Alabaster Box

Frase...


... para Ler e Refletir:


“A liberdade de pensar em voz alta sobre determinados temas,
 sem medo de ser perseguido ou de ser morto,
 já foi perdida.”

(Sam Harris, escritor, filósofo e neurocientista ateu)

Projetos de Armas Americanas Foram Hackeados Pelos Chineses!

Violações fariam parte de uma ampla campanha chinesa de espionagem
das empresas terceirizadas de defesa

Oficiais dos Estados Unidos e empresas de defesa constataram que hackers chineses violaram redes que continham projetos de VÁRIOS sistemas de armas avançadas do governo americano, informou o jornal Washington Post nesta terça-feira. De acordo com um relatório preparado pelo Pentágono, as violações fariam parte de uma ampla campanha chinesa de espionagem das empresas terceirizadas de defesa e das agências do governo norte-americano.

O Conselho de Defesa da Ciência, um grupo consultivo de grande influência que conta com representantes do governo e especialistas civis, teria informado que os violadores recolheram dados de projetos de MAIS DE 20 SISTEMAS DE ARMAS.

De acordo com o jornal da capital americana, os sistemas que tiveram seus projetos roubados INCLUEM ALGUNS ELABORADOS PELAS MAIORES EMPRESAS TERCEIRIZADAS DA ÁREA DE DEFESA, incluindo a BOEING, a LOCKHEED MARTIN, a RAYTHEON e a NORTHROP GRUMMAN.

Entre os projetos vazados, estão navios e aviões de combate, além de sistemas de mísseis cruciais para a Europa, a Ásia e o Golfo Pérsico, tais como o avançado sistema de mísseis Patriot, os sistemas antimísseis Aegis, da Marinha, o caça F/A-18, o V-22 Osprey, o helicóptero Black Hawk e o caça F-35.

O relatório do Pentágono havia parado de acusar os chineses pelo roubo dos projetos, mas as conclusões ajudam a explicar o aumento dos avisos dos EUA ao governo chinês. O jornal divulgou que as conclusões fazem parte de uma seção que não havia sido revelada de um relatório confidencial preparado pelo Conselho de Defesa da Ciência. De acordo com o documento, a invasão fez com que a China conseguisse acesso a tecnologia avançada, o que poderia enfraquecer a vantagem militar americana no caso de um conflito entre as potências.

A versão pública do relatório, divulgada em janeiro, indica que os Estados Unidos estão mal preparados em caso de uma guerra cibernética de larga escala. Se o documento estiver correto, "significa que as Forças Armadas dos Estados Unidos estão menos eficientes e que os chineses estão mais eficientes. Isso mexe com a balança", afirmou James Lewis, especialista em cibersegurança do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

Lewis disse que não está claro quando a invasão ocorreu, mas observou que "as pessoas acordaram para a questão nos últimos dois anos e isso dificultou a situação. Entre 1999 e 2009, havia uma porta aberta para a (ciber) espionagem chinesa", explicou.

A China qualificou a notícia de infundada.

Ao mesmo tempo, a emissora de TV australiana ABC disse que hackers ligados à China se apropriaram das plantas da futura sede da Organização de Inteligência da Segurança da Austrália, que é a agência nacional de espionagem.

O ataque teria ocorrido pelos computadores de uma empreiteira, expondo não só a disposição física dos espaços como também a localização das redes de comunicação e computação, segundo a imprensa.

Questionado sobre isso, o porta-voz da chancelaria chinesa, Hong Lei, disse que a China é contra a ação de hackers.

Fonte: Correio do Povo e G1.


Link relacionado:
- (2008) Nos EUA, FBI prende quatro acusados de espionagem pró-China
- (2013) Hackers chineses acessaram segredos sobre armas dos EUA, diz jornal
- (2013) Projetos de armas americanas são hackeados por chineses



"E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, A FIM DE MATAREM A TERÇA PARTE DOS HOMENS.
E o número dos exércitos dos cavaleiros era de 200.000.000 (duzentos milhões); e ouvi o número deles.
E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre.
Por estes três foi morta A TERÇA PARTE DOS HOMENS, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas."

(Apocalipse 9:15-18)

Por que as folhas das árvores caem no outono?


Trata-se de uma estratégia programada no DNA delas pelo Criador para reduzir ao máximo o gasto de energia nos períodos em que as condições climáticas são desfavoráveis para a realização da fotossíntese*, assegurando dessa forma a sua sobrevivência.

"Quando chega o outono e os dias começam a ficar mais curtos, a natureza está sinalizando às árvores que chegou o momento de modificar algumas de suas características", afirma o biólogo Gilberto Kerdauy, da USP.


Com menos luz solar, a primeira alteração é parar de produzir clorofila, a substância responsável pela absorção do gás carbônico e sua transformação em carboidratos, usados na geração de energia para a planta. Com a diminuição da clorofila, as folhas das árvores tornam-se amareladas ou avermelhadas.

A planta começa, então, a produzir um hormônio chamado ácido abscísico. Ele se acumula na base da haste das folhas, o pecíolo, matando as células daquela região. O pecíolo acaba se rompendo e a folha cai, sem precisar mais ser alimentada pela árvore, que pode, então, usar essa energia para seu próprio aquecimento.


* Fotossíntese = A fotossíntese é um processo biológico realizado pelas plantas e outros organismos, como as algas, em que ocorre a transformação da energia luminosa em energia química, com o objetivo de suprir as necessidades metabólicas necessárias para o crescimento e reprodução destes seres vivos.

Link relacionado:

Gafanhoto inspira microrrobôs voadores


Michelson Borges

Certa vez, ouvi numa palestra que o besouro não poderia voar por desobedecer às leis da aerodinâmica. Mas como ele não sabia disso, voava assim mesmo.
 
Isso era usado como exemplo de superação e de que não devemos dar ouvidos aos que dizem que determinada tarefa é impossível. Claro que a lição é importante, mas a comparação com o besouro não mais poderá ser feita.
 
 
Quem ajudou a jogar por terra o famoso “paradoxo do besouro” foi o Dr. John Young, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. Ele afirma que a moderna aerodinâmica já é capaz de modelar com precisão o voo dos insetos.


Para chegar a essa conclusão, Young estuda os gafanhotos. Ele quer saber como esses bichinhos conseguem voar distâncias tão grandes, indo de um continente a outro, mesmo dispondo de uma reserva de energia mínima. A intenção é utilizar esse conhecimento para construir microrrobôs voadores mais eficientes.
 

Quando querem testar a aerodinâmica de veículos, os técnicos os colocam em túneis de vento. Young e sua equipe fizeram a mesma coisa: construíram um túnel de vento para decodificar os segredos aerodinâmicos do gafanhoto.
 
As informações coletadas foram suficientes para criar um modelo de computador que recria com precisão o fluxo de ar, o empuxo e a sustentação gerados pelo complexo movimento das asas dos gafanhotos.
 
Young disse que “as asas [do gafanhoto] delicadamente estruturadas, com seus contornos e curvas, e superfícies estriadas e enrugadas, estão muito além do melhor que se pode conseguir com as asas de um avião.”

Em um teste, os pesquisadores removeram as rugosidades e as curvas e mantiveram os contornos. Noutro, eliminaram todas as rugosidades e estrias, simulando asas com o mesmo formato das asas dos insetos, mas totalmente lisas.
 
Os resultados mostraram que os modelos simplificados produzem sustentação, mas são muito menos eficientes, exigindo muito mais energia para voar.



 Conclusão: as asas do gafanhoto são resultado de um design bastante inteligente.


Sobre o Kit Gay


Pra quem não chegou a conhecer, aí vai um dos exemplares do KIT GAY que o Governo Federal queria distribuir nas escolas do Brasil, com apoio da UNICEF, da UNESCO, do Ministério da Saúde e principalmente do Ministério da Educação:

http://www.unicef.org/brazil/pt/O_Caderno_das_Coisas_Importantes.pdf


Reparem nos seguintes detalhes:

- Na página 8, encontramos apologia à masturbação masculina.

- Na página 9, falam sobre tamanho e formato de pênis e seios ("aproveitar o que cada um tem de melhor"...).

- Na página 10, apologia à masturbação feminina e ao beijo na boca (pra "queimar calorias"...).

- Na página 11, apologia ao sexo entre crianças ("o momento certo para introduzir o preservativo na nossa relação"...).

- Na página 12: se uma transa pode acontecer a qualquer momento, então as crianças devem se preparar guardando camisinhas (inclusive as meninas...).

- Na página 15, comentam sobre a possível localização do ponto G nas mulheres.

- Na página 16, o desfecho final: apologia descarada à homossexualidade, recomendando às crianças que assistam diversos filmes relacionados principalmente à temática gay.

Os filmes recomendados (e seus respectivos conteúdos) são os seguintes:

* Para o Resto de Nossas Vidas (AIDS, NUDEZ FRONTAL MASCULINA, HOMOSSEXUALISMO)

* Será Que Ele É? (HOMOSSEXUALISMO)

* Priscila, a Rainha do Deserto (TRAVESTIS)

* Beijando Jessica Stein (LÉSBICAS)

* Meu Querido Companheiro (AIDS, NUDEZ FRONTAL MASCULINA, HOMOSSEXUALISMO)

* Meu Amor de Verão (LÉSBICAS)

* Somente Elas (CASAMENTO HETEROSSEXUAL FRACASSADO, MARIDO VIOLENTO E TRAFICANTE, FUGA COM AMIGA LÉSBICA)

* Procura-se Amy (SEXO GRUPAL, LESBIANISMO)

* Cazuza (AIDS, BISSEXUALIDADE E DROGAS)

* Três Formas de Amar (SEXO GRUPAL, BISSEXUALIDADE)

* A Cura (AIDS)

* Billy Elliot (Menino prefere usar sapatilhas de balé do que luvas de boxe, recusa o beijo de uma garota e seu melhor amigo adora se vestir de mulher!)

* Philadelphia (AIDS, HOMOSSEXUALISMO)

* A Gaiola das Loucas (TRAVESTISMO) e

* Diário de um Adolescente (DROGAS).

Ps: E foi graças à indignação do Dep. Jair Bolsonaro, que botou a boca o trombone, que a presidenta Dilma obrigou os aloprados do Ministério da Educação a cancelarem a distribuição dos tais kits.

Rio de Janeiro x Velho Oeste


Como o Rio lida com assassinos x Como o Velho Oeste lidava com eles


Apesar do título, a cidade do Rio de Janeiro nada tem a ver com o Velho Oeste americano. Não que não houvesse violência no Velho Oeste. Havia, mas não tanto quanto se vê no Rio em pleno século XXI.

A injustiça que abunda no Rio não abundava no Velho Oeste. Tal qual no Rio, todos os criminosos do Velho Oeste portavam armas para seus crimes. Mas, muito diferente do Rio, no Velho Oeste TODOS portavam armas, de modo que para atacar o inocente, o criminoso precisava ser bastante astuto para não acabar liquidado.


Os criminosos do Rio atacam suas vítimas na confiança de que o Estado tenha feito seu trabalho sujo de desarmar a população, garantindo assim total insegurança para as vítimas e total segurança para os assassinos.


No Rio moderno, o assassino escapa muitas vezes impune. Para o criminoso do Velho Oeste, o Rio seria um lugar verdadeiramente maravilhoso, pois a impunidade que reina no Rio não reinava no Velho Oeste. O assassino americano era rapidamente julgado e enforcado. Quando fugia, era perseguido pelo xerife e cidadãos prontos para garantir que o assassino pagasse com sua vida a vida que ele tirou.



Quando o criminoso fugia para lugar desconhecido, sua cabeça era colocada a prêmio, que significava que qualquer pessoa que o achasse ou matasse receberia um prêmio em dinheiro.




A ética de defesa pessoal para o cidadão e pena capital para os assassinos era no Velho Oeste sustentada nos princípios da Bíblia. A ética protestante (ou evangélica) governava majoritariamente a sociedade americana no século XIX. Os inocentes tinham a Bíblia numa mão e o revólver na outra.

 
No Rio, embora o número de evangélicos e cristãos seja enorme, não existe ética que influencie as leis a dar aos cidadãos o direito de se defender nem tire do criminoso sua existência de atividades assassinas.

No Brasil em geral e no Rio em particular, na mão os inocentes só podem ter a Bíblia, ficando nas mãos de todos os assassinos os revólveres, fuzis, metralhadoras, etc.
No Velho Oeste, os criminosos eram enfrentados a bala pelos próprios cidadãos, que tinham seus rifles prontos para fazer feroz resistência ao crime.


No Rio, os cidadãos se escondem das balas quando conseguem. Quando não conseguem, são atingidos, até mesmo por balas perdidas.


No Velho Oeste, bastava apenas um assassinato para o criminoso — fosse adulto ou adolescente — ganhar a forca. Não havia ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) nem defensores dos direitos dos bandidos.

No Rio, os criminosos disputam quem mata mais, e assassinos adolescentes nunca ganham cadeia, tendo garantidos seus direitos pelo ECA de matarem quantos cidadãos quiserem.



 Aos 18 anos, o ECA lhes garante soltura da instituição de reabilitação, com ficha totalmente limpa, como se eles nunca tivessem matado uma mosca em toda a vida.

Não é de se estranhar então que, no Rio, haja muitos defensores dos direitos dos bandidos, fartamente pagos com dinheiro de impostos?
No Velho Oeste, o bandido tinha de pensar duas vezes antes de atacar um inocente, para não acabar ele próprio com uma bala no meio da testa. No Rio, o bandido não precisa pensar, pois só suas vítimas acabam com uma bala no meio da testa.
No Velho Oeste, a forca era o destino certo do assassino. No Rio, a morte é o destino das vítimas dos assassinos, que podem optar por forca, torturas e quaisquer outros sadismos que desejem aplicar às vítimas.


 
Entre o Velho Oeste e o Rio, eu preferiria o Velho Oeste. Lá pelo menos eu poderia me defender.
 

E tenho certeza de que ninguém do Velho Oeste escolheria o Rio, uma cidade verdadeiramente maravilhosa para todos os tipos de crimes.
O americano do Velho Oeste no Rio perderia automaticamente sua arma e seu direito de se defender e defender sua família, ficando completamente exposto aos criminosos muito bem armados.

Se num caso de agressão criminosa contra sua vida ele por “infelicidade” conseguisse tirar do criminoso sua arma e o executasse, ele seria automaticamente condenado pelos grupos de direitos humanos, sempre prontos a castigar qualquer ação dos cidadãos que conseguem despachar um criminoso.



Há também as redes de televisão, que denunciam qualquer atitude indelicada contra os criminosos, garantindo assim a segurança e os “direitos humanos” deles.




No Velho Oeste, havia igualdade. O bandido andava armado e atirava. Mas todos os cidadãos também andavam armados. Eram criminosos armados contra cidadãos armados.


No Rio, a desigualdade é total. Para imensa alegria dos bandidos, só eles andam armados. São criminosos fortemente armados contra uma população fortemente desarmada, onde o assassino se sente como raposa a solta no galinheiro. Esse galinheiro se chama Rio. Esse galinheiro também se chama Brasil.
 
Enquanto os assassinos do Rio torturam e matam inocentes, a vítima que consegue retribuir dez por cento ao criminoso é condenada como violadora de direitos humanos. O Rio assim virou um inferno.


Se o Velho Oeste fosse como o Rio, seria um inferno para os inocentes, e um lugar maravilhoso para os assassinos. Contudo, o Velho Oeste não era como o Rio, de modo que os caubóis diriam: "Ainda bem que não estamos no Rio!".
Por amor à justiça e aos inocentes, eu diria: "Que pena que o Rio não é como o Velho Oeste!"




Cientistas criam curativo revolucionário, inspirado em um verme parasita

O curativo "cama de pregos"
(Imagem: Cortesia de Karplab no Brigham and Women's Hospital,
 Michelle Roberts

Cientistas americanos desenvolveram um curativo coberto com agulhas microscópicas, dispostas como em uma "cama de pregos" para cicatrizar cortes de cirurgias.

O curativo, inspirado em um verme parasita que vive no intestino de peixes e que se agarra nas paredes do órgão usando espinhos parecidos com os do cacto, fixa enxertos de pele com firmeza sem precisar de pontos ou grampos.
Os criadores afirmam que o curativo é três vezes mais forte do que os materiais usados atualmente em pacientes com queimaduras.

Os cientistas, baseados na cidade de Boston e trabalhando no Brigham and Women's Hospital, afirmaram que o curativo de quatro centímetros quadrados também pode injetar medicamentos no paciente através de suas agulhas minúsculas.

O curativo já foi testado com sucesso em animais, segundo artigo divulgado na publicação científica Nature Communications.

Curativo também pode injetar medicamentos por agulhas
(Imagem: Cortesia de Karplab no Brigham and Women's Hospital,
Danos mínimos

A maioria dos curativos não consegue uma boa adesão à pele molhada. Grampos e pontos podem ajudar a fixar o curativo e também enxertos de pele, mas causam danos aos tecidos.

Para contornar este problema, o pesquisador Jeffrey Karp e sua equipe analisaram um verme parasita chamado Pomphorhynchus laevis.

Este parasita se fixa na superfície escorregadia do intestino de seu hospedeiro usando um sistema de agulhas microscópicas que perfuram a superfície e, quando são molhadas, incham e se prendem com firmeza aos pequenos furos que fizeram.

Estas agulhas minúsculas causam danos mínimos ao tecido em que se fixam mas, ainda assim, conseguem uma ótima fixação.

O curativo criado por Karp imita esta ação usando agulhas minúsculas de plástico com pontas que são rígidas enquanto estiverem secas. Mas, quando espetam tecido molhado, estas pontas incham.

"O design singular permite que as agulhas se prendam a tecidos moles com o mínimo de dano", afirmou Karp.

"Além disso, quando chega o momento de retirar o adesivo, comparado a grampos, há menos trauma aos tecidos, sangue e nervos e um risco menor de infecção", acrescentou.

Fonte: BBC.


"A glória de Deus está nas coisas encobertas; mas a honra dos reis, está em descobri-las."