coração das pessoas ao desejo de ofertar. E assim foi: um membro doou mil tijolos, outro duas pias… E agora, estamos construindo mais quatro quitinetes, com o desafio de entregá-las até o dia 12 de outubro. Pois, hoje, temos duas senhoras alojadas na igreja, uma delas está no espaço onde eu atendia, meu gabinete pastoral e a outra na “salinha” das crianças.
JOC – Como é a administração do projeto?
É da igreja, assim como, a manutenção também é feita pela igreja. As pessoas assumiram o compromisso de cuidar das casas enquanto precisarem morar nelas e nós administramos isso.
JOC – O senhor possui projeto político?
Não. Se eu estiver fazendo isso na intenção de ser candidato o trabalho é em vão, não tenho interesse político nenhum.
JOC – Quais suas considerações finais?
As igrejas devem ficar mais atentas à necessidade do povo. Sejam elas materiais ou espirituais. Há igrejas em que a maioria dos membros não possui necessidades financeiras, mas sempre há os que precisam de ajuda espiritual e aqueles que precisam de ajuda material.
A igreja Assembleia de Deus Ministério Lagoinha fica na Rua Jacó do Bandolim, nº 30, no bairro Outeiro, em Araruama. Os cultos acontecem as quartas e sextas-feiras e aos domingos.
Irmãos Gêmeos - O Cético e o Lúcido
No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.
O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento.
- Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui.
- Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível.
- E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta.
- E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta.
- Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida.
- E, afinal de contas, a vida nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.
- E, afinal de contas, a vida nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo.
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