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Dica de Livro: O Marketing do Mal


Por Danilo Fernandes

Outro dia eu estava relendo Marketing of Evil e, mais uma vez, constatei como o livro é bom e suscita debate e reflexão. Quem é cristão e adora apologética não pode deixar de ler. Assim, decidi não apenas fazer uma resenha comentada para meus leitores, mas levantar algumas bolas na área para ver se alguém chuta a gol…

Nas palavras do próprio autor, David Kupelian: “Eu chamei meu livro de Marketing do Mal porque é exatamente disto que ele trata: como filosofias, comportamentos e hábitos que esta nação – Estados Unidos – desde sempre abominou foram nas últimas três ou quatro décadas rearranjados, perfumados e embrulhados para presente de forma a serem vendidos para o povo americano como se fosse algo de valor”.

David Kupelian mostra como o marketing do mal ataca nossos sentimentos mais nobres e os usa a seu favor. Por exemplo, na propaganda de Marlboro, vemos o cowboy representando o espirito de liberdade e a coragem. Contudo, estes sentimentos são explorados e de tal maneira conduzidos que o americano médio é levado a afirmá-los não de uma forma construtiva, mas na compra de um pacote de cigarros na esquina mais próxima. Os exemplos são muitos, basta olhos para ver.

The Marketing of Evil descasca a maçã reluzente representando a sociedade americana e revela o seu miolo pobre e fedorento mostrando como os americanos passaram a tolerar, a adotar e a até premiar comportamentos e crenças que teriam horrorizado seus pais e avós. O livro ilustra e acusa organizações e lobbies de interesses de engendrar campanhas articuladas que levaram a mudanças de 180 graus em temas como aborto, homossexualidade, religiosidade, pornografia, etc.

Fato é que tais mudanças não se manifestaram apenas no nível da tolerância a praticas não aceitas anteriormente, em muitos casos, a reversão transformou em marginais ou parias justamente aquelas pessoas dispostas a defender as posições que antes eram a da maioria da população. Leis anteriormente proibindo e penalizando certos comportamentos antes inaceitáveis, segundo a fundação judaico-cristã da nossa civilização, foram banidas e substituídas por outras, que se ainda não impõem tais comportamentos a todos, penalizam a quem demonstra qualquer forma de desaprovação a estes padrões, mesmo a mais simples expressão de opinião.

Nas palavras de Kupelian, grupos acobertados pelo estado e por segmentos da imprensa praticam ação violenta de intimidação e/ou ataque frontal a qualquer um que expresse opinião contrária ao grupo que defendem. Não se trata mais da defesa dos direitos do grupo A ou B, esta batalha pela liberdade de exercício de seus direitos civis e o reconhecimento de suas conquistas legais já foi devidamente ganha faz tempo. Agora a próxima fronteira é nos enfiar goela a baixo os seus padrões morais, a custa da espoliação de nossas próprias crenças e instituições.

Engendrados na onda dos seus interesses indizíveis, certos grupos combatem a eventual oposição com uma truculência que só se viu em estados policiais. Acham exagero? Vejam como as coisas evoluíram no exemplo a seguir:

A obrigação de aulas de religião nas escolas públicas é considerada incompatível com um estado laico. O currículo escolar federal obrigatório foi mudado nos Estados Unidos. Em um segundo momento, as aulas de religião foram proibidas nas escolas públicas, mesmo se eletivas. Diversas comunidades conduziram pleitos oficiais de consulta popular sobre o assunto. De nada valeu, mesmo em cidades com a população francamente apoiando o ensino religioso, as aulas foram banidas. As comunidades americanas podem decidir colocar certa matéria de interesse local nos currículos escolares das escolas públicas de suas cidades, como por exemplo, tópicos de agricultura, veterinária, direito de minorias, culinária, folclore e paganismo, história indígena local, medicina alternativa, etc., mas não podem ensinar nada escrito na Bíblia.

Tudo aceitável. Tudo laico e democrático. Contudo quem irá concordar com a prisão de alunos que decidiram orar em seu intervalo de aulas? Protestos violentos, queima de bandeira e ações extravagantes não são tão violentamente reprimidos como a oração nas escolas nos Estados Unidos de hoje. Basta consultar o assunto na internet e ver o turbilhão de casos de jovens expulsos de escolas, agredidos, presos, etc. por terem organizado grupos de oração em escolas públicas.

Lendo este trecho do livro, não pude deixar de me perguntar: Por que tanta agressividade contra a oração? Chego à conclusão de que o ódio não esta focado na oração em si, mas na mensagem por trás do simples ato de se dirigir a Deus. Para estes grupos isto é simplesmente inaceitável, pois implica declaração de posição a muitas outras questões que os defensores das causas escusas adotam: aborto, eutanásia, clonagem humana, suicídio assistido, ecumenismo religioso, novo conceito de família, casamento homossexual e toda aquela lista de compras pendurada na geladeira do capeta!

No livro, Kupelian esmiúça com coragem a evolução de questões cruciais na cultura americana ao longo dos últimos anos e a forma como os sinais de suas tendências terminaram por ser invertidos, entre outros:

- Como o ensino público aboliu o criacionismo e obrigou o darwinismo, em cuja essência há tanta margem para alegação de teoria cientifica quanto de crença.

- Como foi proibida a simples menção dos dez mandamentos na escola americana, mas colocou-se no currículo para crianças de 5 anos o ensino do homossexualismo como herança genética e tendência natural e irresistível.

- Como o divórcio se transformou de exceção à regra e atinge mais de 70% casamentos celebrados nestas últimas duas décadas.

- Como os valores sexuais foram tão minados que o próprio governo federal americano, conformado (ou determinado) orquestra campanhas com cartazes e vídeos tendo por alvo alunos de 10 anos para cima, da infame afirmação de aceitação social e moral do sexo para pré-adolescentes – faça tudo menos AQUILO – incentivando o jovem a praticar outras formas de expressão sexual – oral, masturbação solidária e outras – de forma a diminuir o interesse pelo coito.

Resumindo, para David Kupelian, o marketing do mal é um tipo de guerra e o livro revela claramente as táticas de persuasão e as estratégias evasivas empregadas por aqueles dispostos a combater a raiz judaico-cristã da cultura da nação substituindo-a por uma cultura neo-pagã, divisionista e incentivadora do relativismo moral desde o berço.

E o Brasil? Ah! O Brasil eu deixo para vocês comentarem!

Médico que ajudou a localizar Bin Laden pode ser julgado por traição no Paquistão

Bin Laden

A comissão paquistanesa que investiga a morte de Osama bin Laden em uma operação dos Estados Unidos pediu que o médico que colaborou com a CIA (agência de inteligência americana) para localizar o líder da Al Qaeda seja julgado por alta traição, informou a imprensa local.

A chamada Comissão de Abbottabad, cidade ao norte de Islamabad onde se refugiava Bin Laden, solicitou que se abra um processo judicial contra o médico Shakil Afridi por trabalhar para a inteligência americana, segundo o jornal The News.

Afridi organizou uma campanha de vacinas em Abbottabad para tentar obter mostras de sangue de algum parente de Bin Laden, e verificar assim sua presença em um sítio dessa localidade, infestada de instalações militares.

O médico, com o qual os EUA expressaram preocupação, foi detido pelos serviços secretos paquistaneses (ISI) poucas semanas depois da morte do líder da Al Qaeda em uma operação especial dos EUA em maio do ano passado.

Fontes do ISI confirmaram à Agência Efe no ano passado que o médico, contra o que ainda não se apresentaram acusações em um tribunal civil, estava em mãos dos serviços secretos, mas recusaram dar mais detalhes.

Até agora não foi divulgado o que vai acontecer com o médico, embora fontes oficiais anônimas paquistanesas o acusaram na imprensa de "alta traição".

Fonte: DefesaNet.

Americanos abandonam Igreja Presbiteriana após ordenação de pastores gays


Como muita gente já sabe, no ano de 2011 a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (Presbyterian Church of the United States - PCUSA) tomou a decisão em sua Assembléia Geral de aceitar como pastores e pastoras da denominação gays e lésbicas praticantes. Nós já havíamos tratado deste assunto aqui no blog, anunciando que uma divisão na PCUSA estava prestes a acontecer.

Os presbiterianos daquela denominação que não aceitaram esta decisão e que também estavam já preocupados com outros rumos desta denominação marcaram uma reunião para janeiro deste ano (2012), que aconteceu em Orlando, na Flórida. Havia cerca de 2100 participantes inscritos presentes representando cerca de 500 congregações da PCUSA. Lembremos que há aproximadamente 11.000 igrejas da PCUSA nos Estados Unidos.

Na reunião ficou decidida a fundação de uma nova entidade reformada, que será chamada “A Ordem Pactual Evangélica de Presbiterianos” (“The Evangelical Covenant Order of Presbyterians”, abreviada como ECO). Os detalhes ainda estão sendo trabalhados, mas provavelmente esta “Ordem” deverá funcionar como uma nova denominação, embora este ponto ainda não esteja claro.

Foi distribuída uma lista com os “valores” teológicos e pastorais da ECO:

- Identidade moldada por Jesus (em que a questão essencial é se a pessoa é realmente um discípulo de Jesus);

- Integridade bíblica (em que a questão essencial é saber se as Escrituras, única Palavra de Deus e que tem autoridade absoluta, realmente define a nossa identidade);

- Teologia Reflexiva (em que a educação teológica reformada é estimada);

- Comunidade responsável (em que as igrejas são comunidades onde a orientação é realmente uma experiência corporativa espiritual);

- Ministério igualitário (em que os dons espirituais de ambos os sexos e de todos os grupos raciais e étnicos são “desencadeados”);

- Centralidade missional (em que a Igreja “vive” a toda a Grande Comissão “, incluindo a evangelização, formação espiritual, compaixão e justiça redentora”)

- Espiritualidade focada no centro (em que a Igreja chama as pessoas para o núcleo do que significa seguir a Jesus e “não se fixa sobre os limites”)

- Liderança rápida (em que a Igreja identifica e desenvolve os líderes que são dispostos a assumir riscos, inovadores e orgânicos);

- Vitalidade do Reino (pelo qual a igreja reproduz ativamente comunidades missionais).

Já foram redigidos os documentos principais da futura entidade e foram apresentados na reunião um projeto dos compromissos teológicos do grupo e um outro com o projeto de estatuto da nova instituição.

Bom, na minha avaliação este novo corpo eclesiástico - denominação ou coisa parecida - será maior do que as duas principais denominações presbiterianas nos Estados Unidos que são conservadoras, a saber, a PCA (Presbyterian Church of America) e a EPC (Evangelical Presbyterian Church), embora ainda menor do que a PCUSA.

Fiquei feliz por ver que ainda há crentes verdadeiros e que amam a Palavra de Deus dentro de uma denominação que vem apostatando da verdade há muitos anos. Espero sinceramente que os que resolveram ficar na PCUSA e continuar a luta consigam, quem sabe, um dia retomar a histórica denominação para os caminhos do Evangelho de Cristo.

Dá para ver pela relação de valores acima que este novo grupo pretende realmente ser reformado, bíblico e conservador. Todavia, revendo a lista uma coisa me preocupa, que é o ítem chamado de "ministério igualitário". Trocado em miúdos, este item significa que a nova organização não somente aceitará como encorajará a ordenação de pastoras e presbíteras, como faziam na PCUSA de onde saíram. Algo similar ao fato de que Lutero, ao sair da Igreja Católica, manteve por um tempo determinadas idéias romanas. Aguardemos que da mesma forma que Lutero livrou-se deste ranço católico com o tempo, que os novos presbiterianos também tenham coragem para fazer a reforma completa e abolir a ordenação feminina.

Eles deveriam ser os primeiros a saber que foi a ordenação feminina quem abriu a porta para a ordenação de homossexuais na denominação deles. Tudo começou quando a PCUSA passou a tolerar que o liberalismo teológico fosse ensinado nas suas instituições teológicas, as quais são responsáveis pela formação teológica, eclesiástica e ministerial dos seus pastores. O liberalismo teológico retira toda a autoridade das Escrituras como palavra de Deus, introduz o conceito de que ela é fruto do pensamento ultrapassado de gerações antigas e que traz valores e conceitos que não podem mais ser aceitos pelo homem moderno. Assim, coloca a Bíblia debaixo da crítica cultural. O passo seguinte foi a aprovação da ordenação de mulheres cristãs ao ministério, em meados da década de 60, com base exatamente no argumento de que os textos bíblicos que impõem restrições ao exercício da autoridade eclesiástica por parte da mulher cristã eram culturalmente condicionados, e portanto impróprios para a nossa época, em que a mulher já galgou todas as posições de autoridade.


O argumento que vem sendo usado há décadas pelos defensores do homossexualismo dentro da PCUSA segue na mesma linha. Os textos bíblicos contrários ao homossexualismo são vistos como resultantes da cosmovisão cultural ultrapassada dos escritores bíblicos, refletindo os valores daquela época. Em especial, os textos de Paulo contra o homossexualismo (Romanos 1 em particular) são entendidos como condicionados pelos preconceitos da cultura antiga e pela falta de conhecimento científico, que segundo os defensores do homossexualismo hoje já demonstra que ser gay é genético, não podendo, portanto, ser mais considerado como desvio moral ou pecado. Já que a cultura moderna mais e mais aceita o homossexualismo como normal, chegando mesmo a reconhecer o casamento entre eles em alguns casos, por que a Igreja, que deveria sempre dar o primeiro exemplo em tolerância, aceitação e amor, não pode receber os homossexuais como membros comungantes e pastores da Igreja? Essa foi a argumentação que finalmente prevaleceu, pois a decisão permite que homossexuais praticantes considerem a sua escolha sexual como uma questão secundária e não como matéria de fé, sujeita à disciplina eclesiástica da denominação.

Infelizmente, uma das lições que se aprende com a história é que poucos aprendem alguma coisa com ela. Vamos esperar que este seja um destes casos...

Fonte: O Tempora! O Mores!



“O que toleramos hoje, nossos filhos praticarão amanhã.”
(Alex D. Montoya, Homosexuality and the Church, p. 169).

Quem é Jesus?


O Absurdo da Idolatria

Novo Escândalo de Corrupção Abala o Vaticano



A Santa Sé está envolvida num escândalo de corrupção relacionado com contratos para obras no Vaticano. O caso é agravado pelo facto de o arcebispo Carlo Maria Viganó, que denunciou a trama, ter sido afastado pelo Papa Bento XVI e transferido para Washington.

O arcebispo foi entre 2009 e 2011 secretário-geral do governo da Cidade do Vaticano, departamento encarregado da manutenção de jardins, edifícios, ruas e de outras infra-estruturas. Quando assumiu funções, afirma numa das cartas, encontrou um défice de mais de 7,8 milhões de euros. Os prejuízos eram causados, refere, por uma rede de corrupção, nepotismo e troca de favores na adjudicação de contratos a empresas exteriores ao Vaticano a preços muito acima do valor real.