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A Verdadeira Autoridade Espiritual

"Qualquer que entre vós quiser tornar-se grande,
será esse o que vos sirva." (Mc 10:43)

"Cristo ligou toda a autoridade na comunhão ao serviço fraternal. Autoridade espiritual autêntica só existe onde é cumprido o serviço de ouvir, servir, carregar e pregar.

Todo culto a uma pessoa, abrangendo qualidades excepcionais, capacidades, poderes e talentos extraordinários - ainda que sejam de ordem espiritual -, é mundano e não tem lugar na comunidade cristã, antes a envenena. O tão frequente anseio de nossos dias por 'figuras episcopais', 'pessoas sacerdotais', 'personalidade com autoridade' nasce, não raro, da necessidade espiritual mórbida de admirar seres humanos, de estabelecer autoridade humana visível, porque a autêntica autoridade de servir parece pequena demais.

Nada se opõe tanto a esse pensamento quano o texto de 1º Timóteo 3, onde o o bispo é retratado como homem simples e fiel, sadio na fé e na vida. Sua autoridade consiste no cumprimento do seu serviço. Não há o que admirar no homem em si.

'Quanto a vós não permitais que vos chamem Rabi, pois um só é vosso Mestre e todos vós são irmãos.' (Mateus 23:8)

Não é de personalidades brilhantes que uma comunidade precisa, mas de fiéis servidores de Jesus e dos irmãos. A questão da confiança espiritual, tão intimamente ligada à questão da autoridade, decide-se na fidelidade com que alguém cumpre o serviço de Jesus Cristo, e não nas qualidades extraordinárias de que dispõe.

A verdadeira autoridade pastoral só encontrará aquele servo de Jesus que não busca autoridade própria, mas que, sujeito à autoridade da Palavra, é um irmão entre irmãos."

Retirado do livro "Vida Em Comunhão",
de Dietrich Bonhoeffer, pg. 94
(Editora Sinodal)


O livro foi escrito em 1939, mas como é atual!


Homossexuais aliciam meninos para virarem transexuais em SP

Tráfico de adolescentes para prostituição homossexual
começa nas redes da internet

SÃO PAULO — Magro, cabelos compridos, short curto. M., 16 anos, abre o sorriso leve e ingênuo dos adolescentes quando perguntado se pode dar entrevista. O relógio marca 1h de sexta-feira. “M” é um garoto e está na calçada, numa das travessas da Avenida Indianópolis, conhecido ponto de prostituição de travestis e transexuais, escancarado em meio a casas de alto padrão do Planalto Paulista, na Zona Sul de São Paulo. A poucos passos, mais perto da esquina, está “K”, também de 16 anos.

Adolescente aliciado por redes homossexuais

“M” e “K” são a ponta do novelo que transformou São Paulo num centro de tráfico de adolescentes nos últimos cinco anos. Meninos a partir de 14 anos são aliciados no Ceará, no Rio Grande do Norte e no Piauí e, aos poucos, são transformados em mulheres para se prostituírem nas ruas de São Paulo e em países da Europa. Misturados a travestis maiores de idade, eles são distribuídos em três pontos tradicionais de prostituição transexual em São Paulo: além da Indianópolis, são encaminhados para a região da Avenida Cruzeiro do Sul, na Zona Norte, e Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista.

O primeiro contato é feito por meio de redes de relacionamento na internet. Uma simples busca por “casas de cafetina” leva os garotos a perfis de aliciadores homossexuais. Após o primeiro contato, pedem que o adolescente encaminhe uma foto por e-mail, para que seja avaliado. Se for considerado interessante e “feminino”, eles têm a passagem paga pelos aliciadores. Ao chegar a São Paulo, passam a morar em repúblicas de transexuais e a serem transformados. Recebem inicialmente megahair e hormônios femininos. Quando começam a faturar mais com os programas nas ruas, vem a oferta de prótese de silicone nos seios. Os escolhidos para ir à Europa chegam a ser “transformados” em tempo recorde, apenas cinco meses, para não perder a temporada na zona do euro.

É fácil identificar os adolescentes recém-chegados. Além do corpo típico da idade, eles têm seios pequenos, produzidos por injeção de hormônios, e megahair. Testados inicialmente na periferia, os meninos são distribuídos nos pontos de prostituição de acordo com a aparência. Os considerados mais bonitos recebem investimento mais alto e vão trabalhar na área nobre da cidade. Na Avenida Indianópolis, recebem R$ 70 por um programa no drive in e R$ 100 se o programa for em motel. Nos outros dois endereços, o valor é bem mais baixo: entre R$ 30 e R$ 50 no drive in e R$ 70 a R$ 80 em motel.

Menores evitam ruas principais

Não faltam interessados. A partir de 17h, homens homossexuais na faixa de 30 a 50 anos aproveitam o fim do expediente para, antes de seguir para casa, fazer programas rápidos com os transexuais na Indianópolis. Um furgão preto, com insulfilme, faz o transporte de vários transexuais. Mas, nesse horário de maior movimento, dificilmente os menores ficam à vista nas calçadas.

Por existirem há décadas, os pontos de prostituição de travestis são vistos com naturalidade pelos moradores de São Paulo, principalmente agora com leis anti-“homofobia” que punem a crítica ao homossexualismo. Se antes se podia criticar, agora nem isso. Afinal, o homossexualismo em São Paulo está sob a proteção do PSDB e parece que a prostituição homossexual está incluída nessa proteção.

Em geral, os transexuais adolescentes ficam nas travessas, atrás dos grupos de maiores de idade, que ficam quase nus e são extremamente imorais. Os dois grupos convivem bem com a vizinhança, exceto pelo constrangimento proporcionado pelos mais velhos (acima de 25 anos) sem roupa ou exibindo abertamente partes íntimas ou siliconadas.

Os adolescentes são mais discretos, menos siliconados e “montados”. Os implantes de silicone nos seios são menores, num apelo direcionado aos pedófilos. Eles usam saias e shorts curtinhos, como “M” e “K”, e podem muitas vezes ser confundidos com meninas.

Como na Indianópolis prostitutas e travestis dividem espaço, clientes são surpreendidos pela nova leva de jovens vindos de outros estados, de aparência cada vez menos óbvia.

“Y”, 19 anos, é um dos transexuais que fazem aumentar a confusão. Aos 15, foi levado a São Paulo pela rede homossexual de prostituição e pedofilia.

— A cafetina viu que eu era feminina e que ganharia muito dinheiro. Minha mãe assinou autorização para eu viajar, e vim de avião. Ficou preocupada, como toda mãe, mas deixou — conta.

Inicialmente, foi levado a trabalhar na Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista. Pagava R$ 20 pela diária na república, sem almoço.

— Quem não tivesse os R$ 20 tinha de voltar para a rua, não entrava enquanto não conseguisse — diz ele.

Mesmo sem ter sido transformado, já chamava atenção. Logo começou a faturar R$ 250 por dia. Aos 16 anos, recebeu “financiamento” para colocar prótese de silicone no seio. O implante foi feito por cirurgião plástico. Custou R$ 4 mil, mas “Y” teve de pagar R$ 8 mil à cafetina, pois não tinha dinheiro para quitar à vista.

“Y” diz que aceitou porque queria ficar feminina logo. Neste mercado, os seios são vistos como principal atributo. Quanto mais aparência de mulher, mais os clientes pagam. Agora, o jovem mora sozinha num flat e paga seu aluguel. Diz que divide o espaço da avenida tranquilamente e já não deve nada a ninguém. Faz entre seis e 10 programas de prostituição por noite, afirma, enquanto lança olhares às dezenas de carros que passam rente à calçada, aguarda possivelmente um cliente homossexual.



Link relacionado:
- Meninos são aliciados para virar transexuais em SP
http://oglobo.globo.com/pais/meninos-sao-aliciados-para-virar-transexuais-em-sp-3950782

Canoas: Adolescentes deixam a cidade para retiros espirituais

Fiéis da Igreja Batista Filadélfia buscam atividades
que envolvem lazer e religião.

Melissa Maschka/Da Redação - 15/2/2012 - 16:04

Canoas - Para muita gente o período de Carnaval, ao invés de festa, é tempo de reflexão, e por esse motivo, algumas religiões programam, nos quatro dias que seriam de folia, retiros espirituais para os seus fiéis.

Um desses casos é a Igreja Batista Filadélfia de Canoas que há 30 anos, desde a fundação da igreja, realiza os retiros de Carnaval. Conforme a secretária do templo Vanessa Corrêa, os seguidores da igreja não frequentam festas, por esse motivo, não se importam em não pular Carnaval. "Não ligamos, e por isso, aproveitamos este tempo do feriado para o lazer e a comunhão", diz Vanessa.

Os retiros da Igreja são divididos por idades: os adolescentes, entre 14 e 18 anos, participam do retiro no sítio Canaã, na cidade de Taquara. Já os jovens, a partir dos 18 anos, vão para Guaíba, no sítio Peniel, sendo que cada grupo possui atividades específicas, que têm mais a ver com os gostos de cada um.

Renovação e transformação

A estudante do 1º ano do Ensino Médio, Kelly Oliveira da Rosa, de 14 anos, participou pela primeira vez do retiro no ano passado e diz que a experiência foi melhor do que ela esperava. "Foram muito impactantes as conversas que tivemos com Deus. E o melhor de tudo foi desfrutar a companhia dos meus amigos", contou a garota, que está contando os dias para sábado, quando irá para o sítio.

Já a professora Crislaine de Souza Oliveira, 23, participa dos retiros de Carnaval há cinco anos e diz gostar muito. "A gente volta de lá renovado, transformado, com outro ânimo", afirma.

Fonte: Bah! Digital.

Perseguição Religiosa: Conselho de Psicologia inicia um processo de cassação contra Marisa Lobo

Conselho de Psicologia dá um prazo de 15 dias para que Marisa Lobo tire das redes sociais toda mídia que a vincule a sua fé cristã, estando ameaçada de cassação (a foto acima foi postada nas redes sociais e também virou motivo de perseguição)


No último dia 09 de fevereiro, às 11 horas da manhã, a psicóloga Marisa Lobo recebeu uma convocação para se apresentar ao Conselho Regional de Psicologia. O motivo seriam várias denúncias recebidas pelas redes sociais sobre seu exercício profissional.

Ao chegar ao conselho, Marisa Lobo tirou uma foto lendo a bíblia, dizendo estar lendo seu Manual de Ética enquanto aguardava.

Ao entrar no Conselho foi recebida por duas fiscais, que a colocaram a par das denúncias, todas feitas por ativistas gays, usuários de maconhas e ateus, que estavam se sentindo incomodados com a postura da mesma em se declarar psicóloga e cristã, por assumir em suas redes sociais que é cristã e pelos seus questionamentos de conteúdo do "kit gay".

As fiscais leram todo Código de Ética, reforçando que ela é muito conhecida e que sua posição fere o Conselho de Psicologia, induzindo pessoas a posições contrárias ao homossexualismo e a convicções religiosas.


Relato de Marisa Lobo

"Sobre a mesa colocaram xerox de recados de twitter, o que me deixou indignada: como poderia estar sendo chamada para discutir ética, por denúncias de ateus, militantes gays, canabistas sem base legal alguma e que claramente me perseguem pelas minhas posições de direito de professar minha fé? Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que, se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé.

Tentaram o tempo todo me vincular a homofobia, deixei claro que processaria todos eles, pois não sou homofóbica, nunca agredi ninguém, apenas tenho minhas opiniões, que foram claramente negadas a mim pelas fiscais. Me senti tolhida em meu direito de liberdade de expressão."


Frases que foram ditas pelas fiscais e que causaram indignação

"Você não tem o direito, não pode se dizer cristã e psicóloga ao mesmo tempo. É ferir o código de ética."
"Você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga."
"Você não pode se dizer psicóloga e cristã. Guarde sua fé pra você, não tem direito de externar para mídia."
"Você não pode dar declarações que induza pessoas a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs."
"Você não tem direito de dizer em público que ama gay, mas quer ter um filho hetero."
"Me questionaram que eu disse em uma palestra que não acredito em cura da dependência química sem Deus."


Continuação do relato da psicóloga Marisa Lobo

"Quando mandei que me dessem um exemplo de cura da dependência química só pela ajuda psicológica, ficaram em silêncio. Eu disse que conheço centenas de casos, falei das estatísticas das comunidades e serviços que trabalham a fé, e dos meus 15 anos de trabalho na área vendo os milagres da transformação, apenas por dar essa oportunidade às mães e usuários de saberem que existe um Deus que pode tirá-los desse lixo que a Psicologia não tem conseguido. Claro que a situação ficou mais crítica.

Entendi que a pessoa pode morrer na sua frente, mas você como psicólogo não pode, em nenhum momento, falar de Deus para a pessoa.

Contei o exemplo de uma mulher que entrou em meu consultório e me disse:

- Dê-me uma razão para viver, ou vou sair daqui e vou desistir da minha vida!!!

Eu dei: Deus, e ela está viva e bem até hoje.

E perguntei o que deveria ter feito, já que ela se tratava com psicólogos psiquiatras, tinha luto patológico, era depressiva suicida e não tinha vontade de viver: deveria deixá-la morrer então? A dar a ela a chance de acreditar que existe Deus, eternidade? Não souberam responder. Enrolaram e mudaram de assunto.

Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam:

- Não é isso, você pode ter sua fé, mas não pode externar. Guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência.

Deixei claro que não uso a religião para tratar meus pacientes. Não tenho nenhuma reclamação em 15 anos no conselho, eles sabem disso. Então não estava entendendo, por que tanto código de ética, se com meus pacientes nunca cometi um erro?

Sou uma cidadã livre, a Constituição me dá esse direito de professar minha fé, fora do meu consultório. Elas sempre debatiam, dizendo: 'como psicóloga não'.

Quando disse que então seria cassada, pois não negaria minha Fé, uma delas que disse:

- Você não precisa ser cassada, pode abandonar a Psicologia.

Disse que não abandonaria minha profissão, que não estou sozinha, que paguei caro pela minha formação, gastei anos da minha vida, e que não vou abandonar minha profissão, e que pago caro o conselho, também elas me responderam:

- Então deixe de falar de seu Deus de sua fé.

Eu enfrentei e disse: 'Vamos para o enfrentamento e cassação'.



Conforme texto abaixo, tenho 15 dias para tirar das redes sociais tudo que me ligue a religião.

VEJA A MINHA RESPOSTA ABAIXO:

NÃO NEGO MINHA FÉ. TENHO ORGULHO DE SER CRISTÃ. É MINHA IDENTIDADE.
TENHO QUE SER RESPEITADA POR ISSO. LIBERDADE DE EXPRESSÃO."





Comentário;

Por sermos cristãos, temos o dever de orarmos por essa mulher de coragem, a psicóloga Marisa Lobo, para que ela não seja impedida de trabalhar em prol das outras pessoas, não desanime e que não ceda às pressões daqueles que rejeitaram ao único Deus, sábio e poderoso, que criou os céus, a Terra e tudo o que nela existe.



"Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus."
(Jesus Cristo, segundo Mateus 10:33)

"Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!"
(Isaías 5:20)

"É inviolável a liberdade de consciência e de crença"
(Constituição Federal de 1988, artigo 5º, inciso VI)

Quem realmente está por trás das atrocidades na Síria?

A imprensa está contando apenas um lado da história

Aaron Klein

Predominam na mídia notícias acusando as forças do presidente sírio Bashar Assad de terem matado pelo menos 67 civis na fortaleza rebelde em Homs.

Essas notícias são as últimas acusações de que soldados e guardas de Assad estariam envolvidos em atrocidades em massa contra civis desarmados.

A grande maioria dessas notícias se apoia em alegações de ativistas locais e anônimos.

Muitas reportagens em língua inglesa sobre os eventos recentes na Síria examinadas pelo WND cometem negligência ao não citarem o lado sírio, que afirma que terroristas armados, incluindo islâmicos, forçaram as forças sírias a abrir fogo em áreas civis.

A Síria afirma também que os terroristas estão por trás do assassinato de civis.

Um grande número de notícias americanas e internacionais dos últimos meses examinado pelo WND quase uniformemente se recusa a noticiar o número de soldados que a Síria afirma terem sido mortos nos confrontos, contando apenas uma versão da história, a de que os soldados sírios estariam disparando em zonas civis e descartando a possibilidade de estarem lutando contra uma insurgência bem armada.

Um exemplo foram as acusações do último dia 8, de que as forças sírias teriam invadido Homs e matado 67 civis, incluindo três famílias em suas casas, supostamente por guardas leais a Assad.
Contudo, a Síria questionou abertamente o número e afirma que “terroristas armados” estavam por trás das mortes de civis.

O Syrian Arab News Agency (SANA), site de notícias do governo sírio em língua inglesa, noticiou que no dia 8 um “grupo terrorista armado” detonou um carro bomba no bairro de al-Bayyada em Homs, causando morte e ferimentos entre vários civis e membros das forças de segurança.

A Síria acusou os terroristas de bombardearem áreas civis e de incendiar dois tanques de combustível.

O SANA afirma que “os grupos armados atiram na população, bloqueiam estradas e atacam instalações públicas e privadas”.

A Síria afirma que as suas tropas desarmaram vários explosivos plantados pelos “grupos terroristas armados” em várias rodovias, enquanto que os jihadistas sequestraram vários cidadãos no povoado de Tseil, na província de Daraa, que depois foram libertados pelas forças sírias.

A agência SANA afirma ainda que os grupos terroristas armados assaltaram várias casas nos bairros de al-Khalidiyyeh, al-Bayyada e al-Nazihinn em Homs.

As notícias mais recentes da mídia omitem as declarações quase diárias da Síria de que vários soldados, chegando a doze por dia ou mais, estão sendo mortos em combate contra os supostos grupos armados.

Na segunda-feira, por exemplo, a Síria listou os nomes de 13 soldados, afirmando que haviam sido mortos em combate no dia anterior.

A SANA afirmou que os funerais foram conduzidos na terça-feira para mais 30 membros das forças de segurança.

No último domingo, a Síria rebateu acusações de que as forças de Assad teriam massacrado mais de 200 civis em Homs.

Uma autoridade síria disse ao WND que um “grupo terrorista armado” começou atacando uma guarita em Palmyra, na área rural de Homs.

A autoridade síria também acusou o suposto grupo terrorista de alvejar civis, afirmando que as forças sírias encontraram e desarmaram vários explosivos localizados em áreas civis dentro e nos arredores de Homs.

Essa rotina foi confirmada por um relatório que vazou da Liga Árabe.

O relatório, postado pelo grupo hacker Anonymous, afirma que observadores da Liga Árabe testemunharam várias vezes uma “entidade armada” provocar as forças sírias e colocar as vidas de civis em perigo.

Essa parte do relatório confidencial diz o seguinte: “A Missão apurou que há uma entidade armada que não foi mencionada no protocolo… Em algumas áreas, essa entidade armada reagiu atacando as forças de segurança da Síria, fazendo com que o governo respondesse com mais violência. No fim, civis inocentes pagam o preço por essas ações, sendo mortos e feridos”.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de WND: “Who’s really behind atrocities in Syria?


Comentário de Julio Severo: A “Primavera Árabe”, sob incitação do governo dos EUA sob Obama, está derrubando governos islâmicos não tão radicais e entregando o governo diretamente para a Irmandade Islâmica, totalmente radical, deixando os cristãos em situações horripilantes de perseguição, tortura e morte.


Fonte em português: Blog do Julio Severo.


Links relacionados:

- Queda do regime de Assad na Síria será um desastre para os cristãos da Síria e de regiões próximas

- Como as potências ocidentais ajudam na perseguição aos cristãos

Rumores de Guerra: Conflito entre Irã e Israel

Aiatolá Khamenei: "Matem todos os judeus, aniquilem Israel"


Irã expõe argumento legal para desferir ataque genocida contra “tumor cancerígeno”

Reza Kahlili*

O governo iraniano, por meio de um site autorizado, expôs a justificativa legal e religiosa para destruir Israel e matar seu povo.

A doutrina inclui a eliminação de assentamentos israelenses e dos judeus ao redor do mundo.

Chamando Israel de um perigo para o islamismo, o site conservador Alef, que tem ligações com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a oportunidade não deve ser perdida para remover “essa substância que estraga tudo”. É uma “justificativa jurisprudencial” matar todos os judeus e aniquilar Israel, e nesse ponto, o governo islâmico do Irã deve assumir a liderança.

O artigo, escrito por Alireza Forghani, um analista e especialista em estratégia no campo do aiatolá Khamenei, já foi divulgado na maioria dos sites estatais iranianos, incluindo a agência Fars News, da Guarda Revolucionária, mostrando que o regime endossa a doutrina.

Como Israel irá atacar as instalações nucleares do Irã, há uma justificativa para lançar um ataque cataclísmico preventivo contra o Estado de Israel, argumenta a doutrina.

Na sexta-feira, em um importante discurso durante as orações, Khamenei anunciou que o Irã irá apoiar qualquer nação ou grupo que atacar Israel, o “tumor cancerígeno”.

O Ministério da Defesa do Irã anunciou neste fim de semana que realizou o teste de fogo de um míssil de dois estágios e combustível sólido, e se vangloriou de ter lançado com sucesso um novo satélite em órbita, lembrando o Ocidente que seus engenheiros dominaram a tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, ao mesmo tempo em que o Estado Islâmico avança o seu programa de armas nucleares.

O comandante da Guarda Revolucionária, o general de brigada Seyyed Mehdi Farahi, afirmou em agosto que o míssil Safir, capaz de transportar um satélite ao espaço, pode facilmente ser lançado paralelamente à órbita da Terra, o que o transformaria em um míssil balístico intercontinental. Os analistas ocidentais não acreditavam que isso iria acontecer até 2015. Historicamente, orbitar um satélite é critério para atribuir a uma nação a capacidade de lançar esse tipo de míssil.

Forghani detalha o dever islâmico da jihad conforme está exposto no Alcorão em nome de Alá e afirma que a “jihad principal”, de acordo com alguns juristas xiitas, só pode acontecer quando o “messias” Mahdi, o imame secreto, 12º imame de acordo com os xiitas, retornar. Os xiitas acreditam que o retorno do Mahdi irá preceder o Armagedom.

Na falta do imame secreto, afirma Forghani, a “jihad defensiva” poderia acontecer quando o islã for ameaçado, e os muçulmanos devem defender o islã e matar seus inimigos. Para justificar tal ação, Alef cita o primeiro imame xiita, Ali, que afirmava que “Iniciar uma guerra contra inimigos com quem a guerra é inevitável e que tenham grande probabilidade de atacar muçulmanos no futuro próximo é uma necessidade e um dever dos muçulmanos”. Nesse aspecto, o aiatolá Khamenei emitiu uma fatwa em que autorizou o cumprimento da jihad principal em uma era de ausência do imame secreto sob a autorização de Vali Faghih.

O artigo então cita o Alcorão (Al Bácara 2:191-193): “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição [de muçulmanos] é mais grave do que o homicídio [de infiéis]... E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alá”.

É dever de todos os muçulmanos participar dessa jihad defensiva, afirma Forghani. A fatwa emitida pelo último Aiatolá Ruhollah Khomeini deixou claro que qualquer dominação política por infiéis sobre muçulmanos autoriza estes a defender o islamismo por todos os meios. O Irã agora possui os meios para lançar destruição contra Israel, e em breve terá ogivas nucleares para seus mísseis balísticos intercontinentais.

Para atacar o Irã, conforme o artigo, Israel precisa da aprovação e do apoio dos EUA, e sob o atual clima passivo dos EUA, a oportunidade não deve ser perdida para varrer Israel antes que Israel ataque o Irã.

Sob essa doutrina preventiva, vários pontos zero de Israel devem ser destruídos e o seu povo aniquilado. Forghani cita o último censo da Agência Central de Estatísticas de Israel, que mostra que o país possui uma população de 7,5 milhões de cidadãos, dos quais a maioria de 5,7 milhões é de judeus. Ao se detalhar os distritos com a maior concentração de judeus, o censo indica que três cidades: Telavive, Jerusalém e Haifa possuem mais de 60% de população judaica, que o Irã poderia definir como alvo dos seus mísseis Shahab 3, matando todos os seus habitantes.

Forghani sugere que o míssil iraniano Sejil, que é de dois estágios com uma trajetória e velocidade que são impossíveis de interceptar, devem mirar instalações israelenses, tais como: a usina nuclear Rafael, que é o principal centro de engenharia nuclear de Israel; a usina nuclear Eilun; outro reator israelense em Nebrin; e o reator Dimona no centro de pesquisa nuclear em Neqeb, o mais importante reator nuclear do país por produzir 90% do urânio enriquecido das suas armas nucleares.

Outros alvos, de acordo com o artigo, incluem aeroportos e bases da força aérea como a de Sedot Mikha, que contêm os mísseis balísticos Jericho, localizada no sudoeste da base aérea de Tel Nof, onde se encontram os aviões equipados com armas nucleares. Alvos secundários incluem usinas nucleares, estações de tratamento de água e esgoto, recursos energéticos e infraestruturas de transporte e comunicação.

Finalmente, afirma Forghani, os mísseis Shahab 3 e Ghadr podem mirar assentamentos urbanos até que os israelenses sejam exterminados.

Forghani afirma que Israel poderia ser destruído em menos de nove minutos e que o Khamenei, como autoridade máxima, o Velayete Faghih (jurista islâmico), também acredita que Israel e os EUA não apenas devem ser derrotados como exterminados.

Os radicais no poder do Irã hoje não apenas possuem mais de 1000 mísseis balísticos, mas estão a ponto de poder lançar um míssil intercontinental, além de possuírem urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, pois eles continuam com alta produção de urânio enriquecido, apesar das quatro rodadas de sanções da ONU ao país.

O documentário secreto produzido pelo Irã “A Vinda Está Próxima” indica claramente que esses radicais acreditam que a destruição de Israel irá desencadear a chegada do último messias islâmico, e que até Jesus Cristo (que irá se converter ao islamismo) irá atuar como seu representante, rezando a Alá e posto atrás do 12º imame.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=WwiadYT-N9k


* Reza Kahlili é um pseudônimo de um ex-agente da CIA que atuou na Guarda Revolucionária do Irã e é autor do premiado livro “A Time to Betray”. Reza Kahlili também é veterano da organização EMPact America e ensina no Academia Conjunta de Treinamento de Contra-inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de WND: “Ayatollah: Kill all Jews, annihilate Israel”

Fonte em português: Blog do Júlio Severo.

Links relacionados:

- Futura Guerra Contra Israel (Ezequiel 38-39)
http://gif15.blogspot.com/2011/03/futura-guerra-contra-israel-ezequiel-38.html

- Irã destruiria Israel em menos de 9 minutos (e antes de 2014)
http://www.farsnews.com/newstext.php?nn=13901115000639

- Razões jurisprudenciais para a destruição de Israel
http://www.alef.ir/vdcepw8zwjh8ewi.b9bj.html?142262

(dica: usar o Google Translator nos sites iranianos)

Sinais dos Tempos: Preparando as crianças para a chegada dos últimos dias...



Para bom entendedor...